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	<title>Leopoldo Vaz</title>
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	<description>Leopoldo Vaz, esporte, imirante, sao luis, maranhao</description>
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		<title>NO CEV HOJE</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 18:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leopoldovaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência & Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Novidades Lei Nº 12.395 de 16 de Março de 2011. e o Decreto ? Aniversário de 1 Ano cevnautas e plantonistas! Desde 1º de março de 2004 (Decreto nº 5.000 de 1º de março de 2004) a Lei ’Mater do esporte brasileiro’ Nº 9.615/98 e suas alteracoes nao tem DECRETO REGULAMENTADOR,salvo alguns dispositivos de interesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Novidades</h3>
<ul>
<li><a href="http://cev.org.br/comunidade/legislacao/debate/lei-n-12395-16-marco-2011-o-decreto-aniversario-1-ano/"><strong>Lei Nº 12.395 de 16 de Março de 2011. e o Decreto ? Aniversário de 1 Ano</strong></a><br />
cevnautas e plantonistas! Desde 1º de março de 2004 (Decreto nº 5.000 de 1º de março de 2004) a Lei ’Mater do esporte brasileiro’ Nº 9.615/98 e suas alteracoes nao tem DECRETO REGULAMENTADOR,salvo alguns dispositivos de interesse do Poder Executivo. Muito ’alardeou-se’ com o texto da Lei nº 12.395,de 16 de março de 2011(DOU 17.03.2011)&#8230;mas,até o momento,nada do DECRETO REGULAMENTADOR. A CF,88 prevê no art. 84 IV: &#8220;Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República: (&#8230;) IV &#8211; sancionar, promulgar&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/comunidade/legislacao/debate/pedido-ajuda-pessoal-cevleis-obra-sumiu/"><strong>Pedido de Ajuda do Pessoal da Cevleis. a Obra Sumiu?</strong></a><br />
Cevnauta das Leis, O que fazer quando inexiste a obra que foi anunciada no Diário Oficial? Alguem pode ajudar a discussão que está sendo feita na comunidade Educação Física no Pará? Pec -programa de Esporte e Cultura do Governo Federal Acessando o diário oficial da união, constatei q em dezembro de 2010 a cidade de Tucuruí-Pará foi comtemplada com o modelo de 3000m², mas estamos em 2012 e nada foi realizado no local inicado no DOU. Alguém pode explicar como se dá esse processo, para que &#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/abertura-i-congresso-brasileiro-informacao-documentacao-esportiva/"><strong>Abertura do I Congresso Brasileiro de Informação e Documentação Esportiva</strong></a></li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/relacoes-humanas-experienciadas-jogo-capoeira-seus-efeitos-para-o-bem-estar-social-subjetivo/"><strong>Relações Humanas Experienciadas no Jogo da Capoeira e Seus Efeitos Para o Bem-estar Social Subjetivo</strong></a><br />
Introdução: Este estudo propôs analisar experiências de bem-estar socialsubjetivo de 150 participantes em aulas regulares de capoeira. Esta atividadefísica, da qual o grupo social é uma importante característica (ZULU, 1997;FALCÃO, 1996; VIEIRA, 1998), combina gestos e elementos físico-desportivosda dança, da luta, da acrobacia, fundamentos musicais (cânticos e instrumentosmusicais), entre outros (ALMEIDA, 1986). Além disto, elementos do bem-estarsocial subjetivo podem ser identificados através da pr&amp;aacut&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/reforma-universitaria-e-usp-integracao-escola-educacao-fisica-1969/"><strong>Reforma Universitária e a Usp: a Integração da Escola de Educação Física em 1969</strong></a><br />
Trata-se de pesquisa empírica utilizando fontes textuais e orais com o objetivo deperceber os diversos fatores que propiciaram a integração da Escola de EducaçãoFísica do Estado de São Paulo à Universidade de São Paulo em 1969. O entãodiretor da Escola creditou a integração como conseqüência do decreto-lei da própriaPresidência militar da República que estabelecia &#8220;será obrigatória a prática da educaçãofísica em todos os níveis e ra&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/projeto-guanabara-descricao-uma-historia-convivencia/"><strong>Projeto Guanabara: a Descrição de Uma História de Convivência</strong></a><br />
Os projetos sociais são considerados movimentos sociais por envolverempontualmente as necessidades, os anseios e as inquietações da sociedade beneficiada.Assumem em seu arcabouço global o enfoque baseado na cultura. Muitas propostastêm como eixo norteador o esporte (como o Projeto Guanabara), em outras a arte,em outras a música e assim sucessivas formas de criar mecanismos de daroportunidades aos mais excluídos. Este estudo contempla a análise profunda realizadano contexto do Projeto Guanabara, tem como ponto de partida a dinâmica da&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/preconceito-discriminacao-educacao-fisica-o-profissional-obeso/"><strong>Preconceito e Discriminação na Educação Física: o Profissional Obeso</strong></a><br />
Ainda hoje o profissional de Educação Física é avaliado por sua aparência edesempenho em atividades físicas. Consequentemente, os profissionais que estãoacima do peso ou são obesos, muitas vezes, são vítimas de preconceito e discriminação.O objetivo deste trabalho foi verificar quais as formas de discriminação sofridaspelos profissionais que estão com sobrepeso e obesos e como eles lidam com essadiscriminação. Participaram da pesquisa 6 profissionais de Educação F&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/politicas-publicas-para-esporte-cidade-campinas-analise-gestao-atual-ano-2006/"><strong>Políticas Públicas Para Esporte na Cidade de Campinas: Análise da Gestão Atual no Ano de 2006</strong></a><br />
A pesquisa tem por finalidade discutir o planejamento e a execução dosprojetos de política pública para o esporte, dando um panorama geral dasprincipais correntes políticas e da tônica que envolve os objetivos einteresses da política pública de esporte: público envolvido, processo deelaboração e aplicação, controle social, parcerias entre publico e privado,entre outros pontos a serem analisados, pela gestão da Secretaria deEsportes, Cultura e Lazer da Prefeitura Municipal de Campinas durante oano d&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/percepcao-dos-usuarios-sobre-o-impacto-uma-instituicao-esportiva-educacional-comunidade-local-na-sua-qualidade-vida-ana-cristina-benvindo-audrei-dos-reis-santos-milie-kati-marques-haji-tatiana-pereira-alves-cristina-landgraf-l"><strong>Percepção dos Usuários Sobre o Impacto de Uma Instituição Esportiva-educacional na Comunidade Local e na Sua Qualidade de Vida Ana Cristina Benvindo, Audrei dos Reis Santos, Milie Kati Marques Haji, Tatiana Pereira Alves, Cristina Landgraf Lee</strong></a><br />
Sabe-se da importância das atividades físicas para a qualidade de vida da populaçãoe que o acesso facilitado a instituições esportivo-educacionais contribuem para ummaior envolvimento com a prática. Assim, centros educacionais localizados emregiões desfavorecidas economicamente podem contribuir para a redução da exclusãosocial. A pesquisa teve como objeto de estudo o Centro Educacional UnificadoJambeiro localizado na Zona Leste de São Paulo. Constitui-se como ponto de partidaa questão &#8220;Qual o impacto exer&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/os-beneficios-caminhada-sua-influencia-processo-socializaca/"><strong>Os Benefícios da Caminhada e Sua Influência no Processo de Socializaçã</strong></a><br />
Uma das maneiras de prevenir as doenças crônico-degenerativas é a prática regularde exercícios físicos, sendo a caminhada uma das formas para a aquisição emanutenção da saúde. O objetivo da pesquisa foi analisar como os benefícios,fisiológicos e psicossociais, proporcionado pela prática regular da caminhadainfluenciam no processo de socialização. O desenho do estudo foi do tipo descritivoquanti/qualitativo, de campo, com 50 sujeitos praticantes da caminhada, no EspaçoCrian&amp;cced&#8230;</li>
</ul>
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		<title>Gestão de Experiência do Lazer… no SPA (Parte I)</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 12:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leopoldovaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lazer & Recreação]]></category>

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		<description><![CDATA[http://blog.cev.org.br/bramante/ Escrevo este texto de um SPA, às vésperas da volta para casa, depois de sete dias vivendo uma singular experiência. Para quem não sabe, Sorocaba, cidade que resido, é considerada por muitos como a “Capital dos SPAs-Médico” do Brasil. Vários motivos me trouxeram para cá nessa segunda oportunidade, sendo o principal deles que vim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="blog-post-45-post">
<p><a href="http://blog.cev.org.br/bramante/">http://blog.cev.org.br/bramante/</a></p>
<p>Escrevo este texto de um SPA, às vésperas da volta para casa, depois de sete dias vivendo uma singular experiência. Para quem não sabe, Sorocaba, cidade que resido, é considerada por muitos como a “Capital dos SPAs-Médico” do Brasil.</p>
<p>Vários motivos me trouxeram para cá nessa segunda oportunidade, sendo o principal deles que vim para APRENDER. Lógico que eliminei uns quilinhos, mas estava também interessado em mergulhar nesse universo que mais se parece a um grande clube, logo, com muitas nuances de lazer.</p>
<p>Há exatos 20 anos também fui passar uns dias num SPA pela primeira vez, na região de Cabreúva/SP, motivado por um, digamos, “desafio acadêmico”. Explico: um dos alunos da Modalidade de Recreação e Lazer da Faculdade de Educação Física (FEF) da UNICAMP, onde atuei até aposentar-me recentemente, veio me procurar para orientar sua monografia de conclusão de curso que girava em torno do tema “Lazer em SPAs”.</p>
<p>Fui com olhos de observador de comportamentos em situações de “livre escolha” e de gestor de espaços com potencial para a vivência do lazer.</p>
<p>Lá constatei que a combinação de baixa ingestão calórica com uma oferta desorganizada de atividades física-esportivas “de lazer” pode ser fatal! Ao final do terceiro dia, jogando futebol (!), tive uma forte distensão na musculatura posterior da coxa direita que mal me permitiu andar em seguida… e pelas semanas seguintes. Ali conclui que não há lazer num SPA e, portanto, aquele aluno deveria ou mudar de tema ou de orientador…</p>
<p>Já naquela ocasião, embora a FEF/UNICAMP tivesse um grupo de pesquisadores muito forte, na época denominada ”Educação Física Especial”, pouco se falava em “Recreação Terapêutica”, ramo do lazer muito estudado especialmente na América do Norte (para quem se interessar pelo assunto, sugiro entrar, entre tantos, no site <a href="http://www.nrpa.org/">www.nrpa.org</a>). Nessa linha de atuação, os aspectos lúdicos de uma dada atividade são utilizados para motivar pacientes a melhorar o seu desempenho, seja ele qual for. Certamente os Estados Unidos desenvolveram essa especialidade com grande afinco devido às inúmeras guerras em que se envolveram (e/ou criaram…), com soldados e paramédicos mutilados no retorno, abrindo-se um amplo leque de intervenção multiprofissional, que incluía a dimensão do lazer.</p>
<p>Voltando ao SPA, naquela oportunidade constatei um conjunto de equívocos de gestão do empreendimento como um todo, especialmente no planejamento e execução das ações desenvolvidas pelas pessoas que trabalhavam com as atividades recreativas, mostrando um perfil de pseudo “animadores sócio-culturais”, tanto na sensibilização e mobilização como na condução das experiências lúdicas propostas.</p>
<p>Com certeza, essas experiências de lazer no primeiro SPA foram trágicas!</p>
<p>Volto ainda nesta semana para falar mais especificamente desta semana em outro SPA.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Bramante</p>
</div>
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		<title>O LAERCIO SEMPRE ALERTA &#8211; A EDUCAÇÃO FISICA CUIDA DO CORPO E&#8230; MENTE!</title>
