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Bumba meu boi do Maranhão pode ser transformado em patrimônio imaterial brasileiro em agosto

qua, 15/06/11
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categoria Sem categoria

O Conselho Nacional do Instituto do Patrimônico Histórico e Artístico Nacional (Iphan) vai se reunir no dia 30 de agosto para votar se aprova ou não o parecer favorável que requere a transformação do bumba meu boi do Maranhão em Patrimônio Imaterial do Brasil.  Saiba mais.

Lista de filmes do Festival Lume de Cinema

qua, 15/06/11
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categoria Cinema

O I Festival Lume de Cinema trará para São Luís o diretor filipino Brillante Mendoza (“Lola”), o ator Raymond Nullan (“Lola”), o diretor búlgaro Dragomir Sholev (“Shelter”) e o produtor Larry Castillo. Os organizadores anunciaram a lista das produções selecionadas para a mostra cinematográfica, que será realizada de 14 a 23 de julho, no Cine Praia Grande. Vão participar da disputa 18 longas-metragens estrangeiros, em duas premiações, além de 24 curtas. Também serão exibidos cinco Hours Concours. Os selecionados para a Mostra Competitiva Nacional (longa e curta-metragem) serão divulgados dia 20 de junho. O evento é produzido pela maranhense Lume Filmes, a mais importante distribuidora de cinema autoral e independente do país. Confira a lista dos concorrentes:

Hours Concours
- “Lola” de Brillante Mendonza (Serbis)
- “Hiroshima” de Pablo Stoll (Whisky)
- “Submarino” de Thomas Vinterberg (Festa de Família e Dogma do Amor)
- “Triângulo amoroso” de Tom Tkywer (Trama Internacional e Corra, Lola, Corra)
- “Ttudo ficará bem” de Christoffer Boe (Reconstrução de um amor)

Longas-metragens – competição oficial
- “Não tenha medo, Bi” (“Bi, dung so!”), de Phan Dang Di (Vietnã/ França/ Alemanha)
- “Rio Dooman” (“Dooman River”), de Lu Zhang (Coréia do Sul/ França)
- “Tudo que eu amo” (“Wszystko, co kocham”), de Jacek Borcuth (Polônia)
- “Se a semente não morrer” (“Daca bobul nu moare”), de Sinisa Dragin (Romênia/Sérvia/Áustria)
- “Norberto Apenas Tarde”, de Daniel Hendler (Argentina/Uruguai)
- “Oliver Sherman”, de Ryan Redford (Canadá)
- “Abrigo” (“Podslon”), de Dragomir Sholev (Bulgária)
- “O redemoinho e a cruz” (“The mill and the cross”), de Lech Majewski (Suécia / Polônia)
- “O vendedor” (“Le vendeur” / “The salesman”), de Sébastien Pilote (Canadá)
- “As Tentações de Santo Antônio” (“Püha Tõnu kiusamine”), de  Veiko Õunpuu (Estônia / Filândia / Suécia)
- “Veneza” (“Wenecja”), de Jan Jakub Kolski (Polônia)
- “Neve” (“White as snow”), de Selim Gunes (Turquia)

Curtas-metragens – competição oficial
- “8:05”, de Diego M. Castro (Argentina)
- “Aleph”, de Yakup Girpan (França)
- “A ordem das coisas” (“El orden de las cosas”), de César Estaban e José Esteban (Espanha)
- “Tudo bem”, de Manuel Xavier (Rússia / Espanha)
- “O Potro” (“The Foal”), de Josh Tanner (Austrália)
- “O Banho de Micky” (“Bathing Micky”), de Frida Kempff (Dinamarca)
- “Rita”, de Fabio Grassadonia (Espanha)
- “The Magus”, de Jaimz Asmundson (Estados Unidos)
- “Le Jouer de Citerne”, de Emmanuel Gorinstein (França)
- “A gaiola” (“Colivia”), de Adrian Sitaru (Romênia)
- “Narkis”, de Noam Ellis (Israel)
- “O Pregador” (“Preacher”), de Daan Van Baelen (Polônia)
- “A eternidade comecará está noite” (“Forever Gonna’s Start Tonight”), de Eliza Hittman (Estados Unidos)
- “Cartão postal” (“La carte”), de Stefan Le Lay (França)
- “Nothing personal”, NF (Bulgária)
- “Lavan”, de Noan Kaplan (Israel)
- “Seis peças fáceis” (“Six easy pieces”), de  Reynold Reynolds (Estados Unidos)
- “Sashenka”, de Anna Gurevich (Israel)
- “Smolarze” (“Charcoal Burners”), de Piotr Zlotorowicz (Polônia)
- “Mulheres e Namoradas” (“Wags”), de Evi Goldbrunner (Alemanha)
- “Pizzangrillo”, de Marco Gianfreda (Itália)
- “Protoparticulas”, de Chema Garcia Ibarra (Espanha)
- “Magia”, de Gerard Cairaschi (França)
- “Stanka vai para casa” (“Stanka goes home”), de Maya Vitkova (Bulgária)

