Servidores da Assembleia acusam Marcelo Tavares de não honrar acordo salarial
Os servidores efetivos e estáveis da Assembléia Legislativa do Maranhão (Alema) ao abrirem seus contracheques do mês de maio ficaram indignados ao verificarem que seus salários foram reduzidos em 5,9%. Tal percentual foi conquistado tardiamente no final do ano passado depois que fora concedido a todos os servidores dos poderes Executivo, Judiciário e, no caso do Poder Legislativo, foi repassado apenas para os cargos comissionados. Tais reajustes aconteceram em junho de 2009.
Após tomar conhecimento que o reajuste não seria aplicado aos servidores efetivos e estáveis o Sindicato dos Servidores da Assembléia Legislativa (Sindsalme) foi até ao presidente Marcelo Tavares (PSB) e conseguiu que o índice fosse estendido também a esses servidores. Naquele momento foi acordado que o índice seria inserido na tabela do atual Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), nos anos 2009, 2010 e 2011, as três últimas etapas da implantação do plano. Diga-se de passagem, que o tal índice aplicado a todos os outros servidores do Estado desde o mês de junho de 2009, só veio a ser concedido aos estáveis e efetivos a partir do mês de novembro.
Iniciado o ano de 2010, fomos surpreendidos pela informação da Diretoria de Recursos Humanos (DRH) que a lei do índice seria aplicada somente na tabela do PCCV de 2009, isto é, reajuste aplicado, com defasagem em relação aos outros servidores, seria temporário, terminaria no dia 30 de abril de 2010. Ou seja, para a DRH os Deputados maranhenses inovaram: pela primeira vez na história aprovaram um reajuste com inicio e término determinado.
A direção do Sindsalem voltou a conversar com o presidente e ele disse, depois de consultar a Procuradoria da Assembléia Legislativa, que a interpretação da lei pelo DRH era equivocada. Em seguida, parecendo concordar com a DRH, disse que seria necessário alterar a Lei (9112/2010) aprovada e publicou no diário oficial um projeto de lei de número 032/2010 neste sentido. Depois que tal projeto entrou na pauta, Marcelo Tavares nos informa que o estava retirando, pois temia que depois de aprovado não fosse sancionado pela Governadora do Estado. Assim, a solução do impasse seria resolvida por ele no âmbito da própria Assembléia Legislativa.
Entretanto, ao visualizar o contracheque do mês de maio, os servidores verificaram que o presidente não honrou a sua palavra e que todos os seus movimentos só tinham um objetivo, ganhar tempo e evitar contestações de sua política salarial por parte dos servidores. Continue lendo aqui.
rss do blog
5 junho, 2010 as 21:10
ESSE DEPUTADO MARCELO É MESMO UM MAU AMIGO,NÓS ESTAMOS ESPERANDO ELE AQUI EM VITÓRIA DO MEARIM.
6 junho, 2010 as 08:12
E a Assembleia possui servidores efetivos ( concursados).O único concurso que a assembléia fez até hoje foi para o preenchimento de 14 vagas, ou seja 99% é irregular e o Ministerio Público e o TCE não fazem nada.
6 junho, 2010 as 13:43
Se alguem acha mesmo que esse meninão poderia administrar a Assembleia com alguma responsábilidade, quebraram a cara. Isso nunca cumpriu acordo com niguem. Dr. Jackson elegeu esse rapaz, mesmo a contra gosto, porque tinha compromisso com Zé Reinaldo. E ao assumir a assembleia, o que marcelo fez? deixou o velhinho feito besta no Palacio após a cassação. E depois turbinou o deputado Flávio Dino para que atrapalhasse a vida de Jackson nas eleições. Eles, o Tavares, diziam pra quem quisesse ouvir que Jackson só serviria para garantir o segundo turno entre Flávio e Roseana e que o velhinho estava muito queimado principalmente com as questões da operação navalha. ou seja, atitude meramente escorpiana.
Flávio, em seu sonho de Ícaro, embarcou no jogo dos Tavares e hoje se encontra em uma situação desconcertante: não pode recuar e ser candidato a reeleição; não contará com o PT e seu tempo de TV e a presença de Lula e Dilma; a maioria dos supostos alidados – que zé reinaldo prometeu – estão escapando por entre os dedos como areia fina; Humberto Coutinho Hamlet, de Shakespeare, em sua dúvida mais cruel e aguda: Ser ou não ser, eis a questão.
No fim é isso: Flávio ficará sem dinheiro pra campanha, sem apoio político e o tão esperado voto da coinsciencia popular. A briga se dará entre Roseana e Jackson em uma dispouta polarizada e Flávio, por culpa de Zé Reinaldo, ficará em um distante 3º lugar, não servindo para absolutamente nada.
Simples assim!
7 junho, 2010 as 10:48
Do Blog: Papo de Cidadão (www.papodecidadao.com.br)
SINDSALEM FALA MEIA VERDADE. E, QUEM FALA MEIA VERDADE…
2 de junho de 2010 | Author: Herbertt Morais
O Sindicato dos Servidores da Assembleia(SINDSALEM), veiculou nota em seu blog oficial com o título: “Presidente Marcelo não cumpre acordo e nem a LRF”.
Logo no primeiro parágrafo da nota lemos: “Os servidores efetivos e estáveis da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão (ALEMA) ao abrirem seus contracheques do mês de maio ficaram indignados ao verificarem que seus salários foram reduzidos em 5,9% (cinco vírgulas nove por cento). Tal percentual foi conquistado tardiamente no final do ano passado depois que fora concedido a todos os servidores dos poderes Executivo, Judiciário e, no caso do Poder Legislativo, foi repassado apenas para os cargos comissionados. Tais reajustes aconteceram em junho de 2009”.
Colocado dessa forma, fica parecendo que o Presidente Marcelo Tavares, deu, como se diz na gíria, uma “garfada” no salário do servidor. O que, convenhamos, é de uma leviandade nos termos.
Vamos aos fatos.
No apagar de 2009, em reunião histórica no gabinete da presidência, entre a diretoria do Sindsalem e a presidência da Casa, ficou acordado que o presidente autorizaria o aumento proposto pelo Sindsalem, com o percentual de 5,9%,condicionado(preste atenção leitor nessa palavra:condicionado), ao repasse suplementar do estado.
Lembro-me ainda, que a própria presidente do Sindsalem, Joana de Jesus Araujo, toda entusiasmada virou-se para o presidente e disse: “Não se preocupe presidente, se preciso for, nós vamos para frente do Palácio pressionar a governadora por esse repasse”.
Resultado: até hoje o governo não fez o repasse suplementar e nem o Sindsalem, fez a tão propalada pressão junto ao governo.
Portanto, causa-me espécie essa nota atabalhoada do Sindsalem.Lembra-me até, aquela outra, recentemente veiculada em matutino da Ilha, na qual a memória do deputado João Evangelista era de forma, digamos, deselegante, para não me utilizar de um adjetivo mais expressivo, manchada, quando este ainda estava sendo velado por familiares e amigos.
E, ponto final. Se precisar, volto com maiores detalhes.
8 junho, 2010 as 09:09
Sou membro da tual direção do SINDSALEM e desconheço tal acordo. Se ele existiu partiu de mebros isolados da direção sem consultar os demais. No entanto, a presidente do sindicato afirmou em reunião que em nem um momento tal acordo se deu.
Noleto – Diretor de Formação do SINDSALEM
9 junho, 2010 as 10:41
Pelo visto, Noleto, você não acompanha as conversas de Joana e Cia…