		<link>http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/22/o-laercio-sempre-alerta-a-educacao-fisica-culda-do-corpo-e-mente/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 12:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leopoldovaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência & Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Física]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova Edição do Educação Física Cuida do Corpo&#8230; e Mente. Blog do Medina]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Nova Edição do Educação Física Cuida do Corpo&#8230; e Mente. Blog do Medina</h2>
<div id="socialbar">
<p><!--</p>
<div id="social-faces"  ><fb:facepile href="http://cev.org.br/comunidade/ef-esporte/debate/nova-edicao-educacao-fisica-cuida-corpo-mente-blog-medina/" width="450" max_rows="1"></fb:facepile></div>
<p>&#8211;></p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Pessoal, a turma de editores costuma chamar de nova edição o que é appenas reimpressão. Não é o caso dessa 26ª Edição do &#8220;Educação Física Cuida do Corpo &#8230; e mente&#8221;. Mais: O Prof Medina comentou no blog dele sobre o que mudou na nova edição, além de nos oferecer uma história do livro que teve a primeira edição em 1982. Segue o texto e o endereço do Blog</p>
<p style="text-align: justify;">PS: Sim, a nota é de maio do ano passado, mas estamos juntando munição pra aula aberta do João Freire sexta feira &#8220;O que é Educação Física&#8221;, que vai ser na sexta feira:</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.facebook.com/photo.php?fbid=10150622314717731&amp;set=a.494125277730.275215.588962730&amp;type=1</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Educação Física no século XXI: ainda em busca de sua(s) identidade(s)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>”… velho é tudo aquilo que já não contribui para tornar a felicidade um direito de todos. À luz de um novo marco civilizatório, há que se superar o modelo produtivista-consumista e introduzir, no lugar do PIB (Produto Interno Bruto) a FIB (Felicidade Interna Bruta), fundada numa economia solidária.”<br />
</em> (Frei Betto)</p>
<p style="text-align: justify;">O livro <strong>A Educação Física cuida do corpo… e “<em>mente</em>”</strong> foi concebido e escrito entre 1981 e 1982 e sua primeira edição publicada no início de 1983. Ele fazia parte da <strong><em>Coleção Krisis – O Pensamento Social em uma época de crise</em></strong>, dirigida e coordenada pelos ilustres professores <em>João Francisco Regis de Morais</em> e <em>Carlos Rodrigues Brandão</em>. Naquela época, lembro-me que muito me honrou, ainda bastante jovem, ver este singelo ensaio no meio de obras de diferentes áreas do conhecimento que tratavam de “questões sociais em uma época de crise” e de autoria de verdadeiros “craques da escrita”.  Além do orgulho de estar no meio deste time, confesso que fiquei também surpreso, alguns meses depois do seu lançamento, quando informado pela Editora Papirus, através do seu saudoso e brilhante editor Milton Cornacchia, de que a primeira edição havia se esgotado. A surpresa continuou nos anos seguintes em face de seguidas reedições e reimpressões.</p>
<p>Hoje, passados quase três décadas, quando redigia o prefácio para a 25ª. edição, revista e ampliada, senti um misto de orgulho e de decepção. O orgulho evidentemente por conta do meu trabalho continuar, ao longo de tantos anos, sendo lido e recomendado não só por professores de Educação Física, como também por alunos que procuram embasar sua formação profissional através de uma visão crítica, humana e social de sua prática. Já a decepção se deve a constatação de que muitas das observações, críticas e denúncias feitas naquela época ainda se mostram bastante (eu diria demasiadamente) pertinentes. Questões suscitadas pela falta de qualidade do ensino (da educação como um todo), pelo reducionismo biológico de influência cartesiana e positivista, pela despolitização das práticas físicas e esportivas entre outras levantadas na época continuam vivas.</p>
<p><strong>A Educação Física cuida do corpo… e “<em>mente</em>”</strong> teve – e penso que ainda tem – o mérito de propiciar ao leitor interessado na área, uma reflexão crítica sobre a sua prática. É bem verdade que hoje uma leitura criteriosa desta obra deve considerar o contexto histórico, sociocultural e político que o Brasil vivia no começo dos anos 1980, ainda sob influência do golpe militar instaurado em 1964 e as enormes limitações que se impunha a tudo que era dito e escrito publicamente à época em nosso país<a href="http://blogdomedina.com.br/2011/05/15/o-que-e-educacao-fisica/#_ftn1"><strong><strong>[1]</strong></strong></a>.</p>
<p>De qualquer forma o ensaio contribuiu naquele momento como ferramenta de luta principalmente contra o autoritarismo, o individualismo de natureza burguesa e a suposta neutralidade científica e política que envolvia a Educação Física no Brasil. Contribui também para desencadear uma <strong>crise</strong><a href="http://blogdomedina.com.br/2011/05/15/o-que-e-educacao-fisica/#_ftn2"><strong><strong>[2]</strong></strong></a> em vários sentidos no próprio ceio da Educação Física brasileira. Questionamentos sociológicos, antropológicos e filosóficos não podem mais ficar fora do debate em torno da teoria e prática (práxis) desta área profissional e do conhecimento. Afinal, são elementos indispensáveis para que a Educação Física continue buscando a sua identidade (ou seriam identidades?).</p>
<p>Quando discuti com a minha editora a proposta de uma reedição revista/atualizada e ampliada desta obra me vi diante de um dilema: valeria a pena mexer em ideias e conceitos que refletiam um momento (o meu, inclusive) histórico de uma época difícil de nossas instituições e de nossa sociedade? Reli atentamente o ensaio e, afora alguns ajustes e correções que permitem mais clareza ao texto, resolvi mantê-lo intacto! Mudá-lo ou alterar qualquer ideia ou conceito significaria mutilá-lo, ou na melhor das hipóteses escrever um novo livro.</p>
<p>A novidade ficou por conta do acréscimo em forma de anexos de 3 curtos, porém consistentes e instigantes ensaios que serviram para atualizar o debate em torno das questões que afetam a Educação Física nos tempos atuais. São três abordagens distintas que, como diria o meu amigo e pensador Vitor Marinho de Oliveira, trazem no seu bojo concepções de consenso e concepções de conflito.</p>
<p>Àqueles que se interessam pelo assunto e mesmo àqueles que já leram alguma edição anterior, vão encontrar nesta versão visões atualizadas da Educação Física, através destes 3 novos ensaios. O primeiro deles escrito pelo <strong>Valter Bracht, </strong>reconhecido pesquisador e pensador da EF que generosamente concordou em publicar o ensaio ao qual chamou de <strong>A Educação Física brasileira e a crise da década de 80: entre a solidez e a liquidez</strong>, contendo estimulantes e controversas questões de nosso tempo. O segundo desenvolvido pelo <strong>Marcelo Hungaro</strong>, professor crítico, engajado e estudioso das lutas sociais e que faz uma <strong>análise da Educação Física numa perspectiva marxista</strong>. E finalmente o prof. <strong>Rogério dos Anjos, </strong>introduzindo as ideias, no meu modo de ver ainda pouco discutidas criticamente entre nós, do brilhante Prof. Dr. Manuel Sérgio, em torno da chamada <strong>Ciência da Motricidade Humana</strong>.</p>
<p>Enfim a nova edição e versão de <strong>A Educação Física cuida do corpo… e “<em>mente</em>”</strong> se propõe a oferecer mais munição para o debate em torno das questões desta área do conhecimento de forma <em>radical, rigorosa e de conjunto</em> que é em última instância o papel da reflexão verdadeiramente crítica. Reflexões que inspiradas na experiência e na prática podem retornar a elas no sentido de transformá-las.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A mensagem do livro “A Educação Física cuida do corpo… e ‘<em>mente’ </em>”</strong></p>
<p><em>No início da década de 1980, quando este ensaio crítico foi escrito, era moderno dizer que a educação física não cuidava só do corpo, mas também da mente. A ideia foi desenvolver argumentos que demonstrassem que esta área do conhecimento humano só teria um sentido verdadeiramente transformador se incorporasse às suas dimensões corporais e mentais ou psicológicas, a dimensão social. Nesta direção é que escrevi <strong>A Educação Física cuida do corpo… e “mente”.</strong><br />
</em> (João Paulo S. Medina)</p>
<p>Que educação física é essa que cuida do corpo e <em>“mente”</em>?</p>
<p>Há décadas se discute sobre o papel da Educação Física (EF) e seus conceitos. Entretanto, há ainda uma dificuldade em explicar o que realmente significa esta área do conhecimento humano, pois nem ela própria tem se justificado. Afinal, quando falamos em EF pensamos logo em corpos sarados, suados e dispostos somente a malhar, numa dimensão individualista e alienada. Embora haja núcleos de exceção, isto ainda tem acontecido com muita frequência. O número de jovens que tem buscado este curso é ascendente e é ainda grande a porcentagem dos que se inspiram na ideia do <em>“corpo perfeito”,</em> ao invés de buscar uma compreensão mais crítica e histórica deste corpo. Não são poucos os que ao depararem com a função social e o sentido verdadeiramente transformador da EF se frustram, se limitam ou até resistem a aceitar este papel.</p>
<p>O fato é que em pleno século XXI permanece a crise de identidade da EF. A crise reivindicada e instalada a partir do momento em que foram questionados seus pressupostos, particularmente na década de 1980, ainda não foi suficiente para identificar a área dentro do peso ou valor que deveria ter na construção de uma sociedade mais justa, democrática e participativa.</p>
<p>A escola, onde os professores alienados se excluem e se calam diante das reuniões decisivas por não saberem opinar e fazer inter-relações com os demais professores, é um dos exemplos que demonstram a tese do atual estágio em que se encontra a EF. Os próprios professores, em grande parcela, não conseguem identificar o verdadeiro significado da EF. São manipulados e manipuladores, prendendo-se às velhas questões fragmentadas e, portanto descontextualizadas do movimento de construção da cidadania.</p>
<p>Mas afinal, onde está a tal crise?  Quem será o mediador ou a mediadora, capaz de trazer juntamente com a crise, os elementos para a verdadeira transformação social. Existe realmente esta hipótese? Ou será ela uma utopia?</p>
<p>Velhas questões exigem novas respostas. É preciso adentrar neste campo tão especial e desvendar os mistérios e caminhos a percorrer para que possamos alcançar uma EF que seja também instrumento de luta e que busque incessantemente esta transformação do ser humano, comprometida com o aspectos bio-psico-socioculturais. A EF não pode continuar conhecida apenas como produtora de pessoas saradas, incapazes de pensar, e nem tão pouco por uma concepção fragmentada e fragmentadora, mas que seja reconhecida pelo seu valor em desenvolver o ser humano em sua totalidade. É preciso, sobretudo, reconhecer que o homem é um ser incompleto, carente, carregado de mistérios e contradições e a partir daí buscar a transcendência não só em termos individuais como também coletivos.</p>
<p>Somente nesta perspectiva é que a EF pode exercer sua influência com o objetivo de estimular o processo de transformação de uma sociedade que <em>temos</em> para uma sociedade que <em>queremos</em>. E é também neste sentido que o profissional de EF pode tornar suas ações, dentro dos diferentes processos pedagógicos, verdadeiramente transformadoras.</p>
<p><strong>Para entender os conceitos básicos expressos no ensaio </strong></p>
<p><strong>Consciência</strong> – estado pelo qual o corpo percebe a própria existência e tudo o mais que existe.  Neste sentido a consciência está <em>gravada</em> no corpo.</p>
<p><strong>Educação</strong> – passa pela decodificação dos signos sociais impressos no nosso corpo.</p>
<p>Níveis de consciência, segundo <em>Paulo Freire:</em></p>
<p>a) Intransitiva</p>
<p>b) Transitiva Ingênua</p>
<p>c) Transitiva Crítica</p>
<p><strong>Consciência Intransitiva</strong></p>
