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Piacere, Milano!

seg, 30/04/12
por otonlima |
categoria Trip

Galeria Vitorio Emanuele II.

Mais vibrante do que sua fama de “cinzenta e blasé” nos faz supor, a capital italiana da moda e do design viveu dias de verdadeira efervescência com o Salone Internazionale Del Mobile, que atraiu profissionais dos quatro cantos do mundo para conferir as novidades e tendências que se anunciam para a indústria do mobiliário. Hot Spot, que esteve por lá para conferir a mostra, aproveitou a oportunidade para também se entregar a outros encantos do lugar. E traz agora um compacto do que de melhor foi visto na viagem.

Nosso grupo tinha pouco mais de dois dias para cumprir toda a agenda estabelecida para Milão. O principal propósito da viagem era visitar o Salone Internazionale Del Mobile, um mega evento de design de móveis que acontece na cidade há 51 anos. Mas, é claro, também havia alguns programinhas turísticos no roteiro.
Como se tratava de uma mostra com as dimensões do “Salone”, realizada num espaço gigantesco como o centro de exposições COSMIT, com mais de 200 mil m², tínhamos que dispensar pelo menos um dia inteiro a ele [No caso específico de das minhas duas companheiras de viagem, as arquitetas Isabela Murad e Milena Estrela, foram necessários os dois dias; e detalhe: ainda assim não deu para contemplar tudo].
Ao longo daquele corredor a perder de vista, todo de estrutura metálica e coberto de vidro (surpreendente!), eram dispostos oito pavilhões, onde nada mais, nada menos que 2500 expositores apresentavam as novas coleções de mobiliários, iluminação, objetos de arte, tecnologias inovadoras e materiais alternativos, dispostos em ambientes decorados em diferentes estilos – dos mais clássicos até os contemporâneos, com visual high-tech.
Impossível – pelo menos para um leigo como eu – processar todas aquelas informações. Mas, entre tantas referências, pude assimilar algumas tendências que se anunciavam ali. O tom do momento, por exemplo, é o azul em todas as suas variáveis. Percebi também uma pitada eco-sustentável e um layout retrô na maioria dos stands por onde passei. Mas você, leitor, há de convir que a profusão de referências numa mostra como aquela é a mais abrangente possível!
Outro destaque do “Salone” é, sem dúvida, a Eurocucina, mostra que acontece no mesmo espaço e traz as últimas soluções para cozinhas. Perfeita para quem gosta de tecnologia!
Depois desse mergulho no universo do design de móveis, hora do programa de se entregar ao que Milão é de fato…
Primeira parada, a icônica Catedral de Milão (em italiano, Duomo di Milano), construção do século XIV de estilo Gótico, bem ao centro da cidade. A Duomo é parada obrigatória para qualquer turista. Nos seus arredores, há outros pontos imperdíveis, como a imponente galeria Vitorio Emanuele II, com seu pé direito gigantesco, o teto em vidro, afrescos adornando o alto do prédio e uma reunião das mais requintadas de gastronomia e marcas de luxo.
Por falar nisso, próximo dali também encontramos o “quadrilátero da moda”, rua onde encontramos as lojas das principais grifes internacionais. As vitrines são um atrativo à parte, de tão elaboradas e requintadas. [A da Dolce & Gabbana, por exemplo, fez sucesso com suas bicicletas adesivadas com estampa de onça - uma das marcas registradas da grife -, como mostra a foto] É de deixar qualquer consumista hipnotizado!
Uma volta por aquela região desvenda milhares de prédios charmosos, vitrines as mais criativas e cantinas onde podemos comer o melhor da cozinha italiana. Uma delícia!
A cidade tem outra marca registrada que não posso deixar de mencionar: os milaneses. Que povo mais bonito, elegante e bem vestido! Não há nada igual em toda a Europa…
Em suma: apesar do pouco tempo, foi uma delícia a passagem por Milão!Em uma de nossas incursões gastronômicas por Milão, fomos ao badalado Armani Ristorante, dentro do Hotel Armani, próximo ao “Quadrilátero da Moda”.

*O texto foi reproduzido da coluna Página 7, que assino no jornal O Estado do Maranhão, desse domingo, 29.

