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Caiu na Internet

qua, 30/11/11
por pedro sobrinho |

Nesta terça-feira, a rádio BBC tocou todas as faixas do disco “Lioness: Hidden Treasures”, o primeiro álbum póstumo de Amy Winehouse. Entre as faixas que ainda não haviam caído na internet, está “The Girl From Ipanema”, versão da música “Garota de Ipanema”, de Tom Jobim. Escute a faixa aqui.

Também foram tocadas pela BBC faixas que também estarão no novo CD, como “Our Day Will Come”, “Like Smoke”, “Halftime” e “Between The Cheats”.

O disco sai no próximo dia 6 nos Estados Unidos.

A ver navios

sex, 18/11/11
por pedro sobrinho |
categoria Comentário, Música

Mais uma lenda urbana correu em São Luís nesta semana, aumentando o número de shows anunciados, que não foram realizados na capital maranhense. No final da semana passada, um release foi enviado a jornais e jornalistas blogueiros da cidade, divulgando uma inusitada apresentação do grupo mineiro Uakti – Oficina Instrumental (leia-se Uakti), um dos mais respeitados e inventivos de música contemporânea do mundo, durante a abertura do XXI Congresso Nacional da Federação de Arte Educadores do Brasil (Confaeb).  

A apresentação do Uakti seria uma promoção do Serviço Social do Comércio (Sesc). A mesma informação contida no release foi postada numa página do Sesc, na Internet (para conferir, acesse o link no final do post). Segundo o texto, o trio se apresentaria na última segunda-feira, 14, às 21h, na Área de Vivência da Universidade Federal do Maranhão. Infelizmente, o concerto não foi concretizado.  

Por outro lado, nenhuma informação sobre a apresentação constava na programação do Confaeb, o que suscitou dúvidas. Porém, a credibilidade do Sesc levou muitos admiradores do grupo mineiro a se deslocar até o Campus do Bacanga. Outro detalhe que ajudou a reafirmar a apresentação: a palestra de abertura do referido congresso foi proferida pelo músico Paulo Santos, que integra o Uakti. Além da lacuna do show, uma outra ficou aberta. Por que os responsáveis pelo anúncio não retificaram a informação? Será que eles acreditavam que ninguém por aqui conhece o Uakti? Que o anúncio passaria despercebido? Enfim, ficou uma atmosfera de irresponsabilidade naquela noite em São Luís.    

Em tempo: originalmente o Uakti é um quarteto formado por Marco Antônio Guimarães, Décio Ramos, Paulo Santos e Artur Andrés. Ao vivo é um trio, porque o mentor musical Marco Antônio Guimarães não se apresenta com o grupo. Confira: http://www.sescma.com.br/exibirNoticia.php?cat=&id=495

Por Eduardo Júlio – Jornalista/Crítico Cultural

EcoRiachão

sex, 01/07/11
por pedro sobrinho |
categoria Festival, Música

A segunda edição do Riachão Eco Rock Festival de Verão movimentará o Aeródromo da cidade situada no Sul do Maranhão, no período de 8 a 10 de julho. O evento, que tem apoio do governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), terá como atrações principais a banda Detonautas Roque Clube e o ex-Barão Vermelho Frejat, além de bandas regionais.

Nos três dias de evento ocorre também o “Boogie da Chapada”, maior encontro de pára-quedistas do Sul do Maranhão. As apresentações contam com saltos de caravan, voos de wingsuit, saltos duplos, base jump e muito mais.

As atividades contarão com a presença de Luiz Henrique Tapajós, o Sabiá, um dos maiores pára-quedista do Brasil.

De acordo com o prefeito de Riachão, Edmar Alves, o festival deve movimentar a economia local, com expectativa de público de mais de 10 mil pessoas.

“Estamos esperando um público superior ao da primeira edição, o que sem dúvida vai movimentar não apenas o município como também todo o pólo”, assinalou.

