Saiba quem é Ucho Haddad
A imprensa “balaia” descobriu recentente artigos de um tal Ucho Haddad, tucano de carteirinha. Mas quem é mesmo esse “jornalista” paranaense. Conheça a história dele nessa reportagem, de 2003, de José Paulo Lanyi, Fabiano Falsi e Fábio José de Mello, publicado no Portal Comunique-se:
Evaldo Haddad Fenerich é o nome de um publicitário com várias passagens pela polícia, uma prisão e uma condenação pela Justiça do Estado de São Paulo. Ucho Haddad é Evaldo Haddad Fenerich. Ucho Haddad apresenta-se como um baluarte do jornalismo investigativo – por alguns, é reconhecido como tal. Ao que parece, Evaldo Haddad Fenerich tem várias profissões, dada a versatilidade de seu cotidiano. Nos registros da polícia e da Justiça, ele se autodeclara publicitário. Em outros trechos do processo a que responde, por estelionato, figura como consultor de investimentos em bancos estrangeiros. Não bastasse, o mesmo Fenerich – tal qual seu alter-ego, Ucho Haddad – tem propalado, há muito, sua inclinação pela lida de Hipólito José da Costa.
Evaldo Haddad Fenerich (foto) nasceu em 30 de outubro de 1958. Deve satisfação à Justiça há mais de dez anos. Habituou-se, desde 1992, a responder a inquéritos criminais: apropriação indébita, estelionato e outras fraudes, crimes falimentares, falsificação de documento público, falsificação de documento particular, uso de documentos falsos, receptação, ameaça… Mas, ressalte-se, foi condenado em somente um deles: por apropriação indébita, em 02/02/98. A sentença: um ano de reclusão em regime aberto e 10 dias-multa. Concedido o sursis, pôde cumprir a pena em liberdade.
Ele responde a um processo por estelionato e outras fraudes. É acusado de ter aberto uma empresa para arrancar dinheiro de gente interessada em empréstimos e investimentos em bancos estrangeiros. De acordo com o depoimento de um ex-funcionário, Fenerich cobrava US$ 20 mil (na época, câmbio com paridade real-dólar) para fazer a operação; teria uma fórmula para evitar a corrida ao escritório, na rua Francisco Leitão, centro de São Paulo: depositava os juros na conta de suas supostas vítimas. Algo em torno de 5% ao mês. Aparecem na quizumba três empresas que seriam de Fenerich: QI Holding, Activa Financial Service e Apoio Financial Service.
O escritório teria sido fechado; Fenerich, desaparecido, viajado para Miami. São informações públicas do processo 050.99.090664-9, controle 374/01, da 3ª Vara Criminal da Capital, Fórum Criminal Ministro Mário Guimarães, Barra Funda, região central de São Paulo. Ao todo, são 370 páginas em dois volumes. Leia aqui.
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15 junho, 2010 as 13:37
TU NÃO TEM O QUE FALAR?FALA DE DUDA MENDOÇA QUE É O MARQUETEIRO DE ROSEANA QUE É ACUSADO DE DEVIAR MILHÕES PARA CONTAS NO PARAISO FISCAL, É MAIS SUJO DO QUE PAU DE GALINHEIRO.
15 junho, 2010 as 13:39
Emngraçado, Décio. A história deste Ucho Hadad me lembra umc erto publicitário e jornalista maranhense ligado ao PT. parece que fez escola com este paranense, não?
16 junho, 2010 as 13:05
MAS ISTO NÃO É NOVIDADE DÉCIO, PORQUE BALAIO QUE SE PREZA SÓ SE JUNTA COM QUEM NÃO PRESTA!