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“Foi em São Luís e aconteceu”, brincou DJ Macau

seg, 21/05/12
por pedro sobrinho |

Não existe concorrência quando se pensa em comum.  Um salve ao jornalista Alex Palhano e os formadores de opinião que contribuiram para o sucesso da primeira versão do UFFA ! Fui no ctrl C e ctrl V e eis o texto na íntegra:

A massa ainda comerá do biscoito fino que fabricamos”  – Oswald Andrade

Foi uma festa para o espírito e o corpo, para a alma e a mente. E todo mundo gritou: UFFA! É que, maio chegou, chegando! Não era uma rave, nem um “festival fora do tempo”; mas foram três dias de pura celebração!

Nos dias 10 e 13, a Casa Frankie, um casarão belíssimo, todo restaurado, com direito a azulejos raros, piscina iluminada, árvore, sombra e água fresca, um evento de arte sem nenhum preconceito com estilo ou origem, rolou em São Luís. Quem diria?! Em pleno Centro Histórico, tão rico, tão abandonado… Há vida inteligente. (E não são fantasmas e já sabemos: aqui não é Marte! ).

UFFA! – Unidos Fazendo e Festejando Arte, iniciativa audaciosa da danada produtora Juliana Frota Tito e sua empresa, a Bendita Criatividade, com apoio da Matilde – Conteúdo e Guerrilha, 9D Studio e Gajo Soluções Criativas. Fez e aconteceu: reuniu mais de cinquenta artistas envolvidos, entre músicos, pintores, DJs, fotógrafos e escritores.

E o povo já pede bis! Diz que em novembro vem a segunda edição. Oba!

Veja o que ELES acharam…

Acredito na força da arte independente, na capacidade das pessoas de reunir forças e fazer as coisas acontecerem, e o UFFA foi uma ideia nessa direção. Acredito que o sucesso do evento provou ser possível congregar diferentes estilos e preferências em torno da arte. O evento foi vitrine para o que está acontecendo de novo, e não esperávamos vê-lo ser abraçado dessa maneira. Até o fim, precisamos fazer adequações, mas não abrimos mão daquilo que prometemos ao público: um festival com diversidade artística, programação plural e uma ótima oportunidade para todo mundo se divertir de verdade. (Juliana Frota Tito, da Bendita Criatividade)

Apostamos no UFFA desde o início porque, além de crermos na proposta do evento – que desde o início buscou ser vitrine para nossos talentos da arte – também identificamos a oportunidade perfeita para promover uma ideia no âmbito virtual e vê-la dar frutos no mundo real. Muito do sucesso do UFFA se deve ao burburinho gerado nas mídias sociais, a um trabalho constante de relacionamento feito com o público no ambiente online e às experiências que fizemos para trabalhar a divulgação com menos verba, mas com bons resultados. Ver a casa cheia foi duplamente vitorioso. (Rafaela Marques & Nicolle Machado , dupla da Matilde – Conteúdo e Guerrilha)

Produção é uma tarefa árdua, às vezes, mas sempre compensadora. O público que passou pela Casa Frankie viu o resultado de um trabalho que, nos bastidores, foi intenso desde o início. Depois do evento, estava no Centro Histórico e fui parada por alguns desconhecidos, estrangeiros, que perguntaram quando faríamos uma festa como aquela novamente. É realizador saber que as pessoas gostaram do que viram lá. Foi tudo fruto de muito esforço e muita dedicação de uma produção que trabalhou sem parar pensando em realizar. (Nat Maciel, produtora)

A iniciativa do UFFA ja tinha todo um contexto mágico, uma fórmula sensacional. A escolha da casa, a equipe e as atrações só contribuíram pra ser um sucesso! Foi lindo! Parabéns a todos! (DJ Franklin)

