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Confiante na vitória, Sarney descarta traições; Animado, Tião corre contra o tempo para virar o jogo

sáb, 31/01/09
por Décio Sá |

sarney-e-tiao-viana.jpgBrasília - O senador José Sarney (PMDB-AP) disse neste sábado não temer traições de partidos ou parlamentares que declararam apoio ao seu nome na disputa pela presidência do Senado. Otimista com a vitória na segunda-feira, Sarney disse que “essa palavra traição não existe”. “Dentro do Congresso não existe isso”, minimizou o parlamentar. Apesar de ter passado todo o sábado negociando apoios com aliados em sua residência, Sarney disse que “simples telefonemas” não vão mudar a disposição da maioria da Casa –uma vez que os senadores já estão conscientes de suas escolhas.

Sarney disse esperar uma “grande e folgada vitória” para a presidência do Senado. “Não estou de maneira nenhuma preocupado e tenho a certeza que essa convocação que me foi feita pelos meus colegas de Senado, pelos partidos, especialmente pelo meu partido, certamente ela me assegura uma grande e folgada vitória”, afirmou.

Apesar de contar com o apoio da maioria dos partidos da Casa, Sarney disse que as eleições serão definidas pelos votos individuais dos senadores. “Não conto com partidos. O Senado tem uma característica, que é a convivência dentro da Casa, de maneira que todos sabem julgar as pessoas e os partidos são secundários neste momento de decisão”, afirmou.

Tucanos

Sarney lamentou a decisão da bancada do PSDB do Senado, composta por 13 senadores, de apoiar o também candidato à presidência da Casa Tião Viana (PT-AC). “Seria muito bom que ele [PSDB] estivesse junto conosco neste trabalho que nós pretendemos fazer de renovação, de reerguer o Senado”, disse. Na opinião do senador, o PSDB vai fazer falta em seu bloco de apoio pelos nomes de “qualidade” que estão na legenda.

Apesar da decisão dos tucanos, o peemedebista disse que espera contar com o apoio de todos os parlamentares ao longo do seu mandato caso seja eleito presidente na segunda-feira. O senador disse que, se vencer as eleições, vai respeitar a tradição da Casa de compor a Mesa Diretora com base nos tamanhos das bancadas representadas no Senado.

O PSDB reivindica a primeira vice-presidência do Senado, responsável por substituir o presidente em casos de sua ausência. O partido ainda espera ficar com a quarta secretaria da Mesa, assim como a presidência de comissões importantes do Senado.

Negociações

Assim como Sarney, Tião também passou o dia em seu gabinete, no Senado, negociando apoios para a sua candidatura. Embora numericamente o petista conte com uma adesão menor de partidos ao seu nome, ele se mostra otimista porque espera traições de partidos que já declararam apoio a Sarney.”Será uma disputa apertada, mas o ambiente de virada é consistente, muito forte”, afirmou o petista.

(Com informações da Folha Online).

Comerciais maranheses impagáveis – 5ª parte

sáb, 31/01/09
por Décio Sá |

Olhem só essa versão tosca do Chaves.

É Carnaval! Viva os foliões!

sáb, 31/01/09
por Décio Sá |

corte-momesca.jpgFoi eleita ontem, durante o Baile da Corte Momesca, realizado no Circo da Cidade, o rei, a rainha e as princesas do Carnaval de São Luís 2009, organizado pela prefeitura (foto: A. Baêta). A administradora Sofia Tavares, de 28 anos, foi eleita rainha e recebeu a coroa e a faixa das mãos da ex-dona do trono em 2008, Marlete Soares, e ainda a quantia de R$ 2 mil. “Eu não esperava. Foi uma surpresa e honrarei todos os compromissos que terei pela frente pela alegria deste carnaval”, disse a vencedora, que já conquistou o mesmo título em 2003.
 
Itayana Abreu Santos foi eleita 1ª princesa e ganhou a tiara, a faixa e a quantia de R$ 1,7 mil. Já a 2ª princesa, Vanda Sarges Conceição, ganhou a tiara, a faixa e mais R$ 1,5 mil. Seis candidatos concorrem ao posto de rei momo. O eleito foi o autônomo Vitor Sousa Mendes, 24 anos, com 136 kg, morador de São Francisco. Ele recebeu do prefeito João Castelo (PSDB) a coroa para reinar nesse período. “Foi um resultado muito emocionante, uma surpresa muito agradável. Agora vou representar este Carnaval que será só alegria”, disse.

