Formulário de Busca

Flávio Dino fala da Crise do Senado: “a oposição só pensa nas eleições presidenciais de 2010″, diz ele

qua, 26/08/09
por Marco D'Eca |

flaviofesta.jpgO deputado federal Flávio Dino (PCdoB) vive sendo cobrado pelos pseudo-aliados da oposição a ter uma postura de enfrentamento ao Grupo Sarney.

Estes pseudo-aliados são os mesmos que lhe deram as costas nas eleições de 2008 em nome do projeto de Jackson Lago (PDT) ou que ridicularizam suas possibilidades de dispustar o governo em 2010.

Erionaldson Castro, petista ligado ao PDT de Jackson Lago, é um deles. O blogueiro cobra de Dino uma palavra explícita contra o grupo Sarney. Porque nenhum comentário sobre a crise no Senado, que envergonha o Maranhão?, cobra Eri.

Outro provocador é Robert Lobato, diretor do PT ao mesmo tempo em que consegue ser assessor do PSDB de Roberto Rocha.

Lobato exigiu do comunista que cite culpados históricos para a miséria do Maranhão: qual período você se refere, camarada?, pergunta o blogueiro, querendo saber se, no discurso sobre o tema, o deputado tratou do período Sarney ou do de José Reinaldo/Jackson. (leia aqui)

Flávio Dino mordeu a isca e respondeu aos pseudo-aliados da “esquerda” petista.

Mas não foi o que eles esperavam ouvir: A oposição só pensa nas eleições presidenciais de 2010. Estão em busca de um discurso consistente. Por isso, multiplicam “crises”, atirando para todos os lados, afirmou o parlamentar, lúcido em relação aos objetivos do PSDB.

Para o deputado, a crise no Senado, como outras, é artificial, para prejudicar o governo Lula, o que ficou explícito nas aspas cercando a palavra crise. 

Flávio Dino, inteligente e antenado, disse apenas o que todo o país já sabe, mas os ”esquerdistas” e petistas frustrados do Maranhão tendem a querer esconder.

Para não ficar dúvida alguma, leia aqui a íntegra do artigo do deputado… 

O fim do jornalismo de chantagem…

dom, 23/08/09
por Marco D'Eca |

corrupcao01.jpgQuando assumiu o comando da Assembléia Legislativa, em fevereiro deste ano, o deputado Marcelo Tavares (PSB), tomou uma atitude fundamental, mas que vinha sendo ignorada ao longo da história recente da Casa.

Ele simplesmente reformulou a política de divulgação dos atos do Poder, cortando na raiz, eliminando pagamentos para pseudo-jornais - páginas de aluguel, caça-níqueis de todos os naipes, criados exclusivamente para arrancar dinheiro público.

Jornais o Maranhão tem muitos.

Em São Luís, há os tradicionais, como “O Estado do Maranhão”, “O Imparcial” e o “Jornal Pequeno”. Todos acima de 50 anos. Todos com comprovada repercussão jornalística

Há ainda alguns do interior, também históricos, como “O Progresso”, de Imperatriz e “o Cidade de Pinheiro, que sobrevivem perfeitamente, mesmo sem as verbas públicas. E geram emprego.

No governo José Reinaldo Tavares (PSB) - curiosamente tio de Marcelo Tavares – abriu-se a porteira: o dinheiro fácil do esquema montado para derrotar Roseana Sarney (PMDB) jorrou como água.

Surgiram jornais de todos os tipos, alguns dados de graça, outros até com bônus para quem se aventurasse a lê-los – diários, semanários, ”devezemquandários”… caça-níqueis e chantagistas assumidos.

chantagem.JPGPior: Não geram um só emprego, utilizando-se integralmente da publicação de press releases (textos prontos encaminhados pelas assessorias) e do que no jargão do jornalismo é conhecido por “tesoura press” – o roubo de matérias de internet, inclusive deste e de outros blogs.

Inventaram até um termo para fugir à pecha de chantagistas: “imprensa nanica”.

A tática é sempre a mesma: faz-se jornais de poucas páginas, com ênfase no noticiário político, apostando-se que seja repercutido por emissoras de rádio.

Com a repercussão, ameaçam gestores incautos a distribuir Editais para publicação e a pagar supostas assinaturas – que nunca chegam, embora a fatura chegue pontualmente.

Marcelo Tavares foi o primeiro a romper com este tipo de chantagem. Seguiram-se outros – embora em ritmo mais lento – como o prefeito João Castelo (PSDB), o presidente da Famem, Raimundo Lisboa (PDT), e, agora, a governadora Roseana Sarney (PMDB).

É uma atitude importante para se valorizar o trabalho e a atividade jornalística. Daqueles que, de fato, formam opinião e repecurtem no estado e fora dele.

E, finalmente, uma pá de cal no famigerado jornalismo de chantagem…

Alterado às 15h10 de 24/08/2009 para acréscimo de informações


Formulário de Busca


2000-2012 globo.com Todos os direitos reservados. Política de privacidade