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Projeto oferece livros infantojuvenis pela internet

seg, 18/04/11
por 65.dimas |

Mais de 30 mil registros, o equivalente a 22 mil títulos, estão disponibilizados no site da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (Fnlij) para consulta de pesquisadores, estudiosos e educadores, dentro do projeto Biblioteca Fnlij, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e Petrobras.

A secretária-geral da fundação, Beth Serra, disse à Agência Brasil que o site da Biblioteca Fnlij é o único no país com esse tipo de informação. Ele reúne um acervo tão vasto de publicações dedicadas ao público infantojuvenil. O projeto contribui para subsidiar pesquisas e políticas culturais e educacionais de compra de livros.

Todas as publicações recebidas pela fundação estão à disposição dos interessados na Biblioteca Fnlij. Cerca de 1,2 mil títulos são recebidos pela entidade a cada ano.

A ferramenta visa a auxiliar também os pais e educadores na compra de livros para as crianças e jovens, de acordo com a sua faixa etária. “A ideia é essa. A biblioteca tem um atendimento para quem é pesquisador e, também, para os pais e professores e educadores em geral. Eles podem saber o que está sendo publicado no Brasil dentro do universo infantil”, disse.

As informações sobre o acervo são atualizadas automaticamente, afirmou Beth Serra. Elas incluem os títulos premiados pela fundação ao longo dos anos e, ainda, os livros que se encontram no mercado. “É um cardápio bastante variado para pais e professores que já consultam para comprar acervo, para orientar a leitura”, ressaltou a secretária-geral da Fnlij.

*Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br

Produção de software responde por 33% do setor de TI do país

sex, 15/04/11
por 65.dimas |

Dados constam da Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação do IBGE.

As duas mil maiores empresas de tecnologia da informação brasileiras movimentaram R$ 39,4 bilhões em 2009, dos quais R$ 13 bilhões foram oriundos da produção nacional de softwares (programas de computador). Os dados constam da Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação 2009, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) e divulgada hoje (15).

A produção de softwares, portanto, respondeu por um terço da receita total bruta do setor de tecnologia da informação (TI) no país. Já a representação e o licenciamento de softwares estrangeiros no país movimentaram um volume três vezes menor, de R$ 4,4 bilhões, isto é, 11,1% do total movimentado no setor. “Isso mostra que o Brasil vem desenvolvendo software num ritmo bastante expressivo”, afirma o pesquisador Roberto Saldanha.

Outras atividades com participação importante no setor de TI em 2009 foram o tratamento de dados e infraestrutura para hospedagem em tecnologia da informação e outros serviços de informação para internet (R$ 6,6 bilhões ou 16,8%), consultoria técnica e auditoria em tecnologia da informação (R$ 6,1 bilhões ou 15,6%) e suporte técnico em tecnologia da informação (R$ 3,9 bilhões ou 9,9%).

A Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação 2009 analisou cerca de duas mil empresas com mais de 20 funcionários, que respondem juntas por 75% do mercado de TI no país.

*Fonte: www.imirante.com

SBPC: declaração de inconstitucionalidade das organizações sociais pode afetar produção científica

qui, 31/03/11
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A presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, acredita que a eventual declaração de inconstitucionalidade da Lei das Organizações Sociais “afetaria a produção científica no país” e comprometeria a aplicação de conhecimento. “Nós conseguimos aumentar o número de pesquisas no país e a formação de pesquisadores doutores [com a criação das organizações sociais]. Falta transformar o conhecimento em inovação. O modelo de gestão das OS [organizações sociais] permite isso”, disse ela à Agência Brasil.

Há, no país, cerca de 300 organizações desse tipo em funcionamento. Elas estão em 14 estados e em cerca de 160 municípios. No nível federal, têm destaque instituições de pesquisa incluídas no Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, como o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), o Laboratório Nacional de Luz Síncroton, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (no Amazonas), além da Associação das Pioneiras Sociais, gestora da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação.

Hoje (31), o Supremo Tribunal Federal (STF) julga ação direta de inconstitucionalidade (Adin) que questiona a legalidade das organizações sociais. A ação foi movida em 1998 pelo PT e pelo PDT, coligados em chapa que concorreu à Presidência da República nas eleições daquele ano.

