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Exercícios em academia

sex, 13/01/12
por Dr Xavier de Melo |
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Não há duvida que fazer exercício faz bem para a saúde, até mesmo para pacientes com enfermidades que há alguns anos atrás nós cardiologistas não recomendávamos como no caso dos com pressão alta ou nos com coração dilatado.

O problema na enorme maioria dos casos não é a atividade física em si, mas os coadjuvantes , muito comuns em algumas academias, por exemplo: o uso de anabolizantes ( as chamadas bombas), para dar maior musculatura ou a corrida para ficar com um corpo preparado para a exposição do verão. E um pouco como querer emagrecer sem fazer dieta e atividade física, o que acontece é que se procura um atalho perigoso na maioria dos casos, chamado “fórmulas para emagrecimento”. Estas as vezes atrás da inocência de até mesmo subsâncias naturais traz consigo riscos enormes para o organismo.

Quem faz atividade física intensa tem que ter controle, preparação e acompanhamento de atleta, com exames periódicos que serão mais ou menos complexos de acordo com a idade, riscos, tipo de atividade física, presença de doenças, historia da família que irão nortear carga, periodicidade e modalidade.

Algumas pessoas não podem definitivamente ter atividade física como os com cardiomiopatia hipertrófica por risco de agravamento do quadro ou mesmo de morte subta. Também aqueles com arritmias cardíacas mais complexas podem ter o mesmo impedimento.

Quando vemos alguém morrer numa academia ou mesmo num campo temos que ter a consciência de que fazer exercício e muito menos arriscado para saúde do que ser sedentário, mas que é claro que pode trazer riscos se for exagerado, sem preparo adequado ou se for acompanhado de químicas aparentemente inocentes que podem trazer conseqüências gravíssimas.

Academia é ótimo para estimular, disciplinar e até mesmo para tornar agradável a prática de atividade física, porém deve ter muito claro seu papel de balizador e guardião da saúde de seus associados, isto não e um mero negócio, isto é saúde e é vida.

Academias: o exercício é o risco?

Novo tratamento para Insuficiência Mitral(válvula do coração)

ter, 10/01/12
por Dr Xavier de Melo |
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 Procedimento MitraClip por via percutânea. É um dispositivo útil que não necessita de procedimento cirúrgico. No momento apenas em pesquisa.

Tomografia Cardíaca

ter, 10/01/12
por Dr Xavier de Melo |
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Os recentes avanços nas técnicas de tomografia se caracterizam por uma velocidade mais rápida, cobertura mais anatômica, e uma dose menor de radiação, assim as aplicações da TC cardíaca aumentaram de forma colossal. Procedimento que soma-se à ressonância magnética e aos exames de imagem mais tradicionais, como a angiografia, ecocardiograma e medicina nuclear. É pouco invasivo – consequentemente, apresenta poucas complicações – requer pouco tempo e não necessita de internação.

Acordo de redução de sódio

ter, 27/12/11
por Dr Xavier de Melo |
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou , no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, a ampliação do acordo voluntário com associações da indústria para a redução da quantidade de sódio em alguns alimentos.

A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que a ingestão diária de sal seja de 5 gramas por dia. “A média do povo brasileiro é de 12 gramas. Por isso, temos que atacar em várias frentes para reduzir a ingestão de sódio desses alimentos. Uma delas é a indústria produzir produtos mais saudáveis”, afirmou o ministro.

Com os acordos firmados, o Ministério da Saúde estima que retirará do mercado, até 2014, 1634 toneladas de sódio. “As pessoas vão ter um alimento mais saudável e isso contribui para que cuidem ainda mais da saúde e para que não precisem fazer tratamentos ou até passar por interenções cirúrgicas”, disse.

Pão francês (2,5%), bolos prontos (7,5% a 8%), biscoitos doces e salgados (7,5% a 19,5%) e maionese (9,5%) têm até 2014 para atingir suas metas de redução. Já as batatas fritas (5%), batatas palhas (5%), mistura para bolos (8% a 8,5%) e os salgadinhos de milho (8,5%) terão até 2016.