Mostra Olhar Crítico – competição oficial
- “Totó”, de Peter Schreiner (Itália)
- “El ambulante”, de Eduardo de la Serra, Lucas Marcheggiano e Adriana Yurcovich (Argentina)
- “El medico”, de Daniel Fridell (Cuba)
- “Atomic and disco war”, de Jaak Kilmi (Estônia / Filândia)
- “Pit n. 8”, de Marianna Kaat (Estônia / Ucrânia)
- “Metrobranding”, de Ana Vlad, Adi Voicu (Romenia)

 

Criolina e Alcione concorrem ao Prêmio da Música Brasileira

sex, 03/06/11
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categoria Sem categoria

A dupla Criolina, formada pelos maranhenses Alê Muniz e Luciana Simões, foi indicada à 20ª edição do Prêmio da Música Brasileira, que teve a lista de classificados divulgada na quinta-feira (2). Com o álbum “Cine Tropical”, eles participam das categorias canção popular: nas divisões: melhor dupla e melhor álbum. Alcione também concorre a seção melhor cantora com o disco  “Acesa Ao Vivo em São Luís do Maranhão”. A cerimônia de entrega ocorrerá no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, dia 6 de julho. A lista completa está abaixo:

 

 

INDICADOS PRÊMIO DA MÚSICA BRASILEIRA 2011

CATEGORIA ARRANJADOR

Arranjador
Cristóvão Bastos (“Tantas Marés” – Edu Lobo)
Mario Adnet (“O Samba Vai” – Mario Adnet)
Paulão 7 Cordas (“Bodas de Coral no Samba Brasileiro” – Délcio Carvalho e Dona Ivone Lara)

CATEGORIA CANÇÃO

Melhor canção
“Baila no Ar”, de Dona Ivone Lara, Délcio Carvalho e André Lara (“Bodas de Coral no Samba Brasileiro” – Délcio Carvalho e Dona Ivone Lara)
“Dolores e suas Desilusões”, de Monarco e Mauro Diniz (“Vida da Minha Vida” – Zeca Pagodinho)
“Procissão da Padroeira”, de Guinga e Paulo César Pinheiro (“Banguê” – Ilana Volcov)

CATEGORIA PROJETO VISUAL

Artista
DJ Tudo, (“Nos Quintais do Mundo” – Daniel Cabral)
Pato Fu (“Música de Brinquedo” – Andréia Costa Gomes)
Paulo César Pinheiro (“Capoeira de Besouro” – Gringo Cardia)

CATEGORIA REVELAÇÃO

Artista
Luísa Maita
Tulipa Ruiz
Vitor Garbelotto

CATEGORIA CANÇÃO POPULAR

Melhor álbum
“Cabaret do Rossi”, de Reginaldo Rossi (produtores Antônio Mojica e Victor Kelly)
“Cine Tropical”, de Criolina (produtores Evaldo Luna e Criolina)
“Roupa Nova 30 Anos ao Vivo”, de Roupa Nova (produtor Roupa Nova)

Melhor dupla
Criolina (“Cine Tropical”)
Victor e Léo (“Boa Sorte pra Você”)
Zezé Di Camargo & Luciano (“Double Face”)

Melhor grupo
Roupa Nova (“Roupa Nova 30 Anos ao Vivo”)
Sua Mãe (“The Very Best of the Greatest Hits”)
The Fevers (“Vem Dançar II”)

Melhor cantor
Bebeto (“Prazer, Eu Sou Bebeto”)
Leonardo (“Alucinação”)
Reginaldo Rossi (“Cabaret do Rossi”)

Melhor cantora
Hebe Camargo (“Mulher”)
Maga Lieri (“Bem Acompanhada”)
Sandra de Sá (“África Natividade”)

CATEGORIA INSTRUMENTAL

Melhor álbum
“Cristal”, de Marco Pereira (produtor Swami Jr.)
“Gismontipascoal – A Música de Egberto e Hermeto”, de Hamilton de Holanda e André Mehmari (produtores Hamilton de Holanda e André Mehmari)
“Lado B”, de Yamandu Costa e Dominguinhos (produtores Yamandu Costa e Dominguinhos)

Melhor solista
Dominguinhos (“Lado B”)
Hamilton de Holanda (“Esperança – Ao Vivo na Europa”)
Yamandu Costa (“Lado B”)

Melhor grupo
Hamilton de Holanda Quinteto e Orquestra Brasilianos (“Sinfonia Monumental”)
SA GRAMA (“Chão Batido, Palco, Picadeiro”)
Trio de Câmara Brasileiro (“Saudades da Princesa”)