VMB

seg, 06/06/11
por pedro sobrinho |
categoria Música

De acordo com a coluna Outro Canal, a edição 2011 do “Video Music Brasil”, premiação musical da MTV, vai unir festa e entrega dos prêmios, que antes aconteciam de formas separadas. Agora, tudo acontecerá no mesmo lugar, ao mesmo tempo.

O “VMB” acontece no dia 20 de outubro, nos estúdios Quanta, na Vila Leopoldina, zona oeste de SP.

Multifacetado

ter, 22/02/11
por pedro sobrinho |
categoria Festival, Música

Pop Music Festival é o evento que ocorrerá no dia 13 de março em Porto Alegre; dia 16 em Brasília; e 19 em São Paulo. Além da cantora colombiana Shakira, que já havia sido anunciada no ano passado como a principal atração, o festival receberá o DJ Fatboy Slim, a banda norte-americana Train, os brasileiros do Chimarruts e o cantor Ziggy Marley.

Está em processo de finalização de seu próximo álbum, prepara uma mostra que vai rodar o mundo homenageando Bob Marley — em maio faz 30 anos da morte do cantor — e lança em abril uma HQ que promete causar polêmica.

Criada em parceria com o escritor Joe Casey e com ilustrações de Jim Mahfood, “Marijuanaman” conta a história de um super-herói vindo de um planeta em que a THC (tetraidrocanabinol) está em extinção. Em razão disso, Marijuanaman busca evitar a destruição dos campos de maconha da Terra, que tem como vilão da vez a empresa farmacêutica Pharmexon.

“Ele surgiu para defender essa planta, defender a natureza e tentar desmistificar as mentiras e a antipropaganda que a sociedade faz sobre ela. É a planta mais benéfica que existe na face da Terra”, explica o músico, por telefone, em entrevista exclusiva ao G1 – no Brasil, a maconha não é legalizada.

Além do super-herói nada convencional, Ziggy falou ainda sobre música, sua relação com a obra do pai (“Procuro sempre proteger seu legado”) e suas expectativas sobre as apresentações no Brasil, que incluem também o Rio de Janeiro (“Será o melhor show que já fiz no Brasil”).

G1 — Você já se apresentou no Brasil algumas vezes. Teve a oportunidade de conhecer um pouco da nossa música durante essas viagens?

Ziggy Marley — Sempre ouvi música brasileira, mas não consigo me lembrar de um nome específico agora. Eu simplesmente ouço os discos. O Brasil tem grandes músicos.

G1 — Você chegou a ser influenciado por algum artista brasileiro?

Ziggy — Sim, mas é importante que eu diga uma coisa. Fui influenciado não só pela música brasileira, mas por música de muitas outras procedências, como da África, por exemplo. Estão todas no meu sangue, de toda a parte.

G1 — No próximo mês de maio, a morte de Bob Marley completará 30 anos . Depois de todo esse tempo, você acha que suas mensagens foram absorvidas?

Ziggy — Sim, acho que suas mensagens sobre amor, paz e compreensão foram bem entendidas, tanto pelas pessoas quanto por outros músicos. Acho que isso demonstra, acima de tudo, respeito à obra do meu pai.

G1 — Você pretende organizar algum tipo de evento em sua memória? Talvez um show?

Ziggy — Um show não, mas faremos algo sim. Vamos levar a mostra “Life of Bob Marley”, que ficou em exposição no Museu do Grammy, em Los Angeles, no ano passado, para viajar ao redor do mundo. Será uma celebração não só de sua obra, mas de sua vida. Começaremos a viajar em maio.

G1 — O que você acha do lançamento de produtos póstumos e do uso da imagem de Bob Marley hoje em dia?

Ziggy — Existem coisas que eu vejo, mas não gosto. Sobre outras, acho OK. Procuro sempre proteger seu legado, mas, às vezes, é difícil fazer essa avaliação e controlar tudo o que é lançado. Temos que tomar cuidado para não comercializar Bob Marley demais. Mas a minha maior luta é no sentido de preservar sua obra da forma como ele gostaria de mantê-la. E os maiores problemas que encontro são justamente neste aspecto.