UFFA!!! Finalmente uma lufada de bons ventos na moderna cena cultural do Maranhão! O evento num lindo casarão da rua do Giz, reuniu diversos segmentos artísticos, e de muito bom gosto, num charmoso mosaico cultural que nos faz lembrar os eventos artísticos das galerias de Paris. Fiquei tão encantada, que resolvi dar uma canja no último dia, no final da tarde, acompanhada do maravilhoso Luiz Júnior. (Cecília Leite, jornalista, cantora, doutora em Comunicação, professora da Ufma)

O UFFA possibilitou a comunhão de tribos diversas tendo como foco a celebração das artes integradas e simultaneas. Moda, gastronomia, artes plásticas, fotografia, literatura, deejays, bandas, músicos e música solo. Tudo numa atmosfera freestyle. Um evento que foi do A ao Z, onde as comunidades saíram de lá realizadas e acreditando que existirá uma luz no fim do túnel sempre. Basta colocar em prática a ousadia, criatividade, profissionalismo, boas parcerias e acreditar que fugir do lugar comum é possível. (Pedro Sobrinho, jornalista e DJ)

O UFFA foi um evento muito audacioso, reunir todas as expressões artísticas num casarão histórico reformado, com uma boa produção, com boa fé. Esse tipo de evento fomenta, é o que precisamos para movimentar a cena, afinal temos tanta cultura expressiva para mostrar. Achamos excelente a iniciativa, do ponto de vista cultural e um sucesso como evento, as pessoas compareceram e mostraram que querem conhecer as novidades do mundo cultural! O UFFA está de parabéns! Vida longa ao projeto! (dupla Criolina)

O UFFA foi um evento maravilhoso, super inovador, a começar pelo local diferente e aconchegante, que foi o cenário para exposição de tantos talentos… E uma equipe muito focada em fazer o melhor. Foi um enorme prazer fazer parte disso.  (Morgana Mendonça, cantora, bailarina e nutricionista)

UFFA! Até que enfim aconteceu um movimento que trouxe à tona, não apenas a união de artistas, mas a sinergia de artes integradas. O local foi muito bem escolhido e me fez lembrar da boa época dos movimentos da Revista Vanguarda. Eu via no olhar das pessoas o renascimento de uma cena cultural adormecida. Se o motivo foi os 400 anos, eu não sei, mas particularmente fiquei feliz de fazer parte dessa ação. Foi um ótimo momento de ver e rever pessoas de atitude. Ouvia até pelos quatro cantos do lugar: “nem parece ser São Luís”. Mas era e aconteceu! Os mais novos admiravam a arte livre e bem planejada pela organização do evento. Que aconteça não apenas um UFFA, mas vários UFFAs de satisfação. Essa é a juventude que eu quero. Rebelde com causa e efeito! (Macau, DJ e produtor)

Do UFFA falo com entusiasmo. Perceber a potência artística da cidade através das ações de um grupo de meninas inquietas foi um experiência redentora. Tinha tudo lá. E até o que não havia, havia. Participei da noite de abertura e, casualmente, acabei fazendo também o encerramento do festival. Que precisa de novas edições. Que precisa de novos investidores. Que São Luis precisa! (Bruno Batista, compositor e cantor maranhense radicado em São Paulo).

Sarau de Bailados

seg, 21/05/12
por pedro sobrinho |

“SARAU DE BAILADOS” com ROSA REIS e convidados, no Casarão Laborarte

Baile com canções das brincadeiras populares do Brasil, com Rosa Reis e convidados + Exposições, Performances, DJ’s, Recitais, Vídeos, Fotos e Cenários temáticos

Local: Casarão Laborarte – rua Jansen Muller, 42 Centro
Dias: 25 de maio, 1º e 8 de junho de 2012

Dia 25 de Maio – “Divinas Folioas”

19h – Roda de Capoeira com os mestres Patinho e Nelsinho na Sala Cecílio Sá;
20 h – Exposição de fotos e cartazes, vídeos, cenários da festa e apresentação de caixeiras do divino e carimbo, com Roxa e Jaci, em homenagem ao Divino Espírito Santo;
21 h – dança do ventre Studio Thabit
22 h – DJ Hugo Bodansky, Show de Bailados com Rosa Reis e os Canários do Munim com mestre Zé Carlos;