CATEGORIA MPB

Melhor álbum
“Johnny Alf Ao Vivo e à Vontade com seus Convidados”, de Johnny Alf (produtor Nelson Valencia)
“Quando o Canto É Reza”, de Roberta Sá & Trio Madeira Brasil (produtores Pedro Luís, Marcello Gonçalves e Renato Alscher)
“Tantas Marés”, de Edu Lobo (produtor Cristóvão Bastos)

Melhor grupo
Geraldo e os amigos do Rumo (“Sopa de Concha”)
Os Cariocas (“Nossa Alma Canta”)
Sá, Rodrix & Guarabyra (“Amanhã”)

Melhor cantor
Emílio Santiago (“Só Danço Samba”)
Milton Nascimento (“E a Gente Sonhando”)
Zé Renato (“Papo de Passarim”)

Melhor cantora
Célia (“O Lado Oculto das Canções”)
Maria Bethânia (“Amor Festa Devoção”)
Roberta Sá (“Quando o Canto É Reza”)

CATEGORIA POP/ROCK/REGGAE/ HIPHOP/FUNK

Melhor álbum
“Ao Vivo Lá em Casa”, de Arnaldo Antunes (produtor Betão Aguiar)
“Música de Brinquedo’, de Pato Fu (produtor John Ulhoa)
“Nos Quintais do Mundo’, de DJ Tudo (produtor Alfredo Bello Aka, o DJ Tudo)

Melhor grupo
Mombojó (“Amigo do Tempo”)
Pato Fu (“Música de Brinquedo”)
Pedro Luís e a Parede (“Navilouca ao Vivo”)

Melhor cantor
Lulu Santos (“Lulu Acústico MTV II”)
Paulinho Moska (“Pouco”)
Seu Jorge (“Seu Jorge e Almaz”)

Melhor cantora
Nina Becker (“Azul”)
Tulipa Ruiz (“Efêmera”)
Vanessa da Mata (“Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias”)

CATEGORIA REGIONAL

Melhor álbum
“Capoeira de Besouro”, de Paulo César Pinheiro (produtor Luciana Rabello)
“Délibáb”, de Vitor Ramil (produtor Vitor Ramil)
“Fé na Festa”, de Gilberto Gil (produtor Gilberto Gil)

Melhor dupla
Caju e Castanha (“Festival de Emboladas”)
Renato Teixeira e Sérgio Reis (“Amizade Sincera”)
Zé Mulato e Cassiano (“Sertão Ainda É Sertão”)

Melhor grupo
Mais Caipira (“Mais Caipira”)
Quinteto Violado (“Quinteto Violado Canta Adoniran Barbosa e Jackson do Pandeiro”)
Umbando (“Umbando”)

Melhor cantor
Gilberto Gil (“Fé na Festa”)
Renato Teixeira (“Amizade Sincera”)
Vitor Ramil (“Délibáb”)

Melhor cantora
Elba Ramalho (“Marco Zero Ao Vivo”)
Juliana Spanevello (“Pampa e Flor”)
Margareth Menezes (“Naturalmente Acústico”)

CATEGORIA SAMBA

Melhor álbum
“Bodas de Coral no Samba Brasileiro”, de Délcio Carvalho e Dona Ivone Lara (produtor Luiz Moraes)
“Pra Gente Fazer Mais um Samba”, de Wilson das Neves (produtores Wilson das Neves, Zé Luiz Mais, João Rebouças e André Tandeta)
“Vida da Minha Vida”, de Zeca Pagodinho (produtor Rildo Hora)

Melhor grupo
Gafieira São Paulo (“Gafieira São Paulo”)
Saia no samba (“Saia no Samba”)
Tio Samba (“É Batata Carmem Miranda Revisited”)

Melhor cantor
Martinho da Vila (“Poeta da Cidade’)
Wilson das Neves (“Pra Gente Fazer Mais um Samba”)
Zeca Pagodinho (“Vida da Minha Vida”)

Melhor cantora
Alcione (“Acesa Ao Vivo em São Luís do Maranhão”)
Mariene de Castro (“Santo de Casa”)
Mart’nália (“Mart’nália em África Ao Vivo”)

FINALISTAS – ESPECIAIS

DVD
Arnaldo Antunes – “Ao Vivo Lá em Casa” (diretor Andrucha Waddington)
Ney Matogrosso – “Beijo Bandido” (diretores Felipe Nepomuceno e Renato Martins)
Pequeno Cidadão – “Pequeno Cidadão” (diretor Fábio Mendonça)

Álbum lingua estrangeira
“Alma mia” – Leny Andrade (produtor Ruy Quaresma)
“Cauby Sings Sinatra” – Cauby Peixoto (produtor Thiago Marquez Luiz)
“Tide” – Luciana Souza (produtor Larry Klein)

