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Vamos votar na Litorânea II

sex, 30/07/10
por romulo |
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APROVEITANDO O ESPAÇO URBANO

Ruas abertas para o lazer

Com a redução do fluxo de carros no fim de semana, diversas cidades fecham ruas e avenidas para que os moradores possam fazer exercícios ou aproveitar momentos de lazer

Rafael Tonon

Revista Vida Simples – 12/2009

Conheça, aqui, algumas dessas ruas, nas grandes capitais brasileiras:

SÃO PAULO Os ciclistas da cidade têm uma faixa exclusiva com 5 quilômetros para pedalar à vontade. A ciclofaixa funciona todos os domingos, das 7h às 14h, e engloba três parques: o das Bicicletas, o Ibirapuera e o Parque do Povo. O percurso é pintado no solo e tem sinalização própria. O trajeto passa por vias como a alameda Iraé e as avenidas Indianópolis e Nações Unidas. Já a rua Joana de Auvérnia (em Guaianazes) tem uma programação de atividades com futebol, vôlei, amarelinha e brincadeiras de rua que são atualizadas no blog mantido pelos moradores (ruajoanadeauvernia.wordpress.com). Mas a mais antiga rua de lazer da capital paulista é a Manoel Faria Inojosa, em São Miguel Paulista. Desde 1977 a faixa fica fechada para os moradores andarem de skate, brincar ou jogar basquete.

BELO HORIZONTE Desde setembro, a prefeitura viabiliza o projeto Domingo a Rua é Nossa. A cada mês, um bairro da cidade tem uma de suas principais ruas fechada para os moradores. Na inauguração, são realizadas diversas atividades esportivas e culturais. Depois, a rua continua seguindo fechada todos os domingos, das 7h às 14h. O projeto, que teve início na avenida Bandeirantes, já agregou um trecho grande da avenida Otacílio Negrão de Lima, na Lagoa da Pampulha, e da Bento Simão, no bairro São Bento. Em dezembro, a avenida Vilarinho (Vila Nova) também passa a ficar fechada. Em janeiro, é a vez da José Cândido da Silveira (Cidade Nova). A expectativa da prefeitura é chegar até o final de 2012 com 100 quilômetros de ruas fechadas.

CURITIBA Na capital do Paraná, mensalmente as ruas se transformam em pistas de atletismo para os adeptos da corrida noturna. Como de dia o fluxo é mais intenso, a prefeitura resolveu adotar o cair da noite para fechar alguns trechos das vias e colocar os moradores para correr – literalmente. Em 2010, serão 14 corridas durante o ano. Como janeiro é mês de férias, o calendário do ano só começa em 7 de fevereiro com a 4ª Corrida de Revezamento entre parques. Vias importantes, como a rua Itupava e a avenida Munhoz da Rocha, abrem caminho para os corredores.

O "Eixão" tem, por que não a Litorânea?

O "Eixão" tem, por que não a Litorânea?

BRASÍLIA Na capital federal, o Eixão (como é conhecido o Eixo Rodoviário de Brasília) é ponto de referência para os moradores que querem caminhar, pedalar e passear. Todos os domingos e feriados, a via fica fechada das 8h às 18h, entre as quadras 100 e 200, nas Asas Sul e Norte. No último domingo de cada mês, um grupo de voluntários mede pressão, faz massagens gratuitas e dá aulas de alongamento aos frequentadores.

Vamos votar na Litorânea

ter, 27/07/10
por romulo |
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litoraneablog

Em tempos de campanha, também vou lançar a minha.

E a minha campanha é simples: fechar o trânsito da Avenida Litorânea, do lado da praia (aos sábados e domingos), das 5 da manhã às 3 da tarde, liberando parte da avenida para o passeio de bicicletas, carrinhos de bebê, patins, skate, corrida, caminhada e o que mais couber na disposição e imaginação de quem gosta de curtir o lazer à beira-mar.

Calma, não sou candidato a nenhum cargo eletivo. Mas, não entendo como as autoridades municipais e estaduais que, vez por outra, se digladiam pelo controle da Avenida Litorânea, ainda não atentaram para o potencial daquela que, para a maioria da população, acaba sendo a maior, senão a única, alternativa de lazer nos fins de semana.

A outra via, claro, serviria tanto para o estacionamento quanto para o fluxo de veículos.

Quem tem filhos sabe da angústia que é arranjar lazer para as crianças em nossa capital, principalmente nas férias, que não seja levá-las aos shoppings ou às inevitáveis festinhas de aniversário. Fora disso, com as praias quase todas poluídas, não há muita opção.

