Formulário de Busca

Como serão os profissionais do futuro

qui, 03/09/09
por ajama_2007 |
categoria Aprender

          O mundo corporativo enfrenta um ritmo cada vez mais intenso de mudanças – isso já não é novidade para ninguém e, todos nós, de uma forma ou de outra, já fomos protagonistas ou coadjuvantes deste momento.
           Agora, como estar preparado para não ser “atropelado” por este ritmo frenético é que fará a diferença para o profissional do futuro (ou seria do presente?). Atualmente, os tempos verbais perderam a importância. Presente confunde-se com o futuro e, se queremos nos manter no mercado, temos que vivenciar também o amanhã.
           Estudos mostram que a quantidade de novas tecnologias tem dobrado a cada dois anos. Isso significa trabalhar planejando, organizando e traçando o futuro da sua carreira.
           Karin Parodi, diretora da Career Center, consultoria especializada em gestão estratégica de Recursos Humanos e Outplacement comenta que, diante desse cenário, é natural que haja mudança nos perfis, uma vez que o ‘profissional do futuro’ precisa trazer resultados esperados em um mercado cada vez mais imprevisível. É imprescindível a busca constante pela atualização, educação continuada e o autoconhecimento – saber suas habilidades, competências, pontos fortes – para maximizar suas potencialidades e, desta forma, trazer os resultados condizentes com a empresa. A Career Center destaca algumas competências:
        • Leitura de contexto e tendências;
        • Priorizar os desafios;
        • Saber gerir mudanças;
        • Ter flexibilidade para enfrentar novos desafios;
        • Trabalhar em equipe.

        Além disso, a capacidade de relacionamento também é valorizada em ambientes multiculturais e de muita pressão. É por isso que muitas vezes uma experiência no exterior pode valorizar um profissional, pois ele esteve exposto a diferentes culturas e padrões de comportamento. Cultivar, constantemente, a inteligência emocional é fundamental, pois alia a capacidade de se motivar e persistir diante de frustrações, procurando conhecer e lidar com as próprias emoções.
        Quando se trata de uma transição de carreira é fundamental realizar o levantamento das atividades desenvolvidas e resultados alcançados para valorizar as próprias competências, capacidades e habilidades adquiridas. Com o resultado desse levantamento, o profissional prepara-se e se posiciona corretamente no mercado, apresentando-se mais maduro e adaptável aos novos desafios, pois tem gerência sobre as suas competências, sabendo assim explorar as características pessoais e profissionais que lhe trarão mais exposição e eficiência.
         Uma competência valorizada é o autodesenvolvimento: o profissional que alia suas ações de desenvolvimento às demandas da organização e ao mercado tem maiores chances de obter sucesso em sua carreira. É papel de cada profissional buscar aquisição e consolidação de conhecimentos, além de manter-se capacitado para assumir novos desafios.
          É fundamental exercitar a capacidade analítica e o raciocínio lógico e estratégico para conseguir acompanhar as mudanças que ocorrem no mercado e dentro da organização; ler o contexto organizacional e do mercado, traçar cenários e se predispor a agir focado nos resultados com foco na superação constante.
          Para finalizar, a administração pós-crise se completa com a solicitação de feedback constante para o aprimoramento das competências requeridas. Assim você se capacita a entregar resultados superiores.

Fonte: Site www.administradores.com.br

LIDERANÇA

ter, 11/08/09
por ajama_2007 |
categoria Perfil

Use terno e gravata e seja …

Você já parou para observar uma lagartixa? Estranho não é mesmo! Mas nós podemos aprender muito com os animais, técnicas e estratégias para atuação no mercado, atuação em equipe, paciência, persistência e muitas outras coisas, com certeza. A lagartixa possui características muito interessantes e lendo um artigo nestes dias, achei pertinente falar um pouco sobre o assunto.Uma característica interessante é o fato de a lagartixa não cair, seja onde ela estiver no teto ou na parede. O motivo disso é que ela possui ventosas (semelhantes a desentupidores de pia) que fixa o bichinho onde ela estiver! Incrível não é mesmo?! Não importa como seja a parede ou teto, plano ou com buracos, a lagartixa vai passando por cima com maestria sem cair.

