qua, 17/03/10
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Deveria ser liberado, na madrugada de hoje, do Instituto Médico Legal-IML-, o corpo do holandês Joel Bastiaen, 23, assassinado a tiros, no Araçagy, no dia 28 do mês passado, junto com a namorada dele, a corretora, construtora de imóveis e empresária Sandra Dourado de Sousa, 42.A informação sobre a liberação foi dada, a O Estado, pelo delegado Carlos Alberto Damasceno, titular do 7º DP (Turu) e à frente do caso. O corpo do holandês se encontra, de acordo com o IML, na gaveta nº 06.
“Desde a última sexta-feira, o pessoal de uma funerária da cidade de Fortaleza, Ceará, está em São Luís, cuidando do traslado do corpo para a capital cearense, e de lá, para a Holanda”, comentou o delegado Carlos Damasceno.Segundo o delegado, ele mesmo vai fazer a liberação, por meio de uma autorização concedida pela Embaixada da Holanda, na capital federal. “A família do Joel entrou em contato com a embaixada, e esta, com o consulado holandês em Fortaleza.Os familiares dele não estarão aqui, apenas receberão o corpo”, comentou o delegado. Para a liberação, segundo o delegado, faltavam apenas alguns detalhes, como providenciar o atestado de óbito e o laudo cadavérico com a causa mortis, o que já estava praticamente resolvido, conforme o titular do 7º DP.
Investigações- De acordo com o delegado Carlos Damasceno, o inquérito, que deve ser concluído até o final deste mês, já tem dois volumes, cada um com cerca de 50 páginas. “Já ouvimos mais de 20 pessoas, entre familiares, amigos e investigados, e podemos dizer que as investigações estão avançadas”, declarou o delegado Carlos Damasceno. Conforme o titular do 7º DP, o caso continua sob segredo de investigação, pelo fato de o caso ser de “complexidade”. “Um dos fatores que deixaram o caso mais difícil é a falta de testemunhas oculares do crime”, comentou o delegado Damasceno, que acrescentou que, entre os dias 22 e 25 deste mês, um representante do governo holandês deve vir a São Luís para acompanhar o caso.
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ter, 16/03/10
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Balsas – Permanece foragido o homem identificado como Cássio Ribeiro, natural e morador da cidade de Balsas, que foi ferido no pé durante uma perseguição policial, após uma assalto a casa lotérica, que terminou em morte na zona rural de Riachão, a cerca de 74 km de Balsas.O menor G.M.B.S, 17, também de Balsas, tombou ao reagir à abordagem policial. O caso foi registrado na delegacia da cidade de Riachão.A quantia roubada pela dupla não foi informada, mas após a perseguição, a polícia recuperou parte do dinheiro.
De acordo com o coronel Marco Antônio Alves, comandante da Polícia Militar em Balsas, os dois assaltantes chegaram à casa lotérica, localizada no centro de Riachão, em uma motocicleta Yamaha XTZ cor preta, sem placa, e cada um portava um revólver calibre 38. “A ação criminosa se iniciou às 14h30 da última sexta-feira.Os delinqüentes, ao adentrar o recinto, humilharam os funcionários com palavras de baixo calão, e em pouco mais de dez minutos, levaram o dinheiro dos caixas e do cofre”, contou o coronel Alves. O destacamento, do 4º BPM, em Riachão, foi acionado e começou a patrulhar a região entre Balsas e Mirador.
Por volta de 18h, os dois foram localizados em uma estrada vicinal que dá acesso ao povoado Batavo, área de Riachão.Duas viaturas da PM fizeram sinal para que os motoqueiros parassem, mas eles resolveram interromper a fuga e enfrentar as patrulhas, disparando várias vezes contra os carros. “As viaturas ficaram com marcas na lataria e nos vidros.Nossos homens tiveram de reagir e atingiram mortalmente o menor, além de ferir o Cássio no pé”, contou o coronel Alves. Mesmo ferido, Cássio se embrenhou no matagal e tomou destino ignorado.Foi apreendido um revólver calibre 38 marca Taurus, com cinco cápsulas deflagradas, que G.M.B.S usava, e a motocicleta, que não tinha registro de roubo ou furto, conforme a PM. Foram recuperados R$ 2.213,00 do dinheiro.