Álbum erudito
“Chopin the Nocturnes” – Nelson Freire
“Tchaikovsky Sinfonia Nº 6 – Patética Abertura 1812″ – Osesp
“Villa-Lobos” – Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo

Álbum infantil
“Além do Mar” – Kha Machado (produtor Kha Machado)
“Quando Eu Crescer” – Éramos Três (produtor Éramos Três)
“O Soldadinho e a Bailarina” – O Soldadinho e a Bailarina (produtor Victor Pozas)

Álbum projeto especial
“Adoniran 100 Anos” – Vários (produtor Thiago Marquez Luiz)
“Mário Lago, Homem do Século XX” – Vários (produtores Luiz Moraes, Afonso Carvalho e Dermeval Coelho)
“Quando Fevereiro Chegar Uma Lírica de Fausto Nilo” – Vários (produtor Robertinho do Recife)

Álbum eletrônico
“Calavera” – Guizado (produtor Guilherme ‘Guizado’ Menezes)
“Mundialmente Anônimo – O Magnético Sangramento da Existência” – Lúcio Maia, o Maquinado (produtor Lúcio Maia)

Encontro de Gigantes agita o Ceprama

sex, 03/06/11
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categoria Sem categoria

O Ceprama (Madre Deus) transforma-se hoje em arena para o evento que vai reunir, em um mesmo palco, 11 cantadores de grupos de bumba-meu-boi do Maranhão. O XX Encontro de Gigantes terá início às 20h e terá também a participação especial dos grupos Cacuriá da Vila Goreth, Boi Pirilampo e Boi da Maioba. A entrada é franca.

O cantor Roberto Ricci também estará presente e na oportunidade lançará o seu mais novo CD. Quem organiza o grande show é a diretoria do bloco tradicional Os Tremendões. Cada cantador entoará quatro toadas e todos serão acompanhados por tocadores do Boi da Madre Deus, que fará o papel de anfitrião dos artistas.

Na noite de hoje, subirão ao palco os cantadores João Chiador (Boi de Ribamar), Mané Onça & Sabiá (Boi da Madre Deus), Lelê (Boi da Pindoba), Jhone (Boi Itapera de Maracanã), Zé Alberto (Boi de Iguaíba), Adelino (Boi do Maiobão), Dico (Boi de Panaquatira), Ronaldinho (Boi do Bairro de Fátima), Chagas e Marquinhos (Boi da Maioba).

Segundo um dos diretores do bloco tradicional Os Tremendões, Raimundo Melo, a festa do encontro dos cantadores de bumba-meu-boi começou debaixo da ponte Bandeira Tribuzi, no bairro Camboa, com os cantadores Humberto de Maracanã, João Chiador e Zé Alberto. Os três eram acompanhados pelo cantor Roberto Ricci ao violão, imitando os sons dos instrumentos usados nas apresentações dos grupos de bumba-meu-boi.

Como o público aumentava a cada ano, a diretoria do bloco Os Tremendões decidiu levar a festa para a Praça Maria Aragão, que chegava a reunir 15 mil pessoas. Mais tarde, o Encontro de Gigantes passou a ser realizado no Ceprama. “Trata-se de uma grande festa que, em termos de público, perde somente para a de São Marçal, realizada no bairro João Paulo”, disse Raimundo Melo.

 

Prévia

O Encontro de Gigantes é mais uma festa que começa a movimentar a noite em São Luís, como uma das prévias para o São João deste ano. Esta é a primeira sexta-feira do mês de junho e os cantadores aquecerão as vozes para enfrentar uma maratona de apresentações nos terreiros a partir da segunda quinzena. Além disso, é um momento de confraternização antecipada, afinal todos são amigos e representam com dedicação as manifestações folclóricas.

Além de Raimundo Melo, estão na organização do evento Wellington Reis Veloso (presidente) e José Clóvis Cantanhêde. De acordo com Raimundo Melo, o objetivo do evento é também angariar fundos, por meio dos patrocínios, para a confecção de material para fantasias do bloco Os Tremendões no Carnaval de 2012, entre outras necessidades.

 

Serviço

O quê

Encontro de Gigantes

Quando

Hoje, às 20h

Onde

Ceprama (Madre Deus)

Entrada franca

 

Fãs do Asa em prol do meio ambiente

qui, 02/06/11
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categoria Música, Notícia

Por Evandro Junior

Integrantes do fã clube da banda Asa de Águia em São Luís, entre eles estudantes universitários, plantarão nesta sexta-feira, 3, às 8h30, trinta mudas de eucalipto no Laboratório de Solos do Curso de Agronomia da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). A iniciativa, que contará com a presença do sócio-diretor do Marafolia, Walfredo Dantas, visa a continuidade de uma ação sustentável encabeçada pelo vocalista da banda, Durval Lélis, no Carnaval de Salvador este ano.

