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Vendas de imóveis novos em SP despencam em janeiro, diz Secovi

ter, 22/03/11
por 65.dimas |

Vendas de imóveis novos em SP despencam em janeiro, diz Secovi

Queda registrada foi de 45% em relação ao mesmo mês de 2010.
Janeiro apresentou o menor volume de comercialização desde 2004.

As vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista registraram forte queda de 45% em janeiro em relação ao mesmo período do ano passado, segundo aponta pesquisa do Sindicato da Habitação (Secovi-SP) divulgada nesta terça-feira (22). 

No primeiro mês deste ano, foram vendidos 830 imóveis na capital, menor volume para janeiro desde 2004 (quando houve mudança na metodologia da pesquisa), segundo o Secovi, que atribui o tombo à sazonalidade do período de férias. Em dezembro passado, foram comercializadas 4.960 unidades em São Paulo.

Para o economista-chefe do Secovi, Celso Petrucci, o resultado de janeiro é “pontual”. Por isso, conforme afirmou, “ainda é cedo para traçar tendências”. Ele destaca como positiva a alta registrada nos lançamentos: 601 unidades, contra 590 unidades em igual período do ano passado.

O tipo de imóvel que mais vendeu no período foi o de dois quartos. Em janeiro, foram comercializadas 307 unidades, equivalente a 37% do total vendido na capital. Imóveis de três dormitórios ficaram com a segunda maior fatia: 257 unidades (31%).

Região metropolitana

As vendas na região metropolitana de São Paulo registraram queda de 32,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. A cidade de São Paulo participou com 32,7% e as demais concentraram 1.705 unidades.

Lançamento

De acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), em janeiro, 601 unidades foram colocadas em oferta na capital paulista. A participação da capital foi de 37,3% no volume de lançamentos da região metropolitana, considerando-se os 1.610 imóveis ofertados no mês.

Considerando que a sazonalidade de início do ano atinge também o segmento de imóveis comerciais, janeiro teve o lançamento de apenas um empreendimento, com 31 conjuntos, na capital.

 

  

 

 

*Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/03/vendas-de-imoveis-novos-em-sp-despencam-em-janeiro-diz-secovi.html

Faculdades municipais de SP têm 56% de vagas ociosas

qui, 10/03/11
por 65.dimas |

Faculdades municipais de SP têm 56% de vagas ociosas

Segundo Censo da Educação Superior, 13 mil vagas estão em aberto.
Entidades criadas antes da Constituição podem cobrar mensalidade.

Excesso de cursos em cidades pequenas, mensalidades semelhantes às praticadas pela rede privada e qualidade duvidosa fazem com que as faculdades públicas mantidas por municípios no Estado de São Paulo tenham dificuldade para preencher as vagas. Segundo o último Censo da Educação Superior, 56,7% das vagas oferecidas em 2009 não foram preenchidas, o equivalente a 13 mil. A taxa vem crescendo desde 2004, quando sobravam 6 mil.

Muitas dessas autarquias – entidades que recebem verbas do município, mas têm autonomia de gestão – oferecem mais de mil novas vagas por ano em cidades com população entre 30 mil e 100 mil habitantes. Dependem de credenciamento no Conselho Estadual de Educação, porém atuam sem interferência do Ministério da Educação (MEC).

Dessa forma, não são obrigadas a seguir as normas federais ou passar por avaliações como o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). Diferentemente das instituições federais e estaduais paulistas, não gozam, em sua maioria, de boa reputação. E, apesar de serem públicas, as faculdades municipais criadas antes da Constituição podem cobrar mensalidades.

Os responsáveis pelas entidades creditam à concorrência crescente com a rede particular a queda de interesse pelas faculdades municipais. Em São Manuel, município com 35 mil habitantes, das 320 vagas oferecidas pelo Instituto Municipal de Ensino Superior (Imes) no ano passado, apenas 74 foram preenchidas. “O que causou isso foi a expansão da oferta de ensino superior. Hoje, São Manuel tem três faculdades. O Imes existe desde 1982, e a sobra de vagas começou no fim dos anos 90, com o início da expansão do ensino superior privado”, afirma o diretor acadêmico Marcelo Augusto Totti.