Aliás, a ausência de um parque ecológico, em São Luís, que sirva também para o lazer de crianças e adultos, revela que os gestores públicos não estão nem aí para o assunto. Ao contrário: são cada vez mais raras as áreas verdes em nossa cidade.

Por isso, lanço a campanha. Uma campanha pela cidadania, pela saúde, pelo bem-estar e pelo lazer. Campanha com custo zero (embora a Litorânea exija reparos em seus asfalto, sobretudo do lado da praia, desconfigurado pela ação de escavadeiras e pelo descaso); campanha factível e apartidária.

Uma campanha FICHA LIMPA.

Vamos adotar a ideia? Todos estão convidados e podemos organizar uma comissão para que a campanha vá adiante.

O leitor – e a leitura – do futuro

ter, 20/07/10
por romulo |
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Nunca me esqueci do slogan da principal livraria da minha cidade (Livraria Pedrosa), impresso nas réguas de madeira distribuídas como brinde  que, quando meninos, disputávamos avidamente: “Faça do livro o seu melhor amigo”.

Éramos, à época, 11 irmãos (hoje, somos 12) que, mesmo filhos de pais sem curso superior e de modestas posses, tivemos o privilégio de estudar nos melhores colégios e conviver com os intelectuais que faziam parte do Grêmio Literário Machado de Assis, do qual o nosso pai fazia parte e foi presidente.

Quando o Grêmio foi extinto, boa parte do acervo foi parar lá em casa. Obras de autores que iam de Freud a Machado, passando pelas enciclopédias da época.

Líamos tudo com avidez. Às vezes, sem entender muito o que estava escrito, mas líamos.

Lembro-me, como se fosse hoje, das inúmeras vezes que tentei compreender  “A interpretação dos sonhos” e  “Artigos sobre hipnotismo”, de Sigmund Freud, ao mesmo tempo que me deleitava com as obras completas de Jorge Amado, lidas sem intervalo.

Hoje, uma das minhas maiores preocupações, como pai,  é a de fazer dos meus 2 filhos o leitor que fui e continuo sendo.

Eles já cultivam o hábito de frequentar bancas de revistas e livrarias, com direito à livre escolha.

O incentivo deu certo. Diariamente, vejo as luzes do quarto de minha filha acesas já tarde da noite. Não preciso mais abrir a porta para saber que ela está lendo. E isso não tem preço.

E não tem preço porque é uma façanha tirar crianças de 11, 7 anos, da frente da televisão ou do computador. Não raro, dos dois ao mesmo tempo.

Mas, enquanto isso, leio que as prateleiras que mantenho em casa, abarrotadas de livros, podem vir a ser substituídas por prateleiras virtuais no computador.

A novidade, como sempre, vem dos EUA: “nos últimos três meses, para cada cem livros de capa dura vendidos, a empresa norte-americana Amazon vendeu 143 livros eletrônicos. E se for contabilizado apenas o último mês, a diferença é ainda mais acentuada. Para cada 100 livros impressos, a Amazon vendeu 180 exemplares para o Kindle.” (fonte: UOL, 19/7/2010)

O Kindle é o leitor digital da Amazon, cuja principal função é permitir a leitura de e-books (livros digitais) e outros tipos de mídia digital, como jornais. Armazena até 1.500 livros e a bateria pode ficar 5 dias sem ser carregada. Tem mais: pode armazenar músicas em formato MP3.

Pergunto-me, agora, diante dos “Kindles “e  “iPads” que invadem mercados e cabeças, o que será dos pequeninos leitores do presente que já são os leitores do futuro?!

Como homem de TV, rádio e internet, bem sei que a minha dúvida não chega nem aos pés da verdadeira crise existencial vivida por editoras de livros, jornais e revistas mundo afora, em relação ao tema.

Será que as nossas estantes serão apenas cenográficas, compondo o cenário de nossas salas de visita e “home offices”?

Se já se lê tão pouco no Brasil, qual será o futuro dos nossos (poucos) leitores?

De minha parte, que mantenho harmoniosa e atualizada convivência com as novas mídias, não restará dúvida:

Irei sempre preferir a réstia de luz vazada na fresta da porta do quarto dos meus filhos a indicar sempre que, ali, há um livro aberto, que a incandescência da tela de um kindle qualquer.

ps: A Livraria Pedrosa fechou há tempos.

