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Semana de Museus em São luís

dom, 15/05/11
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Por Yane Botelho

São Luís tem pelo menos 23 museus, centros de cultura e memoriais. Esses locais guardam tesouros da cultura, da arquitetura, do mobiliário e da expressão artística e folclórica de diferentes épocas. Com a chegada do Dia Internacional dos Museus, comemorado no dia 18 de maio, ocorre paralelamente em diversos pontos do país a Semana Nacional dos Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e que vai de amanhã ao dia 22. Em São Luís, foi programada uma série de atividades artísticas com palestras e aberturas de exposições. Neste ano, a 9ª edição do evento destaca o trabalho de preservação e valorização a história, com o tema “Museu e Memória”.

A programação especial tem início amanhã com a abertura da Semana Nacional do Museu no Palácio Cristo Rei, sede da reitoria da Universidade Federal do Maranhão. Na solenidade, marcada para ter início às 15h, haverá apresentação do projeto “Memória Coletiva no Museu: a inserção do Palácio Cristo Rei no resgate e valorização das memórias da UFMA”. Na terça-feira, dia 17, em São Luís, os museus municipais abrem a Semana, com uma missa em ação de graça, na Igreja da Sé, localizada no Centro, às 17h. Durante as comemorações do Dia do Museu, além de visitas e exposições, haverá palestra sobre a médica e militante política socialista Maria José Aragão.

Destaques – Durante a Semana Nacional dos Museus, o público poderá conhecer raridades, como a imagem de São Bonifácio, que marca a chegada dos padres jesuítas ao Maranhão no século XVI, e integra o acervo do Museu de Arte Sacra (MAS), localizado na Rua 13 de Maio, no Centro.

Outro destaque será a coleção doada por Assis Chateaubriand ao estado, que contempla, entre outros renomados artistas brasileiros e internacionais, a obra “Tauromaquia” do grande mestre espanhol Pablo Picasso e algumas gravuras da brasileira Tarsila do Amaral. Rotineiramente, essas obras ficam expostas no Museu de Artes Visuais (MAV), mas, por causa das comemorações, estarão no Museu Histórico e Artístico do Maranhão (MHAM), situado na Rua do Sol, também no Centro.

Confira programação da Semana aqui.

Para conservar a memória

ter, 18/05/10
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Por Carla Melo

São Luís sediará de hoje até quinta-feira a I Reunião de Avaliação das Ações e Planos de Salvaguarda de Bens Registrados como Patrimônio Cultural Brasileiro. O encontro, que acontecerá no auditório da Escola de Música Lilah Lisboa (Rua da Estrela, Praia Grande) avaliará as ações de salvaguarda realizadas nos estados que têm bens culturais registrados.

A reunião é uma promoção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio da Superintendência do Maranhão.

Durante três dias, serão discutidos aspectos e desafios referentes à salvaguarda dos bens imateriais. Os participantes farão debates e mesa redonda, tendo como ponto central temáticas comuns que afetam os diferentes contextos de preservação de cada bem registrado. “Como somos um órgão nacional, precisamos discutir as ações realizadas em cada lugar e, a partir daí, discutir resultados e também os desafios de cada um”, diz a pesquisadora do Iphan, Izaurina Nunes.

Nesse encontro, os pesquisadores vão se ater às ações que devem ser tomadas depois do tombamento, quando o bem cultural já está registrado pelo Iphan. A pesquisadora do órgão explica que a cidade foi convidada a sediar o evento por diversos motivos. Um deles é o fato de ter como bem imaterial o tambor de crioula, tombado há três anos.

As ações do comitê gestor do plano de salvaguarda do tambor de crioula, cuja implantação acabou sendo retardada devido a conflitos dentro do próprio segmento, já foram iniciadas. A primeira delas foi realizada, no ano passado, com o lançamento do DVD “Tambor de Crioula”, um documentário de 1979, do cineasta Murilo Santos, recuperado pelo Iphan.

No Maranhão, algumas manifestações culturais estão em processo de tombamento imaterial. Estão em andamento o registro de inscrição do bumba-meu-boi, que deverá ser concluído ainda este ano, e o inventário dos blocos tradicionais, que vem sendo feito por meio de parceria entre o Iphan e a Prefeitura de São Luís.

Leia reportagem completa em O Estado do Maranhão

Pela passagem de Dona Lili na Terra

qua, 03/02/10
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Domingo 31, o Maranhão perdeu uma das agentes da cultura popular mais ativas. A folclorista Aliete Ribeiro de Sá, 80 anos, sofreu um infarto que a levou a morte. Conhecida carinhosamente como Dona Lili, ela era mãe da professora do Curso de Comunicação Social, da Universidade Federal do Maranhão, Ester Marques – uma pertinaz pesquisadora das expressões culturais maranhenses.

