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Brasil: um dos piores países do mundo no ranking de impostos empresariais

qui, 17/02/11
por laercio |
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Todos os anos, nesta época, você tem a missão de fazer seu Imposto de Renda. No Brasil, apesar da evolução do sistema de preenchimento online e dos recordes em arrecadação, esta tarefa é mais complexa ainda se falarmos dos impostos para as empresas.

Num recente estudo chamado “Pagar Impostos – 2011 – Um retrato global” elaborado pela PricewaterhouseCoopers PWC sobre 183 países, foram avaliados indicadores chave por exemplo:  como anda a cobrança de impostos para empresas, a facilidade de preencher formulários, a quantidade de impostos e o valor total pago. A empresa de consultoria PWC fez um estudo de caso considerando uma empresa de porte médio.

No Brasil, como vamos? Bem mal!

Considerando os 183 países pesquisados, veja o nosso retrato:

  • Ranking de Facilidade de pagar impostos: 152 posição.
  • Ranking de Número de impostos: 33 posição.
  • Ranking de Tempo para preencher formulários:  183 posição.
  • Ranking de Proporção Total de Impostos: 168 posição.

Veja na figura abaixo os 5 países menos complicados e os 5 países mais complicados em sistemas de impostos empresariais:

TOP 5  MAIS COMPLICADOS:

  1. BELARUS
  2. República Centro Africana
  3. Ukrania
  4. República do Congo
  5. Chade

TOP 5 MENOS COMPLICADOS:

  1. ilhas Maldivas
  2. Catar
  3. Hong Kong
  4. Cingapura
  5. Emirados Árabes Unidos

Acesse  o relatório completo do estudo clicando aqui.

Fonte:  PricewaterhouseCoopers

A primeira publicação original e exclusiva do iPad chegou: The Daily

qui, 03/02/11
por laercio |
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Chegou a The Daily. Finalmente! A primeira publicação digital exclusiva do iPad. Veio pelas mão de Rupert Murdoch, o magnata da mega News Corp. Será a saída de um novo modelo de negócios? Conseguirá se viabilizar diferentemente dos  jornais e revistas tradicionais que nasceram no papel e agora estão migrando suas versões para o leitor digital?

Vontade (e money) não falta. Segundo a revista Época Negócios, com a The Daily, Murdoch quer misturar excelência jornalística com tecnologias de reprodução de conteúdo para desbravar um possível novo modelo de negócios para o jornalismo digital. “Nós podemos – e nós faremos – o negócio das notícias se tornar viável novamente”.

Qual o seu diferencial? Tem a profundidade e qualidade de uma revista semanal, é entregue diariamente como um jornal e atualizada em tempo real como a internet. Sacou?

Das ist The Daily. Porque “Os novos tempos demandam um novo jornalismo”.

Como é um jornal sem papel, sem impressoras rotativas milionárias e sem a necessidade de caminhões para entregar, The Daily vai custar menos de US $ 1 por semana. Ou US $ 39,99 a assinatura anual.

Para você que já tem o seu iPad, aproveite e faça o download agora na App Store.

Se você ainda não o tem, assista o vídeo abaixo e pegue um lenço pra não babar ao ver os recursos. Enjoy it!


O ESTADO é “media partner” da CasaCor Maranhão

qua, 02/02/11
por laercio |
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Durante a CasaCor Maranhão uma das atrações especiais é o espaço de 400 m2 do hangar que pode receber até 2 helicópteros e que também será o ponto de encontro do lounge O ESTADO – SHOPPING DA ILHA. Como jornal oficial do evento (midia partner), O ESTADO estará presente em parceria com o Shopping da Ilha que também é patrocinador máster. Durante 45 dias, serão realizados eventos corporativos para convidados sempre às segundas-feiras. O Shopping da Ilha fará sua recepção nos dias 7 e 28 de fevereiro.

O projeto de ambientação do lounge é do escritório de arquitetura Andrade e Junqueira. Seus parceiros na produção foram: Espaço Fátima Lima, Florense, Light Design e Brasil Mármores e Vidros.

O lounge foi pensado para receber eventos de vários tamanhos. Três ambientes foram criados: uma cozinha gourmet mais dois outros ambiente com poltronas e puffes localizados estrategicamente no 2º andar da casa com vista para o mar da Baía de São Marcos.

O ESTADO se associa ao maior evento de decoração do Brasil, em sua versão maranhense, também por meio de uma cobertura especial que começou com a revista Ambientes O ESTADO em 2010, e segue com uma Edição Especial CasaCor que circulará neste domingo (6/2).  Ao longo dos quase dois meses de exposição, o jornal fará reportagens especiais diariamente na seção VIDA CASACOR MARANHÃO e também no caderno DOM que circula aos domingos.