É hora de dar tchau!

dom, 22/04/12
por otonlima |
categoria Trip

A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:Não há mais o que ver’, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.José SaramagoApós uma semana descobrindo os encantos de Istambul e Milão [onde apareço na foto, em um de seus cartões postais, a belíssima Piazza del Duomo], estou afivelando as malas de volta para casa. Muito já foi dito sobre o primeiro destino (e vem mais post por aí) e ainda nem tive como falar sobre as tantas experiências vividas no segundo. Mas junto comigo vai uma máquina repleta de registros e uma memória com muitas passagens divertidas, curiosas e enriquecedoras.  É claro que continuarei dividindo tudo com vocês. Hasta…

O Grand Bazar de Istambul

sáb, 21/04/12
por otonlima |
categoria Trip

Outro ponto imperdível de Istambul é o Grande Bazer, também chamado Kapalicarsi, que em turco quer dizer “mercado coberto” – um dos maiores e mais antigos que existem no mundo, diga-se de passagem!

Também localizado dentro das muralhas da cidade histórica, com mais de 61 ruas e quase 6 mil lojas, o Bazar é outra herança do período da dominação Otomana. Além da infinidade de artefatos turcos – que, diante da variedade, são divididos por setores -, é lá que se exercita o modus operandi de se negociar daquele povo: a pechincha.

Uma dica aos turistas: é considerado uma grande ofensa quem aceita o primeiro valor dado à qualquer peça pelo vendedor. Faz parte do ritual de compra usar o poder de persuasão para conseguir um preço melhor. Coisas do mundo muçulmano!

Nossa companheira de viagem e expert no assunto moda, a blogueira Helô Gomes ficou impressionada com o tamanho do mercado e com as peças que são encontradas, que vai de burcas (sim, muitas das mulheres de lá ainda mantém esse costume) à jóias, passando por uma quantidade infindável de falsificações.

Mas foi lá também que Helô constatou que as mulheres ainda são bastante discriminadas naquele país. Ao tentar rodar sozinha pelo Bazar, foi abordada com grosseria, ofendida por estar andando só. O que para muitos turcos é um absurdo!

Em seu perfil no Instagram, Helô desabafou: “Vou ver com outros olhos pra sempre! As ocidentais não sabem a independência que tem. Fui passear sozinha por Istambul. Nunca fui tão maltratada e humilhada na vida. Taxi não parava, homens te tratando como se você fosse da vida e ainda gritam se você não responde! Triste realidade“.

Mudando de assunto, mas ainda sobre o Grand Bazar… No meio da semana que passou, o mercado virou set de filamgem para o novo filme do 007. O protagonista Daniel Craig gravou várias seqüências de ação por lá, o que ocasionou no isolamento do lugar, impedindo que milhares de turistas o conhecessem. Nem preciso dizer que a presença de Hollywood causou rebuliço, não é?!Fotos: Helô Gomes

Campo de força

sex, 20/04/12
por otonlima |
categoria Trip

Outro monumento que resiste ao tempo em Istambul são as muralhas de Constantinopla – antigo nome da cidade -, com seus 16 séculos de existência.

Ao redor da chamada parte histórica do lugar, a muralha de pedra representa o último exemplar de um sistema de fortificação da Antigüidade. Construída por Constantino, o Grande, para proteger a cidade , portal de entrada da rota marítima entre o Ocidente e o Oriente (Istambul, como já foi dito aqui no blog, está localizada entre a Europa e a Ásia), esse campo de força se manteve intacto durante todo o período Otomano. No entanto, no século XIX, a medida que a cidade se expandia para além dos seus limites medievais, alguns trechos começaram a demolir.

Como Istambul se tornou Patrimônio Cultura e Arquitetônico da Humanidade pela Unesco, em 1985, um processo de restauração começou a ser realizado para preservar a Muralha, que vinha sofrendo com a falta de conservação.

Levando em consideração que os principais pontos turísticos de Istambul encontram-se próximos uns dos outros, um dos únicos atrativo de se fazer um city tour é para conferir as ruínas da muralha. Na primeira foto, o antigo portal de entrada de Istambul, por onde o exército Otomano chagava após as guerras; e o portal de Ouro, próximo a orla, por onde passa uma avenida, atualmente, que já foi o ponto de chegada para o sultão e suas embarcações.

Eu vejo flores em você

sex, 20/04/12
por otonlima |
categoria Trip

Não bastasse todo o charme de Istambul, a cidade toda se enfeitou com tulipas para nos receber. Explico: é que está acontecendo por aqui o Festival Anual de Tulipas, realizado do dia 1o ao dia 30 de abril, em celebração à primavera.

