Deep Web: Onde o indizível é feito
E em um reino muito, muito distante, existia um povoado onde todo o tipo de maldade não era condenada. Os habitantes deste vilarejo uniram-se através do desejo que tinham em comum: o de explorar o pior de todas as maneiras possíveis, imagináveis e também, inimagináveis.
A população do resto do reino mal fazia ideia do que acontecia e os que tinham tal conhecimento, quando não optavam pelo lado da escuridão, eram taxados de loucos conspiratórios por aqueles com quem compartilharam a ultrajante informação. E o reino continuava dessa forma, sem saber de nada, ou assim fingia ser enquanto o povoado mantinha-se expandindo as suas desgraças de forma assustadoramente veloz.
Isso não é uma fábula de final feliz. Na verdade, nem fantasia é, trata-se da mais pura realidade. O reino cego é formado por nós, na Internet que navegamos todos os dias. E o vilarejo do mal é chamado de Deep Web.
Para ser mais verídico este post, digo que a denominada Deep Web ou Deepnet e outros nomes a mais, está sendo subjugada ao receber o título de vilarejo. Ela é de fato o reino, o país, a nação, o mundo, a galáxia da Internet.
Explicando de maneira mais visual, falo que enquanto a Internet é tudo que acessamos diariamente (portais, navegadores de busca, sites de downloads, blogs, pornografia…) no formato de pico do iceberg, a Deep Web está relacionada a tudo aquilo que está abaixo do mar e que uma maioria esmagadora não pode ver.
E claro que como em todo local em que a supervisão é negligenciada, posso dizer sem maiores rodeios que o indizível por lá é feito. Pedofilia, canibalismo, grupos terroristas, apologia ao nazismo, as drogas, tortura de inocentes, satanismo, incesto, estupro, tráfico humano, racismo e todos os outros mais crimes contra a humanidade se unem neste espaço. E quando uso o termo ‘unir’ quero dizer no sentido literal da palavra mesmo, como atos de nazismo e canibalismo juntos, por exemplo.
Não acreditam? Pois saibam que além de sites sobre o tema que vou disponibilizar ao final da postagem, existem diversos casos famosos abrangendo o assunto. Em 2003 um caso chocou a Alemanha e foi noticia no mundo todo. Um canibal confessou em um tribunal ter matado e comido uma pessoa a pedido da própria vítima. O “Canibal de Rotenburg”, como ficou conhecido, diz ter conhecido a vítima e combinado como tudo seria feito através da Internet. Uma investigação da policia levou a uma rede de fóruns de canibalismo escondidos na Deep Net. “Cannibal Cafe”, “Guy Cannibals” e “Torturenet” eram páginas usadas pelos canibais para marcar encontros e selecionar vitimas para a prática de canibalismo.
Sim, assustador não é mesmo? Quem diria que tinha gente que ia além dos meros sites de relacionamento onde garota encontra rapaz? De qualquer forma, agora vocês devem estar se perguntando por quais motivos tais páginas não são fechadas e seus usuários condenados? Bem, a verdade é que para navegar nessas águas escuras da Deep Web, você precisa ser realmente um excelente pirata.
Somente horas e mais horas de conhecimento sobre encripitação, uso de metatags especificas, programas e navegadores exclusivos abrem as portas para o lado negro da força. E todos nós sabemos que nem a polícia mais inteligente do mundo é realmente tão inteligente assim.
Se para acharem um barbudo, de chinelo e terrorista demorou anos, imagine um carinha pervetido que nasceu praticamente dentro do mundo da Internet? Você pode até tentar buscar mais informações, adentrar em sites que nunca visitou e se chocar com duas ou três fotos de pessoas mutiladas em guerras, mas acredite, os próprios caras que criaram a Deep Web sabem que você está lá e controlam até onde você pode ver.
Não se deixem enganar. Eles podem ser monstros, mas não deixam de ser espertos. E aí, o que resta fazer? Sinceramente, creio que repassar a informação adiante. Conversar sobre isso, sobre esse absurdo que acontece na ponta do nariz das nossas autoridades que nada resolvem.
Alertar quem não faz ideia, ficar de olho nos que você acha que sabe demais. Quem sabe assim, um dia, poderemos nos livrar de toda essa sujeira escondida bem aí, debaixo do teclado do seu computador.
Abaixo, alguns links que também tratam o assunto:
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Minha mãe conta que eu tinha uns 4 anos quando isso aconteceu. Uma pequena e rechonchuda Alessandra, desceu do ônibus escolar completamente descabelada e gritando: ‘Eu vou te matar’ descontroladamente para um outro menino dentro do veículo.
Eu juro que evitei o máximo que pude falar sobre este assunto já tão banalizado.
Sinceramente não sei qual o prazer existente em dar conta do sexo e relacionamentos amorosos alheios. Não que eu não curta uma revistinha de celebridade de vez enquando, é absolutamente comum querer saber com quem o seu ídolo divide os lençóis, assim como fofocamos a cerca da vida sexual das amigas e amigos ao redor.
Ao longo destes quase 24 anos de vida, eu nunca tive a sorte de me decepcionar com alguém. Sim, falo ‘sorte’ porque quando você é desapontado por outra pessoa, adquire todo o direito de chegar completamente transtornado na cara do individuo, gritar, apontar o dedo, puxar o cabelo, apontar a arma e xingar a mãe ou colocar dúvidas em relação a sexualidade do traidor.