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TSE tumultua processo eleitoral, diz presidente do PT

qui, 01/07/10
por Décio Sá |
categoria Eleições

Brasília – A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de proibir a presença dos presidenciáveis no palanque eletrônico de candidatos a governador cujas coligações estaduais envolvam mais de um partido com candidato a presidente desagradou ao governo e à oposição.

José Eduardo Dutra

José Eduardo Dutra

As direções de PT, PV, PMDB e PSDB foram apanhadas de surpresa. O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, acusou o TSE de tumultuar o processo.

A decisão do TSE foi tomada em função de uma consulta feita pelo PPS sobre a disputa no Rio. O tribunal decidiu que o candidato a governador Fernando Gabeira (PV) fica impedido de fazer campanha no horário eleitoral gratuito com o tucano José Serra ou com Marina Silva, de PSDB e PV respectivamente, ambos de sua coligação.

Ontem a direção do PT correu para anular algumas coligações estaduais, na tentativa de impedir estrago na campanha na TV para Dilma, mas não deu tempo. O PT só conseguiu reverter o caso da Bahia, onde a coligação de Jaques Wagner (PT) incluía o PSL, coligado nacionalmente com o PSDB.

No caso do Acre, onde a coligação do candidato a governador Tião Viana (PT) inclui o PV, não foi possível reverter. Apesar da irritação com o TSE, o PT não vai recorrer.

— Essas decisões do TSE tomadas em cima da hora tumultuam o processo eleitoral. E é uma lei contraditória, porque outra lei diz que toda mudança de regra eleitoral tem de ser tomada um ano antes da eleição. Agora o TSE faz esses entendimentos em cima da hora, quando as coligações estão fechadas, tumultuando o processo. Disparamos todo mundo do partido nos estados para fazer um pente fino, mas não tem mais como trocar — reclamou Dutra.

No caso do PT, além de Tião Viana, que não poderá mostrar Dilma em sua propaganda na TV, o candidato do PMDB ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima, também não poderá aparecer com a petista. Sua coligação estadual inclui o PTB, que em nível nacional está com o PSDB.

O mesmo acontece com a candidata do PMDB ao governo do Maranhão, Roseana Sarney, que brigou tanto para ter apoio do PT. Ela não poderá aparecer ao lado de Dilma na TV, porque sua coligação inclui o DEM, que, nacionalmente, apoia Serra.

O caso do Maranhão é emblemático. Nem Dilma poderá aparecer no horário eleitoral de Roseana, nem Serra aparecerá com Jackson Lago (PDT), coligado em nível estadual com o PSDB, mas nacionalmente com o PT. Flávio Dino (PCdoB) está na mesma situação porque recebeu ontem o apoio do PPS, que apoia Serra.

— Não acho a decisão correta. Não sei se cabe recurso. Mas não vamos recorrer — protestou o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP).

O estrago será feito também no palanque eletrônico de Serra. Além da campanha de Gabeira, ele não poderá aparecer no horário de TV de André Pucinelli, candidato do PMDB ao governo de Mato Grosso do Sul com apoio do PSDB; de Jarbas Vasconcelos (PMDB), que se candidatou ao governo de Pernambuco só para lhe fazer um palanque forte; e de Joaquim Roriz, candidato ao governo do DF. PMDB e PSC estão na coligação nacional do PT.

(Com informações de O Globo).

TSE indefere nova ação de radicais do PT-MA

qua, 30/06/10
por Décio Sá |
categoria Eleições

Brasília - O ministro Hamilton Carvalhido (foto) negou mais um pedido de filiados e dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT) no Maranhão para anular resolução do diretório nacional do PT, editada no último dia 11 de junho, que decidiu pela aliança entre o partido e o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) nas eleições majoritárias para o governo do estado em 2010, indicando a governadora Roseana Sarney como candidata à reeleição.

Ministro Hamilton Carvalhido negou novo pedido

Ministro Hamilton Carvalhido negou novo pedido

Conforme filiados e dirigentes do PT, a decisão questionada contraria entendimento já firmado em encontro partidário anterior realizado no estado, no qual participaram como delegados. Alegam que, na ocasião, foi aprovada coligação com o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), tendo como candidato a governador o deputado federal Flávio Dino. No pedido, eles afirmam que o órgão nacional de direção do PT “resolveu ignorar deliberação da instância regional e aprovar uma coligação estadual majoritária”.