“Eu faço o meu, assisto outros grupos e ainda faço parte das brincadeiras dos outros”

“Eu faço o meu, assisto outros grupos e ainda faço parte das brincadeiras dos outros”

Dona Lili fundou o grupo Pastor do Menino Jesus há 63 anos – que atualmente tem a participação de mais 60 pessoas. Desenhava os figurinos, compunha as canções a serem cantadas pelos pequenos pastores – que durante todo o mês de dezembro faziam apresentações em diversos pontos de São Luís. O incentivo à atividade cultura nunca faltou em sua vida. De sua casa no João Paulo ela apoiava grupos de bumba-meu-boi e ainda participada do Natalina da Paixão como a Rainha das Flores, no espetáculo da Cia. Barrica. Lili é patrimônio da cultura maranhense.

Quem via a pequena senhora, que parecia tão frágil, tão miúda, surpreendia-se com a velocidade do pensamento, com seu jeito de falar rápido e direto. Recentemente, o jornal O Estado publicou uma entrevista com a folclorista  que recebeu o Prêmio Fapema, na categoria Desenvolvimento Humano. Agora segue a pergunta, quem conduzirá e dará cabo às inicitivas da velhinha faladeira que era Dona Lili? Aguardemos que alguém faça isso. Agora, é aproveitar-se de Ester Marques, pois sua querida mãe procurou outro rumo, deixando-nos um pouquinho mais tristes depois de tantas alegrias.

Fábrica de São Luís será transformada em Centro Cultural

qui, 10/12/09
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São Luís foi escolhida em 2009 como a Capital Brasileira da Cultura devido à riqueza de seu patrimônio cultural, marcado pela diversidade. E, devidamente, por essa pluralidade é que cada vez mais os artistas e a população em geral reivindicam novos espaços de produção e propagação dessa nossa riqueza.

A fim de atender a essa demanda, um importante passo foi dado. Uma emenda parlamentar destinou 350 mil reais para elaboração de um projeto executivo para a restauração e adaptação da Fábrica de Artes de São Luís em um Centro Cultural.

O conjunto de prédios que compõe a Fábrica está em área tombada, situado no Centro Histórico de São Luís, encravado no bairro da Madre Deus, comunidade da mais rica expressão da arte maranhense, e da vivência social, através das manifestações artísticas.

Esse aparelho cultural é um dos muitos ligados à Fundação Municipal de Cultura, que vê com bons olhos essa medida do Deputado. De acordo com o Presidente da Func, Euclides Moreira Neto, “a contratação desses serviços para elaboração de um projeto executivo é de vital importância para a criação de um Centro Cultural à altura daquilo que São Luís merece, pois permite a inclusão da Fábrica no PAC das Cidades Históricas”.

Os recursos oriundos dessa emenda estarão disponíveis no orçamento do próximo ano, e a partir de então poderão ser aplicados na realização dos projetos.

Desde sua inauguração, em maio de 2004, a Fábrica vem realizando trabalhos em parceria com outros órgãos municipais, recebendo programações carnavalescas, cedendo espaços para ensaios de grupos folclóricos. Além disso, dispõe de um espaço destinado à reserva técnica, abrigando todo o material produzido nas ambientações dos grandes eventos do calendário cultural que é promovido pela FUNC no decorrer do ano.

Casa da Maysa

dom, 20/09/09
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categoria Música, Patrimônio

A casa na praia do Cordeiro onde a Maysa viveu os últimos anos de vida

A casa na praia do Cordeiro onde a Maysa viveu os últimos anos de vida

Se você for a Maricá (RJ), um dos pontos que, apesar de não ser considerado como um atrativo turístico, que deve ser visitado é a casa onde a cantora e compositora Maysa viveu os últimos anos de vida. A artista optou por Maricá para fugir da badalação do Rio de Janeiro e, também, era uma forma de se concentrar ainda mais nas suas composições e nas artes plásticas.

Hoje, a casa de praia é do filho Jaime Monjardim e serviu de locação para a série que foi exibida no inicio do ano pela Rede Globo. Uma pena é que os visitantes podem visitar apenas a parte externa, o interior não está autorizado. Mesmo assim, para quem gosta de música é sempre bom visitar um pouco da história ainda bem recente da nossa MPB

Bruna Castelo Branco

Alcântara terá um centro de cultura

sáb, 25/07/09
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Patrimônio Histórico Nacional desde 1948 e um dos principais cenários do Programa Espacial Brasileiro, a cidade de Alcântara terá, em pouco tempo, um centro com diversas atividades culturais e de assistência social para pessoas de baixa renda.

O centro irá funcionar em um casarão construído no século XIX e que era propriedade de um comerciante português. Outros detalhes, amanhã na edição impressa do Alternativo no jornal O Estado.

Bruna Castelo Branco



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