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Minha Casa, Minha Vida já contratou mais de 1 milhão de moradias desde o seu lançamento

sex, 14/10/11
por 65.dimas |

Desde que foi lançado, em março de 2009, o programa Minha Casa, Minha Vida já contratou mais de 1 milhão de moradias no território brasileiro. A meta é contratar mais 2 milhões de unidades habitacionais até 2014.

Na primeira fase do programa, o desafio era contratar um milhão de unidades habitacionais para atender famílias com faixa de renda até R$ 4.650. A meta foi alcançada e o número de moradias contratadas ultrapassou o previsto, chegando a 1.005.128 de unidades. Desse total, já foram entregues 316.710 moradias em todo o País.

Para a segunda etapa, o objetivo é contratar 2 milhões de unidades residenciais, de janeiro de 2011 a dezembro de 2014. Segundo o último balanço, realizado no dia 29 de setembro de 2011 pela Caixa Econômica Federal, a segunda etapa já contratou 278.897 unidades. Desse montante, 134.801 já foram entregues, com execução financeira de R$ 4,87 bilhões, em 2011.

*Fonte: www.oimparcial.com.br

Inscrições abertas para o “Programa Trainee Universitário 2012″ da Cemar

sex, 09/09/11
por 65.dimas |

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de setembro pela internet.

A Companhia Energética do Maranhão (Cemar) está com inscrições abertas para o “Programa Trainee Universitário 2012″, que visa captar e desenvolver jovens talentos para se tornarem futuros líderes na empresa. As inscrições podem ser feitas na página eletrônica da Cemar na internet até o dia 30 de setembro.

A oportunidade é para graduados entre janeiro de 2010 a dezembro de 2011 nas áreas de Engenharia da Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Administração de Empresas, Economia, Ciências da Computação, Comunicação e Marketing e Ciências Contábeis. Para ser um trainee na Cemar, é desejável que o candidato apresente excelente desempenho escolar e inglês avançado.

Os programas de trainees são adotados por diversas empresas e servem para dar oportunidade de desenvolvimento profissional aos recém-formados, que mesmo sem possuir experiência prévia, podem ser contratados ao final do programa. No ano passado, o “Programa Trainee Universitário” da Cemar obteve um total de 8.416 inscrições.

*Fonte: www.imirante.com

Câmara aprova texto básico do Pronatec

qui, 01/09/11
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A Câmara dos Deputados aprovou, na tarde desta quarta feira (31), o substitutivo da Comissão de Educação e Cultura da Casa ao projeto de lei do Poder Executivo que cria o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). A proposta, que foi aprovada em votação simbólica, tem como objetivo aumentar a oferta de cursos profissionalizantes e de qualificação profissional.

Nesse momento, os deputados analisam os destaques que pretendem alterar o texto aprovado. Antes da votação do texto básico, houve críticas e elogios a iniciativa. O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) disse que a matéria privilegia a transferência de recursos públicos para instituições privadas “de baixa qualidade”.

Já a deputada Fátima Bezerra (PT-RN) disse que o projeto vai assegurar 8 milhões de vagas na educação profissional, combinando “a boa formação geral com a sólida formação do ensino profissionalizante”. O deputado Marçal Filho (PMDB-MS) disse que o projeto vai estimular a manutenção dos jovens nas escolas. “Com o ensino profissional, essa realidade muda porque o jovem sabe que sairá da escola com um posto garantido no mercado de trabalho”.

Após concluir a votação dos destaques apresentados ao Pronatec, os deputados pretendem discutir e votar ainda hoje o projeto de lei que modifica o Supersimples. O projeto prevê um reajuste de 50% nos limites do faturamento anual da micro e pequena empresas, elevando de R$ 240 mil para R$ 360 mil o ganho da microempresa e de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões, o da pequena empresa.

*Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Maranhão mantém ritmo de crescimento na criação de empregos

qua, 17/08/11
por 65.dimas |
categoria Empregos, Maranhão

Dados do Caged revelam que o Estado gerou 3.021 novos empregos de carteira assinada em julho.

O Maranhão gerou 3.021 novos empregos de carteira assinada durante o mês de julho. O número é o saldo da diferença entre os 17.125 trabalhadores contratados durante o período e os 14.104 demitidos também em julho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego.