De acordo com os dois partidos, o funcionamento das OS, previsto na Lei 9.637/1998, significa a privatização de atividades de competência do Estado, esvazia o controle social sobre as políticas públicas e programas executados e fere ritos da administração pública, já que os contratos de gestão das organizações sociais com órgãos públicos dispensam licitação.

O consultor Humberto Martins fez uma pesquisa, em 2009, sobre o funcionamento das organizações sociais para o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e concluiu que as OS são um modelo de gestão moderno e que as restrições apontadas pelos dois partidos não se aplicam. “Falar em privatização é um exagero inadequado. Não há venda de ativos do patrimônio público”, ressaltou.
 
Segundo o consultor, as OS têm, de fato, mais flexibilidade de funcionamento do que os órgãos da administração direta, o que as dispensa de seguir a Lei de Licitações e a lei do regime jurídico dos servidores públicos civis.

Martins lembra, no entanto, que as organizações sociais devem prestar contas aos tribunais de Contas e aos órgãos de controle e fiscalização como a Controladoria-Geral da União (CGU).

O advogado da SBPC e da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Rubens Naves, que fará sustentação oral como amicus curiae (amigo da corte), em favor das organizações sociais, avalia que a ação do PT e do PDT “está superada historicamente”. Ele lembra que, em governos do PT, na Bahia, do PMDB, no Rio de Janeiro e do PSDB, em São Paulo e Minas Gerais, entre outros, há contratos de gestão com organizações sociais.

Em oitos anos de governo Lula, a Lei das Organizações Sociais não foi modificada e a Advocacia-Geral da União (AGU) deu parecer favorável à lei, em consulta do STF. “Se for declarada a inconstitucionalidade será o caos, um retrocesso com impacto muito grande”, diz o advogado ao contabilizar que só no estado de São Paulo há 18 hospitais que funcionam sob o modelo de gestão das OS.

A petição da Adin é assinada por advogados que tiveram procuração direta do ex-presidente do PT e ex-ministro José Dirceu e do ex-presidente do PDT e ex-governador Leonel Brizola (morto em 2004). A petição inicial dos dois partidos está disponível na página do STF.

*Fonte: www.agencia brasil.ebc.com.br

Criador da rede social Orkut tem conta no Facebook

seg, 28/03/11
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Criador da rede social Orkut tem conta no Facebook

Orkut Buyukkokten tem conta no site concorrente.
No Facebook, ele tem 455 amigos.

O criador da rede social do Google, o Orkut, criou um perfil no site concorrente Facebook. Orkut Buyukkokten possui 455 amigos no site criado por Mark Zuckerberg. (Foto: Reprodução)

Níveis de radiação seguem altos ao redor da usina nuclear de Fukushima

qui, 17/03/11
por 65.dimas |

Níveis de radiação seguem altos ao redor da usina nuclear de Fukushima

Helicópteros militares jogaram água no complexo.  

O lançamento de água do mar a partir de helicópteros militares na usina nuclear de Fukushima não surtiu os efeitos pretendidos pelos especialistas que tentam resfriar o superaquecido reator 3, e evitar um desastre de grandes proporções no Japão, com vazamento de material radioativo. Segundo informou nesta quinta-feira (17) a empresa operadora da central atômica, a Tokyo Electric Power (TEPCO), os altos níveis de radiação não diminuíram.   

A maior preocupação neste momento é o reator 3 da usina nuclear, onde dois helicópteros das Forças de Autodefesa (Exército) lançaram água pelo menos quatro vezes de manhã. Segundo a TEOCO, os níveis de radiação seguirem estáveis.   

O nível de radiação ao redor da central, onde estão alguns trabalhadores, é de 3 mil microsievert por hora, frente aos 1 mil microsievert por ano que se consideram seguros para a saúde humana.    

Os helicópteros lançaram água de uma altura de 90 metros, quando o nível de radiação se situava em 4,13 milisievert por hora, segundo explicou nesta quinta-feira o ministro de Defesa japonês, Toshimi Kitazawa.   

O governo do Japão, no entanto, assegura que não há planos de ampliar o perímetro de segurança estabelecido num raio de 20 km da usina de Fukushima.    

O porta-voz do governo, Yukio Edano, assinalou também que o Japão “entende” a recomendação dos Estados Unidos para que seus cidadãos em um raio de 80 km da central abandonem a zona, mas insistiu que, por enquanto, o Japão não considera necessário ampliar o perímetro estabelecido.  