Dia 1º de junho – “São Luís, ilha 400”
19 h – Roda de Capoeira com os mestres Patinho e Nelsinho na Sala Cecílio Sá;
20 h – Exposição de fotos e cartazes, vídeos sobre a ilha de São Luís e estórias e casos sobre a cidade;
21 h – Performance “Inversões” de Gonçalves Dias a Nauro Machado com Keyla Santana; Roda de Cacuriá com Cecé Ferreira; grupo de BBoys Cidade
Operária Crew
22 h – DJ Pedro Sobrinho; grupo “Bambaê de Saias” e Show de Bailados com Rosa Reis e a Quadrilha do vai quem quer.

Dia 8 de junho – “Capoeira, prá homem, menino e mulher”
19 h – Exposição de fotos e cartazes, vídeos sobre a capoeira e Roda com os mestres Patinho e Nelsinho do MA, Nestor Capoeira do RJ, Lua Rasta da Ba;
22 h – Som do Vinil, Tambor de Crioula do Laborarte com mestre Gonçalinho, Isaias Alves Trio e Show de Bailados com Rosa Reis.

Ingressos: R$ 10,00
Laborarte – rua Jansen Muller, 42 Centro
Fones 3222 7570 – 3231 2725

Lual de Junho

seg, 21/05/12
por pedro sobrinho |
categoria Balada

Rita Ribeiro em recolhimento artístico

seg, 21/05/12
por pedro sobrinho |
categoria Entrevista

Os três dias de viagem ao Rio de Janeiro fez legitimar que tenho sede de arte. Aproveitei para assistir o espetáculo “Tatyana”, da bailarina e coreógrafa paranaense Debora Colker, o show do rapper paulistano Criolo Doido, com direito a participação de Caetano Veloso, em dueto na canção “Não Existe Amor em SP”, além de pautar uma entrevista com a cantora maranhense Rita Ribeiro. Os desencontros impediram um pingue-pongue face a face. Mas, conseguimos papear virtualmente sem perder o foco e a vontade de saber a quantas anda a carreira da artista.

Em meio a perguntas e respostas, a cantora Rita Ribeiro diz estar, no momento, em recolhimento artístico. Ela se prepara para uma nova fase musical e confessa que está pesquisando repertório e construindo novas sonoridades para o próximo trabalho, que será lançado no tempo certo.

Durante a conversa, Rita destaca os oito anos em cartaz do Tecnomacumba, considerado por ela um projeto musical vitorioso. Ela se posiciona sobre a nova ordem musical brasileira. A artista também fala dos 400 anos de São Luís e deseja que o povo seja agraciado com um grande calendário cultural programado para festejar o aniversário da cidade, em que as manifestações artísticas locais sejam prioridades.

- E, mais que tudo desejo que haja uma consciência e um interesse maior em manter São Luís íntegra e preservada por mais 400 anos – defende a maranhense Rita.

Pedro Sobrinho: O que a artista Rita Ribeiro está fazendo atualmente ?

Rita Ribeiro: Estou no momento em recolhimento artistico, preparando-me para uma nova fase musical, pesquisando repertório e construindo novas sonoridades para o próximo trabalho que será lançado no tempo certo.

Pedro Sobrinho: O tempo é implacável e o mundo gira com uma rapidez enorme. E como a sua música acompanha essa mudança ?

Rita Ribeiro: “O tempo não para e no entanto, ele nunca envelhece”. Um dos primeiros sábios ensinamentos que aprendi na vida artística é ser eterna aliada do tempo. Acredito que dessa forma tudo o que acontece na minha musica é sempre de forma harmoniosa e atemporal. As mudanças são sempre necessárias ao seu tempo, mas o que nunca podemos perder é a essência do que somos e a consciência do caminho que queremos trilhar. Por isso, procuro sempre estar atenta ao movimento da minha musica no tempo.