O bom desempenho repete a performance do mês de junho, quando 4.683 empregos foram gerados. No acumulado do ano, de janeiro a julho, 10.872 novos postos de trabalho foram criados em nosso Estado.

O resultado foi capitaneado pelo setor da Construção Civil (+1.236 vagas), que após o período de baixa nas contratações decorrente da estação chuvosa volta a liderar o índice de empregabilidade maranhense.

O setor de Serviços (+849) ficou em segundo lugar, seguido pela Indústria de Transformação (+415). Dentre os municípios, os que mais se destacaram foram os de São Luís, Açailândia e Balsas, que detiveram o maior número de contratações.

Para o secretário de Trabalho, José Antônio Heluy, “os dados mostram que a situação das guserias está alcançando a estabilidade perdida durante a crise mundial de 2008”, destacou.

O saldo líquido de emprego no Maranhão representa uma expansão de 0,74% em relação ao mês anterior, tendo se destacado entre os estados do Nordeste, juntamente com o Ceará, que alcançou o mesmo índice.

*Fonte: www.imirante.com

Brasil cria 16,5 mil vagas temporárias

qua, 03/08/11
por 65.dimas |
categoria Brasil, Empregos

Brasil cria 16,5 mil vagas temporárias

Os setores da indústria, do comércio, turismo, de lazer e entretenimento criaram em julho 16,5 mil vagas temporárias em todo o País, de acordo com pesquisa divulgada na terça-feira (2) pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem).

O número representou aumento de 10% em relação a julho de 2010, segundo a diretora de comunicação da entidade, Jismália de Oliveira Alves. O resultado, acrescentou ela, também ultrapassou a previsão de 16,2 mil contratações temporárias para o mês.

Do total de vagas temporárias criadas em julho, 14% foram transformadas em emprego efetivo ou os contratos foram prorrogadas. “Isso significa que o setor, periodicamente, em especial nas datas pontuais, mostra a sua dinâmica nas efetivações.”

De acordo com a pesquisa, 23% vagas foram ocupadas por jovens em situação de primeiro emprego. Jismália acredita que essa tendência deve se manter. “Em todas as pesquisas pontuais que fazemos, a gente sempre observa que em torno de 23% a 30% de vagas são ocupadas por jovens em situação de primeiro emprego.”

A região Sudeste gerou o maior número das vagas temporárias em julho: 8.448. São Paulo abriu 5.001 vagas, seguido por Minas Gerais, com 1.856, e Rio de Janeiro, com 1.257. O Sudeste representa 51,26% de todas as vagas geradas em julho.

A segunda região em termos de contratações em julho foi o Nordeste, com 3.226. A Bahia foi o estado que mais gerou vagas no Nordeste: 1.028.

Em termos de gênero, Jismália disse que os setores de lazer e entretenimento contrataram 55% de homens e 45% de mulheres. Já a indústria e o comércio empregaram 45% de homens e 55% de mulheres.

 

*Fonte: http://www.oimparcial.com.br/

Maranhão cria, em junho, 4.683 novas vagas de emprego

qua, 20/07/11
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O Estado teve 19.165 admissões e 14.482 demissões. Em maio, foram apenas 24 novos postos.

De um saldo de apenas 24 novos postos de trabalho formais criados no mês de maio, o Maranhão salta para 4.683 no mês de junho. É o terceiro Estado do Nordeste com saldo positivo. À frente do Maranhão apenas a Bahia, com 11.767, e Pernambuco, com 11.328.

O Estado teve a maior variação de empregos do Nordeste, 1,16%, levando em consideração o “estoque” do mês anterior.

De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os setores de agropecuária e o de serviços foram os que tiveram o maior número de novas vagas abertas, com 1.366 e 1.057, respectivamente. Essas duas áreas vêm seguidas por indústria e formação, com 955 novos postos, construção civil, com 938, comércio, 309, serviço de indústria de utilidade pública, 45, e extrativismo mineral, 24. O setor de administração pública teve redução de 11 vagas de emprego, já que foram quatro admissões e 15 demissões.