<p>É a que caracteriza os indivíduos incapazes de percepções além das que lhes são biologicamente vitais.  Vivem praticamente sintonizados no atendimento de suas necessidades de sobrevivência.  O conhecimento da realidade é reduzido às necessidades biológicas vitais.</p>
<p>O portador deste nível de consciência pode ser considerado como um <em>“ser no mundo”</em> plenamente <em>“possuído pelo mundo</em>”.</p>
<p><strong>Consciência Ingênua</strong></p>
<p>Os portadores desta modalidade de consciência são capazes de ultrapassar os seus limites vegetativos ou biológicos. Restringem-se, entretanto, às interpretações simplistas dos problemas que os afligem.  Suas argumentações são inconsistentes. Acreditam em tudo que ouvem, leem ou veem, muitas vezes tendendo ao fanatismo.</p>
<p>São também <em>“dominados pelo mundo”</em>.  Não conseguem explicar a realidade.  Seguem prescrições que não entendem.</p>
<p><strong>Consciência Crítica</strong></p>
<p>É característica dos indivíduos capazes de transcender amplamente a superficialidade dos fenômenos. Procuram buscar as causas destes fenômenos.  Eliminam as influências dos preconceitos.  Percebem claramente os fatos que os condicionam em suas relações existenciais, tornando capazes de transformá-los.</p>
<p>O portador deste nível de consciência pode ser considerado um <em>“ser no mundo”</em> e um agente de transformações.</p>
<p><strong>A Educação Física segundo os níveis de consciência</strong></p>
<p><strong>1)      </strong><strong>Educação Física Convencional</strong></p>
<p>Concepção apoiada na visão de senso comum.</p>
<p>Visão dualista ou pluralista: corpo x mente x alma.</p>
<p>EF como uma “educação do físico”.</p>
<p>Os aspectos biológicos ou anátomo-fisiológicos predominam.</p>
<p>Preocupação com os aspectos físicos da saúde ou do rendimento motor.</p>
<p>Conceito de Educação Física para esta concepção: “conjunto de conhecimentos e atividades específicas que visam o aprimoramento físico das pessoas”.</p>
<p>Os aspectos psicológicos e sociais aqui ocupam um papel periférico, secundário ou mesmo irrelevante. Há ainda os que argumentam que esses aspectos intelectuais, morais, espirituais e sociais devam ficar a cargo de outras instâncias da educação.</p>
<p>Os profissionais adeptos desta concepção (e portadores do nível de consciência intransitiva) não são capazes de percepções além das que lhes são biologicamente vitais. Esses profissionais são totalmente envolvidos pelos seus contextos existenciais ou pelo meio em que vivem. São objetos e não sujeitos de sua própria história.</p>
<p><strong>2)      </strong><strong>Educação Física Modernizadora</strong></p>
<p>Significado mais ampliado em relação à Educação Física Convencional.</p>
<p>Mantém a visão dualista / pluralista: corpo x mente x alma.</p>
<p>Evolui da <em>“educação do físico” </em>para a<em> “educação através do físico”.</em></p>
<p>Aspectos biológicos ou anátomo-fisiológicos são acrescidos dos aspectos psicológicos, emocionais e às vezes espirituais.</p>
<p>Entretanto, vê a educação muito numa perspectiva individualista.</p>
<p>Para esta concepção a ginástica, o esporte, os jogos, a dança são meios de educação.</p>
<p>No aspecto social, entende que os indivíduos devam moldar-se às funções e exigências que a sociedade lhes impõe.</p>
<p>Conceito de Educação Física para esta concepção: “EF é a disciplina que através do movimento, cuida do corpo e da mente. Ou a área do conhecimento humano que fundamentada pela interseção de diversas ciências e por meio de movimentos específicos, visa desenvolver o rendimento motor e a saúde (*) dos indivíduos”.</p>
<p>Apesar de certa evolução em relação à concepção convencional, não se pode dizer que os adeptos desta concepção sejam donos do seu próprio processo histórico. Na verdade, como na outra, por possuírem uma consciência ingênua, são de certa forma dominados pelo mundo.</p>
<p>(*) <strong><em>Saúde</em></strong><em> aqui tem um sentido restrito, ou seja, circunscrito às suas dimensões biológicas e psicológicas.</em></p>
<p><strong>3)      </strong><strong>Educação Física Revolucionária</strong></p>
<p>Procura interpretar a realidade dinamicamente e dentro de sua totalidade e complexidade.</p>
<p>Não considera nenhum fenômeno de forma isolada.</p>
<p>O ser humano é entendido em todas as suas dimensões, e no conjunto de suas relações com os outros e com o mundo.</p>
<p>Está constantemente aberta às contribuições das ciências, na medida em que o próprio conhecimento humano evolui como um todo.</p>
<p>O corpo é considerado em todas as suas manifestações e significações, não sendo apenas parte do ser humano, mas o próprio ser humano. Pode teorizar sobre os aspectos biológicos, psicológicos e sociais, mas age fundamentalmente sobre o todo.</p>
<p>É <em>“educação de movimentos”</em> e <em>“educação pelo movimento”. </em>A ginástica, o esporte, os jogos, a dança são meios de educação.</p>
<p>Conceito de Educação Física para esta concepção: “E.F. é a arte e a ciência do movimento humano que, por meio de atividades específicas, auxiliam no desenvolvimento integral dos seres humanos, renovando-os e transformando-os no sentido de sua auto realização e em conformidade com a própria realização de uma sociedade justa e livre.”</p>
<p>Essa concepção implica a presença de consciências transitivas críticas, capazes de transcender a superficialidade dos fenômenos, nutrindo-se do diálogo e agindo pela práxis (teoria-prática) em favor da transformação no seu sentido mais humano.</p>
<p><strong>Conceitos de corpo</strong></p>
<p>Na visão tradicional o corpo é o conjunto biológico formado de ossos músculos, nervos, pele, secreções e excreções. Neste sentido ele é tido mais como um instrumento ou objeto.</p>
<p>Já na visão adotada no ensaio (concepção revolucionária) o corpo é um sistema bioenergético que estabelece relações consigo mesmo, com os outros e com o mundo.  Neste sentido ele é uma expressão de transcendentalidade.</p>
<p><a href="http://blogdomedina.com.br/2011/05/15/o-que-e-educacao-fisica/#_ftnref1">[1]</a> Aos interessados neste assunto (censura no período militar de 1964 a 1985) sugiro a leitura de meu livro <strong>O Brasileiro e seu Corpo – Educação e Política do Corpo, Editora Papirus</strong>, publicado em <strong>1987</strong> e compare com a linguagem usada no ensaio <strong>A Educação Física cuida do corpo… “<em>mente</em>”</strong>, publicado em <strong>1983</strong>.</p>
<p><a href="http://blogdomedina.com.br/2011/05/15/o-que-e-educacao-fisica/#_ftnref2">[2]</a> O tema da <strong>crise </strong>ocupa um espaço destacado neste ensaio crítico.</p>
<p>http://blogdomedina.com.br/2011/05/15/o-que-e-educacao-fisica/</p>
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		<title>As 20 Maiores Agências de Jogadores de Futebol do Mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 12:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leopoldovaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[22.02.12 · Diogo Real · Estudos e Rankings · Cristiano Ronaldo, José Mourinho, Nani e Radamel Falcão têm mais aspectos em comum do que serem ‘apenas’ figuras de proa no futebol mundial. Os quatro são representados pelo maior agente de jogadores do mundo, Jorge Mendes. O empresário português lidera uma das mais bem sucedidas empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>22.02.12 · <a title="Todos os artigos de Diogo Real" href="http://www.futebolfinance.com/author/diogo-real">Diogo Real</a> · <a title="Ver todos os artigos em Estudos e Rankings" rel="category tag" href="http://www.futebolfinance.com/category/estudos-e-rankings">Estudos e Rankings</a> ·</p>
<div id="postmeta">
<div><ins><ins id="aswift_0_anchor"></ins></ins></div>
</div>
<p>Cristiano Ronaldo, José Mourinho, Nani e Radamel Falcão têm mais aspectos em comum do que serem ‘apenas’ figuras de proa no futebol mundial. Os quatro são representados pelo maior agente de jogadores do mundo, Jorge Mendes. O empresário português lidera uma das mais bem sucedidas empresas de agenciamento de jogadores (e não) de futebol do mundo: a Gestifute.</p>
<p>Não há grande transferência que não tenha o carimbo da prestigiada agência portuguesa. Foi Jorge Mendes quem intermediou, por exemplo, o maior negócio de sempre no que toca a transferências de jogadores, quando em 2009 Cristiano Ronaldo passou do Manchester United para o Real Madrid, por 90 milhões de euros.</p>
<p>Com uma carteira avaliada em 536 milhões de euros, a Gestifute é simplesmente a maior agência de jogadores e treinadores do mundo. Entre os 83 activos que representa, a empresa portuguesa agencia ainda os jogadores (Real Madrid), Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma (ambos Besiktas) ou Anderson (Manchester United).</p>
<p><strong>AS 20 MAIORES AGÊNCIAS DE JOGADORES DE FUTEBOL DO MUNDO</strong></p>
<p><strong><strong><strong> </strong></strong></strong></p>
<table id="wp-table-reloaded-id-182-no-1">
<thead>
<tr># Agência Principais activos Jogadores em carteira Avaliação da carteira</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>1 Gestifute (Portugal) Ronaldo, Falcão, Mourinho 83 536.000.000 €</tr>
<tr>2 Stellar Football (Inglaterra) Ashley Cole, Peter Crouch 209 274.000.000 €</tr>
<tr>3 Base Soccer Agency (Inglaterra) Aaron Lennon, Jack Wilshere 114 239.000.000 €</tr>
<tr>4 Bahía Internacional (Espanha) Torres, Pedro, Jesus Navas 68 223.000.000 €</tr>
<tr>5 Europe Sports Group (Brasil) Ganso, André Santos 264 220.000.000 €</tr>
<tr>6 SEM Group (Inglaterra) Fàbregas, Song, Ferdinand 94 213.000.000 €</tr>
<tr>7 Mondial Promotion (França) Drogba, Malouda 80 212.000.000 €</tr>
<tr>8 ProSoccer24 (Alemanha) Reyes, Oscar Cardozo 55 184.000.000 €</tr>
<tr>9 Firsteleven ISM (Alemanha) Yaya Touré, Hazard, Fred 55 181.000.000 €</tr>
<tr>10 SportsTotal (Alemanha) Mario Gotze, Kroos 80 179.000.000 €</tr>
<tr>11 MJF Publicidade e Promoções (Brasil) Neymar, Hulk, Robinho 39 178.000.000 €</tr>
<tr>12 WMG Management (Inglaterra) Gerrard, Lescott, Carragher 84 177.000.000 €</tr>
<tr>13 Kick &amp; Run Sports (Alemanha) Daniel Alves, Adebayor 38 165.000.000 €</tr>
<tr>14 Sports Entert. Group (Holanda) Van Persie, Vermaelen 191 163.000.000 €</tr>
<tr>15 Mondial Sport Management &amp; Consulting (França) Cavani, Bruno Cesar, Dedé 69 161.000.000 €</tr>
<tr>16 Rogon Sportmanagement (Alemanha) Gustavo, Boateng, Kuranyi 43 160.000.000 €</tr>
<tr>17 Stars &amp; Friends (Alemanha) Martin Skrtel, Didier Ya Konan 205 157.000.000 €</tr>
<tr>18 Marcelo Simonian (Argentina) Javier Pastore, Lucho 40 155.000.000 €</tr>
<tr>19 Tribüne Sportagentur (Inglaterra) Ashley Young, Chicarito 42 145.000.000 €</tr>
<tr>20 WB-Sportmanagement (Alemanha) Yann M’Vila, Sakho 70 136.000.000 €</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><strong><strong> </strong></strong></strong></p>
<p>Bem longe no ranking surge a Stellar Football. A agência inglesa que representa Ashley Cole (Chelsea), Peter Crouch (Stoke City) e mais 272 jogadores detém uma carteira de activos avaliada em 274 milhões de euros. Logo a seguir surge a também britânica Base Soccer Agency, que tem na sua carteira avaliada em 239 milhões de euros a promissoras estrelas Aaron Lennon (Tottenham) e Jack Wilshere (Arsenal).</p>
<p>Em Espanha reside a quarta mais valiosa agência mundial. A Bahía Internacional tem uma carteira de jogadores avaliada em 223 milhões de euros, com Fernando Torres (Chelsea), Jesus Navas (Sevilha) ou Javier Martinez (At. Bilbau) como grandes figuras da agência.</p>