Segundo o coronel Alves, os dois criminosos já tinham passagem pela polícia, por furto e assalto, e vinham morando no bairro Bacaba, em Balsas. Ainda segundo o coronel, G.M.B.S era irmão de um foragido de justiça, conhecido como Bergonço, que se evadiu há menos de um mês da Delegacia Regional de Balsas. “As ações ostensivas da PM na região têm sido intensificadas para que esse tipo de crime seja combatido com o maior rigor possível”, finalizou o coronel Alves.
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seg, 15/03/10
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Itapecuru – Mais uma tragédia em família, motivada por uso de drogas, foi registrada no estado. O fato ocorreu na cidade de Itapecuru Mirim, no último sábado.O jovem José Wilson Guimarães, 22, matou o próprio pai, o aposentado Nilson Correa Ribeiro, 55, após uma discussão. A informação foi dada pelo delegado Jalingson Freire, da Delegacia Regional de Itapecuru,e segundo ele, o parricida permanecia foragido até o fina da noite de ontem.As diligências estão sendo feitas pelas polícias civil e militar.
Conforme o delegado Jalingson Freire, o homicídio aconteceu no povoado Juçaral, zona rural de Itapecuru. “O rapaz chegou totalmente drogado à rua principal do povoado, e também mostrando sinais de embriaguez.Ao encontra-se com o pai no meio da rua, começou uma discussão entre eles”, comentou o delegado Jalingson Freire.Freire informou, ainda, que segundo testemunhas, pai e filho chegaram a travar luta corporal rolando pelo chão. Após a contenda, o parricida deixou o local e se dirigiu para casa a fim de se armar com uma espingarda.
Quando voltou, José Wilson apontou a arma, uma espingarda tipo “soca soca”, em direção ao pai, a uma distância de 4m. “A vítima ainda foi alertada pela esposa do homicida de que eel viria para matá-lo, e tentou correr, mas foi atingida com vários caroços de chumbo”, mencionou o delegado. A mesma descarga que vitimou Nilson Correa vitimou um tio do homicida, conhecido como seu riba, que chegava para tentar contornar a situação.Seu riba foi socorrido e está fora e perigo.
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seg, 15/03/10
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Foi assassinado, na noite da última quinta-feira, no bairro da Camboa, Cristino dos Santos Maramaldo Pereira, 34, vulgo moleza, que morava na Segunda Travessa da Rua Nova, 126, Camboa.Segundo os relatórios do Comando do Policiamento Metropolitano-CPM-, moleza era um dos grandes traficantes que agiam na Camboa e Liberdade, e vinha sendo procurado tanto pela polícia civil como pela militar. De acordo com informações do Centro Integrado de Operações de Segurança-CIOPS-, o assassinato foi, provavelmente, mais um episódio de “acerto de contas” por conta do tráfico de drogas na Grande São Luís.
De acordo com o coronel Jeferson Teles, chefe do CPM, o homicídio ocorreu por volta de 20h30, na casa onde morava a mãe da vítima.Na ação criminosa, ficou ferido o irmão de moleza, que foi identificado como João Damasceno Maramaldo Pereira, que está gravemente ferido no Hospital Socorrão I, e que segundo familiares, já está paraplégico, além da mãe de Cristino Maramaldo. Segundo testemunhas, tudo foi muito rápido. Dois homens numa moto estacionaram nas proximidades da casa da mãe de Cristino Maramaldo, e estacionaram veículo nas imediações da casa de moleza, e começaram a perguntar por ele.Ainda segundo as testemunhas, os homicidas se dirigiram à casa da mãe de Maramaldo, onde, ao vê-lo, começaram a disparar.