O diretor executivo do Sindicato das Entidades de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo (Semesp), Rodrigo Capelato, concorda. “A expansão desse mercado, com grandes universidades oferecendo mensalidades e opções mais atraentes, trouxe dificuldades para as fundações municipais.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

 

*Fonte: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/03/faculdades-municipais-de-sp-tem-56-de-vagas-ociosas.html

Governo de SP propõe a sindicalistas piso de R$ 600

qua, 09/02/11
por 65.dimas |
categoria São Paulo

Governo de SP propõe a sindicalistas piso de R$ 600

O secretário de Emprego e Relações do Trabalho de São Paulo, David Zaia, apresentou hoje às centrais sindicais as três novas faixas do piso salarial do Estado. Durante encontro com representantes das entidades nesta manhã, o secretário informou que os novos valores são: R$ 600, R$ 610 e R$ 620. A informação é de sindicalistas que participaram do encontro. O anúncio oficial do valor do novo piso paulista será feito às 15 horas pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, no Palácio dos Bandeirantes.

As atuais faixas do piso paulista são R$ 560, R$ 570 e R$ 580, dependendo da ocupação do trabalhador. Assim, o reajuste no piso seria de 7,14%. Nos demais valores, os reajustes equivalem a 7,01% e 6,89%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2010 foi de 6,47%. O reajuste não tem impacto nas contas públicas estaduais, pois é concedido apenas a trabalhadores da iniciativa privada que não tenham piso regulado por legislação federal.

Em janeiro, Alckmin havia garantido que o mínimo paulista seria superior à inflação acumulada em 2010. A legislação federal determina que o piso estadual seja superior ao mínimo nacional, hoje em R$ 545 (desde 1º de fevereiro).

Na reunião desta manhã, as centrais sindicais propuseram que o piso paulista fosse reajustado em 8,04%, o que elevaria as três faixas para R$ 605, R$ 615 e R$ 625. De acordo com as entidades, o secretário do Trabalho levará a proposta para o governador de São Paulo que irá estudá-la. Os sindicalistas informaram ainda que o governo do Estado se comprometeu, no encontro de hoje, em antecipar até 2014 a discussão do piso regional para janeiro, como já é feito em âmbito nacional.

Na última reunião com as centrais sindicais, Zaia havia defendido um reajuste do mínimo paulista que acompanhasse apenas a inflação acumulada de 2010. Alckmin, contudo, foi contra e determinou que o piso fosse elevado, pelo menos, para R$ 600. A decisão visa dar suporte à postura da bancada do PSDB no Congresso Nacional de defesa de mínimo nacional de R$ 600, acima do proposto pelo governo Dilma Rousseff, de R$ 545. Um mínimo de R$ 600 foi promessa de campanha do candidato derrotado à Presidência da República José Serra (PSDB).

 

 

*Fonte: http://estadao.br.msn.com/economia/artigo.aspx?cp-documentid=27606751

Blecaute atinge parte de São Paulo

ter, 08/02/11
por 65.dimas |

Blecaute atinge parte de São Paulo 

Há registros de falta de luz nos bairros Vila Olímpia, Brooklin e Jabaquara.
Segundo Eletropaulo, houve um problema na transmissão.

Parte da cidade de São Paulo sofreu um blecaute na tarde desta terça-feira (8). Segundo a Eletropaulo, concessionária de energia do município, houve um problema na transmissão da energia elétrica.

A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista, por sua vez, diz não saber a causa do problema.

Houve registros de falta de luz nos bairros Vila Olímpia, Brooklin, Jabaquara, Itaim Bibi e nas regiões da Avenida Paulista e do Ibirapuera. Em alguns locais, a luz foi restabelecida em minutos.

No Aeroporto de Congonhas, também houve queda de energia, mas os pousos e decolagens não foram afetados. Segundo a Infraero, o problema foi constatado das 15h12 às 15h25.

Às 15h45, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), havia 17 semáforos apagados na cidade, a maioria na Zona Sul da capital.

Segundo a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e o Metrô, a circulação dos trens não foi afetada pela falta de luz.

 

 

*Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/02/blecaute-atinge-parte-de-sao-paulo.html



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