No último dia 21, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já havia negado pedido semelhante, por entender que os autores não demonstraram sua legitimidade ativa para impetrar mandado de segurança perante o TSE, além de não fazerem prova da existência do ato supostamente abusivo, pois não anexaram ao processo documento que comprovasse a atuação deles como delegados , nem cópia da resolução questionada.

Novo pedido

Ao negar o novo pedido, o ministro reiterou que os dirigentes não comprovaram sua legitimidade para ajuizar a ação. Além disso, para a concessão do mandado de segurança, os interessados deveriam demonstrar afronta a direito líquido e certo, por meio de prova inequívoca dos fatos, por meio de documentação idônea. No entanto, o ministro ressalta que o documento apresentado, referente ao Encontro Estadual do PT do Maranhão de Definição da tática Eleitoral para as Eleições 2010, não comprova a existência nem a validade da reunião.

(As informações são do TSE).

Temer é oficializado vice de Dilma

sáb, 12/06/10
por Décio Sá |
categoria Eleições

Brasília - Em uma convenção que destoou do histórico de confrontos físicos e jurídicos de ocasiões anteriores, o PMDB oficializou na tarde deste sábado, por ampla margem, o nome do deputado federal Michel Temer (SP) para a vice na chapa presidencial de Dilma Rousseff (PT).

Sarney, Dilma, Temer e PMDB: unidos pelo Brasil

Sarney, Dilma, Temer e PMDB: unidos pelo Brasil

Ao todo, 473 peemedebistas votaram na convenção nacional do partido, sendo que 560 votos aprovaram a indicação de Temer (84% do total). A candidatura própria, do ex-governador Roberto Requião (PR), recebeu apenas 95 votos. A do jornalista Antonio Pedreira, 4. A diferença ocorre porque, a depender da função, o voto de alguns peemedebistas vale mais do que 1.

Ladeado por José Sarney (AP), Renan Calheiros (AL) e Jader Barbalho (PA), Temer, que é presidente da Câmara dos Deputados e presidente do partido, afirmou em discurso, antes do resultado, que o PMDB não será “coadjuvante”, mas “ator principal” em caso de vitória.

“O PMDB não será coadjuvante, será protagonista, ator principal. o PMDB não vai chegar apenas com a vice-presidência, porque atrás do PMDB está o maior exército político eleitoral do país”, disse o peemedebista.

É a primeira vez que PT e PMDB se coligam para uma disputa presidencial. A aliança proporcionará a Dilma o maior tempo na propaganda de rádio e TV, que começa na segunda quinzena de agosto.

Apesar do resultado, Temer expressou sua contrariedade a aliados porque pretendia ter sido aclamado –o que não ocorreu pelos pleitos de Requião e Pedreira. O ex-governador do Paraná deixou a convenção pouco antes de Temer chegar, bem antes do anúncio do resultado. “O partido está cabresteado”, havia reclamado, em sua fala. O encontro ocorreu no centro de convenções Ulysses Guimarães, na região central de Brasília.

Nos anos anteriores, o PMDB se caracterizou por um forte racha, o que se evidenciava em convenções tensas, marcadas por batalhas judiciais e trocas de sopapos e cadeiradas durante os encontros. Neste ano, entretanto, a ala divergente ficou restrita, principalmente, a Requião e aos grupos dos ex-governadores Orestes Quércia (SP) e Jarbas Vasconcelos (PE).

(Com informações da Folha.com).

Resolução do PT sobre aliança no Maranhão

sex, 11/06/10
por Décio Sá |
categoria Eleições

Do site do PT:

Resolução DN 10/06/2010  -  Política de Alianças no Maranhão

PT 30 anos 250510Considerando as diretrizes estabelecidas no 4º Congresso Nacional do PT que definiu como objetivo princicipal de 2010 a vitória na eleição presidencial, com a candidatura da companheira Dilma Rousseff, para dar continuidade aos avanços do projeto democrático e popular liderado pelo Presidente Lula;

Considerando que o 4º Congresso estabeleceu, ainda,a respeuito das eleições estaduais, que é de competência da direção nacional a deliberação, em última instância, sobre as questões de tática e alianças nos Estados;

Considerando a importância do PMDB na base aliada do nosso governo e na composição da coligação eleitoral nacional para as Eleições 2010;

O Diretório Nacional

RESOLVE:

1.  Aprovar a coligação estadual majoritária com o PMDB no Estado do Maranhão e à candidata ao Governo do Estado, Roseana Sarney;

2. Determinar à Comissão Executiva Estadual do PT do Maranhão, na realização de sua Convenção Oficial para a escolha de candidatos e aprovação de coligações às próximas eleições gerais, a observância das diretrizes estabelecidas na presente Resolução, em consonância às normas legais, bem como às normas estatutárias definidas no Capítulo I do Título V do Estatuto do PT.