Ato contínuo, Cristino Maramaldo, que estava de muletas por conta de um tiro recebido na perna, há cerca de um mês, devido a um incidente com um policial militar, correu com dificuldade até a porta da casa, e caiu.Os motoqueiros continuaram disparando contra a vítima, e a senhora Atanásia Pinheiro Maramaldo, 69, mãe de moleza, veio em socorro dele, sendo atingida de raspão no braço.Moleza recebeu disparos na cabeça e no peito.O irmão de Maramaldo, João Damasceno Maramaldo Pereira, 38, estava dentro da casa, e assustado com os tiros, correu para a rua para pedir socorro.Um dos atiradores mirou nele e o alvejou nas costas.Os assassinos se evadiram rapidamente, enquanto vizinhos socorriam as três vítimas. Até o fechamento desta edição, os criminosos permaneciam foragidos, e o caso foi comunicado no Plantão da Beira Mar pelos parentes de Cristino Maramaldo.
Versão da família – Em entrevista a O Estado, os familiares de Cristino Maramaldo disseram que ele já esteve envolvido com o tráfico de drogas. “Pelo que sabemos, há muito tempo ele deixou essa vida.Estava trabalhando com um estabelecimento comercial, e queria até deixar o bairro, pois disse que vinha sendo perseguido.Se ele ainda era traficante, não sabemos”, disse um deles, que preferiu não se identificar.Conforme o entrevistado, a Secretaria de Segurança Pública-SSP devia zelar pela segurança pública, sem restrições. “Um tio meu está paraplégico, minha avó foi ferida.A Camboa e a Liberdade também têm pessoas de bem, e a polícia não devia entrar lá só para caçar bandidos, mas também para proteger os que precisam”, complementou.
Há cerca de um mês, Cristino Maramaldo, segundo o CPM, tentou impedir uma ação da PM na Liberdade, atracando-se com um PM do Batalhão de Choque-BPCHOQ, e tentando tomara arma dele, no que foi ferido no pé pelo policial, que, ainda segundo o CPM, agiu em legítima defesa.Na ocasião, o PM envolvido no incidente foi ao 8º DP, (Liberdade), onde registrou queixa e mostrou um ferimento na boca que teria sido causado por uma cotovelada de moleza. “Isso não é verdade, pois estávamos com ele, e os PMs, às vezes, agem com truculência.Eles abordam pessoas inocentes por qualquer motivo, acham que todo mundo é de má índole”, mencionou o familiar de Cristino Maramaldo.O coronel Jeferson Teles ressaltou que as abordagens policiais são necessárias, e que os PMs agem de acordo com os princípios do respeito à pessoa humana. “Infelizmente, com a escalada da violência em nossa cidade, por conta do tráfico, temos de fazer as revistas, até para preservar a segurança coletiva”, finalizou o chefe do CPM.
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dom, 14/03/10
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Estreito – A equipe da delegacia de Estreito, sob o comando do delegado Eduardo Galvão, prendeu duas pessoas acusadas de estupro. Fábio Pereira Nunes, o Abílio ou negão, é foragido de Justiça, sendo responsável por crime de cárcere privado, roubo e estupro contra uma senhora de 62 anos de idade, Maria José Marinho de Sá.Conforme o delegado Eduardo Galvão, o acusado foi preso no Assentamento São Pedro, localizado na Estrada que dá acesso ao Povoado Vão do Marco, na Zona Rural da cidade de São João do Paraíso. Ainda conforme o delegado, Abílio invadiu, há alguns dias, a casa onde a vítima morava com o esposo, enquanto os dois dormiam. “Ele torturou as vítimas, agrediu-as, e depois, amarrou o esposo dela em um quarto, e a violentou”, contou o delegado. Depois, o criminoso levou R$ 80,00 dos dois idosos.
Também foi preso, por Policiais civis lotados na Delegacia de Polícia Civil de Porto Franco e de Estreito, Sebastião Costa Alves, de 50 anos de idade, sob a acusação de ter praticado c![ABILO 2[1].0 ABILO 2[1].0](http://colunas.imirante.com/platb/files/1082/2010/03/ABILO-21.0.JPG)
rime de estupro contra um menor de idade de apenas 12 anos de idade, enteada dele.Sebastião teve a prisão preventiva decretada pelo juiz Antônio Donizete Aranha Baleeiro, titular da Comarca de Porto Franco. A menor foi ouvida na Delegacia de Porto Franco e submetida a exame de Corpo de delito e Conjunção Carnal. A vítima confirmou os abusos sexuais sofridos por Sebastião Costa Alves, que foi autuado em flagrante.