Cerca de 200 mil pessoas foram retiradas nos últimos dias em um raio de 20 km da usina de Fukushima, enquanto foi recomendado que aqueles que vivem entre 20 e 30 km não saiam de suas casas, fechem as janelas e evitem usar os aparelhos de ar-condicionado.   

Nesta quinta, as autoridades japonesas aumentaram em 28 mil o número de pessoas retiradas nas localidades próximas à usina nuclear. Estas pessoas foram levadas para centros de amparo na província de Fukushima e nas zonas de Niigata e Togichi, segundo a rede de televisão “NHK”.    

A usina afetada fica a 240 km ao norte de Tóquio.   

Blecaute    

O governo japonês alertou que um blecaute pode ocorrer em Tóquio nesta quinta, reflexo dos problemas de provisão de energia elétrica depois que o terremoto de sexta (11) atingiu e danificou usinas nucleares que abastecem o país e a região da capital japonesa.   

O ministro da Indústria, Banri Kaieda, citado pela agência local de notícias “Kyodo”, pediu que as operadoras de trem da área de Tóquio suspendam o serviço.   

A usina foi bastante danificada pelo terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami, que atingiu a costa noroeste, provocando mortes, devastando regiões da costa e causando uma crise energética, econômica e humanitária no arquipélago.    

A preocupação internacional sobre a situação da usina cresceu ao longo da quarta-feira (16). Os novos acontecimentos na usina, bastante afetada pelo grande tremor são “muito sérios”, disse o chefe da agência nuclear da ONU, Yukiya Amano.     

Imagem da TV japonesa mostra helicóptero militar lançando água sobre o reator 3 na manhã desta quinta (17) (Foto: AFP)
    


Foto de satélite feita nesta quarta-feira (16) pela DigitalGlobe mostra a usina de Fukushima Daiichi. Vapor pode ser visto saíndo dos reatores 2 e 3. Também podem ser vistos danos nos reatores 1 e 4 e em outros prédios. (Foto: AP)    

O chefe da AIEA, Yukiya Amano, disse que vai visitar o país nesta quinta para obter mais dados sobre a situação. “Quero ver como podemos ajudar melhor o Japão”, disse em Viena, na Áustria.   

Ele afirmou que foram confirmados danos no núcleo de três reatores da usina. Mas disse que ainda é cedo para dizer que a situação está “fora de controle”.   

Em meio à retirada de estrangeiros, equipes continuavam procurando vítimas do tremor e do tsunami nas regiões costeiras afetadas. número oficial de mortos passa de 5.100, mas a expectativa é de que ele cresça. Cerca de 8.606 pessoas continuavam desaparecidas e 450 mil estão desabrigadas, em abrigos provisórios, e enfrentando frio e falta de comida.  

    

     

     

*Fonte: http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/03/niveis-de-radiacao-seguem-altos-ao-redor-da-usina-nuclear-de-fukushima.html

nova versão para PCs

qui, 24/02/11
por 65.dimas |

Windows 8 para tablets terá aparência diferente da nova versão para PCs

G1 apurou que Microsoft deve usar mais de uma interface em novo sistema.
Com ‘máscara’, programa ficaria mais amigável para tela sensível ao toque. 

O presidente da Microsoft, Steve Ballmer, afirmou em janeiro, na abertura do Consumer Electronics Show 2011, que a nova versão do sistema operacional Windows será compatível não apenas com os computadores tradicionais, com arquitetura Intel, mas também com equipamentos mais leves, com processadores ARM e tela sensível ao toque. Mas embora PCs e tablets compartilhem as entranhas do Windows 8, cada tipo de aparelho poderá exibir uma “cara” diferente, mais adaptada ao formato do aparelho.

Segundo fontes ligadas à empresa de Redmond, a decisão da Microsoft de criar uma interface gráfica específica, e não um sistema operacional completamente independente para tablets, foi tomada com base na percepção da empresa de que o principal ativo da companhia é a onipresença do Windows — e do pacote Office — no ambiente corporativo.

“Acreditamos que o usuário vai querer fazer com o tablet tudo o que ele faz em seu computador no escritório”, afirmou, ao G1, o vice-presidente sênior da divisão de comunicações móveis da Microsoft, Andy Lees, durante evento no Mobile World Congress de Barcelona. Por isso, segundo Lees, a empresa desistiu de simplesmente adaptar o Windows Phone 7, sistema operacional da empresa utilizado em telefones celulares e que será adotado pela Nokia, para a tela maior dos tablets.