Outra ação de relacionamento está sendo oferecida com exclusividade aos assinantes de O ESTADO:  eles tem direito a desconto de 50% na compra do ingresso para visitar a CASACOR MARANHÃO, de terça-feira a sábado, das 16h às 22h.

COMO:  Para ter acesso ao desconto os assinantes devem apresentar seu cartão do CLUBE DO ASSINANTE O ESTADO válido com RG na bilheteria da CASACOR MARANHÃO no ato da compra do ingresso.

VALOR DO INGRESSO COM 50% DESCONTO:

3as, 4as e 5as.: R$ 10,00

6as e sábados: R$ 12,50

Ficha técnica do Anúncio:

  • Central Mirante de Marketing
  • Direção de Arte:  Amanda Simões.

Rede de joalherias lança em São Luis a Campanha beneficente “Estrelas do Bem”

qua, 02/02/11
por laercio |
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Sob o comando dos empresários Solfiere Alavá e Rosário Buenos Aires, a rede de joalherias Rosa Rio é a joalheria oficial da Casa Cor Maranhão; e está presente na edição maranhense da maior mostra de decoração da América Latina no espaço assinado pelas arquitetas Vanessa Azevedo, Heloína Maria Reis e Heloísa Pestana.

Mas a presença da Rosa Rio na Casa Cor Maranhão vai muito além da tradicional comercialização de jóias e peças de decoração. Nesta quinta-feira (03.02), em parceria com a AJESP – Associação dos Joalheiros e Relojoeiros do Estado de São Paulo e IBGM – Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos, a Rosa Rio lança em São Luis a Campanha beneficente “Estrelas do Bem”, em evento para convidados que acontece na Casa Cor Maranhão, das 19h às 22h.

Como atrações, a presença das atrizes globais Carolina Chalita e Aparecida Petrowyk (que fizeram as personagens de Suzana e a Sandrinha da novela Viver a Vida); além de show com o músico Rodrigo Santos e Banda, integrantes do Grupo Barão Vermelho.

A campanha Estrelas do Bem é uma homenagem do setor joalheiro à arte e à cultura do Brasil, através da concepção, produção e comercialização de uma jóia exclusiva com renda revertida para o Retiro dos Artistas (RJ). Um belo pingente em forma de estrela, criado pela designer Heloisa Azevedo, que já está disponível nas melhores joalherias do país e por aqui, com exclusividade na loja da Rosa Rio na Casa Cor Maranhão. Toda a renda da venda dos pingentes é revertida para o Retiro dos Artistas, localizado no Rio de Janeiro e que serve de abrigo para artistas idosos e sem condições de se manterem.

FOTO – DIVULGAÇÃO.

Publicitários: “tá tudo aprovado!”

ter, 01/02/11
por laercio |
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Cliente fala para o publicitário. Veja nesse vídeo uma das situações que mais acontecem no dia a dia do Publicitário. Um profissional criativo e muito, mas muito paciente. É a homenagem da agência Monkey Business ao Dia do Publicitário que aconteceu hoje, 1 de fevereiro.

Parabéns a todos que atuam no mercado publicitário! Hoje, o que nós fazemos, tá tudo aprovado!

Clique e conheça o site da agência dentro do Facebook

“O meio TV vive transformação, mas ainda é o mais eficiente no Brasil”, afirma Globo

ter, 01/02/11
por laercio |
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Reproduzo entrevista de Willy Hass,  Diretor de Comercialização da Rede Globo de Televisão sobre o cenário atual da TV aberta, concedida ao jornal Propaganda & Marketing:

Audiência não garante publicidade em TV

Willy Haas, da Globo, diz que há outras disciplinas fundamentais e destaca novas plataformas

Ganhar e perder audiência são ingredientes básicos na guerra das TVs. A Rede Globo de Televisão mantém o topo, mas perde volume. Já teve média confortável de 26% e atualmente ocupa a faixa dos 20%. Porém, as TVs nunca faturaram tanto. A Globo, na expressão do diretor geral de comercialização, o executivo Willy Haas, vai crescer 25% em 2010, cerca de R$ 9 bilhões. Nesta entrevista Haas diz que o meio TV vive transformação. Se na década de 90 a média de aparelhos era de 1,1 por lar, atualmente é de 1,9. Ter audiência significa ter venda garantida de publicidade? Haas responde: “Não”. Na sua avaliação, o interesse pelas TVs cresce por que “está caindo a ficha de que é com investimento above the line que se constrói marcas protagonistas dos mercados e, portanto, essa deve ser a prioridade nos investimentos. A televisão aberta no Brasil se apresenta como a ferramenta mais eficiente”. Veja a entrevista de Haas.