Aplicação: poderíamos, neste aspecto, destacar como é importante a capacidade de sermos resilientes, não acomodados. No mundo empresarial, no mercado temos muitas situações a todo tempo. Temos que nos adaptar e não dá tempo para ficar reclamando não. Quem fica se lamentando perde o trem que avança rapidamente.

Outro aspecto da lagartixa é que sua cabeça fica a todo tempo balançando como se estivesse dizendo SIM SIM. Isso parece que a deixa mais receptiva, tem muitas pessoas que nem tem medo ou nojo deste bichinho!

Aplicação: acessibilidade é uma palavra muito importante. Tem pessoas que são inacessíveis. Algumas têm a cara muito fechada e afasta qualquer um, outros não se dispõe a fazer nada, sempre estão “ocupados” e nunca disponíveis e outros não gostam mesmo de pessoas, se sentem melhores e maiores (pode ser!) e se esquecem que precisamos estar juntos, trabalhando sempre em equipe.

Por último, uma lagartixa continua sobrevivendo mesmo sem sua cauda! E lembre-se: a cauda da lagartixa é que traz equilíbrio ao bichano.

Aplicação: muitas pessoas se envolvem excessivamente em algumas coisas e se algum problema acontece, perdem o equilíbrio emocional rapidamente, às vezes são as pessoas e às vezes são coisas. Perder um carro ou uma pessoa muito querida. Tudo é importante, sem dúvida, mas nada é mais importante que nós mesmos e, além disso, precisamos estar bem para fazermos o bem aos outros. Não deixe que nada tire o seu equilíbrio em casa, com os amigos e na sua empresa.

E lembre-se: a cauda da lagartixa é restaurada com o tempo. Tudo na vida passa até mesmo as coisas boas! Por este motivo, mantenha o foco, não caia em erros que podem afetar sua carreira profissional e familiar; deixe que as pessoas se aproximem de você e se aproxime das pessoas! E por último, mantenha o equilíbrio sempre, seja sereno e não precipitado, trabalhe sua mente e espírito, faça o bem.

Pense nisso.

Você é um caçador de oportunidades? Jorge Gerdau

sex, 24/07/09
por ajama_2007 |

O empreendedor tem um comportamento similar ao de um animal na busca da caça. Está sempre inquieto, procurando novas oportunidades. Esse estado de atenção constante é essencial para o êxito de um negócio. É isso que o faz correr riscos, mobilizar pessoas e recursos e lançar-se em um novo empreendimento, buscando construir o seu sonho.

O Brasil, sem dúvida, possui um grande número de empreendedores, que buscam na construção de novos negócios a esperança de crescimento e realização profissional. Isso se deve, principalmente, à limitação das oportunidades no mercado de trabalho, à criatividade de nosso povo e à ampliação do acesso a informação e a tecnologias. Porém, também sabemos que a maioria deles fracassa em seus primeiros anos de trabalho. Por que isso ocorre?

Certamente, a dificuldade de empreender possui raízes na História. A sociedade foi desenvolvida, em grande parte, a partir do conceito da subordinação, estabelecendo o seu funcionamento de acordo com uma ordem central. Isso vale, até hoje, para escolas, universidades, igrejas, exército, entre outros. Criamos poucos líderes e muitos subordinados.

O reflexo disso é o baixo estímulo a uma atitude empreendedora, que se vislumbra, por exemplo, na limitada interação entre universidades e empresas no Brasil. Os bons resultados obtidos por pesquisadores brasileiros, muitas vezes, não ganham aplicações comerciais por falta de entendimento entre os dois lados. Em nações mais desenvolvidas, que conseguiram superar essa barreira cultural, a pesquisa, inclusive a científica, é orientada para objetivos vinculados ao desenvolvimento econômico e social.