Prisão em Santa Luzia do Tide- Também por estupro, está preso, na delegacia de Santa Luzia do Tide, Edson Ferreira Ramos, 48 anos, natural de Pedreiras e residente na zona rural de Buriticupu. Ele teve foi detido por meio prisão preventiva decretada pela Comarca de Buriticupu, pela acusação de violentar, desde os oito anos, a enteada, a menor J.A, que hoje tem 11 anos. O caso foi denunciado pela mãe da adolescente, que era criada por Edson Ferreira desde os três anos.
Segundo informações do delegado Carlos Alessandro Rodrigues, titular da delegacia de Buriticupu, o caso foi denunciado, inicialmente, ao Conselho Tutelar. “Apenas na semana passada, ficamos a par da situação, e pedimos, imediatamente, a prisão preventiva dele”, declarou o delegado.Conforme o delegado, os abusos foram concretizados por meio de aliciamento, com oferecimento de “vantagens”.O exame de conjunção comprovou os abusos. “A mãe da menor sempre teve receio de denunciar o caso, e possivelmente, pode ser investigada no caso”, mencionou o delegado.
Ainda de acordo com o delegado, o acusado negou o crime, atribuindo a culpa a um cunhado. “Mas as evidências contra ele são fortes”, asseverou o delegado. A criança está tendo acompanhamento pssicossocial, pois uma avaliação feita por profissionais de saúde atestou que foram causados sérios danos à saúde emocional dela”, observou o delegado.
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dom, 14/03/10
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Portal Meio Norte – Os agentes do 2º DP (Distrito Policial) de Teresina prenderam na manhã desta quinta-feira (11) o casal, Maria do Amparo Teixeira da Silva e Ubirajara Bezerra de Sousa, que estava morando na Avenida Alameda Parnaíba, no Morro da Esperança, zona norte de Teresina. O agente da polícia civil de primeiro grau do 2º DP, Severo Moreira de Oliveira, disse que Maria do Amparo e Ubirajara Bezerra foram presos por ordem judicial emitido em Fortaleza pelo crime de estelionato, no artigo 171.
Severo Moreira disse que Maria do Amparo foi levada para o Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito para depois ser transferida para a Penitenciária Feminina. Maria do Amparo disse estar sendo microempresária em São Luiz do Maranhão, na área de consórcio, e que está sendo presa injustamente, porque estão usando seu CNPJ em Fortaleza, onde não vai a cerca de 17 anos.
O agente da polícia civil diz que o casal é acusado de aplicar golpes em Fortaleza, por isso tem a ordem judicial contra eles.
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sáb, 06/03/10
por regioandrade |

IMPERATRIZ—A Polícia acredita em represália como motivação para o assassinato à tiro de Valdecina Pereira de Sousa, de 57 anos,ocorrido na noite da última quinta-feira(03) praticado por dois motoqueiros no bairro Entroncamento.Esse é o segundo homicídio deste mês em Imperatriz e o primeiro assassinato tendo mulher como vítima este ano.
Valdecina de Sousa estava sentada numa cadeira na calçada do bar onde mora e trabalha, no cruzamento das ruas Don Vital e Albano Franco,quando foi surpreendida com a aproximação de uma motocicleta com dois homens, sendo o da garupa desferiu quatro tiros,dos quais um a atingiu no tórax. Socorrida por populares a mulher morreu instantes depois de dar entrada no Hospital Municipal(Socorrão).
“A gente fica muito abatida com uma coisa dessa, abatida mesmo porque a gente nunca esperava”, disse a dona-de-casa Keila Maria Pereira de Sousa, residente no município de Lajeado,um dos quatro filhos da vítima.
O comandante do 3° Batalhão da PM, tenente-coronel Zanoni Porto disse que o crime foi uma represália de um grupo de seis homens a uma abordagem da PM realizou num bar vizinho ao de propriedade da vítima na rua João Lisboa.
Durante a “revista”, realizada por duas patrulhas da PM por volta das 16h de quinta-feira a PM,quatro horas antes do crime, alguns integrantes do grupo demonstraram irritação pela denuncia,o que levou o oficial a concluir sobre a motivação do homicídio.