Brasília, 11 de junho de 2010

Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores

Roseana convoca petistas para cruzada pró-Dilma

sex, 11/06/10
por Décio Sá |
categoria Eleições

A governadora Roseana Sarney (PMDB) afirmou agora há pouco estar “feliz” e ter recebido com “humildade” e “tranqulidade” a decisão do PT em oficializar o apoio à sua candidatura. Ela disse que todas as correntes do partido no Maranhão serão bem recebidas na coligação. “Ninguém terá tratamento privilegiado”, declarou.

Dilma, Lula e Roseana em Bacabeira

Dilma, Lula e Roseana em Bacabeira

A governadora convocou os petistas maranhenses a se unirem a ela no esforço de eleger a pré-candidata Dilma Roussef a primeira mulher presidente do Brasil. “Temos de dá a Dilma uma votação do tamanho da generosidade do presidente Lula com o Maranhão. Ela é a única candidata que pode dar continuidade a esse grande trabalho que o presidente tem feito pelo país”, disse.

Roseana viaja ainda nesta sexta-feira à tarde para Brasília com objetivo de participar da convenção nacional do PMDB neste sábado. Ainda hoje ela vai ter uma série de conversas na Capital Federal com as lideranças do partido. Por conta disso, cancelou sua participação na abertura do São João no Arraial da Lagoa da Jansen.

PT e PMDB tentam acerto antes das convenções

qui, 10/06/10
por Décio Sá |
categoria Eleições

Da Folha de S. Paulo:

Brasília - Maranhão, Paraná e Ceará são os últimos Estados em que PT e PMDB buscam acerto para evitar problemas em suas convenções nacionais que, no fim de semana, vão oficializar a chapa Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB) à Presidência.

Ala de Washington e Monteio querem PT apoiando Roseana

Ala de Washington Luiz e Monteiro quer PT apoiando Roseana

O PT reúne amanhã seu Diretório Nacional para discutir as pendências, mas admite que o caso maranhense é o mais complicado: o PT local está dividido entre o apoio a Flávio Dino (PC do B) ou Roseana Sarney (PMDB). Petistas e peemedebistas dizem que a tendência é que a legenda fique neutra. Embora não seja contemplada por completo, a família Sarney ficaria satisfeita em evitar o aumento do tempo de propaganda de Dino na TV.

No CE, a tendência é que o PT mantenha José Pimentel ao Senado. Os peemedebistas, que lançarão Eunício Oliveira (PMDB), tentam dinamitar a candidatura petista.

No PR, PT, PMDB e PDT negociam chapa única, mas Osmar Dias (PDT), candidato mais bem colocado, mantém conversas com a oposição. Os problemas regionais, porém, não têm potencial para inviabilizar a aliança nacional entre PT e PMDB. Interessado em aumentar o tempo na TV, o PT não cedeu apenas às pressões do PMDB para ampliar suas alianças.

Ontem o PMDB entregou a Dilma a sugestão do partido para o programa de governo. Após reunião fechada, as cúpulas minimizaram divergências entre as propostas, garantindo que uma comissão será criada para finalizar até o fim de julho o texto. Com diferenças programáticas para economia, habitação, saneamento, PT e PMDB disseram que ainda vão esperar as convenções dos outros aliados da coalizão para criar um programa de consenso.

Mesmo negando grandes diferenças entre os textos dos projetos, o presidente do PT, José Eduardo Dutra, afirmou que “em último caso quem vai decidir é a Dilma, porque é ela quem vai assumir o programa publicamente”.

Correio: possibilidade de intervenção no PT-MA é real

ter, 08/06/10
por Décio Sá |
categoria Eleições

Do Correio Braziliense
 
Brasília – Fechados em torno da candidatura presidencial da petista Dilma Rousseff, PMDB e PT têm agora cinco dias para desfazer cinco nós, pendentes para a aliança nacional ser sacramentada com mais tranquilidade. O prazo apertado se deve às convenções nacionais das legendas, marcadas para o fim de semana. Os encontros são as últimas oportunidades de os diretórios intervirem com mão de ferro nas composições estaduais. Depois de resolverem o maior impasse entre os partidos, em Minas Gerais, PT e PMDB usarão a semana para acertar as costuras no Pará, Paraná, Ceará, Maranhão e Santa Catarina.