<p>Nas 20 maiores agências mundiais licenciadas pela FIFA encontramos ainda duas brasileiras, a Europe Sports Group, dos futebolistas Ganso (Santos) e André Santos (Arsenal), e a MJF Publicidade e Promoções, de Neymar (Santos), Hulk (FC Porto) e Robinho (AC Milan), duas francesas (Mondial Promotion e Mondial Sport Management &amp; Consulting), sete alemãs, uma holandesa e uma argentina.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Divulgação Científica em Alagoas</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 12:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leopoldovaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência & Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[SECTI divulga relatório sobre divulgação científica em Alagoas Está disponível na internet o relatório sobre as atividades de divulgação científica desenvolvidas em Alagoas no período de outubro de 2010 a novembro de 2011 pela Secretaria de Estado da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (SECTI). O documento &#8211; que encontrei no blog de Lenilda Austrilino, representante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SECTI divulga relatório sobre divulgação científica em Alagoas <a target="_blank"></a>Está disponível na internet o relatório sobre as atividades de divulgação científica desenvolvidas em Alagoas no período de outubro de 2010 a novembro de 2011 pela Secretaria de Estado da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (<a href="http://www.secti.al.gov.br/" target="_blank">SECTI</a>). O documento &#8211; que encontrei no <a href="http://lenildaaustrilino.com/" target="_blank">blog de Lenilda Austrilino</a>, representante da SECTI &#8211; presta contas ao CNPq, apresentando as edições de 2010 e 2011 da <strong>Caravana Itinerante de Ciência e Tecnologia</strong>, a <strong>III Oficina Alagoana de Jornalismo Científico</strong> e ainda a exposição “Ciência em Alagoas: conexões com a as artes e a literatura” e a oficina de ci&amp; ecirc;ncias realizada no Centro Comunitário da Grota do Moreira. Rico em fotografias e gráficos, o relatório apresenta bem os percursos e atividades da Caravana nos municípios de Alagoas, descreve satisfatoriamente a III OAJC (<a href="http://fecienciaeetc.blogspot.com/2011/06/iii-oficina-alagoana-de-jornalismo.html" target="_blank">usando, inclusive, as fotos deste blog&#8230;</a>), mas também revela as dificuldades que a educação científica encontra no nosso Estado.</p>
<ul>
<li><strong>Baixar:</strong> <a href="https://docs.google.com/open?id=0B6QqYXueyEsnMzY0YzJmNDMtNTUwMy00NzhjLWE3NjktMzcwYmE0N2FkZTYx" target="_blank">Divulgação da Ciência em Alagoas &#8211; Relatório (2010-2011)</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>HOJE, NO CEV</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 12:24:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leopoldovaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência & Informação]]></category>
		<category><![CDATA[O QUE ROLA NO CEV]]></category>

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		<description><![CDATA[Novidades Documentação em Esporte, Educação Física e Lazer: a Contribuição do Centro de Memória do Esporte Introdução: Entendendo que as práticas corporais e esportivas são constituidoras não apenas da vida cotidiana de um país mas de referências identitárias de sua cultura,torna-se extremamente importante o papel desempenhado pelos museus esportivos e centros de memória e documentação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Novidades</h3>
<ul>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/documentacao-esporte-educacao-fisica-lazer-contribuicao-centro-memoria-esporte/"><strong>Documentação em Esporte, Educação Física e Lazer: a Contribuição do Centro de Memória do Esporte</strong></a><br />
Introdução: Entendendo que as práticas corporais e esportivas são constituidoras não apenas da vida cotidiana de um país mas de referências identitárias de sua cultura,torna-se extremamente importante o papel desempenhado pelos museus esportivos e centros de memória e documentação, na medida em que sua intervenção política objetiva preservar e transmitir informações oriundas de suas coleções às novas gerações, por entender que ali se alojam conhecimen&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/do-football-ingles-ao-futebol-brasileiro/"><strong>Do Football Inglês Ao Futebol Brasileiro</strong></a><br />
O Brasil confecciona muitas teias, produzindo uma grande dinâmica cultural. Apesarda enorme diversidade cultural, sempre somos lembrados como o país do samba e do futebol. O futebol, como espetáculo consumido no tempo livre, transforma a vida dos brasileiros. É pressuposto que este fenômeno passe ao resto do mundo essa imagem de povo brasileiro, porque expressa um componente importante de nossa cultura. Mas como o futebol poderia expressar a cultura do povo brasileiro, se ele nem mesmo é uma invenção legítima desta terra? Por meio do fute&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/cultura-tradicional-educacao-multiculturalcontributo-danca-tradicional-portuguesa-formacao-cultural-educativa-artistica-criancas-dos-6-aos-10-anos-contextos-educativos-multiculturais/"><strong>Cultura Tradicional e Educação Multicultural:contributo da Dança Tradicional Portuguesa na Formação Cultural, Educativa e Artística de Crianças dos 6 Aos 10 Anos em Contextos Educativos Multiculturais</strong></a><br />
Introdução: A herança tradicional coreográfica de cada país constitui-se como fonte de cultura e de personalidade colectiva de todos os grupos sociais,revelando-se como importante conhecimento histórico e antropológico das sociedades modernas, e assumindo-se nas suas várias contextualizações,educativa, lúdica, formativa e performativa.A natureza EDUCATIVA, SOCIAL e ARTÍSTICA da Dança Tradicional, revela-se também como excelente meio de integração social e mesmo reencaminhamento de atitud&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/charrua-rugby-clube-as-mulheres-universo-cultural-rugby/"><strong>Charrua Rugby Clube: as Mulheres no Universo Cultural do Rugby</strong></a><br />
Este trabalho buscou pesquisar sobre a temática mulher e esporte, tendo como objeto específico de estudo, as mulheres praticantes de Rugby. Por ser um esporte ainda pouco conhecido no imaginário popular brasileiro, a primeira impressão que muitas pessoas tem ao visualizar a imagem do jogo em si, é de constituir-se numa prática viril, com fortes contatos físicos,o que muitas vezes impressiona os espectadores, e faz do Rugby um esporte ainda atrelado à um contexto cultural onde as masculinidades se destacam. Neste trabalho analisamos a pr&amp;aacu&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/caracteristicas-sociologicas-mapas-corpo-feminino/"><strong>Características Sociológicas e Mapas do Corpo Feminino</strong></a><br />
As coletividades humanas se definem pelos tipos de relacionamento que produzem, com base em gênero, extração social, religião, nível de instrução,grupo familiar, cultura e distribuição das riquezas. Tais fatores, isoladamente ou em combinação, são variáveis cruciais na determinação do modo de vida das pessoas, desde suas condições factíveis de sobrevivência até a imagem coerente que constroem para si mesmas. Em ambos os casos -sobrevivência física o&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/analise-pratica-atividades-fisicas-motivada-pela-insatisfacao-com-imagem-corporal/"><strong>Análise da Prática de Atividades Físicas Motivada Pela Insatisfação com a Imagem Corporal</strong></a><br />
Introdução: É crescente a intenção de jovens em praticar exercícios físicos tendo como principal objetivo a modelagem corporal, fato comprovado em estudo envolvendo adolescentes, com idades entre 14 a 19 anos, de ambos os sexos, em uma escola pública do município de São Paulo. O estudo analisou diversos aspectosda relação entre o indivíduo e a percepção de sua imagem corporal, que é uma construção subjetiva e histórica social que influi diretamente em seu comportamen&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/acao-educacao-fisica-projetos-sociais-proposta-didatica-desenvolvida-projeto-guanabara/"><strong>Ação da Educação Física em Projetos Sociais: Proposta Didática Desenvolvida no Projeto Guanabara</strong></a><br />
O Projeto Guanabara está inserido num programa de Educação e Esporte, esta relação se dá por meio da proposta de educação integral, uma via que integra as competências da ação educativa e os agentes envolvidos no processo, possibilitando a formação de uma rede que prioriza o desenvolvimento humano. A organização dos conteúdos da Educação Física se dá pelo Esporte, que é um caminho para se desenvolver competências e promover valores nos educandos, e t&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/a-perpetuacao-dos-ideais-dominacao-simbolica-masculina-nas-atividades-musculacao-mulheres-rocinha/"><strong>A Perpetuação dos Ideais da Dominação Simbólica Masculina nas Atividades de Musculação de Mulheres da Rocinha</strong></a><br />
O objetivo deste trabalho é analisar a perpetuação dos ideais da dominação masculina e simbólica, de acordo com BOURDIEU (2003), pelas mulheres praticantes de musculação na Rocinha, favela-bairro do Rio de Janeiro.Propomo-nos identificar, no discurso das praticantes de musculação da Rocinha,enunciados que corroborem a tese da dominação simbólica masculina, bem como interpretar tais enunciados com base em FRANCO (2003). A metodologia utilizada para a realização deste estudo é qualitativa,&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/a-mulher-carcere-e-atividade-fisica-um-olhar-socio-cultural/"><strong>A Mulher no Cárcere e a Atividade Física: Um Olhar Sócio-cultural</strong></a><br />
Pensar no presidiário enquanto ser que possui direitos é uma tarefa difícil, pois a sociedade &#8220;moderna&#8221;, ainda traz consigo características discriminatórias e preconceituosas, ao reproduzir as desigualdades entre pobres e ricos, brancos e negros, mulheres e homens, além do preconceito para com os indivíduos que se encontram no regime carcerário ou que já são egressos, ocasionando a exclusãosocial. O tratamento penitenciário que seria responsável em última instância pelo processo de ressocializa&amp;c&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/a-influencia-basquetebol-qualidade-vida-criancas-jovens-uma-analise-socio-educativa/"><strong>A Influência do Basquetebol na Qualidade de Vida de Crianças e Jovens: Uma Análise Sócio Educativa</strong></a><br />
Esta pesquisa teve como cenário um projeto social, que objetiva contribuir para uma melhor qualidade de vida das crianças e jovens participantes, ressaltando aprática do esporte como forma de educação, desenvolvimento e socialização do ser humano. Esta investigação de cunho descritivo qualitativo de campo foi realizadano Projeto Santo Amaro, da Escola Superior de Educação Física-UPE, Recife. Comoprocedimento de coleta de dados foi utilizado um questionário e a técnica aplicadafoi a entrevista estrut&#8230;</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>NOVIDADES NO CEV</title>
		<link>http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/21/novidades-no-cev-18/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 13:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leopoldovaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência & Informação]]></category>
		<category><![CDATA[O QUE ROLA NO CEV]]></category>

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		<description><![CDATA[Novidades Estudos Sobre o Esporte nos Próximos 30 Anos no País, Austrália Cevnautas, daqui a trinta anos o mundo já acabou, conforme as previsões astrológicas que alguns dos nossos administradores do esporte utilizam, némesmo? No endereço do fim da nota tem o vídeo explicando o woekshop da Comissão Australiana.´Bronas e muxoxos pra cá. laercio Mapping [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Novidades</h3>
<ul>
<li><a href="http://cev.org.br/comunidade/gestao/debate/estudos-sobre-o-esporte-nos-proximos-30-anos-pais-australia/"><strong>Estudos Sobre o Esporte nos Próximos 30 Anos no País, Austrália</strong></a><br />
Cevnautas, daqui a trinta anos o mundo já acabou, conforme as previsões astrológicas que alguns dos nossos administradores do esporte utilizam, némesmo? No endereço do fim da nota tem o vídeo explicando o woekshop da Comissão Australiana.´Bronas e muxoxos pra cá. laercio</li>
<li>Mapping future mega-trends in Australian sportAustralian Sports Commission Chief Executive Officer Simon Hollingsworth addressing sport leaders and experts at the Future of Sport workshop.21 Feb 2012The Australian Sports Commission (ASC), as part of the ‘The &#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/analise-perfil-lideranca-tecnico-voleibol-nos-jogos-juventude-parana/"><strong>Análise do Perfil de Liderança do Técnico de Voleibol nos Jogos da Juventude do Paraná</strong></a><br />
