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Edital para Programa de Apoio à Popularização da Cência inscreve até segunda

qui, 08/09/11
por 65.dimas |

A chamada pública está disponível no site da fundação no endereço www.fapema.br.

A Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema) alerta para o prazo final de inscrição para o Edital do Programa de Apoio à Popularização da Ciência e Tecnologia/ Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Os interessados têm até a segunda-feira (12) para envio de propostas. A chamada pública está disponível no site da fundação no endereço www.fapema.br.

“O edital é para financiamento de projetos destinados a organização de feiras e mostras científicas e a execução de atividades científicas ou tecnológicas, que tenham como foco a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT)”, explicou a diretora presidente da Fapema, Rosane Nassar Meireles Guerra. Os eventos devem acontecer no período de 17 a 23 de outubro, quando será realizada a semana em todo o Brasil. O tema da SNCT deste ano é “Mudanças Climáticas, Desastres Naturais e Prevenção de Risco”.Os projetos contemplados pelo edital serão classificados em duas faixas. Na primeira, estão os projetos coordenados por pesquisadores vinculados às Instituições de Ensino Superior ou Pesquisa, públicas ou privadas, sediadas no Maranhão.

Cada projeto submetido nessa faixa poderá ter o valor máximo de R$ 4 mil. Concorrem na segunda faixa projetos oriundos de proponentes vinculados às escolas públicas ou privadas da rede de ensino médio. Cada projeto submetido nessa faixa poderá ter o valor máximo de R$ 2 mil.

Para faixa um estão alocados R$ 40 mil e para a dois, R$ 20 mil. Com esse edital o Governo do Estado, por meio da Fapema, pretende possibilitar a realizações de um maior número de eventos durante a SNCT, principalmente no interior. Ano passado, o Maranhão foi o terceiro estado do Nordeste em número de atividades realizadas na capital. No ranking nacional, o Estado ficou em 8º lugar. Atividades Para este ano a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, a Fapema, e entidades parceiras estão organizando uma diversidade de atividades, todas abertas à comunidade.

Os interessando em realizar atividades durante a semana e no período da II Mostra Científica do Maranhão, que acontece ao mesmo tempo, podem fazer inscrição no site da fundação. Tendas da ciência, exposições, oficinas e palestras; jornadas de iniciação científica; distribuição de cartilhas, encartes e livros; exibição de filmes e vídeos científicos; excursões científicas; programas em rádios e TVs; eventos que integram ciência, cultura e arte, fazem parte das atividades da semana.

A finalidade principal da SNCT é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de ciência e tecnologia (C,T&I), valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação. Pretende mostrar também a importância da C,T&I para a vida de cada um e para o desenvolvimento do país. Ela possibilita, ainda, que a população brasileira conheça e discuta os resultados, a relevância e o impacto das pesquisas científicas e tecnológicas e suas aplicações.

As informações são da Fapema.

*Fonte: www.imirante.com

Prêmio Fapema está com inscrições abertas até o dia 26

sáb, 20/08/11
por 65.dimas |

Podem concorrer alunos da iniciação científica até pesquisadores sênior, além de comunicadores.

Pesquisadores, comunicadores e mestres do saber popular têm até o dia 26 de agosto para se inscrever no Prêmio Fapema 2011, no endereço eletrônico www.fapema.br/premio. A premiação é realizada anualmente pela Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema). Podem concorrer desde alunos da iniciação científica até pesquisadores sênior, além de comunicadores.

O Prêmio Fapema já está em sua sétima edição. É considerada a maior premiação científica do Norte/Nordeste. Com o incremento das pesquisas no Estado, é esperado um recorde de inscrições. Em suas nove categorias, deste ano, podem ser contemplados desde os alunos que fazem iniciação científica júnior, no ensino médio, até os pesquisadores mais consagrados.

Foi destinado o valor total de R$ 150 mil, para as categorias Pesquisador Júnior, Jovem Cientista, Dissertação Mestrado, Tese de Doutorado, Pesquisador Sênior, Jornalismo Científico, Inovação Tecnológica, Desenvolvimento Humano e Empresa Inovadora.