Acordão celebrado em Minas pode ser repetir no MA

Acordão celebrado em Minas pode ser repetir no MA

A intenção dos presidentes das duas legendas, Michel Temer (PMDB) e José Eduardo Dutra (PT), é que os estados “deflagrados” entrem em acordo, sem a necessidade de intervenção nacional. O receio da dupla é de que as composições forçadas diminuam o ímpeto das militâncias em estados-chaves para a campanha presidencial. Por isso, a prioridade foi decidir os rumos da sucessão em Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do país.

Em uma série de reuniões que tomaram a segunda-feira, petistas e peemedebistas bateram o martelo para lançar o senador Hélio Costa (PMDB-MG) para o governo mineiro e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) para o Senado. Os políticos se digladiaram na última semana pela cabeça de chapa. Os petistas saíram de cena em prol da aliança. “A decisão em Minas era um dos eixos a nortear a decisão nacional. Esse palanque é importante para que a ex-ministra Dilma Rousseff consiga vencer no estado”, admitiu Dutra.

Embarque

Para evitar arestas ainda maiores do que as resultantes do acordo em Minas, PT e PMDB devem correr para fechar acordos nos últimos cinco estados indefinidos. Em pelo menos um deles, o Maranhão, a possibilidade de intervenção é real. A candidata à reeleição Roseana Sarney (PMDB) pressiona pelo apoio dos petistas. Em decisão estadual, o PT decidiu embarcar na campanha do deputado federal Flávio Dino (PCdoB-MA). “Nossa defesa é o respeito à autonomia dos estados. Foi feito um encontro, dentro da lei, e o PT decidiu nos apoiar”, ressalta Dino. A resposta para o nó maranhense deve ser anunciada na sexta.

No Pará e no Ceará, as arestas se localizam na disputa pelo Senado. Descontente com a participação do partido no governo de Ana Júlia (PT), o candidato ao Senado Jader Barbalho (PMDB) deve capitanear a escolha de um nome próprio do partido para a sucessão. No Ceará, o candidato ao Senado Eunício Oliveira (PMDB) quer a retirada da pré-candidatura de José Pimentel (PT). Com uma disputa acirrada com o candidato tucano Tasso Jereissati (PSDB), Eunício teme perder a eleição para Pimentel.

No Paraná e em Santa Catarina, o acordo vai de provável a praticamente impossível. Os petistas paranaenses tentaram inflar a pré-candidatura de Osmar Dias (PDT) ao governo, mas o pedetista deve comprar bilhete para atravessar as eleições como candidato à reeleição no Senado, aliado aos tucanos. Restaria ao PT se aliar ao atual governador, Orlando Pessuti (PMDB). O peemedebista exige que a pré-candidata petista ao Senado, Gleisi Hoffmann, ocupe a vaga de vice na chapa — mesma exigência já feita por Dias. Ela reluta a fechar um acordo, mas pode ceder aos apelos do diretório nacional.

Em Santa Catarina, a senadora Ideli Salvatti (PT) é o nome dos petistas para o governo. No estado, a aliança com o PMDB é dada como perdida. O caminho mais provável é de que a legenda feche acordo com PSDB e DEM. A tríplice aliança escolheria um nome entre Leonel Pavan (PSDB), Raimundo Colombo (DEM) e Eduardo Moreira (PMDB), para ocupar a cabeça de chapa. Os outros dois ficariam com a vice e com o posto ao Senado.

PMDB e PT selam acordo em MG; MA pode ser próximo

seg, 07/06/10
por Décio Sá |
categoria Eleições

Da Folha.com:

Brasília - PT e PMDB confirmaram no final da tarde desta segunda-feira que o candidato lulista em Minas Gerais será o ex-ministro das Comunicações Hélio Costa (PMDB). Seu rival na disputa interna, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT), será um dos candidatos ao Senado na chapa.

Helio Costa: acordo PT?PMDB em MG

Hélio Costa: acordão em MG

O acerto se deu após meses de negociação e depois que o presidente Lula e a pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) pressionaram o PT mineiro a ceder. Isso porque a candidatura de Costa era usada pelo PMDB como uma das condições para o apoio a Dilma. Os dois partidos tentam negociar ainda a indicação do petista Patrus Ananias, ex-ministro de Lula, como vice de Costa.