Somem-se a essa herança cultural os conhecidos problemas estruturais que barram o empreendedorismo no Brasil. É muito difícil criar ou fechar uma empresa, assim como enfrentar a burocracia vigente, que mata as atitudes empreendedoras, desestimulando investimentos. Existem, entretanto, iniciativas positivas, como o Simples, sistema tributário para micro e pequenas empresas que unifica e reduz o pagamento de impostos. Além disso, há bons projetos financiados pela iniciativa privada, como a Junior Achievement, que estimula o empreendedorismo em estudantes do Ensino Médio. Em 26 anos de existência, a organização já sensibilizou 1,6 milhão de jovens sobre o mundo dos negócios e as vantagens da atividade empreendedora para a sociedade. Também merecem destaque trabalhos como o do Instituto Endeavor, no apoio a novos empreendedores, e as iniciativas do Movimento Brasil Competitivo e do Sebrae, com programas de melhoria de gestão para micro e pequenas empresas.

Para que o Brasil prospere, precisamos estimular o espírito empreendedor ao máximo. Qualquer ação que traga desenvolvimento e gere empregos e renda deve ser incentivada. O primeiro passo é que cada um de nós avalie o seu comportamento no dia a dia, com filhos e netos, assim como atue fortemente para gerar mais mudança na ação dos governos, principalmente em prol do incentivo às micro e pequenas empresas. Afinal, o empreendedor é um dos principais agentes sociais de qualquer nação. Ao correr riscos, ele promove o desenvolvimento, beneficiando toda a sociedade. E é essa atitude que devemos praticar e estimular desde cedo em nossos jovens.

Fonte:http://www.imil.org.br/artigos/voce-e-um-cacador-de-oportunidades/

Empresa Júnior

qua, 15/07/09
por ajama_2007 |

Uma empresa júnior é uma associação civil sem fins lucrativos e com fins educacionais formada exclusivamente por alunos do ensino superior.

As empresas juniores são criadas por alunos de graduação de uma instituição de ensino superior e deve ser sempre ligada a um ou mais cursos de graduação. A gestão de uma EJ, sigla para Empresa Júnior, é feita pelos próprios alunos. A empresa júnior não constitui em si uma pessoa jurídica específica. No Brasil as empresas juniores de forma associada tem buscado um entendimento de que a EJ estaria mais próxima de ser uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.

O objetivo primeiro das empresas juniores é promover a melhor experiência de mercado aos alunos graduandos na instituição à qual ela é vinculada. Por esse objetivo entende-se fomentar o crescimento pessoal e profissional do aluno membro, por meio do oferecimento de serviços de qualidade e a baixo custo ao mercado. Dessa forma, além de atingir seu próprio objetivo, as EJs contribuem para o desenvolvimento do empreendedorismo em sua região. Em alta escala, o Movimento das Empresas Juniores (MEJ) contribui com uma importante parcela no desenvolvimento empresarial e econômico do país.

As EJ se enquadram no terceiro setor da economia, pois estão enquadrados no setor privado (portanto não são do Primeiro Setor) e não têm por fim último o lucro (excluindo-se do Segundo Setor). Dessa forma, acabam por ter reduzidos custos operacionais e de tributação, podendo oferecer serviços de qualidade a um custo baixo. As EJ atendem principalmente o mercado das micro e pequenas empresas, que costumeiramente não tem acesso a consultoria sênior e enfrentam grandes dificuldades na gestão.

A fim de garantir um excelente aprendizado, todo o trabalho executado tem o acompanhamento e a orientação de um professor da respectiva área do conhecimento, visto que esses trabalhos são prestados como consultoria a todo tipo de empresas, embora o mercado maior seja o das MPE (micro e pequenas empresas).

Ex-alunos que passaram por empresas juniores contam com diferencial de conhecer o mercado, ter experiência de trabalho, conhecer a prática empreendedora e desenvolvimento de suas habilidades empresariais.