 

Prótese de Mama questionada na França é usada no Brasil

ter, 27/12/11
por Dr Xavier de Melo |
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A empresa francesa de fabricação de próteses de mama Poly Implant Prothèse (PIP), que podem ter causado casos de câncer na França, exportava mais de 80% de sua produção, boa parte para o Brasil e outros países da América do Sul.

Em meados de dezembro, uma autoridade do ministério francês da Saúde denunciou oito casos suspeitos de mulheres que morreram de câncer ao receber implantes defeituosos da empresa PIP. Na sexta-feira, a França deve publicar um relatório de especialistas que vão recomendar, ou não, a retirada das próteses.

As autoridades sanitárias brasileiras proibiram a importação e os implantes fabricados pela PIP em abril de 2010, depois que a França alertou sobre casos de ruptura.

Dez mil próteses foram retiradas do mercado brasileiro, mas cerca de 25 mil brasileiras ainda a possuem, disse um porta-voz da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Musculação e Hipertensão

ter, 27/12/11
por Dr Xavier de Melo |
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Como todos sabemos, a hipertensão arterial é uma doença que promove grandes complicações no nosso corpo e, principalmente, no sistema cardiovas-cular,comprometendo órgãos importantes como o coração, o cérebro e os rins. Seu tratamento é feito com medicamentos e também com a mudança de hábitos de vida, que inclui uma dieta mais saudável, com a redução do consumo de sal, de gorduras e de bebida alcoólica; o abandono do tabagismo e a prática regular de exercícios físicos. Em relação aos exercícios,aqueles que comprovadamente reduzem a pressão arterial dos hipertensos são os aeróbios, como a caminhada, a bicicleta, a natação, a dança, as aulas de ginástica aeróbia, as aulas de step, etc. Assim, esse é o tipo de exercício que você hipertenso deve realizar. Durante esse exercício, a pressão arterial sistólica (a mais alta) aumenta e a pressão diastólica (a mais baixa) praticamente não muda. Para que a pressão sistólica não suba muito, o exercício aeróbio deve ser feito em intensidade leve a moderada, ou seja, durante a pratica, você deve conseguir conversar, sem estar muito ofegante. Além disso, para que ele tenha bom resultado deve ser realizado por pelo menos 30 a 40 minutos e de 3 a 5 vezes por semana. Apesar dos exercícios aeróbios serem muito bons para a saúde cardiovascular, O Hipertenso pode fazer eles têm pouco efeito sobre outros tecidos do corpo. Assim, para tornar os músculos mais fortes e resistentes e também para fortificar os ossos, um outro tipo de exercício, os exercícios resistidos, também chamados de musculação, são mais indicados. Esses exercícios são importantes porque quando os músculos e ossos estão fortes, as tarefas do dia a dia são mais fáceis, há menos chance da pessoa ter osteoporose, há menos chance de quedas e de fraturas e, conseqüentemente, há uma melhora na qualidade de vida da pessoa.

Musculação?

São exercícios feitos contra uma força, ou seja, quando seu músculo contrai tentando puxar ou empurrar alguma resistência, que pode ser dada por pesos (levantar e abaixar pesinhos de mão ou tornozelo), por máquinas (aparelhos de musculação),pelo peso do ser corpo (flexão de braços, abdominais), etc. Como a maior parte dos Hipertensos é sedentária e tem uma idade mais avançada, muitos apresentam músculos e ossos mais fracos e, portanto, podem se beneficiar de um trabalho que envolva exercícios de musculação. No entanto, esse trabalho precisa ser feito com muito cuidado e sempre junto com o exercício aeróbio. Assim, nos hipertensos, o exercício aeróbio é o principal, pois diminui a pressão arterial, e os exercícios de musculação podem se feitos com cuidados, mas não têm efeito comprovado na redução da pressão arterial.

Dosar Colesterol nas Crianças

qui, 01/12/11
por Dr Xavier de Melo |
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Toda criança nos Estados Unidos deve dosar seus níveis de colesterol entre as idades de 9 e 11 anos de idade. Essa nova medida foi tomada a partir das novas diretrizes orientadas pelo Instituto Nacional do Coração, Sangue e Pulmão dos Estados Unidos. Uma medida no mínimo controversa.