“Campo minado”

ter, 13/07/10
por romulo |
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tachas

RBF tem apenas 7 anos, cabeça de 21 e brincadeiras de quem tem a idade que tem.
Já aprontou, e muito.
Teve a fase de jogar tudo pela janela do 7º andar: lá se foram um relógio, um celular, brinquedos e um sem número de quinquilharias. Pouco foi recuperado.
Na fase da pintura, nenhuma parede escapou da criatividade do artista.
Na de subir em tudo, sustos recorrentes: outro dia, estava em cima do balcão da cozinha, perigosamente apoiado à rede de proteção. Foi retirado a tempo, após um bom vizinho que estava na garagem ter visto o “spider boy” na janela e, incontinenti, avisado à família.
Na recente estreia de uma pista de patinação no gelo, entrou numa fria: no primeiro rodopio, caiu e sofreu um corte no supercílio. Sangue derramado, chorar pra quê?. Tudo não passou de mais um susto.
Mas, nada comparado, em criatividade,  ao convite feito à mãe para brincar de “campo minado”.
- Mãe, vamos brincar de ‘campo minado’?
- Daqui a pouco, meu filho, respondeu a mãe que estava ao computador.
- Mãe, vem logo. É aqui na sala, insistiu RBF.
Resignada e, ao mesmo tempo, curiosa, lá se foi ela em direção à sala, no que foi previamente advertida:
- Cuidado por onde pisa, mãe!
A mãe nem teve tempo de perguntar o motivo da advertência e nem sabia que, mais tarde, estaria imensamente agradecida e com os pés intactos.
Olhou para o chão da sala e, em lugar do granito, viu um tapete de tachinhas espalhadas.
Desnecessário descrever o susto, quase horror,  já com os pés no “campo minado”. Mal refeita do hiperrealismo da brincadeira do filho, ainda ouviu:
- Cuidado, mãe, para não machucar os pés…

30 anos sem Vinícius

dom, 11/07/10
por romulo |
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viniciusPorque domingo é dia de poesia…

Eu tinha apenas 17 anos quando o “Poetinha” se foi (9/7/1980).

Àquela época, ele já era o meu poeta favorito e embalava os meus sonhos, paixões e prematuras rodas de boemias.

A ele, porque hoje é domingo, a minha homenagem:

A hora íntima

Quem pagará o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Quem, dentre amigos, tão amigo
Para estar no caixão comigo?
Quem, em meio ao funeral
Dirá de mim: – Nunca fez mal…
Quem, bêbedo, chorará em voz alta
De não me ter trazido nada?
Quem virá despetalar pétalas
No meu túmulo de poeta?
Quem jogará timidamente
Na terra um grão de semente?
Quem elevará o olhar covarde
Até a estrela da tarde?
Quem me dirá palavras mágicas
Capazes de empalidecer o mármore?
Quem, oculta em véus escuros
Se crucificará nos muros?
Quem, macerada de desgosto
Sorrirá: – Rei morto, rei posto…
Quantas, debruçadas sobre o báratro
Sentirão as dores do parto?
Qual a que, branca de receio
Tocará o botão do seio?
Quem, louca, se jogará de bruços
A soluçar tantos soluços
Que há de despertar receios?
Quantos, os maxilares contraídos
O sangue a pulsar nas cicatrizes
Dirão: – Foi um doido amigo…
Quem, criança, olhando a terra
Ao ver movimentar-se um verme
Observará um ar de critério?
Quem, em circunstância oficial
Há de propor meu pedestal?
Quais os que, vindos da montanha
Terão circunspecção tamanha
Que eu hei de rir branco de cal?
Qual a que, o rosto sulcado de vento
Lançará um punhado de sal
Na minha cova de cimento?
Quem cantará canções de amigo
No dia do meu funeral?
Qual a que não estará presente
Por motivo circunstancial?
Quem cravará no seio duro
Uma lâmina enferrujada?
Quem, em seu verbo inconsútil
Há de orar: – Deus o tenha em sua guarda.
Qual o amigo que a sós consigo
Pensará: – Não há de ser nada…
Quem será a estranha figura
A um tronco de árvore encostada
Com um olhar frio e um ar de dúvida?
Quem se abraçará comigo
Que terá de ser arrancada?

Quem vai pagar o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?

Rio de Janeiro, 1950

Blogs não foram feitos para humilhar ninguém

sáb, 10/07/10
por romulo |
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Como jornalista, advogado e professor universitário de uma disciplina jurídica em um curso de Comunicação (“Legislação e Práticas Midiáticas – Faculdade São Luís), tenho insistido na tese de que o direito constitucional à liberdade de expressão encontra limites no constitucional direito do cidadão à sua honra, imagem, intimidade e privacidade,  direitos da personalidade.

Do tema, aliás, já tratei em monografia jurídica sob o titulo: “Direitos da Personalidade x Direito à Informação: Desafio Ético-Constitucional dos Meios de Comunicação”, com a qual obtive nota máxima da banca examinadora (Uniceuma, 2002) e menção honrosa em concurso de monografias da Justiça Federal, no Maranhão.