A audiência das TVs está caindo? Como é esse fenômeno?

- O que está acontecendo, embora muitos ainda não percebam, é que estamos vivendo uma fase de transformação para um novo cenário de comunicação e mídia. Nunca se assistiu tanta TV quanto hoje, no mundo inteiro, não só devido ao barateamento dos aparelhos, mas também pela oferta de novos devices para assistir TV. Atualmente, a TV não é vista apenas em casa, mas nos celulares, nos automóveis, ônibus, metrô e nos computadores. Nos anos 90 a penetração da TV não chegava a 90% dos lares brasileiros. Hoje esse índice está próximo dos 100%, com quase dois aparelhos em média para cada domicílio. O número exato é 1,9 televisor em cada lar. Esse número era 1,1 televisor em média na década de 90. Em 1990, a TV aberta podia atingir pouco mais de 140 milhões de pessoas. Hoje esse número é quase 50 milhões maior!

Qual é o número da audiência média da Globo? A Rede Globo perdeu e perde audiência nos últimos anos quando teve pico de 26% e hoje está com cerca de 20%? Essa perda é relacionada ao crescimento da concorrência?

- Não, ela está relacionada à mudança de hábitos de assistir televisão. Ao procurar fraquezas na televisão aberta brasileira, muitos acabam recorrendo a análises superficiais, sem considerar, por exemplo, o número de pessoas assistindo TV e o nível de envolvimento com o conteúdo em questão. Os anunciantes e suas agências fazem uso de avaliações mais técnicas e sofisticadas.

Ter audiência significa ter venda garantida de publicidade?

Não. A venda de espaço comercial na Globo envolve muitos outros fatores como ter uma operação comercial eficaz, um intervalo bem cuidado, a preocupação em atender a cada necessidade de comunicação de nossos anunciantes com a solução de mídia adequada, tudo isso aliado a uma tabela de preço realista.

Há mais concorrência?

- Há uma valorização excessiva do investimento below the line. Mas em um mercado maduro como o brasileiro, sabe-se que quem quer ser protagonista no seu mercado deve priorizar o investimento above the line. É preciso construir imagem e manter marcas fortes. Está “caindo a ficha” de que é com investimento above the line que se constrói marcas protagonistas dos mercados e, portanto, essa deve ser a prioridade nos investimentos. A televisão aberta no Brasil se apresenta como a ferramenta mais eficiente, outro aspecto é que no below the line há dificuldade na mensuração dos resultados.

Audiência é o principal produto de venda das emissoras de televisão?

Audiência é muito importante, mas não é tudo. Podemos dizer que ela é o aspecto quantitativo mais importante do produto que oferecemos.

Se há perda de audiência, por que os faturamentos das TVs, especialmente o da TV Globo, que na sua própria expressão vai ter faturamento publicitário elevado em 25% em 2010, não para de crescer?

- Isso se chama eficiência e certeza de onde é seguro investir. Anunciantes não desperdiçam seus investimentos. Se preferem a Globo é porque assim atingem seus objetivos de comunicação. Ou porque impedem o desenvolvimento de seu concorrente. Ou ainda, o que acontece mais frequentemente, os dois objetivos são atingidos. Conhecemos nosso telespectador, o seu nível de preferência, lealdade e aderência à nossa programação. Esse é um diferencial que o mercado anunciante valoriza. Somos geradores de conteúdos explorados por todos os outros meios. Aliás, até por concorrentes do meio TV.

As vendas de monitores de TV vêm crescendo no Brasil. Como esse volume interfere no cálculo e distribuição de audiência? Muda muito? Como se dá o equilíbrio com os novos devices como celulares, por exemplo, que captam sinal das TVs abertas?  Esses equipamentos ampliam apenas a logística ou há uma nova maneira de observar a audiência de TV? Como essa nova realidade interfere no cálculo de GRPs (Gross Rating Points)? Como se executa a combinação de GRP com Tarp (Target Rating Points)? E os cálculos de ROI (Retorno sobre Investimento)? Como são praticados?

- Para nós será sempre bem vinda a sofisticação e a melhoria nos sistemas de aferição dos investimentos em mídia. Orgulhamos-nos de oferecer um espaço comercial eficiente, cuja preferência será ainda mais destacada quanto mais eficiente for o sistema de mensuração. Acompanhamos de perto as vendas dos novos aparelhos, o desenvolvimento de novas tecnologias e as novas formas de ver TV para que, assim que houver uma maior representatividade, possamos desenvolver novas formas de medir a audiência. Por enquanto, a base ainda é pequena, mas, em breve, vamos ter medições baseadas no conceito três telas.