O perfil de liderança dos técnicos de modalidades desportivas pode ser um fator influenciador no desempenho das equipes. Um bom líder poderá ser fundamental na busca dos resultados pois este funcionará como ponto de equilíbrio dentro do grupo. Neste sentido, objetivou-se analisar o perfil do técnico de voleibol de equipes participantes dos Jogos da Juventude do Paraná 2004, realizado na cidade de Maringá- PR. A amostra constituiu-se de 14 técnicos e 149 atletas de voleibol. Para tanto,construiu-se e validou-se um questioná&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/analise-estresse-situacional-tipo-em-alunos-atletas-futsal-uma-equipe-escolar/"><strong>Análise do Estresse Situacional do Tipo a em Alunos/atletas de Futsal de Uma Equipe Escolar</strong></a><br />
Introdução: O grande desenvolvimento do esporte em seu aspecto geral se reflete na mesma escala dentro das escolas, com o grande número de competições escolares,mas apesar de todo este crescimento, pouco se sabe sobre o comportamento humano em situações desportivas e dos benefícios psico-sociais da prática da atividade desportiva para o indivíduo. O objetivo deste estudo foi de avaliar o estresse situacionalde uma equipe de futsal participante da Liga Escolar de São Paulo. Metodologia: O estudo foi composto por 16 alunos &#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/analise-estilo-lideranca-dos-tecnicos-desportivos/"><strong>Análise do Estilo de Liderança dos Técnicos Desportivos</strong></a><br />
O estudo da liderança dentro do esporte de rendimento tem sido foco de pesquisas na área da psicologia esportiva e muitos analisam a relação entre treinador e atleta através da identificação do estilo de liderança dos técnicos considerando a percepçãodos atletas e auto percepção do técnico. Nesse sentido, este estudo buscou analisar o estilo de liderança dos técnicos da delegação da cidade de Maringá-PR nos Jogos da Juventude e Jogos Abertos do Paraná realizad&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/analise-das-tendencias-competitivas-uma-equipe-junior-futebol-campo/"><strong>Análise das Tendências Competitivas de Uma Equipe Júnior de Futebol de Campo</strong></a><br />
As tendências competitivas constituem-se por características psicológicas do comportamento dos atletas que têm como destaque a maneira pela qual os esportistas se comportam frente aos desafios impostos pela competição. Esses fatores são extremamente destacáveis dentro no cenário do futebol de campo, onde as tendênciasem competir (TQ1), vencer (TQ2) e estabelecer metas (TQ3) identificam-se como atributos pessoais conceitualmente diferenciados e interdependentes. O competir (TQ1) é uma característica de comportamento que&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/analise-das-tendencias-competitivas-atletas-judo-masculino/"><strong>Análise das Tendências Competitivas de Atletas de Judô Masculino</strong></a><br />
As tendências pessoais e comportamentais no esporte vêem sendo desenvolvidaspor uma concepção histórico-filosófica que envolve a vitória como símbolo concreto da natureza do confronto. No Judô, isto representa a capacidade volitiva que os indivíduos possuem de dominar e ser dominado, numa clara demonstração de vencedor e vencido. Com isso, atletas olímpicos em diversas modalidades começama participar como modelos para criação de uma estrutura teórica do competidor esportivo. V&amp;aacut&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/analise-das-propriedades-psicometricas-questionario-percepcao-clima-motivacional-esporte/"><strong>Análise das Propriedades Psicométricas no Questionário de Percepção do Clima Motivacional no Esporte</strong></a><br />
O Objetivo desta pesquisa foi analisar as propriedades psicométricas do Questionário de Percepção do Clima Motivacional no Esporte &#8211; 2 (PMCSQ-2). Este questionário foi desenvolvido para verificar a Percepção do Clima Motivacional no Esporte. O PMCSQ -2, possue dois principais construtos, Maestria e Ego. Esses dois construtos estão dividos em três subitens (Ma e s t r i a : ap re n d i z agem c o o p e rat iva , e s fo r ç o / ap e r fe i ç o ame n t o eimportante papel na equipe; Ego: rivalidade intraequipe, reconheci&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/analise-influencia-nivel-experiencia-dos-atletas-comportamento-lideranca-treinador-tenis-mesa-naciona/"><strong>Análise da Influência do Nível de Experiência dos Atletas no Comportamento de Liderança do Treinador no Tênis de Mesa Naciona</strong></a><br />
Os estudos na área da liderança no esporte têm buscado cada vez mais detalhes acerca das variáveis de influência que podem interferir no processo de relação treinador-atleta. O nível de experiência do atleta é uma destas variáveis que vem merecendo destaque em função das diferentes abordagens e classificações sobre o que representa ser experiente no esporte. Embora idade, experiência e maturidade não sejam conceitos equivalentes, as medidas destes conceitos têm ocorrido deforma p&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/analise-influencia-fatores-estresse-atletas-futebol/"><strong>Análise da Influência de Fatores de Estresse em Atletas de Futebol</strong></a><br />
O estudo do estresse e da ansiedade é de fundamental importância para compreensão das variáveis que interferem no desempenho dos atletas. Devido à pressão gerada pela necessidade de se obter bons resultados nas competições, os estímulos estressantes podem, de acordo com a influência que exercem sobre as reações emocionais dos atletas, provocar efeitos negativos ou positivos para o desempenho.A percepção subjetiva que cada atleta possui dos estímulos estressantes é que vaidefinir em que med&#8230;</li>
</ul>
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		<title>HOJE NO CEV</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 09:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leopoldovaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência & Informação]]></category>
		<category><![CDATA[O QUE ROLA NO CEV]]></category>

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		<description><![CDATA[Novidades Análise da Influência de Fatores de Estresse em Atletas de Futebol O estudo do estresse e da ansiedade é de fundamental importância para compreensão das variáveis que interferem no desempenho dos atletas. Devido à pressão gerada pela necessidade de se obter bons resultados nas competições, os estímulos estressantes podem, de acordo com a influência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Novidades</h3>
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<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/analise-influencia-fatores-estresse-atletas-futebol/"><strong>Análise da Influência de Fatores de Estresse em Atletas de Futebol</strong></a><br />
O estudo do estresse e da ansiedade é de fundamental importância para compreensão das variáveis que interferem no desempenho dos atletas. Devido à pressão gerada pela necessidade de se obter bons resultados nas competições, os estímulos estressantes podem, de acordo com a influência que exercem sobre as reações emocionais dos atletas, provocar efeitos negativos ou positivos para o desempenho.A percepção subjetiva que cada atleta possui dos estímulos estressantes é que vaidefinir em que med&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/adolescencia-ansiedade-estado/"><strong>Adolescência e Ansiedade-estado</strong></a><br />
Nos dias atuais é comum observarmos uma tendência mundial das pessoas ao aumento dos níveis de ansiedade e de estresse, provocado por fatores tais como as imposições do trabalho e da sociedade, a rotina desgastante, pressão familiar, entre outros. A ansiedade é representada por um estado emocional negativo e está relacionada ao nível de ativação do indivíduo. O presente estudo contou com uma amostra de 15 estudantes do 1º e 2º anos do Ensino Médio, com idades que variaramde 14 a 18 anos, todos do Col&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/acao-atividade-fisica-estado-animo-idosos-diabeticos/"><strong>Ação da Atividade Física no Estado de ânimo de Idosos Diabéticos</strong></a><br />
Introdução: Além de sua ação fisiológica, a atividade física também apresenta uma ação positiva em níveis psicológicos, exercendo influência nos aspectos sociais, na saúde mental e na qualidade de vida, especialmente daquelas pessoas que sofrem de doenças crônico-degenerativas, como o diabetes. Objetivo:Procurou-se verificar a possível ação de uma sessão de atividade física de um programa voltado para hipertensos, diabéticos e obesos nos estados de&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/a-relacao-idade-com-ansiedade-estado-atletas-volei-feminino-universitari/"><strong>A Relação da Idade com a Ansiedade de Estado em Atletas de Vôlei Feminino Universitári</strong></a><br />
Introdução: A ansiedade de estado é uma variável de extrema importância em esportes que necessitam de rápidas tomadas de decisões. Um nível muito elevado ou muito baixo dessa variável pode acarretar prejuízos no nível de excelência de atletas. A influência da idade sobre a ansiedade de estado de atletas é pouco conhecida. Este estudo teve como objetivoverificar se a idade está relacionada à ansiedade de estado em atletas de vôlei. Material e métodos: Foram avaliadas 85 atletas (&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/a-reclusao-esportiva-os-jogadores-futebol-que-tipo-informacoes-externas-os-jogadores-tem-acesso/"><strong>A Reclusão Esportiva e os Jogadores de Futebol: Que Tipo de Informações Externas os Jogadores Tem Acesso?</strong></a><br />
Interesses pela vida atlética nos períodos de concentração (reclusão) são elementos de curiosidade dos pesquisadores da ciência esportiva. Fatos acontecidos nesses períodos são conhecidos quando algo não acontece como previsto, sobrando aquela impressão de algo inusitado; assim, é necessário verificar que tipos de informações externas chegam até os jogadores e de que forma isso é trabalhado ou não dentro da reclusão esportiva, dentro da visão do maior envolvido: &#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/a-pratica-exercicios-fisicos-regulares-como-terapia-complementar-ao-tratamento-mulheres-com-depressao/"><strong>A Prática de Exercícios Físicos Regulares Como Terapia Complementar Ao Tratamento de Mulheres com Depressão</strong></a><br />
Este estudo caracterizado como ensaio clínico investigou a relação entre a redução de sintomas psicossomáticos da depressão e a prática regular de exercícios físicos aeróbios em mulheres com idade média de ± 43,66 anos,atendidas pelo SUS através do Programa de Residência Médica emPsiquiatria, do Hospital Universitário Regional de Maringá, Paraná. O designe xperimental teve duraç ão de 1 2 semana s, e como amost ra foram selecionada&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/a-motivacao-para-aulas-educacao-fisica-um-estudo-escola-cidade-recife/"><strong>A Motivação Para Aulas de Educação Física: Um Estudo em Escola da Cidade do Recife</strong></a><br />
Introdução: A motivação  tem forte interferência na aprendizagem dos alunos(WITTROCK 1986; LEE &amp; SOLMON, 1992) e definir motivação não parece ser algo simples para a ciência. O objetivo do estudo foi o de analisar a motivação dos alunos para aulas de Educação Física do ensino médio de uma escola municipal do Recife,e compará-lo a estudo feito em Portugal. Material: o sujeito formado de alunos de ambos os gêneros do ensino médio. A amostra constou de 35 (68,6%) do g&amp;ecir&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/a-intervencao-psicologica-preparacao-atletas-adolescentes-tenis-campo/"><strong>A Intervenção Psicológica na Preparação de Atletas Adolescentes do Tênis de Campo</strong></a><br />
A Psicologia do Esporte tem avançado bastante nos últimos anos no processo de preparação dos atletas para a competição, associado as demais áreas da intervenção, técnica, preparação física, nutricional, etc. O objetivo do presente estudo é relatar a intervenção psicológica realizada na preparação de atletas do tênis de campo. Metodologia: participaram do trabalho 16 atletas com idade que variavam de 9 a 16 anos de idade, portanto pré-adolescentes e adoles&#8230;</li>