G1 — Em julho do ano passado, você apresentou os quadrinhos “Marijuanaman” durante a feira de cultura pop Comic-Con, nos EUA. O super-herói extraterrestre busca evitar a destruição dos campos de maconha da Terra. Como surgiu a ideia?

Ziggy — Não tive a ideia sozinho (o personagem é uma parceria com o escritor Joe Casey e o ilustrados Jim Mahfood), mas ele surgiu para defender essa planta, defender a Natureza e tentar desmistificar as mentiras e a antipropaganda que a sociedade faz sobre ela. É a planta mais benéfica que existe na face da Terra. Gostaria de poder utilizá-la em benefício do mundo. Porque conheço essa planta. Sei que ela pode ser muito útil ao planeta, não só através de seu uso farmacêutico, mas também industrial. Fazer o bom uso da maconha é algo que pode vir a beneficiar a todos na Terra.

G1 — Não teme que o personagem influencie as pessoas com relação ao uso de drogas?

Ziggy — Mas não é uma história sobre drogas, é sobre uma planta. Não se trata de cigarros, álcool ou nada produzido em uma fábrica. É sobre algo que se planta, que existe na Terra há milhares de anos. Repito: é uma planta, não é uma droga. Isso não tem a ver com o uso de drogas.

O que a gente apoia são os diferentes usos desta planta. O tabaco também é uma planta. No entanto, as pessoas o transformam em cigarro. E um um monte de gente morre de câncer por causa disso. E outras tantas pessoas morrem por causa de bebida alcoolica.

G1 — Tem planos de lançar um novo trabalho na música?

Ziggy — Sim, inclusive estou no estúdio neste momento finalizando “Wild and free”, meu próximo disco. Ainda estamos definindo quando será o lançamento, mas acontecerá ainda neste ano.

G1 — Vai tocar algumas dessas novas canções no Brasil?

Ziggy — Essa é uma boa pergunta. Ainda não sei. Acho que vou deixar as novas canções para uma próxima vez. Mas pessoas no Brasil vão poder ouvi-las muito em breve. Acho que este será o melhor show que já fiz no Brasil.

G1 — Talvez volte com sua antiga banda, o Melody Makers…

Ziggy — Não tenho nada planejado quanto a isso, mas é uma boa ideia. Não posso afirmar nada agora, mas é uma possibilidade.

Drum´n´bass

qua, 02/02/11
por pedro sobrinho |
categoria Música

Espécie de doença infecto-contagiosa que acometeu uma parcela significativa da população mundial, o drum’n’bass se misturou a outros ritmos, foi diluído até servir de trilha sonora para comerciais de automóvel, ganhou uma relativa sobrevida através do bass culture e do dubstep, e agora, digamos, encara o seu primeiro revival.

O drum’n’bass está morto. Longa vida ao drum’n’bass! Leia mais

Texto: Bernardo Oliveira

Pílulas (II)

ter, 01/02/11
por pedro sobrinho |
categoria Música

A Mr. Simple, liderada por Paulo Pellegrini, faz show beneficente sexta, às 19h, no Centro de Criatividade Odylo Costa Filho (Praia Grande). As pessoas que levarem donativos ganham um cd da banda. Participação do vocalista da Página 57, Ramirez Costa, Alice Young e apresentações teatrais. Entrada gratuita. Informações: 8852-7721.

Na Tevê

ter, 01/02/11
por pedro sobrinho |
categoria Música

A banda maranhense “Diamante Gold” (entenda) foi destaque no duela da Garagem do Domingão do Faustão.  Leia mais

Marchinhas & Cia

qui, 27/01/11
por pedro sobrinho |

Foram 147 músicas inscritas para o Festival de Música Carnavalesca, em sua décima edição, somente 12 foram selecionadas. No dia 19 de fevereiro serão escolhidas as vencedoras, no Ceprama (Madre Deus).

Mila Camões e Adão Camilo vencedores da nona edição do Festival de Música Carnavalesca

Para o primeiro lugar, a premição é de R$ 4 mil. O segundo colocado será premiado com R$ 2,5 mil e o melhor intérprete R$ 1 mil.