Reforça ainda a idéia de represália o fato de a mulher ter, há cerca de quatro meses, pedido para integrantes desse mesmo grupo deixar de freqüentar o seu bar. Ela alegou, segundo informou a PM, que não aprovava as conversas dos homens com dizeres do tipo “Vamos fazer paradas”.
ABORDAGEM- Na abordagem os policiais da Força Tática(FT)e Grupo de Operações Especiais(GOE) não encontraram armas, drogas ou qualquer outro motivo que rendesse a prisão em flagrante do grupo, apenas um foi conduzido à delegacia por não portar documentos.
Num levantamento feito ao sistema nacional de bandidos presos e foragidos de Justiça os policiais da Equipe de Inteligência descobriram que os homens em questão pertencem a uma quadrilha especializada em assaltos a bancos e cargas que vem agindo no Estado
Texto de João Rodrigues
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qua, 03/03/10
por regioandrade |


Um terreno avaliado em R$ 2.700.000,00.Essa pode ter sido a principal causa da morte da corretora de imóveis Sandra Dourado de Sousa, 47, que, segundo a equipe do 7º DP (Turu), residia à Alameda Cravos, q 05, Praia Azul, Araçagy.Sandra Dourado foi morta com três tiros, sendo dois na cabeça e um no pescoço, junto com o companheiro dela, o holandês Joel Bastiaen (atingido uma vez na cabeça), 23 anos, na manhã do último domingo, no Alto do Jaguarema, área do Araçagy. Por toda esta semana, o delegado Carlos Alberto Damasceno, titular do 7º DP (Turu), ouve testemunhas, familiares e amigos da vítima.
O corpo de Sandra Dourado foi sepultado na tarde de ontem, no cemitério da Pax União, Estrada da Maioba, em meio a muita tristeza e revolta. “Era um pessoa trabalhadora, guerreira, boa mãe, e deixou um vazio muito grande”, comentou o advogado WIilliam Dourado, primo da vítima. Sandra trabalhava há mais de dez anos como corretora e era divorciada, há três anos, do empresário Sérgio Damiani, proprietário da Imobiliária Terra. De acordo com o delegado Luís Carlos dos Santos, que estava de plantão na Delegacia do Cohatrac, os dois foram mortos logo depois de receberem uma ligação de um suposto cliente. O assassino, que segundo os policiais da “Ronda da Comunidade” do Araçagy era um homem alto, branco, de trajes pretos, cavanhaque, e usando capacete, ainda está foragido.
Motivações – Durante o velório, em entrevista a
O Estado, o advogado William Dourado afirmou ter tido contatos, na manhã de ontem, com a 1ª Vara de Família da Capital, mais precisamente com o juiz José Ribamar Castro. “No trâmite processual da separação, que foi um separação consensual (e com divisão meio a meio dos bens entre os cônjuges), Sérgio Damiani omitiu, na declaração de bens, um terreno, próximo a um dos acessos à praia do Araçagy, com dimensões entre 3 e 4 hectares, avaliado em R$ 2.700.000,00, que vendeu ao Supermercado Maciel”, comentou o advogado.Ao saber disso, Sandra Dourado, que teria direito a R$ 1.350.000,00, entrou com uma ação
contestatória, que resultou no processo 17.275/2009.Ontem, a corretora teria uma audiência na 1ª Vara, referente à questão.
“Nós da família não sabíamos dessa ação movida por ela.Sandra tinha muito contato conosco, uma pessoa muito aberta, mas não nos falou dessa ação judicial, tampouco da audiência”, mencionou o advogado William Dourado. Outras questões também foram levantadas pelos familiares, como a guarda dos filhos.Desde que se divorciou de Sérgio Damiani, ele tinha a guarda das crianças quem seria retomada pela mãe dentro em breve.Alguns familiares de Sandra Sousa, que preferiram não se identificar, informaram que a separação dos dois foi motivada pelo comportamento de Damiani,que já a teria agredido.Ainda segundo os familiares, Damiani parecia nuca ter aceitado muito bem a separação. Pouco depois do divórcio, a corretora conheceu o holandês
Bastiaen, com quem passou a se relacionar.