Das ruas aos pontos turísticos da metrópole turca, você se depara com canteiros repletos delas. Uma explosão de cores!Fotos: Oton Lima

Istambul, cidade das mesquitas

sex, 20/04/12
por otonlima |
categoria Trip

Se há um símbolo que possa ilustrar bem Istambul, esse, com certeza, é o de uma mesquita. Os templos da religião muçulmana estão para a metrópole turca assim como, por exemplo, o Cristo Redentor está para o Rio de Janeiro. Para qualquer canto que você se dirija, lá está pelo menos uma delas erguida entre as edificações, cercadas por minaretes (uma espécie de torre pontiaguda), se destacando do cenário com toda sua especificidade arquitetônica, significado religioso e, no caso de muitas delas, com sua importância cultural e histórica.Das inúmeras mesquitas espalhadas por toda a cidade, duas se fazem proeminentes: a Santa Sofia e a Mesquita Azul. Localizadas uma de frente para outra, na região de Sultanahmed, na chamada cidade histórica, ambas estão no topo dos programas turísticos imperdíveis de Istambul. Mas, afinal, o que elas têm de tão especiais?

Comecemos pela Santa Sofia. Erguida no tempo em que a cidade ainda vivia sob hegemonia do Império Bizantino, ela foi concebida inicialmente como uma catedral para a Igreja Católica. E estamos falando de lá pelo século 4 depois de Cristo. E era a maior em todo o mundo, de todos os tempos, até a construção da Basílica de São Pedro, em Roma (que é apenas um pouco maior que a Santa Sofia). Após a dominação otomana – e, consequentemente, a introdução do Islamismo na Turquia -, isso no século XV, o templo passou a ocupar uma mesquita.  E desde 1935, no período em que Ataturk (uma das principais figuras da história recente daquele país) instituía a República da Turquia, a Santa Sofia se tornou em um museu.Curiosidade: embora se pense que a mesquita é uma homenagem à Santa Sofia, seu nome, na verdade, vem da expressão em grego “Hagia Sophya“, que significa “Sagrada Sabedoria” (em turco “Ayasofya”).

Logo ao lado, encontra-se a Mesquita Azul, tão imponente quanto a sua vizinha. O templo recebe milhares de fieis locais e turistas de todas as partes do mundo diariamente. Construção primorosa do estilo clássico otomano, com mosaicos azuis de Iznik, ela foi erguida por ordem do sultão Ahmed I para superar em beleza e grandiosidade a Santa Sofia.As mesquitas geralmente eram construídas com um intuito de serviço público. Existiam diversos prédios ao lado da Mesquita Azul que incluem: escola de teologia, uma sauna turca, uma cozinha que fornecia sopa aos pobres e o Bazar Arasta, lojas cujas rendas se destinavam a financiar o complexo. Falando no Arasta, ela ainda continua funcionando até hoje, onde se pode comprar souvenir do passeio ou algum utensílio típico de Istambul. A mesquita foi revestida com azulejos azuis e possui ricos vitrais também do mesmo tom. Não há figuras no interior da Mesquita pois os muçulmanos não cultuam imagens.

Ao entrar  é necessário tirar os sapatos. Minissaias, bermudas ou camisetas sem mangas não são recomendados. Funcionários da mesquita fornecem uma espécie de canga para cobrir as partes do corpo que desrespeitam a religião muçulmana.É todo um ritual!

Mesmo não sendo paga a entrada, como é o caso da Santa Sofia, ao sair da visita à Mesquita Azul é de praxe deixar alguma doação, como forma de colaborar para o trabalho de preservação do lugar.

É inegável o encantamento ao se deparar diante desses dois monumentos da história da humanidade. Pitorescos, grandiosos e envoltos de toda um significado. Mas devo confessar uma impressão pessoal:  o legado histórico dessas duas mesquitas, assim como de grande parte das atrações de Istambul, é maior e mais impactante do que os monumentos propriamente ditos. Nem por isso deixa de ser um programa interessantíssimo!

Endereço digno de um sultão

seg, 16/04/12
por otonlima |
categoria Trip

Nossa estreia pelos pontos turísticos de Istambul foi pelo que podemos de chamar de portão da entrada. Ou melhor: começamos pela casa dos sultões do Império Otomano, período histórico dos mais férteis quando levamos em consideração o legado que ainda hoje é preservado e apreciado pelos milhares e milhares de turistas que aterrissam na metrópole turca. Estou falando do emblemático Palácio  de Topkapi (Topkapi Sarayi).