Durval e seus fãs plantaram 300 árvores em áreas de restauração da Mata Atlântica. A ideia era neutralizar os efeitos dos gases poluentes emitidos pelos trios elétricos durante o Carnaval da Bahia. A iniciativa foi aplaudida pela imprensa e a atitude do líder da banda Asa de Águia ainda prevalece.

“Em Salvador, foram plantadas 300 mudas, sendo que a necessidade era de menos de 50. Em São Luís, aplaudimos a atitude desses jovens, que se divertem, mas se preocupam com o futuro do meio ambiente”, disse Walfredo Dantas, sócio-diretor do Marafolia.

No show deste sábado, 4, no Cais da Alegria, três trios elétricos estarão se apresentando. Os fãs, já se antecipando, repetirão o feito realizado em Salvador, embora de forma simbólica, uma vez que três trios elétricos é uma quantidade ínfima quando comparada à realidade da Bahia.

CocoBambu – De acordo com Marcelo Aragão, sócio-diretor do Marafolia, já está tudo quase pronto para o CocoBambu Folia. Hoje, a produção dará continuidade à entrega dos acessos para o evento. As camisas e abadás são assinadas pelo design Pedrinho da Rocha, o papa da moda na Bahia, que mais uma vez caprichou em suas criações.

Os modelos seguem à risca a tendência que o Asa imprime aos eventos realizados em todo o Brasil. As de pista foram confeccionadas em tom lilás e as do Terraço Paradiso ganharam a cor da pitanga. As vestimentas da Sala Vip foram produzidas em prata, com textura diferenciada em algodão penteado e gola ‘V’.

A estrutura para o Cocobambu Folia contará com três trios elétricos, em um circuito ‘ida e volta’. O cantor Durval Lélis se apresentará sobre o trio Barretão, que virá da Bahia para a capital maranhense. A festa, inédita em São Luís, contará com a presença do cantor baiano André Lélis (irmão de Durval) e a dupla maranhense Stanley & Caio, com repertório de sertanejo elétrico. 

Segundo Marcelo Aragão, a Sala Vip é mais um produto premium apresentado pelo Marafolia e estreará no evento de amanhã. “Quem curtiu as duas versões do Tapete Vermelho, no show Madison, de Ivete Sangalo, e no Nana Fest 2011, com a banda Chiclete com Banana, já pode ter uma idéia do que será a Sala Vip. E tudo isso com serviço all inclusive”, disse.

Conforme Aragão, jovens com idades entre 14 e 18 anos incompletos, segundo orientação do Juizado de Menores, deverão entrar no site do Marafolia (www.marafolia.com) e preencher um formulário de autorização que deverá ser impresso e assinado pelos pais ou responsáveis. O documento deverá ser apresentado no dia do show, anexado com um documento de identificação do responsável.

Hoje (02) no Arraial da Praça Maria Aragão tem:

qui, 02/06/11
por alternativo |
categoria Sem categoria

Programação São João

19h – Cacuriá Estrela de São Francisco

20h – Dança Portuguesa Tradição de Portugal

21h – Show de Manteiga e Coco Ralado

22h – Bumba-meu-boi Unidos Venceremos (Z)

23h – Bumba-meu-boi Magia e Encanto (O)

Humor e ousadia em ‘A Gaiola das Loucas’

qui, 02/06/11
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categoria Teatro

Uma das produções teatrais mais aplaudidas do país, o musical “A Gaiola das Loucas” chega a São Luís para quatro apresentações. Estrelada por Sandro Christopher e Miguel Falabella, que também dirige o espetáculo, a comédia estréia em São Luís hoje (2), às 21h, no Teatro Arthur Azevedo (TAA) e fica em cartaz até domingo. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do TAA, das 14h às 18h30.

O espetáculo é baseado na comédia “La cage aux folies“, no original, escrita pelo francês Jean Poiret. Estreada em 1973, a peça ganhou diversas versões interpretadas por grandes companhias teatrais no mundo todo. No cinema, a versão americana de 1996, com Robin Williams e Gene Hackman, e a italiana de 1978, com Ugo Tognazzi e Michel Serraul, tornaram-se inesquecíveis.

A versão brasileira impressiona com sua troca de figurino, cenário e efeitos visuais. A superprodução conta com 40 trocas de cenários, 300 figurinos, 100 perucas e 350 mudanças de luzes, cinco painéis de leds e muitos números de dança.

No musical, Falabella representa Georges, proprietário do cabaré “A Gaiola das Loucas”, em Saint Tropez, que tem como atração números de transformistas. Abrilhantada por Sandro Christopher, a vedete da casa é Zazá que, quando personifica seu lado masculino, transforma-se em Albin, com quem Georges mantém uma relação estável de duas décadas.