“Eles trabalhavam juntos, comprando terrenos e
edificando imóveis.Viajavam pela Europa, e recentemente, eles passaramo final de ano juntos na Holanda.A família dele se dava muito bem coma Sandra”, comentou o advogado William Dourado. Sandra era proprietária de uma corretora chamada Beach House (nome que não a razão social) e, conforme o advogado Dourado, utilizava-se de outras imobiliárias e corretoras, e de financiamentos da Caixa Econômica Federal, para vender os imóveis. A corretora Sandra Dourado deixou dois filhos, um de 12 e outro de 14 anos. “É lamentável se ver a que ponto chegou a violência em nossa cidade e o desrespeito à vida
humana”, expressou o advogado William Dourado.
Corpo do holandês ainda não liberado – Conforme as
informações do Instituto Médico Legal-IML-, até o final da tarde de ontem, o corpo do holandês Joel Bastiaen permanecia na gaveta nº 04 do necrotério. De acordo com o delegado Carlos Alberto Damasceno, ele recebeu ligações dos parentes do holandês, que estão vindo a São Luís para fazer o traslado. O advogado William Dourado deu alguns detalhes sobre a vida no Holandês. “Por informações que recebemos dele e da própria família na Holanda, o Joel estava no Brasil há cerca de três anos, para trabalhar, fazer intercâmbios, e fixar vida aqui”, detalhou
o delegado. O passaporte de Joel Bastiaen tem validade até o ano de
2014, e a última renovação para estada no Brasil,válida por seis
meses, foi no dia 17 de janeiro deste ano. “A vida dele era mais
ligada à minha irmã, mas pela situação, ele ainda não era naturalizado e devia estar permanentemente renovando a permanência”, opinou o advogado.
O delegado Carlos Damasceno, à frente do inquérito,
informou que, só com a chegada, a São Luís, de representantes do
Consulado Holandês em Fortaleza, deve-se ter uma real noção sobre a situação de Joel Bastiaen no país. Conforme o delegado, ele tem trinta dias para concluir o inquérito. O delegado, com base no artigo nº 20 do Código Penal, decretou segredo de investigação. “O caso é de complexidade, pois envolve vários aspectos, e por isso, o segredo de investigação foi decretado por nós”, detalhou o delegado Carlos Damasceno. O delegado apreendeu o celular de Sandra Dourado, para a detecção de alguma ligação suspeita.O advogado William Dourado disse que, após co crime, ele verificou o celular da prima e não detectou nenhum telefonema estranho. “Já o celular do Joel eu nem consegui operar”, observou.
Em contato com o Consulado da Holanda em Fortaleza, O
Estado obteve a informação que os funcionários da representação,
apenas ontem à tarde, tomaram conhecimento do caso. Conforme o consulado, o holandês havia feito um seguro de vida, e a seguradora foi quem repassou a notícia da morte de Joel ao Consulado. A equipe de O Estado não conseguiu contato com a embaixada da Holanda em Brasília para confirmar a informação do consulado.
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qua, 03/03/10
por regioandrade |
Quatro dos seis bandidos mortos no confronto com a Polícia Fedreral-PF- em Santa Luzia do Paruá tiveram seus nomes revelados pela Superintendência da PF em São Luís, no bairro da Cohama, na manhã de ontem.Também foram divulgadas as identidades e as cidades de origem dos quatro assaltantes presos durante a intervenção policial.Eles foram transferidos para Superintendência e lá ficarão presos até a conclusão do inquérito pela PF, que deve durar cerca de trinta dias.Na Superintedência da PF, também ficaram apreendidos os
armamentos usados pelos quadrilheiros.
Os presos foram identificados como Ubirene
Gusmão Sampaio, 25, natural de Vitória do Mearim; Leonardo Barros de Sousa, 22, de Imperatriz; Márcio Nazareno Oliveira, 30, o Marajó, de Soure, no Pará; e Pedro Soares Barbosa, o golfinho, 23, também de Imperatriz.Já os mortos são João Batista Carvalho Gonçalves, 23, de Turiaçu; Antônio Cláudio Hermes Soares, vulgo diabão, 30, também de Turiaçu; Raimundo Nonato de Sousa, 29, de Grajaú; Rodrigo de Sousa Amaral, natural de Pinheiro; os outros não foram identificados. Os corpos dos seis bandidos foram autposiados em Santa Luzia do Paruá por legistas do Instituto Médico Legal-IML- de São Luís e logo liberados.