<li><a href="http://cev.org.br/biblioteca/a-influencia-carreira-esportiva-vida-ex-atleta-alto-rendimento/"><strong>A Influência da Carreira Esportiva na Vida do Ex-atleta de Alto Rendimento</strong></a><br />
Introdução: A transição da carreira esportiva de atletas de alto rendimento é um processo complexo e está associado à percepção subjetiva de valores do atleta em relação a sua vida profissional e pessoal. Os estudos realizados sobre o período de transição e término da carreira esportiva de atletas brasileiros e suas conseqüências para a sua vida são poucos. Devido ao crescente número de atletas brasileiros cresce também a necessidade de entender as diferentes dema&#8230;</li>
</ul>
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		<title>O QUE NÃO FOI FEITO (AINDA) NO VINHAIS VELHO</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 22:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leopoldovaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[A VISTA DO MEU PONTO]]></category>
		<category><![CDATA[Raízes]]></category>

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		<description><![CDATA[Grandes obras &#8211; como a Via Expressa &#8211; trazem desenvolvimento aos locais em que são instaladas; entretanto, os beneficios causados por esses empreendimentos geralmente implicam em alterações na rotina dos moradores, tais como: mudança dos habitantes para outros locais, modificação no solo e na  paisagem. Para que essas alterações, tanto no ambiente quanto na vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5409" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/dsc03677/" title="DSC03677"><img class="size-medium wp-image-5409 alignnone" title="DSC03677" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/DSC03677-300x225.jpg" alt="" width="439" height="394" /></a>Grandes obras &#8211; como a Via Expressa &#8211; trazem desenvolvimento aos locais em que são instaladas; entretanto, os beneficios causados por esses empreendimentos geralmente implicam em alterações na rotina dos moradores, tais como: mudança dos habitantes para outros locais, modificação no solo e na  paisagem.</p>
<div id="attachment_5396" class="wp-caption aligncenter" style="width: 489px"><a rel="attachment wp-att-5396" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/310862_122530281192458_100003064605593_112886_1472703941_n-3/" title="310862_122530281192458_100003064605593_112886_1472703941_n"><img class="size-full wp-image-5396" title="310862_122530281192458_100003064605593_112886_1472703941_n" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/310862_122530281192458_100003064605593_112886_1472703941_n2.jpg" alt="" width="479" height="433" /></a><p class="wp-caption-text">CONSTRUÇÃO DA VIA EXPRESSA NO VINHAS VELHO - O MANGUE SENDO ATERRADO</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para que essas alterações, tanto no ambiente quanto na vida das pessoas, não signifiquem a perda de conhecimentos importantes e para que sejam minimizados os impactos negativos das mudanças, se devem realizar estudos no meio ambiente e junto aos moradores da área, antes da execução das obras.</p>
<div id="attachment_5397" class="wp-caption aligncenter" style="width: 497px"><a rel="attachment wp-att-5397" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/384113_122527367859416_100003064605593_112864_485395126_n/" title="384113_122527367859416_100003064605593_112864_485395126_n"><img class="size-medium wp-image-5397" title="384113_122527367859416_100003064605593_112864_485395126_n" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/384113_122527367859416_100003064605593_112864_485395126_n-300x225.jpg" alt="" width="487" height="442" /></a><p class="wp-caption-text">ÁREA ONDE DEVE TER EXISTIDO UM ALDEAMENTO INDIGENA TOTALMENTE DEVASTADA PELAS MÁQUINAS</p></div>
<p style="text-align: justify;">O  desconhecimento sobre o passado nos afeta no que diz respeito à formação de nossa identidade. Conhecer e valorizar nossa memória nos fortalece, dando significado às nossas vidas através do sentimento de pertencer, de ser parte de uma familia, de uma comunidade.</p>
<div id="attachment_5398" class="wp-caption aligncenter" style="width: 509px"><a rel="attachment wp-att-5398" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/313633_122528271192659_100003064605593_112867_954708251_n-3/" title="313633_122528271192659_100003064605593_112867_954708251_n"><img class="size-medium wp-image-5398" title="313633_122528271192659_100003064605593_112867_954708251_n" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/313633_122528271192659_100003064605593_112867_954708251_n1-300x225.jpg" alt="" width="499" height="465" /></a><p class="wp-caption-text">VÁRIAS FAMILIAS TERÃO QUE DEIXAR A ÁREA, PARA MORAR ONDE?</p></div>
<p style="text-align: justify;">Vestígios ou recursos arqueologicos locais fazem parte das herança cultural brasileira. São protegidos por uma legislação específica que garante sua preservação para as futuras gerações, perpetuando dessa forma bens representativos da nossa origem e das nossas tradições culturais.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-5399" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/machadinha-e-pilao/" title="MACHADINHA E PILÃO"><img class="aligncenter size-full wp-image-5399" title="MACHADINHA E PILÃO" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/MACHADINHA-E-PILÃO.jpg" alt="" width="538" height="566" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um desses estudos diz respeito ao patrimonio cultural regional, do qual fazem parte os sitios arqueologicos que possa existir na área do empreendimento. Sitios arqueologicos são locais que foram ocupados por populações no passado. Podem ter sido aldeias indígenas, capelas, fazendas e engenhos, entre outros, onde se encontram vestígios deixados pelas pessoas que neles moraram, prepararam alimentos, confeccionaram armas, utencilios e instrumentos para garantir sua sobrevivencia.</p>
<div id="attachment_5400" class="wp-caption aligncenter" style="width: 574px"><a rel="attachment wp-att-5400" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/caco-02-12-fiacao-3/" title="CACO - 02-12 - FIAÇÃO"><img class="size-medium wp-image-5400" title="CACO - 02-12 - FIAÇÃO" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/CACO-02-12-FIAÇÃO2-300x225.jpg" alt="" width="564" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">OBJETO ENCONTRADO EM 16/02/2012 - TRATA-SE DE UM INSTRUMENTO DESTINADO À FIAÇÃO DE ALGODÃO, PROVÁVELMENTE TUPINAMBÁ, HABITANTES DA ANTIGA ALDEIA DE UÇAGUABA</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para evitar danos a esse patrimonio &#8211; ruinas, armas, utencilios, ferramentas, objetos de adorno, restos de alimentação, sinais indicadores de agricultura e diversos outros, como cemiterios &#8211; ou sua destruição, é preciso identifica-lo, estudá-lo e integrar esse conhecimento à história da região.</p>
<div id="attachment_5401" class="wp-caption aligncenter" style="width: 589px"><a rel="attachment wp-att-5401" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/ceramica-2/" title="ceramica"><img class="size-medium wp-image-5401" title="ceramica" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/ceramica1-300x224.jpg" alt="" width="579" height="485" /></a><p class="wp-caption-text">FRAGMENTOS DE CERAMICA, ENCONTRADOS EM 16/02/2012. IDENTIFICADOS COMO DE ORIGEM PORTUGUESA E INGLESA. PROVAVELMENTE DO INICIO DOS 1800. RETIRADAS DE SEU CONTEXTO PELA DERRUBADA DA CASA DE SEU BINOCA, PERDEU-SE A HISTORIA DESSES OBJETOS...</p></div>
<p style="text-align: justify;">O trabalho do arqueologo  é localizar e estudar sitios e recuperar informações sobre as pessoas que ali viveram antigamente e sobre o seu modo de vida, evitando, dessa forma, a perda de uma parte importante de nossa herança cultural.</p>
<div id="attachment_5402" class="wp-caption aligncenter" style="width: 494px"><a rel="attachment wp-att-5402" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/raspador-alisador-2/" title="RASPADOR-ALISADOR"><img class="size-medium wp-image-5402" title="RASPADOR-ALISADOR" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/RASPADOR-ALISADOR1-300x224.jpg" alt="" width="484" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">OUTRO OBJETO INDIGENA, ENCONTRADO EM 16/02/2012. TAMBÉM RETIRADO DE SEU CONTEXTO, POIS FOI ENCONTRADO EM UM MONTURO DE TERRA, RETIRADO E JOGADO EM UM MONTE... COMO FAZER A LEITURA, AGORA? TREMEMBÉ? TUPINAMBÁ? OS TREMEBÉS LOCALIZAVAM-SE NA ILHA GRANDE DESDE PELO MENOS 9 MIL ANOS; OS TUPINAMBÁS OS EXPULSAM, POR VOLTA DOS 1530...</p></div>
<p style="text-align: justify;">A identificação, análise e interpretação dos testemunhos materiais deixados pelo homem no decorrer do tempo permitem ao arqueologo recuperar e interpretar o modo de vida desses povos antigos; esse trabalho compreende inicialmenhte observação cuidadosa e sistemática da área a ser estudada para identificar os sítios arqueológicos. Numa etapa posterior é feita a escavação dos sítios e a retirada cuidadosa dos vestígios encontrados, com anotações e fotografias de tudo o que se cerca os vestígios. Depois, todos os objetos, anotações e fotos são levados ao laboratório, para serem estudados.</p>
<p style="text-align: center;">MESMA ÁREA, MOMENTOS DIFERENTES &#8211; O DEPOIS E O ANTES</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-5404" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/318433_122527661192720_100003064605593_112865_66730467_n-2/" title="318433_122527661192720_100003064605593_112865_66730467_n"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5404" title="318433_122527661192720_100003064605593_112865_66730467_n" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/318433_122527661192720_100003064605593_112865_66730467_n-300x225.jpg" alt="" width="450" height="316" /></a><a rel="attachment wp-att-5403" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/317025_122530131192473_100003064605593_112885_1983240336_n-2/" title="317025_122530131192473_100003064605593_112885_1983240336_n"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5403" title="317025_122530131192473_100003064605593_112885_1983240336_n" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/317025_122530131192473_100003064605593_112885_1983240336_n-300x225.jpg" alt="" width="449" height="342" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Só então tem inicio o trabalho de interpretação, que procura entender os antigos acontecimentos. Só depois da prospecção, e recolhimento dos objetos encontrados no local, que se autoriza o inicio da obra&#8230;</p>
<div id="attachment_5405" class="wp-caption aligncenter" style="width: 534px"><a rel="attachment wp-att-5405" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/dsc03690/" title="DSC03690"><img class="size-medium wp-image-5405" title="DSC03690" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/DSC03690-300x225.jpg" alt="" width="524" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">O MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO JÁ ESTÁ NA ÁREA. A MOVIMENTAÇÃO DE TERRA POR ONDE PASSARÁ A VIA EXPRESSA, JÁ FOI FEITA. MAS A PROSPECÇÃO ARQUEOLÓGICA, ETAPA ANTERIOR AO INICIO DA CONSTRUÇÃO, NÃO!!! AGORA QUE FOI DETERMINADA O LEVANTAMENTO. DEPOIS DE PERDIDO TODO O CONTEXTO...</p></div>
