‘Tudo ok. Trabalho perfeito do pessoal’, diz Alessandro

Alessandro Martins deixando IML apos exames. Fotos: Gilson Teixeira
“Tudo ok. Trabalho perfeito do pessoal.” Estas foram as primeiras palavras do empresário Alessandro Martins, preso por volta da 00h30 desta quarta feira no Rio Janeiro. Ele chegou por volta da 1h desta quinta-feira a São Luís. Saiu do avião direto para uma viatura da polícia que aguardava na pista do aeroporto, driblando os repórteres que esperavam na saida principal do desembarque de passageiros. Veio em voo de carreira.
Do aeroporto, ele foi levado para o IML (Instituto Médico Legal) para fazer exames de rotina. Diante das várias perguntas dos repórteres, disse a caminho da viatura: “Tudo ok. Trabalho perfeito do pessoal (da polícia).” A declaração foi uma referência ao bom tratamento que recebeu dos policiais. Em seguida foi levado para o Quartel da PM no Calhau. Alessandro Martins foi tenente da PM do Distrito Federal e tem curso de Formação de Segurança Nacional, que seria equivalente a um de terceiro grau.
Segundo o delegado Augusto Barros e o comandante do GTA (Grupo Tático Aéreo), Laércio Costa, que trouxeram o acusado para São Luís, durante o voo o ele se mostrou “abalado e nervoso”, mas não ao ponto de ser preciso algemá-lo. Ele deve ser apresentado oficialmente hoje à imprensa.
Barros disse que o empresário ficou surpreso com sua prisão. “Ele se mostrou surpreso e não chegou a nominar pessoas com quem teria relação ou culpar alguém por isso. Ele acredita que errou, mas não chegou a nominar culpados”, explicou.
Apesar de aparecer sorrindo diante das câmeras da TV Globo (reprodução), na Delegacia do 14 DP (Leblon) ele chegou a chorar quando foi trancafiado numa das celas. Segundo explicaram amigos e advogados no aeroporto, o sorriso é uma forma dele demonstrar nervosismo. O delegado confirmou que a BMW X6, também apreendida, foi comprada há dois meses e servia para deslocamentos dele com a filha na cidade. Barros disse ainda que para deixar São Luís, Alessandro Martins foi de carro até Teresina (PI) e de lá pegou um avião com destino ao Rio de Janeiro.
Como foi a prisão
O dono da Euromar se hospedou primeiramente em um hotel no Leblon. Decidiu deixar o local na companhia da mãe e da filha de dois anos. Saiu de carro com destino a Petropólis depois de ver sua imagem no Jornal Hoje, da Rede Globo, de terça-feira (reveja). Como não sentiu segurança nesse hotel resolveu voltar para o Rio. No caminho, deixou a filha com a mãe, a ex-big brother Roberta Brasil, de quem está separado, na Barra da Tijuca. Resolveu se hospedar num flat por trás do hotel onde havia ficado primeiramente.
Com base em informação recebida através do disque-denúncia, uma equipe de policiais do 14º DP já procurava por ele nos hotéis da região. Até que houve a confirmação de um segurança do flat. A polícia, porém, não podia mais entrar no quarto devido ao adiantado da hora. Armaram então uma armadilha.

Alessandro Martins saindo do IML assustado e evitando a imprensa
O porteiro avisou Alessandro, no quarto com a mãe Zélia Martins, que a polícia andou por lá atrás da BMW. A viatura que levou os agentes ao flat saiu da porta no prédio e foi dar uma volta no quarteirão no sentido de enganá-lo. Ele e mãe observaram a saída da viatura do local e imaginaram que os policiais haviam ido embora.
Surpreso, o empresário resolveu deixar o flat e desceu do apartamento para pegar o carro. Deixou a mãe no local. Quando se aproximou do carro, que está batido nas laterais, recebeu voz de prisão. Ele não reagiu.
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Segundo a farta documentação acostada pelas locadoras ao seu pedido de providência perante este Órgão, ficara evidenciado que a EUROMAR VEÍCULOS E PEÇAS LTDA., única concessionária autorizada para a comercialização de veículos da marca VOLKSWAGEN, nesta capital, valendo-se de cadastros pré-existentes em sua loja, os utilizara indevidamente para a aquisição, junto à fábrica, de uma quantia aproximada, de 2000 (dois mil) veículos, através da modalidade de negociação denominada “Venda Direta”.
Em seu discurso, Doracy citou o “promotor máximo da paz”, Jesus Cristo, e o livro do Eclesiastes (3:1-6). “Se houve o tempo de espalhar pedras dentro do salutar processo democrático das divergências de opiniões e projetos, agora é tempo de ajuntar pedras, tempo de abraçar, tempo de renovar o enlace das mãos em prol do bom combate ministerial”.
Ela foi a mais votada na lista tríplice formada pelos candidatos inscritos, recebendo todos os sete votos dos integrantes do conselho. Compuseram também a lista os promotores de Justiça José Ribamar Sanches Prazeres, com seis votos, e Sandra Elouf, com quatro votos.
Desde o fim da eleição, aliados principalmente de Raimundo Nonato e Fátima Travassos se movimentam freneticamente nos bastidores para tentar influenciar de alguma forma a decisão de Roseana. “Ela não vai decidir sob pressão”, disse um secretário próximo à governadora ao blog.
Ao levar o ocorrido ao conhecimento do Condomínio, eu e minha família fomos alvo de críticas e de acusações levianas, inclusive de que as joias teriam sido furtadas por pessoas de minha própria família. Diante dessas acusações, fui motivada a esclarecer os fatos e ingressei com uma ação de indenização por danos morais e materiais, sendo comprovado, inclusive por meio de confissão, que os porteiros do Condomínio facilitavam a entrada de um sujeito no prédio para realizar os furtos enquanto os proprietários dos apartamentos estavam viajando.
De 2008 até agora uma reforma interminável agravou a situação. Tanto que a construtora Castelo Branco, que fazia os serviços, ajuizou recentemente ação responsabilizando a gestão de Fátima Travassos pela demora na entrega da obra. A atual procuradora diz que empreiteira age por interesses contrariados porque ela rompeu o contrato com a firma e determinou a realização de nova licitação. Também sugere que a Castelo Branco agiu politicamente para tentar prejudicar seu projeto de continuar à frente da PGJ.