BRASIL: NEM GERAÇÃO X, NEM GERAÇÃO Y. XY

ter, 07/07/09
por ajama_2007 |

A chegada da geração Y ao mundo corporativo americano já suscitou centenas de análises no Brasil sobre os melhores métodos para atrair e reter os talentos dessa safra. Não abriu, contudo, espaço para uma questão essencial e anterior: temos no País realmente contingente significativo de profissionais da geração Y, da mesma maneira característica que há nos EUA? A resposta é não.

Jovens entre 20 e 30 anos com grande potencial de liderança, os Y são ambiciosos, buscam dedicar-se a projetos que representem suas causas, reconhecimento e evolução rápida na carreira. Ao mesmo tempo, não lidam bem com restrições e se pautam pelo imediatismo: sem resultados palpáveis para seus projetos, tendem a dispersar.

As características têm fundamento na própria formação dos indivíduos Y. Eles contam com um perfil diferenciado frente à média: têm fluência em diversos idiomas, foram educados para desenvolver espírito empreendedor, contam com boa formação escolar e contabilizam períodos de vivência no exterior. São muitos. Nos EUA e em algumas regiões do Brasil.

Sua abrangência no País, porém, é menor do que a série de avaliações sobre a geração Y permite supor. Basta olharmos para as diversas regiões do Brasil que, mergulhadas recentemente num cenário de estabilidade e desenvolvimento,começaram a produzir agora os primeiros representantes de uma geração anterior, a X.

Marcada por profissionais extremamente pragmáticos, a safra dos X reúne executivos cujas ações são orientadas pelo senso de oportunidade. São ágeis noaprendizado e bons empregados, daquele tipo que, em alguns segmentos,merecem o chamamento de “pé de bois”. Não é à toa. Eles têm como foco construir uma carreira sólida – muitas vezes, o que acontecerá numa só empresa que lhes dará diversas oportunidades – por meio da qual possam ascender socialmente e conquistar bens e posição econômica que seus pais nunca atingiram.

Para isso, dedicam-se ao trabalho e ao crescimento econômico, acumulam riquezas, planejam suas previdências – em grande parte por temer que seu futuro fique à mercê de incertezas econômicas que abalaram a vida daqueles que foram seus exemplos.

Foi em meio à dedicação ao trabalho e ao crescimento econômico dos profissionais da geração X que nasceram os jovens que hoje formam a safra dos Y. Eles são, em muitos casos, os filhos que assistiram aos pais trabalharem demais, sofrer com estresse, dedicar pouco tempo a temas não-corporativos e acumular riquezas para financiar a estabilidade e a elevada qualidade de educação dos herdeiros.

Em resumo, é possível dizer que boa parte da relação dos X com trabalho e dinheiro é o que molda hoje a postura dos Y frente à carreira, assim como o desejo deles por algo atrelado a valores, crenças e mais qualidade de vida.

O que observamos cada vez mais em nossos jovens talentos é que eles se apropriam do que realmente faz sentido para sua trajetória profissional. Se antes os modelos, adequados ou inadequados, e os modismos, adaptados ou não adaptados, ditavam o comportamento de muitos destes jovens, hoje eles olham para seus interesses e características e, cada vez mais cedo, buscam alinhar suas expectativas pessoas às profissionais. Isso é um sinal de maturidade, uma vez que, muitos profissionais só se dão conta que podem fazer escolhas em uma fase bem posterior de vida e carreira.

Há muitos e muitos casos de homens e mulheres no Brasil que, parte da geração X, criaram empreendimentos únicos ou apoiaram suas empresas, como executivos, a trilhar o caminho do crescimento. É um erro, porém, considerar que agora a principal fonte de novos executivos para a estrutura corporativa brasileira serão seus filhos, os jovens e tecnológicos Y. Eles ainda são poucos quando se consideram toda a população e o potencial brasileiro.

É aí que reside a sabedoria de algumas empresas que, de nacionais transformaram-se em globais: ao perceber que, como um País recém inserido no quadro de maior desenvolvimento, o Brasil é uma fonte maior de profissionais da geração X, elas pautaram seu crescimento em estratégias que gerem oportunidades para estes profissionais.