A principal vantagem, do ponto de vista do consumidor, é que será possível utilizar, nos tablets, programas desenvolvidos para Windows. Isso não é possível, por exemplo, com o iPad, que não é compatível com aplicativos criados para computadores Mac.

Tentativa frustrada

Lees, no entanto, sabe que a Microsoft já tentou usar uma versão completa do Windows, praticamente intocada, em aparelhos sem mouse e teclado. Em 2001, a empresa lançou o conceito de “Tablet PCs”, computadores com tela sensível ao toque rodando Windows.

Sem adaptações de interface e com preço alto para a época, o produto fracassou. Nove anos depois, em 2010, a Apple conseguiu, utilizando um sistema originalmente criado para celulares, fazer do iPad o maior sucesso de vendas do ano no setor de tecnologia.

“O fato de utilizarmos o mesmo sistema operacional, com todas as funções, não significa que a interface será a mesma”, afirmou Lees. Um engenheiro ligado ao desenvolvimento do novo Windows confirmou ao G1 que a empresa testa o uso de uma “máscara” adaptada para comandos feitos com o toque da ponta dos dedos, e não mais pelos tradicionais cliques do mouse.

Até mesmo a interface Metro UI, que nasceu para o tocador de vídeos e MP3 Zune, passou para o Windows Media Center, e agora é usada em todos os telefones com sistema da Microsoft, está sendo testada pela Microsoft. Seria, no caso, uma maneira de criar uma “ponte” unindo o sistema para telefones ao utilizado em tablets e PCs.

Por enquanto, nem a interface para a versão tradicional do Windows 8 é conhecida. Durante a apresentação na CES 2011, Steve Ballmer enfatizou que as máquinas que rodavam a nova versão do sistema operacional, compilado para processadores com arquitetura ARM, ainda exibiam elementos da interface gráfica Aero, do Windows 7.

Abordagem diferente

A estratégia adotada pelas maiores concorrentes da Microsoft — a Apple, com o iPad, e o Google, dono do sistema Android — é diferente. Na companhia de Steve Jobs, por exemplo, o iPhone até chegou a ser anunciado, em 2007, como um telefone rodando Mac OS X. Mas, quando chegou ao mercado, o que se viu foi um aparelho com sistema que bebia nas mesmas fontes — ou seja, Unix — que os computadores da Apple, mas sem compatibilidade com os programas feitos para a plataforma Mac OS X.

O Google também mantém linhas diferentes de desenvolvimento para computadores tradicionais e para tablets e celulares – embora, no caso da gigante das buscas, o jogo tenha se invertido, já que o sistema para PCs, o Chrome OS, é mais novo que o Android

 

 

  

*Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/02/windows-8-para-tablets-tera-aparencia-diferente-da-nova-versao-para-pcs.html

Juiz britânico aprova extradição de Julian Assange para a Suécia

qui, 24/02/11
por 65.dimas |

Juiz britânico aprova extradição de Julian Assange para a Suécia

Fundador do Wikileaks pode ser interrogado no país por crimes sexuais.
Assange nega acusações e diz que o caso é motivado politicamente.

O juiz britânico Howard Riddle aprovou nesta quinta-feira (24) a extradição do fundador do Wikileaks, Julian Assange, para a Suécia. O país quer a extradição por afirmar que ele é suspeito de quatro crimes sexuais. De acordo com a rede britânica BBC, o juiz comunicou a decisão na corte de Belmarsh Magistrates Court, em Londres.

A Suécia quer interrogá-lo no âmbito de acusações de que ele teria violentado e agredido sexualmente duas mulheres, embora não tenha sido formalmente acusado. Advogados de Assange argumentavam que ele não obteria um julgamento justo na Suécia.

No entanto, o australiano de 39 anos nega as acusações, embora admita ter mantido relações sexuais com as duas mulheres. Segundo ele, o caso é motivado politicamente pelo vazamento de milhares de documentos confidenciais da diplomacia americana e documentos secretos sobre as guerras do Iraque e do Afeganistão.