Explique esse conceito das três telas.

- Três Telas é como denomina-se as três plataformas básicas através das quais o conteúdo desenvolvido em vídeo é disponibilizado ao consumidor de mídia: Televisão, Internet e Celular, neste caso, tanto conteúdo televisivo ou produzido por outras fontes, e distribuído através da internet ou da operadora de celular.

Quem vê TV são as classes C e D? A TV é o melhor de diversão dessas classes sociais?

- Como bem demonstram as pesquisas de audiência, toda a população brasileira assiste a TV, independentemente de classe social. Existe muita coisa sendo dita em relação ao comportamento de audiência das classes sociais. Continua claro nas pesquisas que as classes populares assistem mais TV em comparação com as classes mais altas, as quais têm mais acesso às diferentes formas de entretenimento. Existem grandes controvérsias em relação à correção dos critérios de classificação socioeconômicos atualmente disponíveis.

Como é a disputa pela liderança?  É uma meta? Por que é tão importante ser líder?

-Nossa meta maior é manter o padrão de excelência na qualidade da programação, pelo qual somos internacionalmente reconhecidos. A liderança é apenas uma consequência desse nosso esforço. Para conquistar e manter-se na preferência do telespectador a Globo faz com que o público se reconheça numa programação feita para brasileiros, por brasileiros. A Globo reflete o dia-a-dia da diversidade da cultura nacional, permitindo que o Brasil se veja orgulhosamente retratado num show de imagens e de conteúdo de qualidade.

A Globo perde audiência com algum programa? Ou é líder em tudo?

- Variações acontecem sazonalmente, mas em média somos líderes absolutos em todas as faixas horárias.

Dá para ser certeiro nos targets na TVs abertas?

- Sim. Um bom uso das pesquisas de mídia, aliada à programação diversificada, ao portfólio de mais de 50 formatos comerciais da Globo e a presença da Globo em 122 mercados, o planejamento de mídia torna-se mais eficiente.

Do ponto de vista científico, como a Globo se abastece para manter desenvolver formatos e projetos atraentes para telespectadores e anunciantes?

- A Globo mantém investimento constante em tecnologia, estudos e pesquisas em sua área de negócios e, a partir daí, consegue inovar ao ser ousada, sem medo de apostar em novas ideias.

A emissora vende o volume de audiência do programa ou do break?

- Para nós essa separação não existe, pois os programas têm diferentes temas e divisões de breaks e, portanto, diferentes comportamentos.

O que os anunciantes mais exigem da Rede Globo?

- Qualidade de conteúdo, eficiência operacional e retorno no investimento.

Qual a diferença entre share e audiência domiciliar?

Resumidamente, share é a participação de determinada emissora no total de aparelhos ligados num determinado horário e audiência é o total de aparelhos sintonizados em determinado canal sobre uma base total de aparelhos de TV daquela região (ligados e desligados).

A audiência média do break comercial diminui mesmo? Sim ou não? Por quê? O que fazer para evitar o zapping?

- Ter uma programação envolvente, um intervalo comercial bem cuidado, com uma duração coerente e certamente muito bem trabalhado pelas agências de publicidade que com qualidade reconhecida internacionalmente contribuem para inibir o zapping.

A boa publicidade prende o telespectador ou já é cultural sair da sala na hora do intervalo?

- A boa publicidade é aquela que compete com a atenção do programa.

O merchandising como os realizados na Ana Maria Braga, Luciano Huck, novelas, no Faustão e no BBB prende mais a atenção do telespectador?

- Nós acreditamos em propaganda. Sabemos também que quando uma agência ou um anunciante decide por ações em nossos programas, ele quer agregar à sua comunicação os valores adicionais do nosso conteúdo ou da imagem dos nossos comunicadores. Mas um bom comercial, atrativo, com valores de produção, de mensagem clara e dirigida adequadamente ao público-alvo é mais eficiente que uma ação de merchandising ou um comercial ao vivo. É no intervalo comercial que os objetivos de comunicação são atingidos. O merchandising deve ser encarado como uma ferramenta diferenciada que reforça as estratégias de comunicação das marcas.

Mulher vê mais TV? E o homem?

- O perfil do público de TV é 60% de mulheres e 40% de homens.

Como se executam as pesquisas para a produção de conteúdo? Pesquisa muda o rumo de um personagem de uma novela?

- Não, ela apenas indica a percepção e a opinião dos telespectadores. Quem muda o rumo é o autor da trama.

Pesquisa muda um comercial?

- Essa pergunta deve ser respondida pelos anunciantes.

por Paulo Macedo

28.01.2011

Fonte:  www.propmark.com.br



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