São companhias que oferecem aos seus funcionários desafios locais e internacionais, sabendo o que é mais importante a este publico e sem renegar os jovens Y com o qual eventualmente contam. Enfim, são as empresas que estão formatando um modelo de gestão baseado na população brasileira e em suas características específicas. É a sabedoria de saber que o País não replica o modelo das gerações americano, mas pode criar o seu próprio. Sem X ou Y.Somos X e Y.

* Fátima Rosseto é Leadership Development Director da DBM Brasil, consultoria especializada em gestão do capital humano em momento de transição.

6º Feira de MINIEMPRESA

ter, 30/06/09
por ajama_2007 |

No último sábado, dia 20/06, ocorreu na praça de eventos do São Luís Shopping a 6ª Feira de Miniempresas. A feira foi promovida pela Junior Achievement Maranhão e realizada pelo NEXA-MA. Participaram da feira cerca de 230 achivers e 23 voluntários do NEXA que atuaram como Staffs.

           O evento contou com a participação de estudantes do 2° ano do ensino médio de diversas escolas públicas e particulares da capital ludovicense, dentre elas: Santa Teresa, CEFET-MA, Fundação Bradesco, Upaon-Açu, Colégio Militar Tiradentes, Master, Educator, SENAI.

          A feira teve início às 8hs na sala 5 do Box Cinemas com a apresentação da Junior Achievement e do NEXA, seguido pela palestra do Diretor Executivo da Franere, Marcos Regadas. Na palestra, Marcos destacou a sua história como empresário e contou aos achievers como seu pai fundou a Construtora Franere.

            Ás 10hs os miniempresários iniciaram suas vendas para os clientes do shopping. Quem visitou o espaço da feira pode conhecer os produtos que cada miniempresa oferecia, dentre eles: camisas customizadas, chaveiros, bijuterias, sandálias, almofadas e caixas decoradas.

           Antes da feira, os achievers foram informados que deveriam realizar um plano de marketing a ser executado no dia do evento. Era de responsabilidade dos Staffs verificarem o cumprimento da tarefa.

           Simultaneamente à feira acontecia a gincana de miniempresas. Quatro provas marcaram a sua realização. O Quiz foi a primeira prova a ser realizada. Na primeira fase foram realizadas vinte perguntas sobre a Junior Achievement, NEXA e conhecimento gerais destinadas a dois representantes de cada miniempresa. Como desempate foi realizado o “Soletrando”, tendo como vencedor o Colégio Militar.

               A Hora da vitrine também fazia parte da gincana e consistia em um representante de cada miniempresa passar 20min na vitrine de uma loja como manequim humano. Quatro lojas foram parceiras na realização da prova, são elas: Taco Jeans, Cattan, Bunny’s e Miss’Club.

               Em seguida foi realizada a Hora do mico. Foi solicitado a cada miniempresa que levasse uma fantasia para o shopping. Às 17hs, os miniempresários souberam que deveriam organizar uma peça em conjunto, onde as personagens deveriam ser as pessoas que estivessem fantasias.

                  Para concluir a gincana de miniempresas foi realizado o concurso de beleza “Garoto e Garota Miniempresa”. Os jurados – associados do NEXA – avaliaram quatro critérios: beleza, comunicação, simpatia e desfile. Os vencedores foram: Isabela do Colégio Militar e Adão Cutrim do Colégio Santa Teresa.

                    Houve ainda a premiação de melhor achiever da 6ª Feira de Miniempresas à Amanda Bastos – Colégio Educator.

 Os vencedores Quiz, do Garoto e Garota Miniempresa e Melhor Achiever foram premiados com os seguintes prêmios: três livros da Livraria Nobel, 3 livros de Martin Messier, uma bolsa para o curso de Gestão de Marketing e Vendas no IEL e uma bolsa de 1 ano para o curso de teatro da In Cena Produções.