Até agora, os principais grupos médicos têm sugerido testes de colesterol apenas para crianças com histórico familiar de doença cardíaca precoce ou colesterol elevado e aqueles que são obesos ou têm diabetes ou pressão arterial elevada. Mas estudos mostram que muitas crianças com colesterol alto estão em risco para desenvolverem doença cardíaca. Situação crescente devido a epidemia de obesidade.
Eles também aconselham dosagem de glicemia para um screening de diabetes a cada dois anos começando aos 9 anos para as crianças que estão acima do peso e que têm outros riscos para diabetes tipo 2, incluindo a história familiar. Um terço das crianças dos EUA e adolescentes são obesas ou com sobrepeso, alimentando um boom da diabetes.

Estudos de autópsias mostram que algumas crianças já têm sinais de doença cardíaca, mesmo antes de terem sintomas. Pela quarta série, 10 a 13 por cento das crianças dos EUA têm colesterol alto.
Gorduras acumulam nas artérias do coração, na primeira e segunda década de vida, mas normalmente não começam o endurecimento das artérias até que as pessoas cheguem aos 20 e 30 anos, disse um dos membros do painel diretriz, Dr. Elaine Urbina, diretor de cardiologia preventiva no Hospital Infantil de Cincinnati Medical Center.
“Se nós temos gordura nas artérias aos 20 anos, pode ser já demasiadamente tarde”, disse ela. “Para mim, não é controverso o estudo. Deveríamos ter feito isso há anos.”
Os médicos recomendam a triagem entre as idades de 9 e 11 anos porque há elevação do colesterol durante a puberdade. Eles também aconselham testar novamente mais tarde, entre as idades 17 e 21.

As diretrizes dizem que as drogas de colesterol provávelmente seria recomendada para menos de 1 por cento das crianças testadas. A maioria das crianças encontradas com níveis elevados de colesterol seriam aconselhadas a controlá-lo com dieta e atividade física.

E crianças menores de 10 não devem ser tratados com drogas de colesterol a menos que tenham problemas de colesterol grave.
“Vamos também continuar a incentivar os pais e as crianças a fazer escolhas de estilo de vida positivo para evitar fatores de risco”, disse Tomaselli Gordan, presidente da American Heart Association.
Testes de colesterol custam cerca de 80 dólares nos Estados Unidos e, geralmente, são cobertos pelo seguro de saúde.

As diretrizes também dizem que os médicos devem:
-Tome as medições de pressão arterial anualmente para crianças a partir de três anos de idade.
-Iniciar o conselho anti-fumo de rotina quando as crianças são as idades 5-9, e aconselhar os pais das crianças para não fumar em casa.
Orentações pubicadas na Revista Pediatrics.

Câncer de Pele

sex, 25/11/11
por Dr Xavier de Melo |
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Em estágio inicial, todos os tipos de câncer, incluindo o mais letal de todos os tumores de pele conhecidos pela medicina _ o melanoma _ tem alto índice de cura. Embora represente 4% dos tipos de câncer de pele, mata em 75% das vezes que se manifesta, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde). Todo ano, são registrados cerca de 132 mil casos de melanoma no planeta, além de 2 milhões de outros tipos de câncer de pele. Felizmente, nos últimos anos, houve uma grande melhora na sobrevida dos pacientes com o melanoma, principalmente devido à detecção precoce. Nos países desenvolvidos, a sobrevida média estimada em cinco anos é de 73%, enquanto que, para os países em desenvolvimento, a sobrevida média é de 56%. A média mundial estimada é de 69%. A grande dificuldade é quando é descoberta a doença tardiamente, já que ela tem uma notável facilidade de dar origem a metástases, ou seja, se espalhar para outros órgãos, uma vez que uma célula cancerosa entre em contato com a corrente sanguínea ou linfática.

O outro tipo de câncer de pele, o carcinoma, é bem menos agressivo e raramente fatal. Na forma basocelular, surge em 70% dos casos, tem crescimento lento e raramente se dissemina. Na forma espinocelular ou de células escamosas (cerca de 25% das ocorrências), cresce mais rápido e as lesões maiores podem levar à metástase.