Pedro Sobrinho: Leila Pinheiro, em entrevista ao G1, definiu o momento da música brasileira e internacional como ‘exótica’ e ‘bizarra’, criticando músicas em que prevalece a poesia: ‘eu digo tcha, eu digo tchu..tcha!.tcha !tcha! e pronto!) Você comunga dessa opinião ?

Rita Ribeiro: Esse é um assunto um tanto polêmico e contraditorio sobre vários aspectos. Concordo quando Leila critica essa forma imperativa de composição que cada vez toma conta da musica brasileira. Isso é reflexo da educação e das oportunidades oferecidas ao povo. Tudo ficou aparentemente mais fácil, mais fútil e descartável. Atualmente quase ninguém se liga na consistência poética das letras. É como se não tivéssemos mais nada a dizer ou defender. Esquecemos que durante muito tempo a musica serviu como forma de protesto as normas estabelecidas e que mesmo nossos compositores mais românticos sempre tiveram uma abordagem mais revolucionaria sobre o amor e sua capacidade de transformação. Perdemos muito no conteúdo das canções. Ainda quero acreditar ser possível uma revolução através da musica, pois sei que em contrapartida desse movimento alienado, existem grandes compositores de varias gerações empenhados em manter viva a tradição da boa musica brasileira.

Pedro Sobrinho: Você acha necessário correr riscos diante dessa nova realidade musical brasileira ?

Rita Ribeiro: Pra mim, artista que não arrisca, é artista morto. O desafio está justamente em não se acomodar e em não seguir apenas regras estabelecidas. É importante criar novas regras e subverter a realidade que se impõe de forma autoritária dentro do meio musical. Acredito que no dia que entenderem a arte e, especial, a musica brasileira como atividade basica na formação do povo, teremos muito mais oportunidades de escolhas. Poderemos interferir muito mais e de forma consciente sobre o que é melhor para nossos ouvidos.

Pedro Sobrinho: E vamos falar do Tecnomacumba. Tive o privilégio de assistir, em novembro do ano passado, o show do Tecnomacumba, no teatro Rival Petrobras, no Rio de Janeiro. Vi um show concorrido em que os cariocas assimilaram a ideia e festejaram no palco. A que você atribui essa interação ?

Rita Ribeiro: São 8 anos de festa, celebração e devoção. O Tecnomacumba provou ser um projeto vitorioso, popular e atemporal. Tudo que hoje acontece em relação ao projeto deve-se a devoção, carinho e respeito do publico, especialmente os cariocas, que me acompanham durante todos esses anos. Tenho completa sensação de dever cumprido e me sinto vitoriosa no meu objetivo de mostrar ao povo brasileiro o quanto a nossa musica deve a religiosidade africana. Tecnomacumba é um manifesto de brasilidade, uma intervenção cultural que busca manter viva a cultura popular de nosso país.

Pedro Sobrinho: E como ficou o projeto do disco “Suburbano Coração”, em que você chegou anunciá-lo como o sucessor do “Tecnomacumba’ ?

Rita Ribeiro: Tá na gaveta esperando uma oportunidade futura, o importante é ter sempre boas ideias para oferecer. Suburbano Coração é apenas uma questão de tempo.

Pedro Sobrinho: O assunto do momento nos quatro cantos de São Luís converge sobre o Quartocentenário da cidade. Rita Ribeiro foi convidada para participar da festa ?

Rita Ribeiro: Até o presente momento não fui chamada e nem sei qual é a programação cultural para festejar os 400 anos de nossa ilha. Independente de ser convidada ou não, espero que o povo maranhense e, especialmente, os ludovicences sejam agraciados com grandes eventos comemorativos ao longo desse ano e que acima de tudo seja destacada a cultura maranhense nessa programação.

Pedro Sobrinho: E como nem só de pão e festa vive o homem. Você teria um recado especial para uma São Luís prestes a completar quatro séculos ?

