O desembarque da seleção brasileira no Rio de Janeiro, na madrugada deste domingo, trouxe à tona a verdadeira face do grupo, encoberta pelo õba-ôba midiáticodos últimos dois meses.
Revelou-se que o auxiliar Jorginho, arrogante como sempre – hipócrita que usa o evangelho como defesa pessoal – foi o responsável por proibir a presença de familiares dos jogadores na concentração.
Mas a sua mulher e filhos – e vários crentes para os quais ele arranjou emprego na seleção, segundo revelou a Folha de S. Paulo - passaram a copa toda ao seu lado.
Felipe Melo voltou como foi: grosso, violento, mal educado, cafajeste de más companhias, como o bossal do motorista que foi apanhá-lo no aeroporto.
Somente agora veio à tona que Kaká nem deveria ter jogado a Copa, devido à gravidade de sua contusão na púbis, só agroa revelado pelo médico Carlos Runco.
Outra covardia contra o torcedor brasileiro iludido.
Daqui a pouco, todos eles estarão de volta à Europa, voltando a defender os seus clubes milionários e a viver nas mordomias européias em farras e festas do Velho Mundo.
E o sofrido povo brasileiro adestrado a renovar suas esperanças para 2014, num ciclo vicioso que a mídia faz questão de alimenrar.
Estou feliz porque posso sentir-me campeão no próximo domingo, com a seleção alemã.
Com a mesma alegria com a qual vibro pelo Vasco da Gama. E com a emoção que nunca consegui sentir com a seleção brasileira.
Desde que me entendo por torcedor e amante do futebol…