Conflito – A história caminha bem até que o filho do casal, Jean Michel – fruto de um relacionamento heterossexual de Georges com uma corista do Lido de Paris, que não quis criar a criança – conta aos pais a avassaladora notícia de que vai se casar. Mas ele tem de apresentar a família nada tradicional ao sogro, Edouard Dieulafoi, presidente do PFTM, o Partido da Família, Tradição e Moralidade. Uma das promessas de campanha do político, caso seja eleito, é banir os homossexuais da Riviera francesa. A farsa se constrói com muito humor e excepcional dramaturgia.

“(…) comédia está em mim. Faz parte da minha vida, da minha rotina, da convivência com os meus amigos. Humor é algo que não falta na minha vida” – Miguel Fababella, ator e diretor.

No teatro, o público pode esperar um Falabella ainda bastante vinculado ao personagem Caco Antibes do programa humorístico da TV Globo, “Sai de baixo”. O formato da produção televisiva que estimulava a interação dos atores com a platéia tem possibilidade de entrar em cena no Arthur Azevedo. Quem for assistir ao espetáculo deve preparar-se para possivelmente servir de escada a alguma uma piada proferida no palco.

Ousadia – A produção é apontada como uma das mais ousadas, criativas e inusitadas dos últimos anos. O musical tem um elenco de 25 atores, cantores e bailarinos, selecionados entre mais de 1.000 candidatos de diversas localidades do país. A co-direção é de Cininha de Paula.

O trabalho envolve uma equipe de mais de 120 profissionais. Os números coreográficos são assinados pelo americano Chet Walker e pela coreógrafa associada, Fernanda Chamma, com direção musical e adaptação de Carlos Bauzys e uma orquestra de 14 músicos.

Miguel Falabella | Ator e diretor

Em entrevista ao Estado, o ator e diretor Miguel Falabella fala sobre a peça que começa a encenar hoje no Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol – Centro).

O Estado – Qual o diferencial que podemos notar em A Gaiola das Loucas de seus outros musicais?

Miguel Falabella – Estamos no Maranhão com a peça a Gaiola das Loucas, o musical só passou pelas cidades do Rio de Janeiro, Paulinia e São Paulo. Estamos em tour com a comédia de Jean Poiret que deu origem ao musical. Essa comédia já foi montada antes com o Carvalhinho e o Jorge Dória.

O Estado – A peça mudou com o passar dos anos. Nos dias de hoje a encenação afetada dos personagens ainda rende a mesma graça?

Miguel Falabella – Com certeza, apesar da peça ter estreado em 73, os temas são atuais e o humor dado aos personagens faz com que a Gaiola das Loucas se torne uma peça atemporal.

O Estado -  Suas histórias são cheias de grosseria, preconceito, arrogância e esculhambação. O público adora e explode em gargalhadas. Você se considera um vilão com o poder de fazer rir?

Miguel Falabella – Gosto da reação do publico, de surpreender com cenas inusitadas que façam o público gargalhar sim. O brasileiro gosta de humor, e isso acho que sei fazer bem.

O Estado – Quais são seus novos projetos na televisão? E no teatro?

Miguel Falabella - Atualmente estou escrevendo a próxima novela das 7 e para 2012 tenho planos para 2 musicais. O primeiro além de escrever, estarei como ator também e  será uma grande homenagem ao teatro de revista. Meu outro musical é uma adaptação do Memórias de um Gigolô.

O Estado -  A que livros você lê, a quais programas de TV você assiste e a quais filmes você vê?

Miguel Falabella - COMPULSIVAMENTE TUDO.

O Estado – Você pode abandonar a comédia?

Miguel Falabella – JAMAIS. A comédia está em mim. Faz parte da minha vida, da minha rotina, da convivência com os meus amigos. Humor é algo que não falta na minha vida.

Serviço
O que
“A Gaiola das Loucas”
Quando
Hoje (2), amanhã (3) e sábado (4), às 21h, e domingo (5), às 19
Onde
Teatro Arthur Azevedo (TAA)
Ingressos
Platéia R$ 120,00
Frisa e Camarote R$ 100,00
Balcão e Galeria R$ 80,00
Venda
Bilheteria do teatro, das 14 às 18h30
Classificação
12 anos
Duração
90 minutos (com 15 minutos de intervalo)
Gênero
Comédia
Realização
Moraes Jr. Produções

