Um belo filme!
Há muito não assistia um filme com um roteiro tão bem estruturado quanto À Procura da Felicidade. Foi neste fim de semana em meio a uma sessão apinhada de gente.
Obviamente, não contarei o filme aqui. Não sou daqueles que pergunta se você já viu o filme só para sentir o gostinho de poder contá-lo inteiro, detalhe por detalhe.
Saí do cinema com a certeza de que a mensagem havia sido muito clara. Afinal, qual a medida exata para ser feliz? De que se precisa para se alcançar a felicidade? Uma casa nova e ampla? Um salário medíocre ou uma fortuna incalculável? Uma família numerosa ou a vida solitária? Um cachorro? Um emprego digno? Uma mulher exuberante? Saúde invejável?
O título foi cuidadosamente escolhido. A busca pela felicidade deve ser a tônica de nossas vidas, o combustível e o móvel que nos empurra na sua direção. Abraham Lincoln escreveu que quase sempre a maior ou menor felicidade depende do grau da decisão de ser feliz. Em dado momento de sua vida, a personagem, o ator Will Smith, decretou que não seria infeliz mesmo diante de todas as dificuldades afetivas e financeiras que atravessava. Tornou-se o melhor exemplo do self-made-man.
A crítica tem sido generosa. Não poderia ser diferente. É um filme duplamente belo! De um lado, pelo amor entre pai e filho; de outro lado, pela milenar sabedoria de que é possível transformar um tema simples e recorrente numa obra bem apurada.
Sinto, às vezes, que é necessário alguém nos lembrar de coisas simples, como dar valor ao que temos e ao que somos, ao que conseguimos e ao que ainda estamos por alcançar. À Procura da Felicidade é um bom começo para essa reflexão.
Rodrigo Bernardes Braga é advogado e escritor.
rss do blog
23 fevereiro, 2007 as 12:26
Vou assistir esta semana. Depois te conto o que achei. Beijinho
5 março, 2007 as 08:30
O q mais gostei no filme, foi a forma q ele passou pelas adversidades…tinha um sonho, uma meta, e foi atrás, sem se lamentar, se fazer de vítima. Passa uma mensagem muito positiva de como temos que enfrentar a vida.
Mando notícias do mundo de lá!
beijos
19 abril, 2007 as 17:41
Assisti e concordo não existe felicidade por completo que não nos sentimos felizes com nós mesmo, a felicidade esta nas coisas simples da vida , eu aprendi uma coisa so se é feliz estando satisfeita com o que deus nos deu.
beijos
25 julho, 2009 as 23:29
Vc não saca nada de filmes e nem de cinema, precisa aprender com o ricardo balata a falar sobre filmes, eu assistir e não interpretei desse jeito q vc falou…