Parte do complexo de atrações da cidade histórica – que ainda vamos falar muito no blog -, o Topkapi é a ilustração viva de um período de fausto e poder daqueles que, por mais de 3 séculos, comandaram o mundo muçulmano. Para se ter uma ideia da grandiosidade literal do lugar, basta dizer que sua área é de 700 mil m 2.

Não bastasse o gigante medieval que é, o palácio ainda guarda um acervo surpreendente – com peças de ouro, prata, pedras preciosas, porcelana, cerâmica, indumentárias e relíquias sagradas, que remota à cidade ainda dos tempos em que era chamada de Constantinopla, lá no século XV, quando foi conquistada pelos Otomanos, até a metade do século XIX, quando a moradia dos sultões e sua corte de mais de 4 mil pessoas foi substituída para outro palácio (que falaremos depois). Um verdadeiro tesouro!

É uma pena que seja proibido fotografar o interior do Topkapi. Senão traríamos agora, com maior riqueza de detalhes, tudo o que vimos no gigantesco e imponente lar do Império Otomano. Nos restou registrar alguns lances da área externa do Palácio – e tentar transmitir, através das palavras, essa experiência e tanto!Logo na chegada somos surpreendidos por um caminho de tulipas, que nos leva até o primeiro dos 3 grandes portões do Topkapi. A propósito, há uma profusão dessa flor por toda Istambul. Imagine o efeito – ainda mais que estamos em plena primavera no Hemisfério Norte. Lindo!Sinta só a concentração de turistas vindos de todas as partes para conhecer aquele que foi sede do Império Otomano por séculos. Gente de todas as nacionalidades, mas nada comparado aos orientais (como era de se esperar!).Logo após o primeiro pátio, nos deparamos com o portão da Felicidades, dono de um significado todo especial dentro do contexto do Topkapi. Era ali a entrada principal aos domínios do sultão. Imagine o que ele guarda até hoje – a biblioteca e as câmaras de audiência, onde hoje estão expostos os tesouros. Curiosidade: Neste portão o sultão recebia embaixadores e pagava os soldados do exército. Aqui também eram feitos funerais. Bem defronte ao portão há uma pedra que marca o lugar exato onde foi fincada a primeira bandeira com o símbolo do Profeta Maomé.Falando em tesouro… Hot Spot conseguiu, enquanto o guarda deu uma folga, fazer um registro de uma das peças do tesouro Otomano (God save  the iPhone! rs). Neste caso, uma das peças mais significativas: a espada do profeta Maomé, presente em batalhas decisivas para a história desse povo.Após o passeio, é parada obrigatória o restaurante Konyali, dentro do território do palácio, com vista capotante para as águas do Estreito de Bósforo com o mar de Mármara. Só pelo visual  vale o programa – já que a comida não é lá essas coisas, apesar do preço. Na foto, nosso grupo: Isabela Muras, Helô Gomes, Milena Estrela e eu.

Já pode ligar a tecla SAP?

dom, 15/04/12
por otonlima |
categoria Trip
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Nunca imaginei que fosse parafrasear Chacrinha. Ainda mais num post sobre Istambul. Mas o fato é que o “Velho Guerreiro” tinha toda a razão quando disse “quem não se comunica se trumbica”.

Foi exatamente o que o nosso grupo sentiu na pele no primeiro dia na Turquia. Imagine uma sopa de letras, com direito a cedilha em letras como o S e no K, entre outras peculiaridades do idioma turco, com palavras que nem de longe lembram a de línguas como a nossa, vindas do latim, ou de outras que nos são familiares.

E antes que você venha me falar da globalização, nem mesmo quem tem o inglês afiado consegue estabelecer contato com facilidade. O pessoal por aqui tem uma maneira bastante particular de se comunicar pelo que chamamos de idioma universal. Uma verdadeira torre de babel!

O resultado para quatro “marinheiros” de primeira viagem como a gente por aqui não poderia ter sido muito diferente: nos lançamos aos sabor da sorte em nosso primeiro dia de passeio pela cidade. Mapa? Informações? Sem saber ao certo os nomes dos endereços, não se tem tanta precisão assim. Nos saímos bem? Claro! Não conseguimos ir a nenhum ponto histórico relevante, é bem verdade, mas pudemos sentir a atmosfera de Istambul.