Os três carros usados na ação foram uma Toyota
Hillux cor preta, placa JUV 8845/PA,um Pólo Classic branco, LVW 7774/PI, e um Astra cor azul, placa NHJ 5364/MA.Todos os veículos foram roubados pouco antes de a quadrilha chegar ao Banco Bradesco.O grupo portava um fuzil 762, cinco escopetas calibre 12, duas pistolas 380mm, três revólveres calibre 38 e uma espingarda calibre 12. Segundo a PF, os bandidos não chegaram a tomar posse de valores no banco.Os
feridos foram identificados como a gerente Sandra Maria Dutra, que está hospitalizada após receber uma bala na perna; Ezequias Bezerra ; João Batista da Silva; Raimundo César Oliveira; José Benedito Silva Nunes; a vítima fatal entre os civis foi Jeferson Mesquita Lemos funcionário do banco e que foi executado pelos criminosos, segundo o Superintendente da PF, Fernando Segóvia.
Ação – Em entrevista a O Estado, o superintendente Segóvia declarou que um dos bandidos presos, relatou, em depoimento, que o grupo pretendia, com o dinheiro do assalto, comprar mais armamento pesado para realizar um outro assalto, de maior magnitude, em cidade cujo nome o superintendente não revelou. “Eles pretendiam adquirir, principalmente, fuzis AK-47, que são armas deguerra. As armas usadas no assalto foram vendidas e/ou alugadas por pessoas que estão sendo procuradas”, esclareceu o Superintendente da PF. Antes da intervenção, a PF estava postada nas cercanias do banco, quando a quadrilha chegou ao local do assalto. “Eles já tinham entrado no banco, quando demos voz de prisão.Um deles, que estava guarnecendo a entrada e usando pessoas como escudo, disparou contra nós e foi abatido”, mencionou Segóvia.
Posteriormente, os demais também atiraram, de
dentro da agência, e começou o tiroteio de quinze minutos. “Com um funcionário do banco refém, o Jeferson, quatro ou cinco entraram na Hilux.Novamente, foi dada voz de prisão, mas eles executaram friamente o refém.Foi quando nossos homens se aproximaram e os atingiram, pois eles atiraram novamente”, detalhou o superintendente Segóvia. Ainda
segundo Segóvia, a gerente foi atingida momentos antes, quando houve confronto com o assaltante que estava guarnecendo a entrada do Bradesco.
Sindicato – O Sindicato dos Bancários do
Maranhão, apesar da morte do funcionário do Bradesco, avaliou como positiva a ação da PF. “Infelizmente, tivemos a perda de uma vida, mas a ação da Polícia Federal vem contribuir no sentido de coibir a criminalidade e a violência contra os funcionários dos estabelecimentos bancários”,
ponderou Regina Sanches, da Secretaria de ![mirante.com[6] mirante.com[6]](http://colunas.imirante.com/platb/files/1082/2010/03/mirante.com61.jpg)
![mirante.com[4] mirante.com[4]](http://colunas.imirante.com/platb/files/1082/2010/03/mirante.com41.jpg)
![mirante.com[2] mirante.com[2]](http://colunas.imirante.com/platb/files/1082/2010/03/mirante.com21.jpg)
Saúde e Segurança do Sindicato dos Bancários.
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qua, 03/03/10
por regioandrade |
![mirante.com[6] mirante.com[6]](http://colunas.imirante.com/platb/files/1082/2010/03/mirante.com6.jpg)
![mirante.com[3] mirante.com[3]](http://colunas.imirante.com/platb/files/1082/2010/03/mirante.com3.jpg)
![mirante.com[4] mirante.com[4]](http://colunas.imirante.com/platb/files/1082/2010/03/mirante.com4.jpg)
Um
![mirante.com[2] mirante.com[2]](http://colunas.imirante.com/platb/files/1082/2010/03/mirante.com2.jpg)
Uma ação rápida eficaz.Assim, oSuperintendente da Polícia Federal-PF-no Maranhão, Fernando Segóvia, definiu a investida dos homens da PF contra uma quadrilha armada que pretendia assaltar, na manhã de ontem, a agência do Banco Bradesco das cidade de Santa Luzia do Paruá, a cerca de 370km da capital.Seis bandidos mortos, três presos e um foragido foi o resultado contabilizado pela PF. Mas o enfrentamento também deixou uma triste marca: três civis baleados, sendo um mortalmente.