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MINIEMPRESA

qui, 18/06/09
por ajama_2007 |


A Junior Achievement é a maior e mais antiga organização de educação empreendedora, registrando o mais rápido crescimento em todo o mundo, o seu objetivo é despertar nos jovens o espírito empreendedor, ainda na escola, oferecendo programas de economia, negócios e experiências no sistema competitivo da livre iniciativa, através da parceria entre as escolas e o empresariado. A Junior Achievement Maranhão foi fundada em 2004, e até hoje beneficiou mais de 9.000 alunos.

Dentre os programas realizados temos o Miniempresa como o “carro chefe” no Estado, programa este voltado para alunos do 2º ano do ensino médio. Há quatro anos, realizamos a Feira de Miniempresas no São Luís Shopping com alunos da rede pública e privada. O evento acontecerá no sábado, dia 20/06, e contará com a participação de 300 alunos de nove escolas de São Luís e 40 voluntários, acadêmicos e profissionais que são os conselheiros das Miniempresas, além das 22 empresas parceiras nesta ocasião.

O objetivo do evento é despertar o interesse dos participantes para o empreendedorismo como uma experiência prática de concorrência com a venda e exposição dos produtos por eles fabricados no decorrer desse semestre, o que muito tem contribuído no processo de educação empreendedora em nosso estado.

Neste ano nove escolas, públicas e privadas, estão participando do projeto. Entre elas estão o CEFET, Educator, Fundação Bradesco, Master, Santa Teresa, SENAI, Tiradentes e Upaon Açu. Os produtos desenvolvidos pelas Miniempresas são os mais variados: caixas, chaveiro, bijuterias, almofada, havaianas e camisetas.

 

 

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Será que sou empreendedor?

seg, 18/05/09
por ajama_2007 |
categoria Empreendedor, Perfil

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Empreendedorismo tem sido algo muito comentado e discutido em minhas palestras e artigos. Um assunto muito bem recebido, mas que ainda gera dúvidas sobre o real perfil adotado por pessoas consideradas empreendedoras.A questão é que o mundo está mudando, as organizações não são mais paternalistas e as pessoas precisam aceitar e acompanhar tais mudanças.Segundo Dornelas, autor do livro Empreendedorismo: transformando idéias em negócios, editora Campus, os empreendedores são visionários, indivíduos que fazem a diferença, sabem explorar as oportunidades, além disso, são determinados e altamente dinâmicos e, sobretudo dedicados ao trabalho.O perfil do empreendedor não necessariamente está atrelado a um modelo de profissional, pois recebe influências regionais significativas, ou seja, necessidades e os hábitos culturais de uma região influenciam os comportamentos. Os empreendedores absorvem esses comportamentos e o resultado reflete-se sobre suas ações nas empresas.Logo, fica clara a necessidade de avaliar se, o que é bom para os americanos e europeus, também é válido e bom para nós.Queira ou não, quando pensamos em empreendedores nos vem à mente pessoa otimista e apaixonada pelo que fazem, independentes e construtoras do próprio destino. Pessoas que acreditam que o dinheiro é conseqüência do sucesso nos negócios, possuem liderança incomum, sabem construir uma rede de relacionamentos externos à empresa, planejam cada passo do negócio, possuem conhecimento, assumem riscos calculados e criam valor para a sociedade pela qual o empreendimento encontra-se inserido, em busca de soluções para melhorar a vida das pessoas.

Sem dúvidas, alguns nascem empreendedores, outros têm que se esforçar, mas nem todos os que se esforçam conseguem chegar lá. O fato é que há vários estilos de empreendedores, e existem habilidades que podem ser aprendidas. Segundo Morais, autor do livro Atitudes de empreendedores, editora Quality Mark, o segredo é adquirir experiência com outros empreendedores.

Não é fácil ser um empreendedor, cabe a cada um propiciar condições para que se busque o prazer com seu trabalho. Traçar estratégias e dando sos primeiros passos no desenvolvimento de suas habilidades e competências. Mais do que isso é necessário quebrar paradigmas e soltar as amarras que o impedem de construir o seu sucesso.