E quando falamos de um lugar como esse, superlative toda sua atmosfera! Afinal, temos muito de Europa – e todo aquele padrão ocidental que encontramos por todas as suas cidades – e muito de Ásia – a grande responsável por todo o toque exótico de Istambul.

Por hora, as percepções são primárias. Mas já temos o suficiente para estarmos seduzidos por Istambul. Suas cores, a energia (e solicitude) das pessoas, todo esse movimento de cidade cosmopolita e um legado histórico-cultural que promete fortes sensações. Aguarde os próximos contatos. Yakında görüşürüz! (“Até breve”em turco. Sentiu o drama? rs)

Sentiu o drama pela placa?Olha só o letreiro da lanchonete típica. A propósito, a foto ilustra bem o contraste do local e do global muito presente em Istambul.Madonna é Madonna em qualquer lugar. Já a divulgação do seu novo CD…Pelo menos em uma coisa o idioma turco facilitou pra gente; olha só como se escreve “taxi” por aqui. Mais literal que a pronuncia, impossível.

 

Já estamos na Turquia

sáb, 14/04/12
por otonlima |
categoria Trip

Depois de uma jornada daquelas – que incluiu 13 horas de voo, saindo de São Paulo, com direito a conexão em Lisboa e mais 7 horas de diferença de fuso horário -, nossa trupe já está em Istambul, na Turquia.

Como chegamos à noite, ainda não tivemos oportunidade de desbravar os encantos desta que é a quinta maior cidade do mundo, rivalizando com Londres o título de maior da Europa – e, portanto, repleta de atrações para serem vistas e vividas. No caminho do aeroporto para o hotel, nos deparamos com inúmeras mesquitas pelo caminho. Os templos da religião muçulmana, que, aliás, é preponderante por aqui, estão espalhados por todos os lados.

Por falar em hotel, estamos hospedado em um que é um charme, chamado Opera Hotel. Na cobertura, há um restaurante muito simpático ( tão quanto o atendimento. E olha que não estou falando daquelas firulas costumeiras de hotéis). Mas o que realmente dá o preço do lugar é a vista 180 graus para os lados do estreito de Bósforo, ponto que separa a parte europeia da asiática (onde está a ponte iluminada). A foto que Hot Spot traz a seguir dá uma pequena amostra do que nossos olhos podem contemplar de lá. É de capotar!

Agora é aguardar o nosso primeiro dia efetivo na milenar Istambul, que promete se desvendar cheia de encantos!

Hot Spot na Cidade Maravilhosa

qui, 12/01/12
por otonlima |
categoria Moda, Trip

Saudações cariocas, hotspotter! Como você já deve saber, o blog pôs o pé no jato com destino ao Rio de Janeiro, especialmente para assistir ao desfile do estilista Victor Dzenk com coleção inspirada em São Luís e na nossa cultura, que acontece nesta sexta, 13, no Jockey Club.

Me juntei às demais blogueiras que fazem parte da plataforma do SLZ Fashion e cá estamos, melhor instalados impossível, direto do icônico Copacabana Palace,  onde vamos viver dias (e noites, é claro!) de pura efervescência fashion, baladações e encontros – tanto com maranhenses que estão fervendo por aqui, quanto com gente bacana que mereça menção!

Sobre nosso endereço nesta temporada, posso adiantar que a sensação é aquela de “nunca estive aqui, mas sempre te amei”. O lugar é realmente fascinante. Uma elegância totalmente old school! Pelo café da manhã, já dá para sentir o nível dos serviços oferecidos. Destaque para a estação de frutas variadíssima e os croissants (o com cobertura de amêndoas é um delírio!). Também já pude conferir o SPA e a piscina. Dispensa maiores comentários! Como diria a vizinha mais célebre e habitué do Copa, Narcisa Tamborindeguy: “ai que absurdo!”

Bom, agora a rua nos espera! Voltarei a qualquer instante com posts trazendo novidades da Cidade Maravilhosa e das peripécias deste quinteto. Por hora, resolvi brincar um pouco de blogueiro de moda (inspirado pelo, digamos, modus operandi das minhas companheiras de viagem) e trazer meu look da chegada.Camisa: 1st Level / para Studio Moda

Bermuda: Calvin Klein / para VOX Concept

Cinto: Sergio K / para VOX Concept

Sapato : dockside Sergio K / para VOX Concept

Chapéu : Panamá genuíno Shaman trazido do Equador.

Óculos: Alexandre Herchcovitch para Chilli Beans

Malas: Le Postiche



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