<p style="text-align: justify;">E o que foi feito no Vinhais Velho? iniciou-se a obra e depois de inumeras denuncias da existencia de um rico sitio arqueologico no traçado da Rodovia projetada, que um arqueologo aparece no local, a mando do Sr. Max Barros&#8230; </p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-5408" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/384267_122522647859888_100003064605593_112798_719458865_n-2/" title="384267_122522647859888_100003064605593_112798_719458865_n"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5408" title="384267_122522647859888_100003064605593_112798_719458865_n" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/384267_122522647859888_100003064605593_112798_719458865_n-300x225.jpg" alt="" width="470" height="310" /></a><a rel="attachment wp-att-5407" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/376205_122524504526369_100003064605593_112829_538722112_n-2/" title="376205_122524504526369_100003064605593_112829_538722112_n"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5407" title="376205_122524504526369_100003064605593_112829_538722112_n" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/376205_122524504526369_100003064605593_112829_538722112_n-300x225.jpg" alt="" width="467" height="352" /></a><a rel="attachment wp-att-5406" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/305158_122526747859478_100003064605593_112863_1838561927_n-4/" title="305158_122526747859478_100003064605593_112863_1838561927_n"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5406" title="305158_122526747859478_100003064605593_112863_1838561927_n" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/305158_122526747859478_100003064605593_112863_1838561927_n2-300x225.jpg" alt="" width="463" height="378" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-5411" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/dsc03681/" title="DSC03681"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5411" title="DSC03681" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/DSC03681-300x225.jpg" alt="" width="463" height="333" /></a><a rel="attachment wp-att-5410" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/320777_122522091193277_100003064605593_112791_863764385_n-2/" title="320777_122522091193277_100003064605593_112791_863764385_n"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5410" title="320777_122522091193277_100003064605593_112791_863764385_n" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/320777_122522091193277_100003064605593_112791_863764385_n-300x225.jpg" alt="" width="460" height="376" /></a></p>
<div id="attachment_5412" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a rel="attachment wp-att-5412" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/dsc03694-2/" title="DSC03694"><img class="size-medium wp-image-5412" title="DSC03694" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/DSC036941-300x225.jpg" alt="" width="450" height="325" /></a><p class="wp-caption-text">O MANGEZAL NO ENTORNO DA VIVA VELHA SENDO ATERRADO</p></div>
<div id="attachment_5413" class="wp-caption aligncenter" style="width: 465px"><a rel="attachment wp-att-5413" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/dsc03713-2/" title="DSC03713"><img class="size-medium wp-image-5413" title="DSC03713" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/DSC037131-225x300.jpg" alt="" width="455" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">SEGUINDO O TRAÇADO DETERMINADO, A DEVASTAÇÃO AVANÇA EM DIREÇÃO AO LARGO DA IGREJA DE SÃO JOÃO BATISTA DE VINHAIS VELHO - EM OUTUBRO PROXIMO, 400 ANOS EM QUER FOI REZADA A PRIMEIRA MISSA...</p></div>
<div id="attachment_5414" class="wp-caption aligncenter" style="width: 464px"><a rel="attachment wp-att-5414" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/dsc03717-3/" title="DSC03717"><img class="size-medium wp-image-5414" title="DSC03717" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/DSC037172-300x225.jpg" alt="" width="454" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">IMPLACÁVEL, A MÁQUINA AVANÇA POR SOBRE O ANTIGO RESTAURANTE DO BINOCA; VAI SAIR Á FRENTE, NO LARGO DA IGREJA DO VINHAIS VELHO...</p></div>
<div id="attachment_5415" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><a rel="attachment wp-att-5415" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/dsc03727-3/" title="DSC03727"><img class="size-medium wp-image-5415" title="DSC03727" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/DSC037272-300x225.jpg" alt="" width="448" height="322" /></a><p class="wp-caption-text">RESIDENCIA DA VIUVA DO SER. BINOCA. O TRATOR JÁ ESTAVA DEVORANDO AS PAREDES PELOS FUNDOS. NA FRENTE DA CASA, O LARGO DA IGREJA... POR ONDE A VIA EXPRESSA VAI PASSAR, VINDO DOS LADOS DO COHAFUMA, INDO EM DIREÇÃO AO IPASE DE BAIXO...</p></div>
<div id="attachment_5416" class="wp-caption aligncenter" style="width: 463px"><a rel="attachment wp-att-5416" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/dsc03728-3/" title="DSC03728"><img class="size-medium wp-image-5416" title="DSC03728" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/DSC037282-300x225.jpg" alt="" width="453" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">A CAÇAMBA ESTÁ ESTACIONADA EM FRENTE Á RESIDENCIA DA VIUVA DO SR. BINOCA, AGUARDANDO OS RESTOS DA DEMOLIÇÃO DA CASA, JÁ DESAPROPRIADA. EM FRENTE, A IGREJA DE SÃO JOÃO BATISTA DE VINHAS VELHO</p></div>
<div id="attachment_5417" class="wp-caption aligncenter" style="width: 486px"><a rel="attachment wp-att-5417" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/foto-0061-2/" title="Foto-0061"><img class="size-medium wp-image-5417" title="Foto-0061" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/Foto-0061-225x300.jpg" alt="" width="476" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">JÁ TERMINADO O TRABALHO DE DEMOLIÇÃO DA RESIDENCIA DA VIUVA DO SR. BINOCA. OBJETOS ARQUEOLOGICOS FORAM ENCONTRADOS NESSEN TERRENO, APÓS A RETIRADA DOS RESTOS DE DEMOLIÇÃO, E REVOLVIDA O SOLO...</p></div>
<p><a rel="attachment wp-att-5418" href="http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2012/02/20/o-que-nao-foi-feito-ainda-no-vinhais-velho/dsc03729/" title="DSC03729"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5418" title="DSC03729" src="http://colunas.imirante.com/platb/files/1083/2012/02/DSC03729-300x225.jpg" alt="" width="498" height="320" /></a></p>
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		<title>Futebol nos Jogos Olímpicos (1)&#8230; Londres 1908</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 21:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leopoldovaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[JOGOS OLIMPICOS 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Recordar é Viver]]></category>

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		<description><![CDATA[http://museuvirtualdofutebol.blogspot.com/ Futebol nos Jogos Olímpicos (1)&#8230; Londres 1908 Inauguramos hoje uma nova vitrina no Museu Virtual do Futebol, um novo recanto que se ergue com a intenção de recordar os factos e histórias de uma competição vista hoje em dia – ou desde sempre na verdade – como menor no reino do futebol internacional. Popular [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://museuvirtualdofutebol.blogspot.com/">http://museuvirtualdofutebol.blogspot.com/</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://museuvirtualdofutebol.blogspot.com/2012/02/futebol-nos-jogos-olimpicos-1-londres.html">Futebol nos Jogos Olímpicos (1)&#8230; Londres 1908</a></p>
<div id="post-body-4015270477194552865"><a href="http://4.bp.blogspot.com/-p8HJmPNYPpI/TzlNWtYOJcI/AAAAAAAAI70/wUN4hEAe-Lo/s1600/417186.jpg" rel="shadowbox[post-5393];player=img;"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5708679055202461122" src="http://4.bp.blogspot.com/-p8HJmPNYPpI/TzlNWtYOJcI/AAAAAAAAI70/wUN4hEAe-Lo/s320/417186.jpg" border="0" alt="" /></a>Inauguramos hoje uma nova vitrina no Museu Virtual do Futebol, um novo recanto que se ergue com a intenção de recordar os factos e histórias de uma competição vista hoje em dia – ou desde sempre na verdade – como menor no reino do futebol internacional. Popular ou não ela foi no entanto a primeira grande prova planetária disputada por seleções, tendo sido olhada por muitos como o embrião daquilo o que viria a ser o Campeonato do Mundo. Sem mais demoras vamos dar início a uma – por certo – encantadora viagem pelo planeta do futebol no seio dos Jogos Olímpicos, onde a bordo da “máquina do tempo” viajaremos até 1908 para vivenciar um pouco daquilo o que foi a primeira edição oficial de um torneio olímpico de futebol.<br />
Londres acolheu a 4ª edição do sonho de Pierre de Coubertin, um idealista francês nascido em Paris a 1 de janeiro de 1863 que em adolescente fazia das escarpas de Étretat (Normandia) o seu esconderijo predileto e de onde a sua mente viajava pelo longo mar azul que dali se deparava ante o seu olhar que o levava até aos feitos ocorridos em Olimpia descobertos por si, enquanto menino, nos livros que guardavam as epopeias dos heróis – ou mitos – da Grécia antiga. Fascinado por essas míticas olímpiadas o jovem Pierre sonhava em ressuscitar os jogos para a Idade Moderna, fazendo renascer um espírito olímpico que unisse o mundo e ao mesmo tempo endeusasse o homem&#8230;<br />
1896 é um ano histórico para a humanidade, o ano em que o sonho de Pierre se torna em realidade, cabendo à Grécia – só podia ser – a honra de albergar os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna.<br />
Por esta altura o futebol ganhava contornos crescentes de popularidade um pouco por todo o mundo, sendo que em Inglaterra era já profissional desde 1885! Profissionalismo que era encarado por Coubertin como o inimigo da verdadeira essência dos Jogos Olímpicos, os quais, para o barão francês, deveriam assentar, tal como na Grécia antiga, na pureza do amadorismo.<br />
Talvez por isto, ou não (há quem diga que a falta de participantes foi o facto responsável pela ausência daquele que é hoje denominado de “desporto rei” dos primeiros Jogos Olímpicos modernos), o futebol não tenha tido lugar cativo na 1ª edição das Olímpiadas modernas, sendo que a bola apenas começou a saltar pela primeira vez num evento deste género em 1900, nos Jogos realizados em Paris, mas apenas como modalidade de&#8230; exibição. Isto é, não oficial&#8230; segundo os desígnios da FIFA, pese embora o Comité Olímpico Internacional (COI) tenha reconhecido posteriormente como oficiais as primeiras aparições da modalidade nas Olímpiadas.<br />
Procedimento semelhante foi repetido quatro anos mais tarde, durante as Olimpíadas de Saint Louis, onde tal como em Paris o torneio de futebol foi disputado por clubes amadores ou equipas oriundas de universidades, ao invés de seleções nacionais como mais tarde viria a acontecer. Quer em Paris quer em Saint Louis os torneios de futebol não tiveram mais do que três equipas a participar (!), sendo que na bela capital francesa o certame foi vencido pelo conjunto do Upton Park, que representava a Grã-Bretanha, ao passo que na cidade norte amereicana o título – se é que assim pode ser chamado – ficou na posse do Galt City, combinado oriundo do Canáda.<br />
Coincidência ou não com a criação da FIFA em 1904 o futebol passou a ser um dos atores oficiais das Olíimpadas, cabendo à entidade máxima do futebol global apenas a tarefa de supervisionar o primeiro torneio olímpico de futebol oficial. Tudo sobre o olhar desconfiado do COI, que continuava a repovar a profissionalismo do futebol, afastando-o do nobre e puro amadorismo que deveria cercar – em seu entender – a essência do desporto. Porém, convencidos pela Football Association (Federação Inglesa de Futebol) e pelo presidente de então da FIFA, o inglês Daniel Burley Woolfall, o COI deu permissão para que o futebol entrasse para a família olímpica.</p>
<p><strong>O pontapé de saída&#8230;</strong></p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/-GpDhGolX5I4/TzlNM2il3zI/AAAAAAAAI7o/rR9R5hrTHKE/s1600/1908.jpg" rel="shadowbox[post-5393];player=img;"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5708678885863186226" src="http://4.bp.blogspot.com/-GpDhGolX5I4/TzlNM2il3zI/AAAAAAAAI7o/rR9R5hrTHKE/s320/1908.jpg" border="0" alt="" /></a>E foi sob o signo do amadorismo que em 1908 se deu o pontapé de saída do primeiro torneio olímpico de futebol, com a gigante Londres a testemunhar um acontecimento histórico que muitos classificam como o&#8230; primeiro Campeonato do Mundo. De facto ainda estávamos a 22 anos de distância do “verdadeiro” Campeonato do Mundo, da primeira edição daquele que com o passar dos anos se tornou no maior evento desportivo do planeta, maior que os próprios Jogos Olímpicos (!), podendo este ser considerado como o embrião do grande certame sonhado anos mais tarde pela FIFA através da mente do seu imortal presidente Jules Rimet.<br />