Isso não significa que devemos nos tornar “tagarela de carteirinha”, divulgando aos quatro ventos nossas realizações profissionais.

http://deboramartins.blogspot.com/2006/06/ser-que-sou-empreendedor.html

ESPECIAL ENDEAVOR

seg, 04/05/09
por ajama_2007 |
categoria Sem Categoria

TODO MÊS HAVERÁ UMA PUBLICAÇÃO SOBRE AS ORGANIZAÇÕES EMPREENDEDORAS ,ONDE VOCÊ PODE SABER MAIS COMO CONTINUAR SENDO UM EMPREENDEDOR.

Seja Empreendedor Endeavor

A Endeavor promove uma busca anual por todo o Brasil para identificar empreendedores com grande capacidade de execução e liderança, que administrem empresas com forte grau de inovação e altas taxas de crescimento, que servirão de exemplo para inspirar uma nova geração de empreendedores. Os empreendedores selecionados recebem o apoio personalizado da Endeavor. Saiba mais em: Geração de exemplos – Empreendedores Endeavor.

A Endeavor, ao longo de seus seis anos de atuação, entendeu que o seu apoio é mais efetivo na aceleração de crescimento de empresas, dessa forma apóia apenas empreendedores à frente de empresas já constituídas, não apoiando idéias ou projetos. Além disso, a Endeavor busca empresas que tenham faturamento entre US$ 1 milhão e US$ 15 milhões, faixa na qual a maioria dos negócios já está consolidada e mais estruturada para um crescimento acelerado.É importante ressaltar que caso o empreendedor seja reprovado no processo de seleção, ainda poderá ter acesso a todos os programas da Endeavor abertos ao público.Por saber que o tempo do empreendedor é escasso, a Endeavor procura desenvolver um processo de valor agregado, por meio de reuniões com os voluntários Mentores, que além de avaliar o candidato, também o ajuda nas questões estratégicas do seu negócio. Além disso, no processo de seleção, muitas vezes os candidatos são apresentados a pessoas relevantes dentro da indústria em que atuam.

O maior objetivo do processo de seleção da Endeavor não é avaliar se o negócio é bom ou ruim, mas sim se está no estágio de desenvolvimento em que a Endeavor realmente pode agregar valor, isto é, acelerar o crescimento da empresa.

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Por que se tornar Empreendedor Endeavor?

 A vantagem de ser um Empreendedor Endeavor é contar com o apoio personalizado da Endeavor e participar de uma rede de relacionamentos que possibilita trocas de experiência constantes. O principal objetivo é acelerar a curva de crescimento sustentável da empresa, de forma que possa servir de exemplo de sucesso para toda a sociedade. Saiba mais sobre o apoio personalizado.Como se dá o processo de seleção?O processo de seleção de Empreendedores Endeavor tem como objetivo avaliar o perfil do empreendedor, por meio de sua trajetória, e se a empresa está no estágio de desenvolvimento no qual o apoio da Endeavor é realmente efetivo. A cada processo de seleção, a Endeavor analisa cerca de 400 empresas. Por ser um processo muito rigoroso, a taxa histórica de aprovação é de 1%. Abaixo, as etapas do processo seletivo:

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Critérios de Seleção O processo de seleção para novos Empreendedores Endeavor pauta-se em quatro critérios básicos, apresentados a seguir:

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Meu negócio atende aos critérios de seleção da Endeavor? Abaixo, você encontrará um guia de perguntas úteis para verificar se a sua empresa enquadra-se nos critérios de avaliação do processo de seleção da Endeavor:

Perfil do empreendedorMeu perfil se encaixa na proposta de trabalho da Endeavor?
Eu tenho perfil empreendedor?
Sou eu o idealizador da empresa?
Estou envolvido diretamente com o negócio?
Estou disposto a dividir meus conhecimentos e ajudar outros empreendedores?
Eu tenho uma visão de longo prazo sobre o meu negócio?

 

Potencial de crescimentoMinha empresa tem alto potencial de crescimento?
Minha empresa atua em um mercado de nicho?
Qual o tamanho do mercado de atuação?
O mercado em que minha empresa atua está em fase de expansão?
Existem oportunidades claras a serem exploradas nesse mercado?
Possuo condições de explorar essas oportunidades ou posso desenvolvê-las?
Meu negócio pode ser reproduzido em grande escala?