Desde do governo José Reinaldo os Festejos de Momo em São Luís, que haviam ganhado impulso na gestão Roseana Sarney, começaram a definhar. Praticamente acabou nas administrações pedetistas de Jackson Lago (governo) e Tadeu Palácio (prefeitura). A recuperação, se houver, será lenta.

Até hoje eu não entendo o porquê das autoridades não usarem o belo espaço da Avenida Litorânea para a realização de um dos circuitos da folia, principalmente no horário da manhã. Estabeleceu-se a “ditaduta” da Madre Deus onde as festas são concentradas no bairro. Este ano as brincadeiras madre-divinas também vão realizar a folia pela manhã.

Apesar insensibilidade dos nossos governantes, o Carnaval resiste. O circuito do Cohatrac, praticamente sem nenhum incentivo público, é um exemplo. Graças aos foliões. Então, muitos vivas aos foliões!

Irmão de Obama é preso com maconha no Quênia

sáb, 31/01/09
por Décio Sá |
categoria Internacional

george-obama.jpgRio – George Obama (foto), meio-irmão do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi preso no Quênia neste sábado por posse de drogas, informou a polícia local à “CNN”. O inspetor chefe Augustine Mutembei disse que Obama foi detido com maconha, conhecida como Bhang no país. Segundo ele, o homem resistiu à prisão. Obama está detido na delegacia de Huruma, na capital Nairobi. Um correspondente da emissora conversou com o irmão do presidente dentro da cela. Ele teria negado as acusações.

- Eles me tiraram da minha casa. Eu não sei por que fui detido – disse Obama.

O queniano e o presidente praticamente não têm contato, mas já foram apresentados antes. Ele foi um dos poucos parentes do presidente que não compareceram à posse em Washington. Na biografia “Dreams from My Father”, Barack Obama descreve que conhecer George foi doloroso. Na viagem ao Quênia, o democrata foi apresentado a diversos parentes pela primeira vez.

Os irmãos Obama têm o mesmo pai, que deixou a mãe do democrata quando o filho ainda era pequeno. O pai dos irmãos morreu em um acidente de carro quando George tinha apenas 6 meses. Atualmente, George vive em uma favela queniana.

(Com informações do Globo Online).

Cláudio Humberto: seis tucanos votarão em Sarney

sáb, 31/01/09
por Décio Sá |

Da coluna do jornalista Cláudio Humberto:

Seis tucanos votarão em Sarney
As cúpulas do PMDB e do DEM no Senado não parecem preocupadas com a manifestação de apoio do PSDB à candidatura de Tião Viana (PT-AC) à presidência da Casa. Pelo menos seis senadores tucanos decidiram não seguir a orientação do partido e vão votar em José Sarney (PMDB-AP), que soma dezoito votos do seu próprio partido, quatorze do Democratas, sete do PTB, quatro do PR e até dois do PT

Apoio individual
Além do apoio de partidos, Sarney conta também com votos individuais de senadores de outros partidos, como PSB e PDT.

Toma lá, dá cá
O PMDB não cedeu às exigências do PSDB para apoiar Sarney: dois cargos na Mesa e a presidência de duas importantes comissões.

Na marra
O PSDB quer impor o coronel Tasso Jereissati (CE) como chefe da CAE e Eduardo Azeredo (MG) na comissão de Relações Exteriores.

Mal menor
Se o PMDB cedesse às pressões do PSDB, não sobrariam vagas na Mesa, nem nas comissões, para composição de outros partidos.

PMDB diz que biografia de Sarney é garantia de “eficiência e fortalecimento do parlamento”

sex, 30/01/09
por Décio Sá |

O líder do PMDB no Senado, Valdir Raupp (PMDB-RO), divultou nota hoje reiterando o apoio do partido à candidatura do senador José Sarney (PMDB-AP) à presidência do Senado. Na nota, Raupp contabiliza 19 votos dos 20 senadores da bancada peemedebista, já descartando o voto do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), que tornou pública a sua escolha pela candidatura do senador Tião Viana (PT-AC). 

Sarney reuniu nesta sexta-feira a cúpula de sua campanha para avaliar os prejuízos causados pela adesão do PSDB à candidatura do petista Tião Viana (AC). Pelos cálculos dos aliados do peemedebista, ele mantém o favoritismo com 48 votos, segundo interlocutores. Para Sarney e aliados, a decisão dos tucanos foi política, mas não se efetivará na prática.