Na edição deste ano, a Fundação inovou, criando a categoria Empresa Inovadora, com vistas nos empreendimentos que passaram a apostar na aplicação e produção de inovações. Alguns negócios maranhenses recebem apoio da própria Fapema, em um programa chamado Pesquisador na Empresa (PAPPE), que proporciona o financiamento de projetos, sem a necessidade de reembolso.

Outra novidade foi a criação da modalidade Vídeo/Filme, dentro da categoria Divulgação Científica. Neste caso, é obrigatório que a peça produzida seja sobre o tema “São Luís 400 anos: revisitando o passado e construindo o futuro”, escolhido com 39% dos votos, em consulta realizada no portal da Fapema. Nas demais categorias, os trabalhos não precisam abordar o tema. “Estamos aproveitando a comemoração do quarto centenário da nossa capital para resgatar detalhes da nossa história e pensar em soluções que a ciência pode nos apresentar para o futuro”, assegurou a presidente da Fapema, Rosane Guerra.

Até o período da cerimônia de premiação, prevista para o mês de novembro, serão realizados Colóquios Fapema, para discutir a temática, sob os olhares de diversas áreas do conhecimento.

As informações são da Secom do governo do Estado.

*Fonte: www.imirante.com

Fapema e CNPq apresentam Prêmio Jovem Cientista nesta quarta-feira

ter, 07/06/11
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categoria Ciência, Educação

Evento é aberto ao público e ocorre no auditório do Palácio Henrique de La Rocque.

A Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) apresentam à comunidade acadêmica maranhense, nesta quarta-feira (8), o XXV Prêmio Jovem Cientista.

O evento é aberto ao público e ocorre no auditório do Palácio Henrique de La Rocque a partir das 9h. O prêmio tem como objetivo incentivar a pesquisa no Brasil e é considerado pela comunidade científica uma das mais importantes premiações do gênero na América Latina.

A coordenadora de Cooperação Nacional, Ana Delgado Assad, e a responsável pelos Prêmios do CNPq, Rita de Cássia da Silva, trarão detalhes sobre a nova edição do Prêmio Jovem Cientista e definirão junto aos participantes estratégias de mobilização de professores e estudantes para se inscreverem no Prêmio.

O Prêmio Jovem Cientista é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Fundação Roberto Marinho, a Gerdau e a General Electric do Brasil (GE). As inscrições estão abertas até 31 de agosto, e os candidatos podem se inscrever pela internet ou pelos Correios. O regulamento completo do prêmio e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do prêmio (http://www.jovemcientista.cnpq.br/). O tema desta edição é “Cidades Sustentáveis”.

Quatro categorias são premiadas: graduado, estudante do ensino superior, estudante do ensino médio e mérito institucional. Há ainda uma menção honrosa para um pesquisador com título de doutor que tenha se destacado por sua trajetória na área relacionada ao tema do prêmio. Os orientadores das três categorias e as escolas dos três classificados do ensino médio são agraciados com laptops, como forma de estimular e reconhecer a cadeia de aprendizagem.

Na categoria mérito institucional serão premiadas duas instituições – uma de ensino médio e outra de ensino superior – às quais estiverem vinculados o maior número de trabalhos com mérito científico, desenvolvidos por candidatos inscritos nas categorias graduado, estudante do ensino superior e estudante do ensino médio.

Premiação

Na categoria graduado, os vencedores são agraciados com R$ 30 mil (1º lugar), R$ 20 mil (2º lugar) e R$ 15 mil (3º lugar). Para estudantes do ensino superior, os valores são de R$ 15 mil para o 1º lugar, R$ 12 mil para o 2º lugar e R$10 mil para o 3º lugar. Estudantes do ensino médio classificados em 1º, 2º e 3º lugares recebem um Laptop de última geração cada um. No mérito institucional, serão pagos R$ 35 mil para cada uma das duas instituições premiadas. O pesquisador que for indicado para a menção honrosa ganhará R$ 20 mil.

Além da premiação relacionada, todos os premiados recebem bolsas de estudo do CNPq, caso atendam aos critérios normativos do órgão, descritos no site. Os pesquisadores classificados em primeiro lugar em cada uma das categorias (graduado, estudante do ensino superior e estudante do ensino médio), também participarão de Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em 2012.