 O Festival de Música Carnavalesca é uma promoção do Sistema Mirante de Comunicação, por meio da Mirante FM.

 Relação das Músicas

 Música                                                                                                           Autor/Compositor

1- Chuva é festa                                                                                                Hudson Cássio

2- Outro Amor                                                                                                  Alysson Ribeiro & Daniel

3- Presente de Chinês                                                                                    Elizabeth Rodrigues

4- Marchinha para Sempre                                                                         Marco e Henrique Duailibe

5- Ethanolmizando                                                                                         Gilvan Moura lima de Araújo

6- Mickjegue Folia                                                                                          Carlos Alberto da Conceição Pereira

7- Veleiro Malta                                                                                              Marcos Bertoldo

8- El Lobo Guará                                                                                              Josias Sobrinho & Agostinho da MPB

9- A Chapinha faz                                                                                            Paul Getty Souza Nascimento

10- Antigamente Era Assim                                                                       Paulinho Oliveira, Joana Bittencourt e Arly Arnold

11- Quem Sou                                                                                                   Wellington Reis

12- Zangadinha                                                                                               Wilson Ilha

Novo que já nasce clássico

qua, 26/01/11
por pedro sobrinho |
categoria A Novidade, Música

Neo soul, Neo Tropicalismo,  New R&B, New Jazz, tem sempre a palavra novo antes de alguma coisa que se tornou um clássico conhecido. Assim é o movimento de rotação da música. E se o assunto é a mistura de referências tendo junto aos ritmos uma voz forte, presença marcante, a cantora Indiana Nomma é uma surpresa ‘brazuca’ boa a pintar por aí.

Se perguntar a essa moça sobre o que ela acha do “neo” antes de qualquer estilo clássico da música, ela defende alegando que o movimento da renovação é uma ordem natural das coisas. “A gente vai pegando uma informação de raiz e vai evoluindo. Desde os primórdios da música é assim. É uma necessidade de reciclagem, renovação, é normal”, admite.

Nascida em Honduras, filha de pai baiano e mãe gaúcha, Indiana Nomma cresceu no México, Portugal, Nicarágua e Alemanha Oriental. Aos 8 anos, começou a estudar canto erudito e aos 13, piano. Já no Brasil, explorou o teatro e o canto coral o que a possibilitou de cantar em tournês por Costa rica e em Nova Yorque, no Carnegie Hall. O jazz é a sua praia predileta.

Como uma artista entra no palco para cantar esse gênero musical visto com um certo desprezo por uma grande maioria de consumidores de música, Indiana Nomma é categórica que o músico que adota o jazz como estilo tem que ter segurança pessoal.

- O músico deve ter consciência se deve ou não ser um produto comercial 100%. Ele tem que saber se está cantando jazz porque gosta e se é o estilo que escolheu e aonde quer se encaixar. Uma coisa garanto, o mercado está mais democrático, principalmente com a internet. Esse instrumento de comunicação tem influenciado, acima de tudo liberado gente que nem pensava em ser artista para evoluir e pensar em ser um músico absorvendo um estilo, seja com voz pequena, voz grande, querendo ser uma Nara Leão, Billie Holiday, Tinat Turner, e por aí vai…Eu faço parte da linha “new jazz”, ressaltou.

Indagada sobre o que representa o novo jazz em sua carreira, Indiana disse não seguir na íntegra o jazz tradicional.

- Busco uma síntese dentro do jazz para dar uma nova roupagem ao trabalho. Tenho essa necessidade. Posso até cantar originalmente um clássico do jazz, mas procuro fazer também dentro de uma outra textura, dar o meu tempero. Esse é meu grande desafio. Quero ser uma cantora de jazz que mistura o estilo com brazilian music, entre outras vertentes musicais. Quero agregar, pois na feijoada tem que haver temperos”, brinca.

Indiana Nomma apresenta o programa de jazz, blues e soul music: Anjos da Noite, veiculado através da Rádio Cultura FM 100,9 – Brasília, transmitido também pelo www.culturafmdf.com.br, todas as terças-feiras, das 22h à 0h.



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