Uma questão cultural

Para descobrir as raízes da expansão da doença, é possível retroceder no tempo. Mais precisamente há 50 anos, quando o bronzeado deixou de ser um estigma social para virar moda. Ser branco como uma folha de papel, durante séculos, era um traço nobre. Segundo o dermatologista David Horne, em entrevista à revista Men’s Health, “a pele bronzeada era característica das classes baixas, que faziam o trabalho braçal sob o sol”, lembra, citando que apenas mais recentemente é que as pessoas passaram a tomar sol para “melhorar” a aparência.

O grande problema é que, mais cedo ou mais tarde, o corpo vai pedir a conta do excesso de exposição ae sol sem proteção. E não significa que quem tem a pele mais escura está livre de desenvolver a doença.

A ideia de que a pessoa bronzeada não pode ter câncer de pele é fantasiosa. Até negros estão sujeitos.

As pessoas estão cientes dos danos que o sol pode causar, mas nunca acham que podem ser atingidas.

Os efeitos do sol são cumulativos. Uma queimadura hoje pode virar um câncer amanhã. As pessoas que tiveram melanoma são propensas a terem novamente. O protetor solar é indispensável e deve ser aplicado com generosidade de duas em duas horas, e a pele deve receber o produto meia hora antes da exposição solar.

Os cremes protetores, segundo os especialistas, deve ser aplicado todos os dias, mesmo quando está nublado. Segundo a dermatologista Simone Sotto Mayor, diretora de dermocosméticos da Biolab, são frequentes queimaduras quando as nuvens predominam.
São muito comuns queimaduras em montanhas e estações de turismo com neve, por exemplo, locais muitas vezes não associados a esses riscos , quando se em Fator de Proteção Solar (FPS), refere-se à medição da proteção em relação à radiação UVB, que causa como efeito imediato queimaduras e, com o passar dos anos, lesões ligadas ao câncer. Já a radiação UVA é mais ligada ao envelhecimento cutâneo, e também ao surgimento de alguns tipos de cânceres de pele e melasmas.

POR DENTRO DA DOENÇA

Basicamente, existem três tipos de câncer de pele:

Carcinoma basocecular
É o tipo mais comum. Pode aparecer como uma área que parece uma cicatriz, com bordas mal definidas e superfície brilhante. Também pode ser um sinal avermelhado ou uma área que parece sempre irritada, ou uma superfície saliente e rosada, com uma crosta no centro.

Carcinoma espinocelular
É o segundo câncer de pele mais frequente. Pode ser um ferimento aberto que sangra e cria casca, ou uma mancha vermelha escamosa, com borda irregular, que forma casca e sangra.

Melanoma
Tipo mais letal de câncer de pele, sobretudo se não detectado na fase inicial. Pode aparecer como um pequeno caroço, de cor uniforme, simétrico e muitas vezes firme ao toque. Também pode ser uma marca achatada, levemente levantada, com bordas irregulares, ou ter diferentes cores (castanho, preto, vermelho, azul ou branco).

FATORES DE RISCO

Em ordem de importância, são: sensibilidade ao sol (queimadura pelo sol e não bronzeamento), pele clara, exposição excessiva ao sol, história prévia de câncer de pele, história familiar de melanoma, nevo congênito (pinta escura), maturidade (após 15 anos de idade a propensão para este tipo de câncer aumenta), xeroderma pigmentoso (doença congênita que se caracteriza pela intolerância total da pele ao sol, com queimaduras externas, lesões crônicas e tumores múltiplos) e nevo displásico (lesões escuras da pele com alterações celulares pré-cancerosas).

PREVENÇÃO
Como os outros tipos de câncer de pele, o melanoma pode ser prevenido evitando-se a exposição ao sol no horário das 10h às 16h, quando os raios são mais intensos. Mesmo durante o período adequado é necessária a utilização de proteção como chapéu, guarda-sol, óculos escuro e filtros solares com fator de proteção 30 ou mais.