Interlocutores afirmaram que dos 13 senadores do PSDB, mais da metade já sinalizou a Sarney que ficará com ele na votação de segunda-feira.

Leia abaixo a íntegra da nota à imprensa:

“A bancada do PMDB no Senado Federal reitera total apoio à candidatura do senador José Sarney à Presidência da Casa, nas eleições a serem realizadas no próximo dia 2 de fevereiro.

Compreendemos que a candidatura José Sarney representa o desejo de 19 dos 20 senadores da bancada peemedebista e dos partidos aliados, que abraçaram as propostas do PMDB para dirigir o Senado Federal no biênio 2009/2010.

A biografia do senador José Sarney representa a garantia de que teremos, novamente, uma gestão peemedebista fundamentada na eficiência e no fortalecimento do parlamento brasileiro.”

(Com informações da Folha Online).

Procurador pede no TRE cassação de Miltinho Dias

sex, 30/01/09
por Décio Sá |

miltinho.jpgO Ministério Público Eleitoral apresentou ontem, ao TRE, parecer favorável à cassação do diploma do então prefeito de Barreirinhas, Miltinho Dias (PT), por abuso do poder econômico nas eleições de 2008. O parecer, assinado pelo procurador regional eleitoral José Leite Filho, afirma que as atitudes do petista durante a campanha são incompatíveis com as regras eleitorais.

“Assim, é de declarar-se a inelegibilidade dos representados (Miltinho e o seu companheiro de chapa) ante o abuso de poder econômico e político”, afirma o parecer ministerial, que será analisado agora pelos juízes do TRE. O relator do processo é o juiz Roberto Veloso.

Miltinho Dias (foto) teve o seu registro de candidatura indeferido em decisão do juiz da 56ª Zona Eleitoral, Luís Carlos Nunes Freire, por abuso de poder econômico e de autoridade, arrecadação ilícita de recursos e compra de votos nas eleições de outubro. Em sua decisão, o juiz também determinou que deveria ser diplomado o segundo colocado na disputa pela Prefeitura de Barreirinhas, o ex-deputado Albérico Filho (PMDB).

A decisão do Luiz Carlos Nunes Freire revoltou o então prefeito, que chegou a ameaçá-lo, caso não recebesse o diploma e não o empossasse no cargo de prefeito. Diante das ameaças, o juiz entregou o diploma, mas diplomou também Albérico Filho (PMDB). O caso gerou polêmica e ameaças de vandalismo por parte do petista – inclusive com o apoio do governador Jackson Lago (PDT). Devido a polêmica, o TRE decidiu empossar a presidente da Câmara Municipal, Soraya Batista Souza (PP), até que a questão fosse decidida pela Corte Eleitoral.

Ao analisar cada ponto do recurso, José Leite Filho afirmou existir provas suficientes do abuso de poder econômico e político, embora tenha reconhecido a fragilidade de outros pontos argumentados pelos adversários do petista. O procurador é direto quando trata deste quesito: “Resta evidente que a distribuição de lotes, a título de aforamento, consistiu, em verdade, de doação de terrenos públicos a eleitores, em troca de votos”, afirma José Leite Filho.

Diz mais: “Este tipo de doação tem enorme repercussão dentro do meio comunitário e familiar, permitindo não só a captação dos votos dos beneficiários diretos, mas de boa parte da família”. Em seguida, José Leite aponta que a atitude do prefeito o beneficiou diretamente na disputa contra Albérico Filho. “O que alavancou a candidatura dos representados, configurando abuso de poder econômico e político, revelando potencial capacidade para influenciar no resultado do pleito”, afirma ele.

(Com informações de O Estado do Maranhão).

Apoio a Tião Viana provoca crise no PSDB no Senado; Papaléo Paes afirma que votará em Sarney

sex, 30/01/09
por Décio Sá |

charge-psdb.jpgBrasília – A decisão do PSDB em apoiar a candidatura do petista Tião Viana (AC) à presidência do Senado abriu uma crise entre os tucanos. Apenas algumas horas depois de o líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM), ter telefonado para comunicar a decisão a Tião Viana, o senador Papaléo Paes (PSDB-AP) anunciou que não acompanhará a bancada e votará no peemedebista José Sarney (AP), representante de seu estado.