Arraial começa hoje na Maria Aragão

qua, 01/06/11
por alternativo |
categoria Cultura popular

O primeiro arraial junino em praça pública será aberto na noite de hoje, às 18h, na Praça Maria Aragão.  Até o dia 3 de julho, 250 grupos folclóricos se apresentarão diariamente para o grande público no espaço ambientado que lembra um cenário de uma quermesse do interior brasileiro. As manifestações evoluirão sobre um tablado com dimensões maiores do que as do projeto do ano passado e os tambores ecoarão durante seis horas ininterruptas, de segunda a sexta-feira, e ao longo de sete horas, aos fins de semana.
O espetáculo de cores, ritmos e sotaques terá a participação de todas as danças típicas do São João do Maranhão durante 33 dias de festa, a exemplo de grupos de bumba-meu-boi, cacuriás, quadrilhas, danças portuguesas, danças do boiadeiro, danças do coco e tambores de crioula.
Hoje, a fogueira vai acender para o Tambor de Crioula da Fé em Deus, Boi de Morros, Boi da Floresta e da Maioba. A primeira artista a se apresentar no palco será a cantora Eugênia Miranda. As apresentações terão início às 19h, logo após a solenidade de abertura.
“Já estaremos com parte da indumentária na apresentação de hoje. Estamos também com novas toadas e entoaremos também as toadas antológicas do grupo. Temos muitas apresentações agendadas para o São João deste ano”, disse José Inaldo, presidente do Boi da Maioba.
A programação atenderá ao público adulto e infantil. As crianças terão privilégios principalmente aos sábados e domingos, quando poderão assistir a apresentações específicas para elas. Aos sábados, domingos e vésperas de feriado entrará em cena o tradicional ‘Barracão do Forró’, com os melhores grupos de forró pé-de-serra de São Luís.

Barracas
O Arraial da Maria Aragão agrega 29 barracas juninas onde são comercializados artesanato, bebidas e pratos com comidas típicas, entre arroz de cuxá, torta de camarão, arroz “Maria Isabel”, vatapá, canjica, cocada e mingau de milho, para citar alguns itens da culinária maranhense.  Há espaço ainda para turistas, coordenado pela Secretaria Municipal de Turismo. Em uma das barracas, os visitantes receberão informações sobre a cidade e a cultura local. Os portadores de necessidades especiais também terão atendimento exclusivo, com conforto e visão privilegiada das atrações.
Além do Arraial da Praça Maria Aragão, a Fundação Municipal de Cultura apóia outros terreiros juninos comunitários espalhados pela cidade, com atrações artísticas e serviços: Arraial da Igreja de Santo Antônio (Centro), Igreja de Santo Antônio de Pádua (Cohajap), Vila Palmeira, entre outros.

Serviço
O quê
Abertura do Arraial da Praça Maria Aragão
Quando
Hoje, às 18h
Onde
Praça Maria Aragão
Entrada franca
___________________
Programação de hoje
18h – Tambor de Crioula da Fé em Deus
19h – Solenidade de Abertura
20h – Boi de Morros (O)
21h – Show Eugênia Miranda
22h – Bumba-meu-boi da Floresta (B)
23h – Bumba-meu-boi da Maioba (M)

Portas abertas para a arte

sex, 27/05/11
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Por Carla Melo

O objetivo, desde a primeira edição do evento, realizada ano passado, é mobilizar o circuito de artes plásticas de São Luís fazendo com que os artistas locais possam não só expor seus trabalhos, mas também vivenciar um espaço de trocas. Assim, o 2º Salão de Artes Plásticas de São Luís abre suas portas para expor 60 obras assinadas por 27 artistas selecionados por um júri com a função de fazer a curadoria do evento.

Realizado pela Fundação Municipal de Cultura (Func), o evento será aberto hoje, às 19h, na Oficina-Escola da Prefeitura de São Luís (em frente ao terminal de integração da Praia Grande). A visitação pode ser feita até o dia 10 de julho, quando encerra a mostra coletiva.

A coordenadora do Salão, a artista plástica Rosilan Garrido, avalia de forma positiva as obras selecionadas. “São bons trabalhos, que foram escolhidos com base em critérios especificados no edital e por um júri qualificado”, destaca a coordenadora.

Ela ressalta que muitos dos 64 inscritos acabaram por não serem selecionados não pela (falta de) qualidade artística dos trabalhos, mas por não terem cumprido as exigências do edital, como por exemplo a apresentação de um portifólio ou da descrição conceitual do trabalho.

São expostos pelo Salão esculturas, pinturas, desenhos, performances, vídeos, fotografias, instalações e obras de outras linguagens das artes plásticas. Entre as categorias, destaca-se a fotografia, que teve o maior número de obras inscritas, 20 trabalhos, de oito participantes.

Para Garrido, ainda é cedo para que se avalie o impacto do salão no cenário das artes locais. “O que podemos dizer é que o evento dá visibilidade a quem participa. Além disso, nossa proposta é que o salão seja um lugar de experimentações, no qual os artistas possam ousar, propor uma reflexão em seus trabalhos”, disse.