Analisando os dados do Caged, o secretário de Trabalho do Estado, José Antônio Heluy, disse que o esforço que o governo do Estado tem feito em prol da qualificação profissional de trabalhadores poderá se refletir na taxa de rotatividade. “O trabalhador bem qualificado tem mais garantia de estabilidade no emprego, isso é um fato. E o governo tem investido em qualificação e vai dar continuidade a esses investimentos”.

*Fonte: www.imirante.com

Taxa de desemprego é a menor para meses de abril desde 2002

qui, 26/05/11
por 65.dimas |

A taxa de desemprego fechou abril em 6,4%, informou hoje (26) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o menor para um mês de abril desde o início da série de coleta de dados da Pesquisa Mensal de Emprego, em 2002.

A taxa de abril é considerada estável em relação à registrada um mês antes, que foi 6,5%. Na comparação com abril de 2010, quando o indicador ficou em 7,3%, houve diminuição de 0,9 ponto percentual.

De acordo com o levantamento, a população desocupada no país foi estimada em 1,5 milhão de pessoas e não aumentou em relação a março. Na comparação com o mesmo período de 2010, esse contingente teve queda de 10,1%, o que indica que em abril deste ano havia 173 mil pessoas a menos em busca de emprego.

A população ocupada também ficou estável na passagem de um mês para outro, totalizando 22,3 milhões de trabalhadores, e aumentou 2,3% em relação a abril de 2010. Com isso, em abril deste ano havia 492 mil pessoas a mais ocupando postos de trabalho.

O documento do IBGE aponta ainda que o rendimento médio dos trabalhadores ocupados ficou em R$ 1.540 em abril, tendo apresentado queda de 1,8% em relação a março e aumento de 1,8% na comparação com abril de 2010.

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) avalia a situação do mercado de trabalho em seis regiões metropolitanas – Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre.

*Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br

Brasil deve criar 1,7 milhão de vagas em 2011, diz Ipea

sex, 29/04/11
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Micro e pequenas empresas não terão problema para contratar mão de obra qualificada.

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta quinta-feira (28), em São Paulo, estima que a economia brasileira criará 1,7 milhão de empregos em 2011. Já o número total de profissionais contratados deve chegar a 21 milhões, levando em conta as 19,3 milhões de vagas que devem ser preenchidas em razão da rotatividade no mercado de trabalho.

Segundo o Ipea, porém, o número de contratações não será suficiente para empregar todos os profissionais qualificados, já que o país chegará ao fim do ao com 22 milhões de trabalhadores com qualificação profissional. Nesta conta, entram os que estão desempregados por conta da rotatividade (19,3 milhões), os cerca de dois milhões de desempregados qualificados, mais os 762 mil trabalhadores que entram no mercado já com qualificação e experiência profissional.

O levantamento considera a expectativa de crescimento da ordem de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e utiliza informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego; e a Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O estudo mostra, ainda, que um milhão de trabalhadores com experiência e qualificação profissional ficará desempregado. Isso porque, segundo o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, há desigualdades de oportunidades em setores e nos estados. “Não temos do ponto de vista global escassez de mão de obra, mas quando o recorte é feito por setores e estados não há vagas ou as vagas existentes não são preenchidas por falta de qualificação”.

O problema está concentrado principalmente nas grandes empresas. Segundo o economista, as micro e pequenas empresas, que empregam 80% dos trabalhadores no país, não terão problemas em relação à mão de obra. “Os pequenos negócios absorvem mais pessoas e são mais flexíveis em relação à qualificação”.

Para ele, o gargalo da mão-de-obra na pequena empresa está na dificuldade de seleção para a vaga e na questão salarial. “A maior rotatividade de mão-de-obra acontece nas pequenas empresas. No Brasil, aliás, a rotatividade é muito grande, em torno de 40% das pessoas empregadas”.

Possibilidades

O economista defende a criação de um organismo nacional de intermediação de mão de obra que possa recolocar trabalhadores de uma determinada região em outra onde há escassez de pessoas. “Eu acredito que se esse organismo for criado teremos um avanço na queda do desemprego no país. O que está acontecendo agora é um grande desequilíbrio em alguns setores e estados brasileiros”.

Segundo ele, a intermediação de mão de obra ajudaria principalmente as micro e pequenas empresas do interior do país que têm grandes dificuldades de recrutar trabalhadores em suas localidades.