*Fonte: www.imirante.com

Brasileiros terão vacina contra dengue antes de vencer problema de saneamento básico, prevê secretário

seg, 18/04/11
por 65.dimas |

Cientistas esperam que a população brasileira possa, daqui a cinco anos, ser imunizada contra os quatro tipos de vírus da dengue. O prazo para resolver o problema epidemiológico é bem inferior ao tempo de que o país precisa para universalizar o saneamento básico, apontado como uma das causas para a prevalência da dengue. Segundo o governo federal, apenas em 2030, todos os brasileiros terão água encanada e rede coletora de esgoto em suas casas.

“Um dos problemas da dengue e outras doenças negligenciadas é que elas cresceram onde não há infraestrutura adequada. As pessoas têm que armazenar água, as prefeituras não conseguem recolher o lixo. Isso vai levar anos, talvez décadas para que a gente consiga resolver completamente”, afirma o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.

“Muitas dessas doenças negligenciadas são de pessoas negligenciadas”, assinala Barbosa, ao lembrar da incidência de tuberculose, hanseníase e de doenças parasitárias entre as pessoas que vivem em domicílios com pouco espaço e muitos moradores. “São pessoas que vivem em condições insalubres”, acrescenta, ao dizer que o tratamento médico gratuito não é suficiente para melhorar a vida das pessoas.

Na avaliação do secretário, a situação social torna a pesquisa em saúde ainda mais importante. Barbosa lembra que a pesquisa pode oferecer boas ferramentas de prevenção e controle de doenças. “Quando olhamos o panorama de doenças tropicais negligenciadas, as que persistem são aquelas em que as ferramentas disponíveis não são as melhores. E, por isso, o desenvolvimento científico e tecnológico é muito importante.”

“O desafio é desenvolver estratégias capazes de aumentar o acesso à saúde. Para isso, a gente também precisa de pesquisa operacional para ver qual a melhor estratégia para ver a maneira daquela população ser alcançada”.

Um quarto da pesquisa científica feita no Brasil é na área de saúde, o que torna o país referência mundial. “Temos desde pesquisas para buscar a modificação genética do mosquito da dengue até pesquisa para infectá-lo com um microrganismo que não faz mal para as pessoas e reduz a capacidade dele de se infestar com vírus da dengue”, diz o secretário de Vigilância em Saúde.

Segundo Barbosa, o país faz pesquisa básica, desenvolve ferramentas para atendimento à população, cria kits de diagnóstico, produz novos medicamentos e participa de testes e pesquisas operacionais para avaliar e implementar estratégias de imunização. “O Brasil tem um papel importante no campo da pesquisa de doenças tropicais. O país está procurando desenvolver sua vacina e está ajudando a testar a vacina que não é produzida aqui, mas, seguramente, será muito útil para o programa brasileiro de controle da dengue”, atesta Barbosa.

A pesquisa mais adiantada envolve o Núcleo de Doenças Infectocontagiosas da Universidade Federal do Espírito Santo, que participa dos testes clínicos de uma vacina desenvolvida pelo laboratório francês Sanofi Pasteur em 11 países tropicais. Além dessa pesquisa, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos, ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro; e o Instituto Butantan, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, trabalham na produção de vacinas em parceria com laboratórios internacionais.

*Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br

Produção de software responde por 33% do setor de TI do país

sex, 15/04/11
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Dados constam da Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação do IBGE.

As duas mil maiores empresas de tecnologia da informação brasileiras movimentaram R$ 39,4 bilhões em 2009, dos quais R$ 13 bilhões foram oriundos da produção nacional de softwares (programas de computador). Os dados constam da Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação 2009, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) e divulgada hoje (15).

A produção de softwares, portanto, respondeu por um terço da receita total bruta do setor de tecnologia da informação (TI) no país. Já a representação e o licenciamento de softwares estrangeiros no país movimentaram um volume três vezes menor, de R$ 4,4 bilhões, isto é, 11,1% do total movimentado no setor. “Isso mostra que o Brasil vem desenvolvendo software num ritmo bastante expressivo”, afirma o pesquisador Roberto Saldanha.