A liberdade de expressão ou o direito à informação (que compreende o direito de informar e de ser informado) encontra-se presente em praticamente todas as Constituições do mundo ocidental, desde o advento da Revolução Francesa de 1789.

Está na base dos regimes democráticos e no ideário da imprensa livre. O artigo 220 da Constituição Federal de 1988 assim determina: “Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição”.

Segue o artigo 220, em seu parágrafo primeiro: “Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5o., IV, V, X, XIII e XIV”.

E, no segundo: “É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”.

Por mais clara que seja a Constituição/88, é induvidoso que há, no exercício da liberdade de expressão, verdadeira colisão com os chamados “direitos da personalidade”, mormente com  aqueles já citados (honra, imagem, vida privada e intimidade).

Na “Era da Informação”, esta colisão de Direitos Fundamentais ganha proporções antes nunca vistas, principalmente,  pelo mau uso – e mau uso é abuso – do conceito de liberdade de expressão, como se esta fosse imune a quaisquer parâmetros legais de contenção de excessos.

Há liberdade de expressão quando se permite que os meios de comunicação extrapolem o seu direito de informar e invadem a privacidade do cidadão?

É, a liberdade de expressão, o direito que indivíduos têm de, sob covarde anonimato, darem vazão aos seus recalques, preconceitos e frustrações em comentários postados em blogs, atingindo a honra e a imagem de outros indivíduos?

A minha liberdade de expressão pode ser traduzida na ampla liberdade de atacar  quem eu deseje?

É, a internet, território livre para que cidadãos se matem moralmente, inocentes sejam transformados em culpados, suspeitos em acusados, acusados em condenados (mesmo sem condenação formal)?

São, os blogs, armas letais de destruição de reputações e, seus leitores-comentaristas, franco-atiradores numa guerra onde não há vencedores e o que se mata mesmo é a liberdade de expressão?

Dentre outros questionamentos, fico a me perguntar sobre os valores que nos movem, como jornalistas, nesse campo minado que é a informação. Até porque, a verdadeira informação e a informação verdadeira não comportam arrogância, aliás, dela prescindem totalmente.

Há informação no comentário anônimo postado em blogs, com o fim único de atingir a honra de pessoas que têm honra? Qual a responsabilidade do autor do blog que, no papel de moderador, com o poder discricionário de vetar ou não determinado comentário ofensivo, publica-o de forma inconsequente?

Um comentário covarde, vil, emanado de mentes vis e covardes, na maioria das vezes de falsa autoria, é sinônimo de audiência para blogs?

Agora mesmo, a legislação eleitoral assegurou que “é livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato durante a campanha eleitoral, por meio da rede mundial de computadores – internet, assegurado o direito de resposta”.

O artigo da Lei pode ser confundido com a liberdade para denegrir candidatos, partidos, coligações? A livre manifestação do pensamento significa que o cidadão pode fazer do seu pensamento uma bala de canhão para atingir quem ele não goste?

No caso, nada mais fez o legislador eleitoral que replicar o que a Constituição/88 já assegura, mas que muitos teimam em não querer enxergar e, pior, o fazem sob o manto da “liberdade de expressão”.

No meu modesto blog, de modesta – ou quase nenhuma – audiência, exerço a minha liberdade de expressão e de pensamento. Não sou dono da verdade e não me acho no direito de destruir reputações. Não tenho a pretensão de ser a “palmatória do mundo”. E, ao leitor, sempre caberá a escolha de, em não gostando, buscar outras leituras.

No mais, cá para nós, blog não foi feito para humilhar ninguém.

Revista Time começa a cobrar por conteúdo online

sáb, 10/07/10
por romulo |
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A revista Time, uma das principais semanais dos Estados Unidos, é a mais nova de uma série de publicações a exigir assinatura paga para acessar seu conteúdo online.

“Vamos nos adaptar e mudar. Assim como todo mundo, estamos em busca de uma solução”, afirmou o editor da revista, Richard Stengel, citado pelo jornal The New York Times.

A Time já havia tentado antes cobrar por seu conteúdo na internet, mas abandonou a idéia ao ver a queda de acessos a seu site, diz a Newsweek.

A nova experiência da Time acontece logo depois que as empresas Gannett e Dow Jones anunciaram decisões semelhantes de cobrar pelas notícias digitais.

O New York Times também teria fechado o acesso a parte de seu conteúdo online em janeiro, passando a cobrar por ele, segundo a New York Magazine. (Do blog “Jornalismo das Américas)



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