A Londres chegaram quatro seleções nacionais, ou melhor cinco, pois a França fez-se representar por duas equipas, as quais se juntavam à formação da casa, a Grã-Bretanha (combinado que integrava Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda) e ainda Suécia, Dinamarca, e Holanda. Estes foram os convidados do torneio. Sim, convidados, pois convém sublinhar que não existiu propriamente uma fase de qualificação para o torneio olímpico, mas sim uma série de convites enviados pelo COI às diversas federações europeias (só!) com o intuito de as trazer até Londres. Contudo apenas seis (!) dessas federações responderam afirmativamente ao convite, tendo sido elas a França, Suécia, Dinamarca, Holanda, Hungria e Boêmia (antiga denominação da atual República Checa). Com tão poucas equipas o COI deu permissão então para que a França trouxesse às Olimpíadas de 1908 duas equipas de futebol.<br />
Porém, a poucos dias do início do torneio o rei do império austro-hungaro proibiu – devido a razões de ordem política – as seleções da Hungria e da Boêmia de se deslocarem a Londres, reduzindo ainda mais o lote de participantes do torneio olímpico.<br />
Conclusão, se já havia nascido pobre – face à ausência dos melhores jogadores e seleções da época, profissionais, claro está – mais pobre ficou com a desistência daqueles dois países.<br />
O “circo” estava já montado e como tal havia que dar início ao espetáculo com mais ou menos equipas do que o previsto. Assim a data de 19 de outubro de 1908 entra para a história como o dia em que pela primeira vez duas seleções nacionais disputaram uma partida a contar para uma competição oficial. Os ilustres intervenientes? Dinamarca e a França, ou melhor, a segunda equipa da França. Desde logo ficaria evidente que este torneio olímpico de futebol dificilmente iria arrastar até si os holofotes da fama, ou da atenção dos populares, isto a julgar pelo baixo número de espetadores que marcaram presença nos seis jogos da competição. Estranho, se julgarmos que este torneio olímpico decorreia na pátria do futebol moderno onde cada vez mais pessoas se deixavam enfeitiçar pelo belo jogo. Contudo parace que os ingleses estavam mais interessados nos desenlaces da sua FA Cup (Taça de Inglaterra), a competição mais antiga do Mundo, a qual de ano para ano se tornava mais competitiva e popular entre os súbitos de Sua Majestade.<br />
Não admira pois que no jogo inaugural do torneio olímpico o White City – o estádio onde decorreram os Jogos Olímpicos de 1908 – apresentasse um desolador cenário composto por duas mil pessoas!<br />
Lá em baixo, na relva, os dinamarqueses esmagaram os “b” franceses por concludentes 9-0, sendo quatro desses golos da autoria do avançado Vilhelm Wolfhagen. No outro encontro da 1ª fase a Grã-Bretanha atropelou, como seria de esperar, os suecos por 12-1 com destque para o poker (quatro golos obtidos) de Claude Purnell.</p>
<p><strong>31 golos nas meias finais!!!</strong></p>
<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/-mbkb6e5JM0E/TzlNDyCAniI/AAAAAAAAI7c/GWWyuPaKXOo/s1600/1908_aerial_view.jpg" rel="shadowbox[post-5393];player=img;"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5708678730033962530" src="http://3.bp.blogspot.com/-mbkb6e5JM0E/TzlNDyCAniI/AAAAAAAAI7c/GWWyuPaKXOo/s320/1908_aerial_view.jpg" border="0" alt="" /></a>Chegados às meias finais algo de invulgar – pelo menos nos dias de hoje – ocorreu em White City. Em dois jogos foram marcados nada mais nada menos do que 31 golos! É verdade, mais de três dezenas de festejos que levariam a Grã-Bretanha e a Dinamarca para a grande decisão do torneio olímpico de futebol de 1908.<br />
Os dinamarqueses voltaram a medir forças com a armada francesa, desta feita a França “a”, que a julgar pelo resultado era bem inferior aos seus conterrâneos “b”. 17-1 para os escandinavos (!), resultado histórico para o qual muito contribuiu o até então desconhecido – mundialmente – Sophus Nielsen, autor de 10 golos! Um feito presenciado por&#8230; 1000 espetadores! Desolador, sem dúvida.<br />
No outro jogo das meias finais o resultado obtido pelo conjunto da casa seria hoje em dia rotulado de goleada, porém pelo que até então se via no relvado do White City a Grã-Bretanha passou à final com uma magra vitória diante da Holanda por&#8230; 4-0.</p>
<p><strong>Franceses desistem do bronze antes do esperado ouro britânico</strong></p>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/-lTfsAjbhf-I/TzlKunXvmZI/AAAAAAAAI6g/BaneNHpgzBU/s1600/fetch.jpg" rel="shadowbox[post-5393];player=img;"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5708676167371823506" src="http://1.bp.blogspot.com/-lTfsAjbhf-I/TzlKunXvmZI/AAAAAAAAI6g/BaneNHpgzBU/s400/fetch.jpg" border="0" alt="" /></a>Na corrida para a medalha de bronze a França retirou a sua equipa principal da “linha de partida”, aparentemente pela vergonha da humilhação sofrida na meia final ante a Dinamarca, pelo que em sua substituição avançaram os suecos, repescados da 1ª fase. E na disputa pela medalha de bronze os holandeses levariam a melhor sobre os nórdicos por duas bolas a zero.<br />
A grande final – marcada para 24 de outubro – foi presenciada por oito mil espetadores, a assistência mais numerosa do torneio olímpico até então, na sua grande maioria adeptos da seleção britânica, a grande favorita para a conquista do primeiro ouro olímpico na história do futebol. Da teoria à prática o caminho não foi longo. Porém, foi suado. Pela frente os britânicos encontraram uma equipa forte liderada pela temível dupla goleadora composta por Sophus Nielsen e Vilhelm Wolfhagen, autores de 18 dos 26 golos apontados pelos dinamarqueses nos dois encontros anteriores, e que prometiam fazer frente à turma capitaneada por Vivian Woodward.<br />
No final, e após muito trabalho, a Grâ-Bretanha vencia a Dinamarca por 2-0 graças ao instinto matador de Frederick Chapman e do capitão Woodward, sagrando-se assim a primeira campeã olímpica da história&#8230; ou para muitos o primeiro campeão do Mundo de futebol.<br />
O seu a seu dono teriam pensado os inventores do futebol moderno naquele momento, o ouro olímpico ficava em casa, no domicílio dos mestres dos futebol, e para a eternidade ficavam gravados a letras de ouro – doutra forma não podia ser – no Olimpo dos Deuses do desporto os nomes de Horace Bailey, Arthur Berry, Frederick Chapman, Walter Corbett, Harold Hardman, Robert Hawkes, Kenneth Hunt, Clyde Purnell, Herbert Smith, Henry Stapley, e Vivian Woodward, os primeiros campeões olímpicos de futebol. Na sua grande maioria eram estudantes universitários, que viviam o futebol de uma forma amadora, claro está, esperando pelo convite de alguma equipa profissional do futebol inglês. E alguns destes nomes vieram-no a conseguir.</p>
<p><strong>Sophus Nielsen: a figura</strong></p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/-wVxImDefyB4/TzlLQb4TSTI/AAAAAAAAI6s/6-oFoLSnqL8/s1600/sophus_nielsen.jpg" rel="shadowbox[post-5393];player=img;"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5708676748402706738" src="http://4.bp.blogspot.com/-wVxImDefyB4/TzlLQb4TSTI/AAAAAAAAI6s/6-oFoLSnqL8/s320/sophus_nielsen.jpg" border="0" alt="" /></a>O ouro olímpico pode ter ficado em terras britânicas, como muitos anteciparam na entrada para o torneio, mas as luzes da ribalta do modesto torneio de futebol dos Jogos Olímpicos de 1908 recairam todas sobre o dinamarquês Sophus Nielsen, o desconhecido – até então – que entrou para a história da modalidade por ter apontado 10 golos num só jogo de futebol.<br />
A façanha ocorreu a 22 de outubro, com o White City como cenário daquela meia final entre Dinamarca e França “a”.<br />
Sophus Erhard Nielsen nasceu a 15 de março de 1888 em Copenhaga e começou a sua promissora carreira no Concordia quando ainda adolescente. Poderoso avançado logo deu nas vistas, sendo que ainda com a tenra idade de 14 anos aceitou o convite do Frem, clube onde chegou ao escalão de sénior e onde desenvolveu a maior parte da sua carreira. No tempo em que o profissionalismo era coisa apenas de ingleses Nielsen trabalhava como ferreiro juntamente com o seu irmão Carl Nielsen, também ele futebolista nas horas vagas.<br />
Em 1910 os dois irmãos viram-se a braços com o desemprego pelo que tentaram a sua sorte fora de portas. Viajaram pela Europa e chegados à cidade alemã de Kiel o presidente da equipa local ofereceu-lhes emprego na condição de aceitarem jogar pela sua equipa no escalão máximo do futebol germânico. Aceitaram, mas inexplicavelmente ali ficaram apenas uma temporada. E inexplicavelmente porque Sophus apontou uns impressionantes 72 golos em 18 jogos disputados, números mais do que suficientes para jogar por qualquer equipa amadora&#8230; ou profissional. Mas Sophus prefreriu voltar a casa e ao seu Frem, onde jogaria até 1921, ano em que pendurou as botas com um impressionante registo de 125 golos em 137 encontros! Defendeu a seleção do seu país por 20 ocasiões, tendo feito 16 golos, 11 deles nos Jogos Olímpicos de 1908. Voltaria a marcar presença nas Olimpíadas de 1912, em Estocolmo, conquistando uma nova medalha de prata após cair na final diante da armada da&#8230; Grã-Bretanha, numa reedição daquilo o que se passou em Londres quatro anos antes. Nos Jogos de Estocolmo não foi tão letal como havia sido em Londres, tendo visto o seu recorde de 10 golos num só jogo ter sido igualado pelo alemão Gottfried Fuchs. O melhor marcador do torneio olímpico de 1908 morreria na sua cidade a 6 de agosto de 1963 aos 75 anos.</p>
<p><strong>Resultados:</p>
<p>1ª Fase</strong></p>
<p><em>19 de outubro </em></p>
<p>França “b” &#8211; Dinamarca: 0-9<br />
(Golos: Nils Middelboe (2), Vilhelm Wolfhagen (4) Harald Bohr (2), Sophus Nielsen</p>
<p><em>20 de outubro</em></p>
<p>Grã-Bretanha – Suécia: 12-1<br />
(Golos: Frederick Chapman , Arthur Berry, Vivian Woodward (2), Harold Stapley (2), Claude Purnell (4), Robert Hawkes (2) / Gustaf Bergstrom<a href="http://4.bp.blogspot.com/-EEhpJEUb96E/TzlKNcBP7tI/AAAAAAAAI6I/U9037N7pnrc/s1600/vivian.jpg" rel="shadowbox[post-5393];player=img;"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5708675597389000402" src="http://4.bp.blogspot.com/-EEhpJEUb96E/TzlKNcBP7tI/AAAAAAAAI6I/U9037N7pnrc/s320/vivian.jpg" border="0" alt="" /></a><strong>Meias finais</strong></p>
<p><em>22 de outubro</em></p>
<p>França “a” &#8211; Dinamarca: 1-17<br />
(Golos: Sophus Nielsen (10), Vilhelm Wolfhagen (4), August Lindgren (2), Nils Middelboe / Emile Sartorius</p>
<p>Grã-Bretanha – Holanda: 4-0<br />
(Golos: Harold Stapley (4))</p>
<p><strong>Medalha de Bronze</strong></p>
<p><em>23 de outubro</em></p>
<p>Holanda – Suécia: 2-0<br />
(Golos: Gerard Reeman, Edu Snethlage</p>
<p><em>24 de outubro </em></p>
<p><strong>Medalha de ouro (Final)</strong></p>
<p><strong>Grã-Bretanha – Dinamarca: 2-0</strong></p>
<p>Estádio: White City, em Londres (8000 espetadores)</p>
<p>Árbitro: John Lewis (Inglaterra)</p>
<p>Grá-Bretanha: Horace Bailey, Walter Corbett, Herbert Smith, Kenneth Hunt, Frederick Chapman, Robert Hawkes, Arthur Berry, Vivian Woordward, Harold Staplay, Claude Purnell, Harold Hardman.</p>
<p>Dinamarca: Ludvig Drescher, Charles Buchwald, Harald Hansen, Harald Bohr, Kristian Middelboe, Nils Middelboe, Oskar Nielsen Norland, August Lindgren, Sophus Nielsen , Vilhelm Wolfhagen, Bjorn Rasmussen.</p>
<p>Golos: 1-0 (Frederick Chapman, aos 20m), 2-0 (Vivian Woorward, aos 46m)<a href="http://3.bp.blogspot.com/-Y92Ge-DD4Is/TzlM3zg469I/AAAAAAAAI7Q/n3I61BCpbTo/s1600/400px-London_1908_English_Amateur_Football_National_Team.jpg" rel="shadowbox[post-5393];player=img;"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5708678524273486802" src="http://3.bp.blogspot.com/-Y92Ge-DD4Is/TzlM3zg469I/AAAAAAAAI7Q/n3I61BCpbTo/s400/400px-London_1908_English_Amateur_Football_National_Team.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Legenda das fotografias:<br />
1-O barão Pierre de Coubertin<br />
2-&#8221;Imagem&#8221; oficial dos Jogos Olímpicos de Londres em 1908<br />
3-O estádio White City, a casa das Olimpíadas de 1908<br />
4-Uma imagem esbatida da luta pelo ouro olímpico<br />
5-A estrela do torneio: Sophus Nielsen<br />
6-O talentoso capitão britânico Vivian Woordward<br />
7-Grã-Bretanha: os primeiros campeões olímpicos da história do futebol</p>
<p>Nota: Texto redigido ao abrigo do novo Acordo Ortográfico</p></div>
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