“O PT entrará de corpo na candidatura de Costa”, afirmou o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra. “Esse momento é simbolicamente importante para a aliança nacional entre PT e PMDB”, reforçou Michel Temer (PMDB), presidente da Câmara, que será formalizado no sábado como vice de Dilma na convenção nacional do seu partido.

Pimentel e Costa também estavam presentes ao encontro, realizado na Presidência do PMDB, em Brasília. Com o nome envolvido na suspeita de que a campanha nacional petista tenha tentado montar um dossiê antitucano, Pimentel disse que não sabe ainda se permanecerá na equipe que coordena a campanha de Dilma. Ele afirmou que isso vai depender de conversas com suas bases em Minas acerca de sua candidatura ao Senado.

“O PMDB tem sido e continuará sendo um aliado confiável do governo”, disse Costa. A chapa terá como principal adversário o candidato do ex-governador Aécio Neves (PSDB), Antonio Anastasia (PSDB).

Até a última hora, os petistas mineiros mantiveram o discurso de defesa da candidatura de Pimentel, mesmo sabendo há semanas que PT e PMDB nacionais já tinham fechado com o nome de Costa.

A “ameaça” de rebelião patrocinada ontem pelos petistas mineiros teve o objetivo de sinalizar à militância do partido, no Estado, que o PT tentou viabilizar até o último momento uma candidatura própria.

Ricardo Murad vai pedir licença da Assembleia

ter, 25/05/10
por Décio Sá |
categoria Eleições

 O deputado Ricardo Murad deve pedir licença sem vencimentos da Assembleia Legislativa nesta quinta-feira para se dedicar totalmente à campanha da governadora Roseana Sarney (ambos do PMDB). A licença tem caráter de particular. A informação foi dada ao blog por um deputado próximo ao ex-secretário de Saúde.

ricardo murad 160510A fonte conta que após apelos de aliados políticos e familiares, em acordo com Roseana, Ricardo não vai mais voltar para a pasta, conforme eu havia anunciado (reveja). O novo titular da Secretaria de Saúde, segundo esse parlamentar, será o secretário-adjunto José Márcio Leite. Ricardo e Roseana tiveram uma reunião hoje pela manhã no Palácio dos Leões para tratar do assunto. A fonte ressalta, porém, que nada ainda é oficial.

 Pesou no recuo de Ricardo, no sentido de voltar à disputa por uma vaga no Parlamento Estadual, a legislação eleitoral. Caso levasse à frente a intenção, ele ficaria inelegível a qualquer cargo e só poderia ser candidato novamente em 2016, já que o mandato de Roseana, sua cunhada, caso reeleita, vai até 2014. A legislação proíbe a candidatura de parentes de chefes de Executivo.

 Como ele também é um dos puxadores de votos da coligação, os colegas ficaram preocupados. A previsão era que sem Ricardo o PMDB perderia pelo menos 30 mil votos, diminuindo a chance do partido eleger mais deputados. Ainda mais agora porque o DEM vem ameaçando não fazer parte da coligação governista.

 O ex-secretário de Saúde, conta a fonte do blog, passou a semana se divertindo com notícias em jornais e blogs “balaios” dando conta de um suposto desentendimento que ele estaria tendo com a governadora. “Não há hipótese de eu vir a brigar com Roseana”, tem dito ele.

PMDB formaliza nome de Temer para vice de Dilma

ter, 18/05/10
por Décio Sá |
categoria Eleições

Chapa Dilma presidente, Temer vice, será homologada em convençao

Chapa Dilma/Temer ainda será homologada em convençâo

Brasília – A Executiva Nacional do PMDB formalizou nesta terça-feira a indicação do presidente da Câmara e do partido, Michel Temer (SP), para vice-presidente na chapa da petista Dilma Rousseff. A Executiva também confirmou a realização da convenção nacional no dia 12, para oficializar a aliança nacional com o PT.

Mas os problemas regionais entre os dois partidos continuam, e a tentativa será resolvê-los nas convenções estaduais do PMDB, que acontecem entre 15 e 30 de junho. Temer se mostrou otimista sobre os problemas de palanque nos estados. Ele acredita que tudo se resolverá a tempo.

- Teremos muito tempo para resolver essas questões estaduais. A decisão do Diretório Nacional, dia 12, facilita os arranjos regionais, porque é natural os estados seguirem o acordo nacional – disse Temer.

O presidente do PMDB afirmou também que será um vice “discreto”:

- Vou ser extremamente discreto, como deve ser um vice-presidente.

( O Globo).



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