Fundador do Wikileaks, Julian Assange chega à Corte, em Londres, nesta quinta (Foto: Matt Dunham/AP)

Assange estava vivendo na mansão de um conhecido, sob um tipo de prisão domiciliar, desde que um tribunal lhe concedeu liberdade sob fiança em dezembro.

Em um resumo do caso divulgado na Internet, os advogados de Assange argumentaram que o mandado de prisão foi emitido para puni-lo por suas opiniões políticas, e enviá-lo à Suécia seria um passo para que ele seja transferido aos Estados Unidos. ‘Existe um risco real de que, se ele for extraditado à Suécia, os EUA buscarão sua extradição e/ou rendição ilegal aos EUA, onde haveria o risco real de ele ser detido na Baía de Guantánamo ou em qualquer outro lugar…’, disse o documento. ‘De fato, se o sr. Assange for entregue aos EUA…há um risco verdadeiro de que ele poderá estar sujeito à pena de morte’, afirmou.

O governo norte-americano está examinando se acusações criminais podem ser feitas contra Assange pela publicação de documentos diplomáticos que revelaram informações sensíveis como aquelas indicando que o rei saudita Abdullah pediu repetidas vezes aos Estados Unidos que atacasse o programa nuclear do Irã.

 

 

*Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/02/juiz-britanico-aprova-extradicao-de-julian-assange-para-suecia.html

Na Justiça, dono de iPhone obriga Oi a desbloquear recursos de telefone

qua, 23/02/11
por 65.dimas |

Na Justiça, dono de iPhone obriga Oi a desbloquear recursos de telefone

Empresa terá que habilitar Facetime uso do aparelho como modem 3G.
Oi disse que não comenta ‘ações judiciais em andamento’.

A operadora Oi será obrigada a liberar o recurso Facetime, presente em todos os iPhone 4, para um cliente da operadora. A decisão da juíza Betiza Marques Sória Prado, da comarca de Jaú (a 296 km de São Paulo), determina que a empresa libere o uso do recurso e, caso se negue, deverá pagar uma multa diária de R$ 100.

A primeira versão desta reportagem afirmava que o recurso atingia todos os clientes da operadora Oi. A informação foi corrigida às 9h50 desta quarta-feira (23).

A empresa, que disse ao G1 que “não comenta ações judiciais em andamento”, ainda terá que liberar o uso do “tethering”, que, na prática, transforma o iPhone em um modem 3G. A Oi tem 15 dias para recorrer do processo.

O Facetime é um recurso do iPhone 4 que utiliza sua câmera frontal para conversas por meio de vídeos com outros usuários usando a rede Wi-Fi. A ação do advogado José Augusto Zen Ferri, exige que a empresa libere os dois recursos que, segundo ele, estão na propaganda do iPhone 4 feita pela empresa.

“Comprei o aparelho desbloqueado em outra operadora e coloquei meu chip Oi. Quando liguei o aparelho, os dois recursos não estavam disponíveis. Liguei para o atendimento ao consumidor [da empresa] e ela disse que o compartilhamento pela internet não estava disponível porque não havia um plano de dados compatível, do mesmo modo que o Facetime”. Ele afirma que o atendente disse que não havia previsão para os recursos funcionarem.

Ferri disse ao G1 que testou o iPhone 4 com chips da Vivo e da Claro e tanto o compartilhamento de internet quanto o Facetime funcionaram normalmente. “Tenho uma publicidade da Oi que mostra que o Facetime é um recurso que está disponível para todos os usuários”. Ele entrou com a ação na tarde de 11 de fevereiro na Vara do Juízado Especial Cível e Criminal do Fórum de Jaú. A decisão saiu no dia 15.

O advogado Antônio Gonçalves, especialista em relações do consumidor do escritório Antonio Gonçalves Advogados Associados, afirma que este é o típico caso de propaganda enganosa. “Se a empresa disponibiliza o aparelho, ela tem que levar todos os recursos disponíveis nele ao cliente. Caso não o faça, o cidadão tem direito a buscar os seus direitos”, disse ao G1. Ele conta que caso fosse a Anatel que não tivesse tecnologia necessária para disponibilizar os recursos do iPhone 4, o consumidor poderia processá-la.

Ferri afirma que irá recolher mais provas para entrar com uma representação no Ministério Público contra a Oi, pedindo que a operadora libere o Facetime e o compartilhamento de internet para todos os clientes. Para Gonçalves, a decisão em primeira instância ajuda outros usuários. “Como existe um marco histórico, eles podem procurar o Procon, que por sua vez entrará com uma ação coletiva”.