- Quando saimos da reunião da bancada na última quarta-feira, ficamos nitidamente convencidos que o caminho era o PMDB. Vou ficar com o Sarney. Já declarei isso no meu estado e não tenho cara de falar uma coisa e voltar atrás. Embora a cúpula partidária possa ter mais experiência que eu, na minha avaliação o PSDB está cometendo um grande equívoco. Como explicaremos aos nossos eleitores que vamos votar no PT? – questionou Papaléo Paes.

Surpreso com a reviravolta de seu partido, porém, Papaléo antecipou que questionará a decisão na reunião do partido marcada para a noite de domingo. Ele disse que espera ter a compreensão da bancada sobre sua decisão de votar em Sarney, assim como o colega João Tenório (PSDB-AL) teve quando não acompanhou o partido na eleição de 2006, quando a disputa foi travada entre os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e José Agripino (DEM-RN). Na ocasião, os tucanos fecharam apoio ao candidato do DEM.

- Meu voto, eu não mudo. Mas quero ser convencido de que o partido agiu certo. Por isso, vou questionar bastante essa decisão que me deixou nessa situação – acrescentou.

Chateação

Embora esteja disposto a acompanhar a bancada tucana, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) é outro que não conseguiu disfarçar seu desconforto com a decisão. Ele negou que tenha sido consultado, até porque considera que o partido já sabia de sua posição favorável ao apoio à candidatura de Sarney.

- Fui apenas comunicado e simplesmente não reagi. Vou acompanhar o partido, mas não acho que foi uma boa decisão – observou Dias.

Na avaliação do senador paranaense, a decisão do PSDB dificilmente deverá alterar o resultado final da disputa pela presidência do Senado, que continua favorável ao candidato do PMDB.

- Acho difícil que essa decisão possa reverter o resulto previsto para a eleição na segunda-feira – admitiu.

Cargos

A maior irritação dos tucanos foi com a resistência do PMDB em ceder o comando da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) a Tasso Jereissati, considerada pelo partido como a única concessão pedida além do que a legenda teria direito pelo critério da proporcionalidade que rege a distribuição dos principais cargos da Casa.

A expectativa do PSDB é de que, qualquer que seja o resultado da eleição na segunda-feira, o candidato eleito respeite esse antigo critério da Casa pelo qual os tucanos teriam direito a um cargo e uma suplência na mesa diretora e o terceiro direito de escolha nas comissões permanentes. Isso deverá garantir à legenda pelo menos o almejado comando da Comissão de Relações Exteriores para o mineiro Eduardo Azeredo. Leia mais aqui.

Comerciais maranhenses impagáveis – 4ª parte

sex, 30/01/09
por Décio Sá |

A turma da Mearim Motos apelou agora à  Caverna do Dragão. Veja acomo ficou a careca do Mestre dos Magos.

PSDB decide apoiar petista Tião Viana

sex, 30/01/09
por Décio Sá |

Do blog de Cristiana Lôbo, no G1:

tucanos.jpg

Numa reviravolta na reta final da campanha, a bancada do PSDB no Senado decidiu declarar apoio à candidatura do petista Tião Viana (AC).  A decisão foi tomada na noite desta quinta-feira e já comunicada ao senador petista e também ao comando da candidatura de Sarney.

A base do entendimento, segundo o presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PE), foi a assinatura da carta compromisso por Tião Viana. Nela, os tucanos pediam a independência do Senado em relação ao Palácio do Planalto,  reformas internas no Senado e democracia no funcionamento da Casa, abrindo espaço à minoria. O PSDB tem 13 votos. Com o apoio dos tucanos, a candidatura de Tião Viana se fortalece, mas José Sarney continua como favorito.

- Estou muito contente com o apoio que vem por conta de princípios e não de cargos – disse há pouco o senador Tião Viana.

No mesmo tom, o senador Sérgio Guerra disse que a mudança de rumo do PSDB se deu por conta dos entendimentos com o candidato petista e, também, porque a discussão com o comando da candidatura de Sarney não evoluiu.

- Não gostamos da forma como a discussão se estabeleceu – disse Sérgio Guerra, evitando fazer críticas diretas à campanha de Sarney.

O rompimento das conversas com o grupo de Sarney se deu em função das disputas por cargos. O líder do PMDB, Renan Calheiros tinha compromissos com a própria bancada e outros partidos e não se dispunha a abrir espaços aos tucanos. Para completar, foi lançada de última hora a idéia de criar liderança da minoria no Congresso para abrigar o senador Efraim Moraes (DEM-PB) que deixa a primeira-secretaria do Senado. Ele foi obrigado a demitir vários parentes que havia contratado no Senado.



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