 

Grau de InovaçãoMeu negócio é inovador?
Existe mais alguém fazendo algo parecido com o que faço?
Tenho concorrentes diretos no mercado?
Qual o diferencial de minha empresa ou de meus produtos?
Em que meu modelo de negócio difere dos concorrentes?
O que leva o cliente a comprar o meu serviço/ produto ao invés do serviço/ produto do concorrente?

 

Grau de desenvolvimento da empresaQual é a faixa de faturamento de minha empresa?
Qual a expectativa de faturamento para este ano?
Minha empresa se encontra no estágio que a Endeavor procura?
A operação da empresa é muito concentrada em minhas mãos?
Vejo que agora é o momento de pensar na estratégia do negócio e tenho tempo para me dedicar a isso?
Minha empresa tem metas traçadas para 2008 e 2009

 Fonte :  http://www.endeavor.org.br/index.asp?conteudo_id=20

Empreendedorismo,infância e adolescência.

qua, 22/04/09
por ajama_2007 |

 

É possível falar de empreendedorismo na infância e na adolescência? Quando o assunto é empreendedorismo, não é comum que as pessoas pensem em crianças ou em adolescentes, mas sim em adultos que já estão inseridos ou que estão buscando se inserir no mercado de trabalho. No nosso cotidiano, o significado de empreendedorismo está mais ligado à criação de empresas, o que é uma visão limitada. Segundo o professor Fernando Dolabela, um visionário inovador responsável pela criação e implantação de um programa de ensino de empreendedorismo que começa na educação básica e vai até ao nível universitário, “empreendedorismo é uma forma de ser e não de fazer, e está ligado à relação que a pessoa estabelece com o mundo”. O conceito se aplica a qualquer atividade humana, e envolve criatividade, intuição, sonho e, principalmente, realização do sonho.

No passado recente, as crianças eram criadas em ambientes que as incentivavam a pensar, a criar, a aprenderem sozinhas o que lhes interessava e até mesmo a buscar soluções diante de situações inusitados. A mídia era menos agressiva, mais informativa e a música popular encantava e envolvia boa parte das pessoas. Crianças e adolescentes se transformavam em adultos mais criativos, mais intuitivos e com a capacidade de sonhar sem ter medo de buscar a realização do sonho. Nos tempos atuais são tantas as tecnologias disponíveis, funcionando como próteses físicas ou lógicas, que até o ato de pensar está ficando esquecido. Internet banda larga, smartphones, notebooks, palmtops, Google, Orkut, MySpace, Xbox e mundos virtuais como o SecondLife passaram a fazer parte do cotidiano dos jovens e adolescentes. Pensar e planejar uma carreira ou um futuro exigem tanta energia, que chegam a ficar em segundo plano. Definir o caminho profissional passa a ser um momento de angústia. Buscar a realização de um sonho, nesse momento de escolha, é quase uma utopia. Aliás, que sonho?

Nessa realidade crianças e adolescentes vão sendo formados sem desenvolver potenciais relativos à construção do futuro, realização, protagonismo, criatividade, perseverança, cooperação e sensibilidade dentre outros tantos sentimentos e aspirações que a educação empreendedora busca resgatar e despertar. Despertar o potencial criativo que existe em cada criança e em cada adolescente, incentivá-los a sonhar e, principalmente, a buscar alternativas e possibilidades de concretização dos sonhos, além de incentivá-los a ler, escrever, a se conhecerem cada vez melhor e a buscarem conhecer de perto o que realmente lhes interessa são desafios da educação voltada para o empreendedorismo. Neste contexto, de acordo com o professor Fernando Dolabela, aquela velha pergunta feita pelos pais, tios e avós sobre o que você vai ser quando crescer?” deve ser substituída por “qual é o seu sonho?”.

Fonte:  http://zeluisbraga.wordpress.com/2007/01/08/empreendedorismo-infancia-e-adolescencia/

 



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