 

  

 

*Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/02/na-justica-dono-de-iphone-obriga-oi-desbloquear-recursos-de-telefone.html

Antivírus de celular se multiplicam, mas quem precisa de um?

seg, 21/02/11
por 65.dimas |

Antivírus de celular se multiplicam, mas quem precisa de um? 

Segundo a Kaspersky, existem dois mil vírus ‘móveis’.
Softwares agregam recursos além da detecção de pragas.

Um dos motivos da troca do nome da coluna “Segurança para o PC” para “Segurança Digital” é a migração das ameaças: não estão mais só no PC. Usuários de smartphones rodando Android ou Symbian têm à disposição uma variedade de softwares e serviços de segurança, contando com rastreadores e outras funções antirroubo. Há, também, os tradicionais antivírus.

Já que esses celulares “inteligentes” estão cada vez mais comuns, a tendência natural é a de que vírus apareçam para essas plataformas. Mas a situação de hoje é diferente daquela em que estavam os PCs quando os vírus começaram a aparecer junto da popularização dos computadores. Apesar dos milhões de celulares em operação, a ameaça ainda é muito pequena.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.

iPhone

Antivírus para iPhone também foram criados – ironicamente, antivírus falsos para usuários que fizeram jailbreak para instalar programas fora da App Store da Apple. Ou seja, o software de “proteção” prometido era com frequência um programa malicioso mascarado.

Companhias antivírus se interessam na plataforma da Apple, mas hoje um dos motivos que leva à instalação de softwares de segurança em celulares são regras da empresa. Muitas empresas têm como política de segurança a instalação de um antivírus em qualquer sistema informatizado que possa ter um – seja ele um computador, um notebook ou um celular. Essas empresas não vão usar um iPhone com jailbreak e, portanto, cortam a maior parte do risco e do incentivo para instalar um antivírus.

Mesmo assim, o software de segurança permanece sendo interessante para gerenciar essas políticas internas, garantindo que o iPhone do funcionário não seja modificado de uma forma que contrarie as regras da empresa. Somente um iPhone autenticado será capaz de fazer login no sistema interno da companhia.

Android, Symbian e Windows Mobile

A situação nos celulares com Android, do Google, Windows Mobile, da Microsoft, e Symbian, da Nokia, é mais complicada. O Symbian é a plataforma móvel com mais vírus em existência; os mais comuns são os vírus que, depois de infectar o dispositivo, enviam torpedos SMS para números Premium. São torpedos que vão custar caro e parte do valor pago pertence ao dono do número – o criminoso. Em alguns países esse tipo de ataque é muito comum, normalmente porque o setor de telecomunicações é pouco regulamentado e permite esse abuso de números Premium (também conhecidos como números 0900).

O Android tem enfrentado problemas diversos e reais. Diferentemente do iPhone, o Android permite a instalação de aplicativos fora do Market. Isso significa que um criminoso pode criar um aplicativo malicioso para Android, disponibilizar na internet e lançar alguma campanha, via e-mail, SMS ou envenenamento de pesquisas, para divulgar sua criação. Apesar disso, programas maliciosos já conseguiram entrar no Android Market. A explicação para isso é o fator psicológico envolvido na aprovação de aplicativos.

Como o número de apps legítimos é muito maior que o de apps maliciosos – principalmente porque o criminoso não precisa passar pela aprovação do Market – os avaliadores podem facilmente ficar “mecanizados” por nunca encontrar nada e aprovar sem medo de que estarão corretos aparentemente 100% das vezes. O solitário aplicativo malicioso que passar pelo processo não será detectado. Se mais aplicativos maliciosos forem enviados ao market, tudo será feito com mais cuidado; hoje o trabalho parece inútil na maior parte do tempo, já que os apps maliciosos são muito raros.

Mas o Android não depende só do market. Durante a instalação do aplicativo, o usuário é informado a respeito das permissões que o app requer para funcionar no telefone. Nessa tela é possível identificar comportamentos estranhos. Por exemplo, um aplicativo que irá realizar uma função de localização precisa enviar um SMS ou realizar chamadas telefônicas? Essa é uma proteção que simplesmente não existia – e ainda não existe com a mesma facilidade – nos desktops.