Veteranos – Embora a proposta do Salão seja a de incentivar novos artistas, muitos dos chamados veteranos, com estilos e carreiras consolidados no mercado local, também veem a mostra como um espaço para divulgação de seus trabalhos. Nessa categoria estão nomes como o do xilogravurista Airton Marinho, do fotógrafo Edgar Rocha, do pintor hiper-realista Philippe Lhuillier e outros.

Diferente da edição passada a organização do evento não convidou artistas para participar da mostra. “Preferimos abrir mais espaço para os selecionados, fazendo um salão bem amplo. Ano passado concentramos muitas obras no lugar”, justificou.

De acordo com o regulamento do evento, serão escolhidos, entre todos os participantes, seis trabalhos que receberão prêmios no valor bruto de R$ 3.000,00, independente de categoria. Além desse prêmio, o júri também escolherá o melhor trabalho do Salão que receberá um prêmio no valor bruto de R$ 5.000,00.

Toda a vibe do reggae

qui, 19/05/11
por alternativo |
categoria Música

As bandas Natiruts e The Gladiators farão hoje em São Luís o show “Tributo a Marley”. Na capital brasileira do reggae, as bandas trazem na bagagem sucessos que marcaram os amantes do ritmo em um show que lembrará os 30 anos de morte do Rei do Reggae, Bob Marley. O tributo acontece hoje, às 20h, no Trapiche Espaço Musical (Ponta D’Areia). A banda maranhense Neura e DJs convidados completam a programação.

Em entrevista exclusiva ao Alternativo, o vocalista da banda Natiruts, Alexandre Carlo fala sobre a carreira, a vontade da banda de seguir novas rotas, a cultura reggae de São Luís. Sobre o grupo The Gladiators, ele diz que talvez devido a proximidade com o grupo, não vê seus integrantes como mitos do ritmo jamaicano.

OEstado – Como vocês analisam a cena reggae no Brasil?

Alexandre CarloEu particularmente prefiro me concentrar em continuar a fazer minhas canções e a seguir os caminhos que a vida me abrir com alegria e positividade. Porque sei que hoje, milhares de pessoas pelo Brasil e em alguns lugares do mundo se inspiram no que tocamos. E assim podermos contribuir com a cena reggae. Julgar, apontar, analisar, definitivamente não é a minha característica.

OEstado – Do início da banda até hoje, vocês passaram por muitas fases. Musicalmente falando, o que mudou na banda de lá para cá?

Alexandre CarloMuitas coisas. Somos inquietos com o relaxamento diante do sucesso. Preferimos buscar novas rotas a repetir fórmulas que já tenham dado certo.

OEstado - Em São Luís, o reggae tem uma “cara” própria, um jeito peculiar de acontecer. O que vocês conhecem do reggae feito aqui e como se sentem tocando na cidade considerada “Jamaica Brasileira”?

Alexandre Carlo - O que sempre ouvimos falar é que a base do reggae maranhense são as radiolas. A cultura de bandas está em segundo plano. Não sei se ainda continua assim. Quanto a cidade e sua cultura de negritude latente, é maravilhosa pelo simples fato de existir.

OEstado – O show será um tributo a Bob Marley e vocês dividirão o mesmo palco com a banda The Gladiators, o que isto significa para vocês?

Alexandre CarloJá dividimos o palco com eles, Steel Pulse, Israel Vibration, Mad Professor, Max Romeo, Gregory Isaac e muitos outros artistas do reggae. Talvez por tê-los visto de perto e por viver a mesma realidade não tenho uma imagem mítica deles. Respeito-os como músicos que conseguiram êxito em passar uma mensagem positiva para tanta gente e por tanto tempo.

OEstado – Preparam alguma surpresa para os fãs maranhenses? Falem um pouco sobre como planejaram o show, repertório, etc…

Alexandre CarloOs fãs do Natiruts querem apenas que a gente toque as músicas do Natiruts. De preferência incluindo as que não são tão conhecidas por não terem tocado no rádio. E é isso que vamos fazer.

Mais

Além das bandas Natiruts e The Gladiatores, a festa terá ainda outras atrações. Das terras maranhenses, a banda Neura fará um repertório voltado para o reggae music. Os DJs Waldiney, que apresenta e produz o programa Reggae Point, transmitido pela Mirante FM; Laírio Mendes, da radiola Toca do Trovão, Nega Glícia e Orquestra Invisível agitarão a galera.

Serviço: “Tributo a Marley”, com as bandas The Gladiators, Natiruts e Neura e DJs Waldiney, Laírio Mendes, Nega Glícia e Orquestra Invisível, hoje, às 20h, no Trapiche (Ponta D’Areia)

Ingressos: R$ 50,00 (pista); R$ 80,00 (camarote); R$ 40,00 (lote especial limitado), à venda nas lojas Adji (Rio Anil e São Luís Shopping), Óbvio (Tropical Shopping) e Novo Trapiche (Ponta D’Areia



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