Conforme o Superintendente da PF, o confronto
ocorreu por volta de 11h, em frente ao banco, bem no centro da cidade. “Eram dez homens fortemente armados, portando fuzis, pistolas e espingardas.Chegaram em dois veículos, um Pólo cor branca e uma Hilux preta. “Os dois carros foram roubados dez minutos antes de a quadrilha chegar à cidade”, comentou Fernando Segóvia. Uma vez em frente ao banco, os quadrilheiros, encapuzados, fizeram disparos contra a
vidraça, e parte dos assaltantes entrou, fazendo clientes e
funcionários como reféns.Mas os bandidos foram surpreendidos com a chegada de vinte policiais da PF.
“Nossos policiais deram voz de pris, travado
dentro e fora do banco, e que durou cerca de quinze minutos”, detalhou o superintendente Segóvia. A população entrou em pânico e começou a se trancar nas casas e estabelecimentos comerciais. “Nunca tinha visto uma coisa assim.Foi muita bala e depois foi difícil ver aqueles corpos estirados”, relatou o autônomo Jone Matos, que mora nas
imediações do banco. Os projéteis atingiram ainda mais a fachada do banco, que ficou bastante avariada. Do lado de fora, seis bandidos tombaram.Um vigilante, que foi identificado preliminarmente como Gerson, também foi morto porque reagiu ao saque inicial dos bandidos e foi atingido por eles antes da chegada da PF. Os assaltantes que ainda estavam no banco, ao ouvirem os tiros do lado de fora, também saíram
atirando. “Mas um deles foi ferido, ainda dentro do banco, no braço, dois foram presos e o último fugiu.Nesse último confronto, a gerente do banco e uma outra pessoa também foram feridos, sendo, a gerente, baleada na perna”, contou o superintendente Segóvia.
Os dois funcionários feridos foram
transportados para São Luís no helicóptero do Grupo Tático
Aéreo-GTA-da Polícia Militar-PM. As policias civil e militar, que tinham contribuído no apoio logístico e no isolamento da área, procederam aos primeiros levantamentos e perícia.Os corpos dos assaltantes e do vigilante deveriam chegar a São Luís na noite de ontem.Até o começo da noite de ontem, os nomes dos criminosos ainda não haviam sido divulgados, o que deve acontecer por todo o dia de hoje. “Podemos apenas afirmar que é uma quadrilha que age nos estados
do Maranhão e Pará, e deve contar com integrantes desses estados”, explicou o superintendente Fernando Segóvia. Em Santa Luzia do Paruá, alívio para a população depois do tiroteio. “Foi uma ação dura da PF, mas necessária”, opinou o comerciante Antônio Sousa.
Monitoramento – O superintendente Segóvia
disse que a quadrilha já vinha sendo rastreada há cerca de três
semanas. “Desde o dia 27, segundo as declarações de um dos bandidos presos, eles já estavam nas cercanias do município, em áreas de mata fechada”, relatou Fernando Segóvia.A ação reuniu policiais federais de São Luís, Imperatriz, Belém, e do Centro de Operações Táticas-COT- da PF, sediado em Brasília. “Ainda segundo o assaltante, o roubo aconteceria na segunda-feira passada mas não foi concretizado porque o carro-forte que abastece o banco passou num horário, segundo os
quadrilheiros, inconveniente para ação”, reiterou o superintendente Segóvia. O inquérito deve seguir na PF.Os assaltantes presos devem ser recambiados para a Superintendência da PF, em São Luís, nas próximas horas. “Dentro em breve, a identificação dos criminosos e os estados
de origem serão divulgados à imprensa”, finalizou o superintendente da PF.
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