O cenário de vírus para celular é diferente e é por isso que, apesar de enorme base de usuários, o risco permanece baixo. Dados do IDC sugerem que 300 milhões de smartphones foram vendidos em 2010. Mesmo assim, há apenas dois mil vírus, segundo a fabricante de antivírus Kaspersky.

Para quem é feito o antivírus para celular?

Os principais interessados em um antivírus para celular são as empresas que buscam manter os aparelhos em conformidade com as regras internas. Os “antivírus” integram recursos de rastreamento e antifurto para terem alguma utilidade além da simples detecção de ameaças, agregando valor e dando o diferencial para as companhias que buscam esse tipo de solução.

Entre os usuários, só precisa de antivírus quem quer instalar muitos aplicativos, especialmente aplicativos fora das “lojas” oficiais dos sistemas (Android Market e Windows Marketplace). O iPhone, por ser uma plataforma fechada, segue como um caso a parte; apenas usuários que fizeram jailbreak foram alvos de ataque até hoje, por vírus como o Ikee.

A disponibilidade de programas de segurança para celulares pode fazer um usuário pensar que o problema existe e é comum – mas esse não é o caso, pelo menos ainda não. Aquele que tomar cuidado com tudo o que instalar, recusar arquivos que receber aleatoriamente por Bluetooth (um risco grande principalmente no Symbian) e verificar as permissões solicitadas pelos apps no Android dificilmente vai ser alvo de um ataque.

Por ora, os ataques são tão raros que até mesmo a eficácia dos antivírus é contestável. Nas empresas, um modelo em que apenas aplicativos autorizados podem ser executados é funcional. No caso de usuários finais, isso não faz sentido algum, já que o próprio usuário pode ser enganado para autorizar um aplicativo malicioso. Sendo assim, pelo menos no momento, o antivírus para celular é para poucos. Não se deixe intimidar pela quantidade de ofertas.

 

 

 

 

*Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/02/antivirus-de-celular-se-multiplicam-mas-quem-precisa-de-um.html

Máquina vence duelo contra humanos em programa de TV

qui, 17/02/11
por 65.dimas |

Máquina vence duelo contra humanos em programa de TV  

Supercomputador levou a melhor em programa de conhecimentos gerais.
Seus recursos avançados de análise podem ajudar na indústria da saúde.   

Após uma maratona de três noites no programa de TV que testa conhecimentos gerais, Jeopardy, o supercomputador da IBM, Watson, saiu vitorioso ao vencer o prêmio de US$ 1 milhão.    

Os concorrentes do computador foram os dois melhores participantes de todos os tempos, Ken Jennings, que anteriormente obteve 74 vitórias consecutivas na série e Brad Rutter, que levou a maior quantia de dinheiro, US$ 3 milhões. Entretanto, no final, suas habilidade não foram suficientes para vencer o Watson.  Watson, o supercomputador da IBM é muito grande para caber no estúdio e foi conectado remotamente
 (Foto: AFP/IBM) 
   

Em busca de um significado   

Mas a vitória de Watson e IBM foi mais do que ganhar dinheiro. Tratava-se de inaugurar uma nova era na computação onde as máquinas serão cada vez mais capazes de aprender e entender o que os humanos estão realmente pedindo a elas.   

“Jeopardy” é visto como um desafio significativo para Watson por causa do formato do programa que é bem rápido e usa pistas que dependem de significados sutis, trocadilhos e adivinhas, algo que os seres humanos são muito bons e os computadores não.    

Na noite da grande final, a IBM anunciou um acordo de pesquisa de reconhecimento de fala com a empresa Nuance Communications, para “explorar, desenvolver e comercializar” recursos avançados de análise do Watson na indústria da saúde.  

A tecnologia por trás Watson tem a capacidade de digitalizar e analisar informações de muito mais recursos do que um ser humano, num curto período de tempo e, assim, pode ajudar os médicos no diagnóstico de pacientes com mais rapidez.   

Outras possíveis aplicações para a tecnologia de Watson incluem lidar com grandes conjuntos de dados comumente encontrados nas áreas jurídica e financeira.   

O maior desafio para os cientistas da IBM foi o de ensinar o Watson a distinguir entre expressões literais e metafóricas, e a compreender trocadilhos e gírias.  

  

  

  

*Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/02/maquina-vence-duelo-contra-humanos-em-jeopardy.html



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