*Fonte: www.imirante.com (Imirante, com informações da Agência Sebrae)

Negras e com baixa escolaridade são maioria das trabalhadoras domésticas

qua, 27/04/11
por 65.dimas |

Mulheres negras e com baixa escolaridade formam a maioria das trabalhadoras domésticas brasileiras. Em entrevista por ocasião do Dia Nacional das Trabalhadoras Domésticas, a presidente da federação da categoria, Creuza Maria de Oliveira, disse que no Brasil a atividade deriva do trabalho escravo e por isso grande parte da categoria é negra. “O trabalho doméstico no Brasil é executado por mulheres negras, que não tiveram a oportunidade de ir para uma faculdade [por exemplo] e o trabalho que é valorizado é o acadêmico”, afirmou.

A assistente de programas da Organização das Nações Unidas para as mulheres, a ONU Mulheres, Danielle Valverde, afirmou que a maioria das trabalhadoras domésticas não chega a concluir o ensino básico.  

“É um trabalho que tem grande componente de gênero, porque é exercido por mulheres, e também étnicorracial. No caso do Brasil, é feito por mulheres negras. Na América Latina, é um emprego exercido em grande parte por mulheres indígenas”, afirmou.

Ela disse ainda que grande parte das empregadas domésticas tem direitos legalmente reconhecidos, como a Carteira de Trabalho assinada e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas que na prática eles ainda não são considerados.

“Embora seja definido pela legislação que devem ter a carteira assinada, ainda estão na informalidade. Isso significa falta de acesso a uma série de direitos como o  Instituto Nacional do Seguro Social [INSS], a licença-maternidade e o seguro-desemprego por falta da assinatura [da carteira]”.

Daniella afirmou também que o Artigo 7º da Constituição Federal garante esses direitos, mas não obriga os patrões a concedê-los. ”A Constituição Federal, no Artigo 7º, ainda não garante a igualdade de direitos em relação a outras categorias. Por exemplo, o  FGTS ainda é facultativo para as empregadas domésticas. Os empregadores ainda não são obrigados a pagar o fundo de garantia.”

Creuza, por sua vez, disse que há 36 anos as trabalhadoras domésticas garantiram esses direitos, mas é necessário que os patrões mudem de mentalidade e os reconheçam. “Estamos na luta para que haja mudança de mentalidade dos empregadores, que é o reconhecimentos das leis. No Brasil há 8 milhões de trabalhadoras domésticas, mas 80% não têm carteira assinada nem contribuição para a Previdência”, informou.

Para a presidente da federação que representa a categoria, ainda falta às trabalhadoras domésticas garantir o direito à hora extra, ao salário família, seguro-desemprego e auxílio por acidente de trabalho. “Estamos lutando ainda por equiparação de direitos aos de outros trabalhadores”, acrescentou.

*Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br

Em março, criação de empregos formais cai 0,94% no Maranhão

qua, 20/04/11
por 65.dimas |

Construção civil e serviços foram as áreas que puxaram a queda: foram 3.955 demissões em março.

De um saldo positivo de 1.160 empregos criados em fevereiro, o Maranhão passou para uma perda de 3.816 cargos no mercado de trabalho em março deste ano, representando uma variação negativa de 0.94% em relação ao mês anterior. Em janeiro, o saldo também foi negativo, com menos 1.060 postos. Os números foram revelados na Evolução de Emprego do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) nesta terça-feira (19).

A queda na criação de empregos formais no Maranhão foi puxada pela construção civil e pelo setor de serviços. O primeiro teve perda de 2.271 postos de emprego, e o segundo perdeu 1.384 postos de emprego. Depois desses dois setores, a maior perda foi no comércio, com saldo negativo de 200 postos.

Ao contrário, os setores da agropecuária e indústria de transformação tiveram aumento no número de empregos formais. Foram 390 e 74 empregos criados respectivamente.

As outras áreas que perderam postos de trabalho foram: extrativa mineral, com menos 10; serviço industrial de utilidade pública, com menos 24; e administração pública, com menos 91 postos.

Em fevereiro, quando a criação de empregos no Estado foi positiva, a alta foi puxada pelo setor de serviços e agropecuária, com criação de 949 e 870 postos de trabalho, respectivamente. A construção civil, naquele mês, já apresentava queda de 1.619 postos de trabalho.

*Fonte: www.imirante.com



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