TRATAMENTO
A cirurgia é o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas dependendo do estágio do câncer. Quando há metástase, o melanoma é de difícil cura, na maior parte dos casos. A estratégia de tratamento para a doença avançada deve ter então como objetivo aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Sete passos para um coração saudável: publicação da American Heart Association

sex, 25/11/11
por Dr Xavier de Melo |
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Esta publicação da American Heart Association diz que a saúde cardiovascular ideal é definida em um adulto por cada uma das medidas abaixo:

1. Nunca ter fumado ou ter deixado de fumar há mais de um ano.

2. Índice de Massa Corporal1 (IMC) abaixo de 25 kg/m² (o IMC é calculado dividindo o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros). Calcule seu IMC.

3. Ser fisicamente ativo. As novas recomendações são para a prática de 150 minutos por semana de atividades físicas de intensidade moderada ou 75 minutos por semana de atividade física de intensidade vigorosa para uma saúde ideal.

4. Pressão arterial abaixo de 120 x 80 mmHg.

5. Glicemia de jejum2 abaixo de 100mg/dl.

6. Colesterol3 total abaixo de 200mg/dl.

7. Dieta saudável. Quatro ou cinco componentes chave da dieta. Para uma dieta de 2000 calorias4 ao dia, por exemplo, incluir:

Pelo menos 4 copos e meio de frutas e vegetais por dia.
Pelo menos duas porções de 100 gramas de peixe por semana, preferencialmente peixes como salmão, arenque, cavala, sardinha e truta.
Pelo menos uma porção de 30 gramas de grãos integrais ricos em fibras por dia.
Limitar a ingestão de sódio (sal) a 1500mg por dia.
Não beber mais do que um litro por semana de bebidas com adição de açúcar5.
A American Heart Association espera que estes sete fatores possam melhorar a saúde cardiovascular dos americanos em 20% até o ano de 2020 e também reduzir as mortes por doenças cardiovasculares6 e acidentes vasculares cerebrais em 20%.

Fonte: Circulation – American Heart Association

Victoza (liraglutida): Anvisa esclarece sobre as indicações do medicamento

seg, 07/11/11
por Dr Xavier de Melo |
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Diretoria Colegiada da Anvisa faz esclarecimentos para veículos de imprensa e para instituições ligadas à saúde (como o Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (Conasems) e Conselho Federal de Farmácia) sobre as indicações do medicamento Victoza (liraglutida), e afirma que a medicação é indicada para o tratamento de diabetes tipo 21 e não deve ser usada para emagrecimento.

Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esclarece que o Victoza é um produto “biológico”. Ou seja, trata-se de uma molécula de alta complexidade, de uso injetável, contendo a substância liraglutida. O medicamento, fabricado pelo laboratório Novo Nordisk, foi aprovado pela Anvisa para comercialização no Brasil em março de 2010, com a finalidade de uso específico no tratamento de diabetes tipo 21. Portanto, seu uso não é indicado para emagrecimento.

A indicação de uso do medicamento aprovada pela Anvisa é como “adjuvante da dieta e atividade física para atingir o controle glicêmico em pacientes adultos com diabetes mellitus2 tipo 2, para administração uma vez ao dia como monoterapia ou como tratamento combinado com um ou mais antidiabéticos orais3 (metformina4, sulfoniluréias5 ou uma tiazollidinediona), quando o tratamento anterior não proporciona um controle glicêmico adequado”.

A agência ainda esclarece que trata-se de um medicamento “biológico novo” e, embora pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos, que nesses casos devem ser informados ao médico.

Em estudos clínicos e nos relatórios apresentados à Anvisa foram relatados eventos adversos associados ao Victoza (liraglutida), sendo os mais frequentes: hipoglicemia, dores de cabeça, náusea e diarreia. Além destes eventos destacam-se outros riscos, tais como: pancreatite, desidratação e alteração da função renal e distúrbios da tireoide, como nódulos e casos de urticária.

Outra questão de risco associada aos produtos biológicos são as reações de imunogenicidade, que podem variar desde alergia e anafilaxia até efeitos inesperados mais graves. No caso da liraglutida, a mesma apresentou um perfil de imunogenicidade aceitável para a indicação como antidiabético.

Para o caso de inclusão de novas indicações terapêuticas deve-se apresentar estudo clínico Fase III comprovando a eficácia e segurança desta nova indicação.

Fonte: Anvisa



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