Rita Ribeiro: São Luis é nossa terra, nossa ilha, patrimonio cultural reconhecido mundialmente. É terra de poetas, músicos,vestida de azulejos e pedras de cantaria. É nosso dever preserva-la, exaltá-la, exigir das autoridades que sejam tomadas todas as providências para a manutenção desse patrimônio. Espero que haja um grande calendário cultural programado para festejar os 400 anos de nossa ilha. E, mais que tudo desejo que haja uma consciência e um interesse maior em mantê-la íntegra e preservada por mais 400 anos.”Todo mundo canta sua terra eu também vou cantar a minha modéstia parte seu moço minha terra é uma belezinha.” (Rita Ribeiro encerra o bate papo improvisando incidentalmente em trechos da poesia “Todo Mundo Canta a Sua Terra”, composição de João do Vale/Julinho).

Morre Donna Summer e fica o mito

dom, 20/05/12
por pedro sobrinho |

Amanheci no domingo (17) revisitando a minha coleção de vinil e lá encontrei uma pérola de Donna Summer e cá com meus botões: como Donna Summer influenciou o meu gosto musical. Agora, é triste comentar que a rainha das discotecas que se foi na última quinta-feira (17), vítima de câncer de pulmão. Mas, oh, ela deixou um legado musical que resistirá ao tempo. É a maior diva das pistas de dança de todos os tempos. Concordando com Todo DJ Sambou, “a diva das discotecas quebrou paradigmas e levou sexo às boates. Tremendamente sexy no visual, LaDonna Summer gravou a proibida “Love To Love You Baby”, com sussurros e gemidos  ao longo de seus 17 minutos de música. Isso em 1975, com o auxílio do produtor Giorgio Moroder. A BBB chegou a contar 23 orgasmos na música. A faixa foi censurada em diversos países”.

Enfim, Donna Summer abriu caminho para o que depois veio ser chamado de música eletrônca. Se você gosta de house, techno, minimal, etc. não esqueça de fazer o seu minuto de silêncio pessoal, quando estiver na pista ou tocando caso seja um ‘deejay’ ou uma ‘dejota’, para a eterna Miss Summer.

Lucap & Nosotros

dom, 20/05/12
por pedro sobrinho |
categoria Show

‘Tas’: “não tinha sofrido racismo até chegar na Itália”, diz Seu Jorge

sex, 18/05/12
por pedro sobrinho |

Convidado da segunda edição do Tas ao Vivo, exibido nesta terça-feira  (24), ao vivo, pelo Terra, o cantor Seu Jorge afirmou que até ir para a  Europa, no início da década passada, não havia sentido o racismo na pele. No  entanto, ao chegar à Itália, onde gravou o longa The Life Aquatic with Steve  Zissou, soube pela primeira vez o que era sofrer preconceito por sua cor.

“Encontrei dificuldades em certos lugares. Nunca tinha enfrentado o racismo antes”, disse o músico de 41 anos a Marcelo Tas, apresentador do programa de entrevistas que dá a oportunidade de o internauta interagir direto com seus convidados. “Sabe aquele cara que entra e você olha estranho? Era eu.”

Apesar de ter visto preconceito em terras estrangeiras e de assumir publicamente ter uma origem bastante humilde, o músico se mostrou bastante contrariado à ideia das pessoas que lhe pedem para falar mais a respeito de pobreza e dos problemas enfrentados ao longo dos anos anteriores à sua carreira.

“O que a gente quer projetar para as pessoas é estímulo, elevação do ser da  pessoa. Ficar batendo que é pobre, essas coisas, é um atestado de morte. Não  posso proibir as pessoas de gostarem de mim pela origem, mas, dentro do meu aspecto, prefiro passar é alegria”, explicou Seu Jorge, acostumado a cantar sobre temáticas mais cotidianas, comuns no dia a dia das pessoas.

“A mulher, o gay conseguiram seu espaço. E por que não o negro? Eu procuro dar um exemplo, ser referência no lance de que dá para melhorar. (Pedir para cantar sobre origens, pobreza) é a mesma coisa que o Brasil começar a pensar, ‘vamos ser terceiro mundo. Essa coisa de primeiro mundo dá muito trabalho.’”