Outras atividades com participação importante no setor de TI em 2009 foram o tratamento de dados e infraestrutura para hospedagem em tecnologia da informação e outros serviços de informação para internet (R$ 6,6 bilhões ou 16,8%), consultoria técnica e auditoria em tecnologia da informação (R$ 6,1 bilhões ou 15,6%) e suporte técnico em tecnologia da informação (R$ 3,9 bilhões ou 9,9%).

A Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação 2009 analisou cerca de duas mil empresas com mais de 20 funcionários, que respondem juntas por 75% do mercado de TI no país.

*Fonte: www.imirante.com

Falta de apoio dificulta Pesquisa na Região Tocantina

qui, 14/04/11
por 65.dimas |

Estudantes de Imperatriz destaques em feiras nacionais e internacionais têm dificuldades para participar dos eventos

Embora as escolas públicas e particulares incentivem a Pesquisa por meio de feiras de Ciências locais e regionais, a apresentação dos projetos que são destaques nesses eventos em outros estados do país e em exposições internacionais ainda é difícil e um convite a desistência de muitos promissores pesquisadores. Isso porque o apoio financeiro aos projetos credenciados para os mais importantes eventos científicos do país é incipiente e ineficaz para a ajuda aos estudantes.

Está previsto para o mês de junho o Espaço Ciência em Olinda, onde projetos de pesquisa serão apresentados por alunos de todo o país. Imperatriz será representada pelos alunos Carlos Pereira Martins (19) e Thiago Pinto (18), acadêmico do curso de Ciências Biológicas (Unisulma) sob a supervisão do professor Zilmar Timoteo Soares com o projeto: “Laboratório Alternativo: Uma proposta para dinamizar as aulas de ciências construídas a base de materiais recicláveis”.

Carlos e Thiago, alunos egressos do Centro de Ensino Edison Lobão, iniciaram o projeto na feira de ciências do colégio, a EXPOCIÊNCIAS. Os estudantes pediram auxílio ao professor Zilmar para confeccionar uma estufa feita de materiais reaproveitados, mas foram incentivados a construir um laboratório inteiro em vez de um único equipamento.

Condensador – garrafas pets; Estufa – alumínio e papelão; Pluviômetro – vidro e funil simples; Ampulheta – garrafas pets. Aquilo que para muitos é lixo, na mão dos alunos acaba se transformando em equipamentos “genéricos” aos de laboratórios caríssimos. E o melhor de tudo, o laboratório alternativo é móvel, segue os alunos na produção dos experimentos em qualquer local.

O trabalho levou o prêmio de primeiro lugar da EXPOCIÊNCIAS de 2010 (na categoria ciências humanas e na geral), primeiro lugar na categoria grupo da Semana do Meio Ambiente Unisulma 2010 (onde o prêmio foi uma credencial para participar da MOSTRATEC – Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia – RS), primeiro lugar na FEBRACE – Feira Brasileira de Ciência e Engenharia na categoria de Ciências Humanas (como prêmio, credencial para Fenecit – Feira Nordestina de Ciência e Tecnologia – Recife).

Na MOSTRATEC tivemos 21 países inscritos, 15.000 projetos apresentados, 300 pré- aprovados e o “Laboratório Alternativo” com o 2º melhor prêmio: uma credencial para o ESI – EXPO-SCIENCE INTERNATIONAL a ser realizado em julho de 2011 na Bratislava, Eslováquia. Está incluído no calendário dos alunos, além da Fenecit que acontecerá em setembro no Recife, a MOSTRATEC 2011 no Rio Grande do Sul, no mês de outubro, a Milset, outro evento internacional na agenda dos estudantes, a ser realizado em Tlaxcala – México no mês de novembro.

Benefícios do Laboratório Alternativo

Carlos espera que o projeto consiga auxiliar todas as escolas públicas da cidade, já que o laboratório é de fácil confecção, baixo custo e vem acompanhado de apostilas com instruções e planos de aulas com 28 experimentos. Embora o projeto seja viável, de fácil aplicação e com potencial para incrementar a estrutura de toda a rede pública de ensino, um problema grave assola o grupo: a falta de apoio.

Na participação da FEBRACE no mês de março deste ano, apenas Carlos pôde ir, e ele mesmo teve de pagar passagem e as despesas para se manter durante a feira. (Guilherme Barros – Estagiário ASCOM/UNISULMA)

*Fonte: www.unisulma.edu.br



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