Eletroacústico

sex, 18/05/12
por pedro sobrinho |

Fórum Jornalismo

sex, 18/05/12
por pedro sobrinho |
categoria FAC São Luís

A 5ª edição do Fórum de Jornalismo da Faculdade São Luís, com o tema “Um Contador de Histórias”, ocorre entre os dias 23/05 (quarta-feira) e 25/05 (sexta-feira),  no auditórioda Faculdade no Canto da Fabril. Entre os palestrantes citam-se: o jornalista Cláudio Marques,  editor-executivo do Jornal da Globo de São Paulo, a jornalista Sônia Lage,  assessora do Festival de Jazz & Blues de Guaramiranga no Ceará, os  jornalistas Elis Ramos (gerente de Relações com a Comunidade – Vale), Félix  Alberto (diretor da Clara Comunicações) e Leonardo Sakamoto (Coordenador da ONG Repórter Brasil e Representante na Comissão Nacional para a Erradicação do  Trabalho Escravo).

Programação

23/05/12 (quarta feira)

20h30 – Conferência de abertura “Jornalista de TV: esse ser  estranho”.

Palestrante: Jornalista Claudio Marques – Editor-Executivo do  Jornal da Globo / SP

21h45 – Perguntas

22h00 – Encerramento

24/05/12 (quinta feira)

09h00 às 12h00 – Oficinas variadas

14h00 às 17h00 – Oficinas variadas

18h00 – Exibição de curtas e Apresentação de trabalhos acadêmicos

19h00 – Mesa redonda: Assessoria de Comunicação e outras histórias de Sucesso

Jornalista Sônia Lage – Assessora do Festival de Jazz &  Blues de Guaramiranga/ CE

Jornalista Elis Ramos – Gerente de Relações com a Comunidade – VALE

Jornalista Félix Alberto – Diretor da Clara Comunicações

Aline Vasconcelos – Assessoria de Imprensa

21h30 – Perguntas

22h00 – Encerramento

25/05/12 (sexta-feira)

09h00 às 12h00 – Oficinas variadas

14h00 às 17h00 – Oficinas variadas

18h00 – Exibição de filmes curtas e Apresentação de trabalhos  acadêmicos

19h00 – Palestra “Jornalismo pela estrada de chão – bastidores de reportagens de Leonardo Sakamoto no Brasil e no mundo”.

Palestrante: Jornalista Leonardo Sakamoto – Coordenador da ONG Repórter Brasil e Representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.

21h00 – Premiação do 1º Concurso “Crônica Histórica” 2012

22h00 – Encerramento

11 de Maio: Dia Nacional do Reggae

ter, 15/05/12
por pedro sobrinho |

Trinta e um anos após a morte de Bob Marley, a presidente Dilma Rousseff decidiu homenagear o músico jamaicano. A partir de agora, o dia 11 de maio é, oficialmente, o “Dia Nacional do Reggae” no Brasil. A data não foi escolhida por acaso: em 1981, no mesmo 11 de maio, o artista morreu com 36 anos em um hospital em Miami, nos Estados Unidos.

A nova data comemorativa foi decretada e sancionada na Lei 12.630 assinada por Dilma e publicada nesta segunda-feira (14). O texto distribuído pelo Palácio do Planalto diz que nesta data “se homenageará o ritmo musical difundido mundialmente por Robert Nesta Marley”. Em outras palavras, é a celebração do reggae popularizado por Bob Marley.

Mais que uma decisão presidencial, a homenagem tem caráter cultural, já que a lei também é assinada pela ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e ainda um fundo racial, pois o mesmo também leva a assinatura da secretária de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Helena de Bairros.

O Ministério da Cultura informou que o projeto de lei é de 2008 (3.260/2008), de autoria do então deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – hoje senador.

No texto do projeto, Rollemberg justifica que “é relevante mencionar a absorção de outros ritmos musicais estrangeiros que, sem dúvida, ‘caíram’ no gosto do brasileiro”.



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